A Hawk And A Hacksaw “Délivrance” (Edição Deluxe Limitada) em stock – Preço Especial!
Sexta-feira, 4 Setembro, 2009Categoria: Novidade
Etiquetas: A Hawk And A Hacksaw, Leaf

A HAWK AND A HACKSAW
Délivrance – Edição Deluxe Limitada
CD Leaf – 15.95 eur 11.95 eur
O livro da colecção 33 1/3 dedicado a “In The Aeroplane Over The Sea”, dos Neutral Milk Hotel, contém vários relatos entusiasmados em volta de Jeremy Barnes. Ficou retida a ideia de um miúdo de 16 anos (ou à volta disso) completamente histérico por estar a fazer parte daquele momento e com muito para dar. Percebe-se que tinha de ser especial para fazer parte do círculo de Jeff Mangum e, anos mais tarde, quando deu início ao seu projecto a solo A Hawk And A Hacksaw, chegaram as certezas de que não foi um simples tarefeiro, mas um talento enorme que não iria ficar para a história como o baterista daquele disco. De tal forma que hoje não é crime não saber quem foi Jeremy Barnes nos anos 90, mas quem é agora: A Hawk And A Hacksaw. Ou era, porque de projecto a solo, passou a ser um projecto conjunto com a violinista Heather Trost, e de há dois anos para cá o Hun Hangár Ensemble, de Budapeste, juntou-se à festa. Era esta a formação em “A Hawk And A Hacksaw And The Hun Hangár Ensemble” e é a mesma neste “Délivrance”, resultado de dois anos de trabalho entre os músicos, de imensos concertos com muitas histórias para contar, e de uma apropriação total de A Hawk And A Hacksaw na música folk da Europa do Leste. Desde o seu primeiro disco que mantém uma ligação forte com a música tradicional europeia. Ao longo dos anos dirigiu-se para o leste europeu, mas esse caminho nunca foi tão afirmativo como neste “Délivrance”. Directo às raízes, Jeremy e Heather viveram durante uns tempos em Budapeste depois do terceiro álbum, “The Way The Wind Blows”. Conheceram músicos locais, começaram a tocar com eles, e desenvolveram o som para um desenraizamento do som de A Hawk And A Hacksaw e assumiram a forma total de música tradicional. As formas de composição mudaram totalmente, é hoje algo mais terra-a-terra, assumiram um lado mais genérico ultra-festivo, que completa na perfeição o humor que Jeremy Barnes criou ao longo da sua carreira, talvez a única coisa que herdou do universo Elephant 6. Mas nestas coisas do genérico, há quem faça mal e há quem faça bem. E Barnes não é, nunca foi, um imitador, e é aqui que se distingue de tudo o resto que é feito dentro do género, aquilo que separa os que se aproveitam do facilitismo e aqueles que têm um genuíno interesse e prazer em conhecer. Sempre foi assim, quem não acredita só precisa de regressar ao álbum homónimo de 2002. Está lá tudo, quando Barnes nem sequer imaginava que iria ser assim.
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