Groupshow @ Teatro Maria Matos, 18/02/2010
Sexta-feira, 19 Fevereiro, 2010Categoria: Ao vivo
Etiquetas: Andrew Pekler, Groupshow, Hanno Leichtmann, Jan Jalinek, Teatro Maria Matos







Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 13 de Fevereiro 18h30 > 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja a sua cartilha, DJ Ride procura hoje navegar mais na margens do movimento do que seguir a corrente dominante. Escolhe como Super Disco um álbum de hip hop que transcende fronteiras: “Endtroducing” de DJ Shadow (1996). Os seus métodos de produção, escolha de samples, utilização de MPC, ainda inspiram Ride, que nos explicará também como vê no género contemporâneo chamado Wonky a herança do psicadelismo então recuperado por Shadow. Ride acaba de lançar o seu segundo álbum, “Psychedelic Sound Waves”, no qual explora ciências rítmicas em complexas camadas que transforma em groove. A sensação é de um mash-up permanente entre passado e presente (juntos fazem o futuro?), um percurso dinâmico e alucinante carregado de inspiração e que não consegue ocultar o entusiasmo deste jovem produtor por formas musicais que transcendem o nicho em que tende a ser colocado. Tal como Shadow, Ride procura moldar a matéria que o entusiasma em nova matéria que passa a fazer parte dos compêndios do amanhã. “Endtroducing” é, ainda hoje, dos discos que melhor captam o ímpeto reciclador do hip hop e o espírito inclusivo tantas vezes esquecido da sua vertente musical.
Apareçam no café do Teatro Maria Matos para ouvir em primeira mão como um produtor actuante agora recicla e interpreta as mensagens fortes do passado e as transforma em novo assunto de discussão. De passagem, poderemos aprender algo mais sobra máquinas e equipamento: Ride não conseguirá certamente impedir-se de falar da sua relação íntima com as máquinas que tem comprado e que gosta de utilizar. Andou na companhia de André Fernandes e Mário Laginha, desenvolveu uma scratch tool adoptada pela Red Bull Home Groove, colaborou ao vivo com os Coldfinger, foi um dos primeiros convidados da série de Henrique Amaro na Optimus Discos, prepara uma peça com Rui Horta no CCB e será a personagem principal no muito esperado documentário “Dig In Japan”.
—————–
A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.
Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.

Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 16 de Janeiro 18h30 > 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
“Music Of My Heart” é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes em leilões que pelo funk e soul superiores de John Heartsman And Circles. A recente reedição pela Jazzman colocou finalmente uma cópia do LP em casa do editor discográfico Joaquim Paulo que, emotivamente, o considera o holy grail da sua vasta colecção. O autor da série “Covers” para a Taschen escolhe-o como super disco para partilhar a sua música, em primeiro lugar, mas também todas as histórias que a sua busca proporcionou. Histórias extensíveis a muitos outros discos na sua colecção, algumas semelhantes a verdadeiras investigações. Joaquim Paulo tem ainda larga experiência como programador de rádio, tudo em nome da partilha de música que acredita tornar o mundo melhor. Partimos na quase total ignorância sobre “Music Of My Heart”, estando tão disponíveis como vocês para ouvir relatos que de certeza farão sorrir quem encontra nos discos um prazer impossível de reproduzir na mera aquisição de música desligada da personalidade e vida do objecto. Não deixem que a chuva vos demova, o ambiente é confortável, a luz baixa e as janelas são grandes.
—————–
A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.
Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.

Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 12 de Dezembro 18h30 > 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Rui Miguel Abreu é o convidado da sessão #4 e escolheu “3 Feet High and Rising” (De La Soul), um álbum de 1989 que coincide com o início da sua carreira como jornalista musical. O disco foi-lhe oferecido em Maio, um mês antes de passar a integrar a redacção d’A Capital. O álbum foi crucial para a relação que mantém ainda com a cultura hip hop e também abriu muitas portas (nunca encerradas desde então) para os universos soul e jazz através das samples nele incluídas. RMA é actualmente jornalista freelancer, mantendo colaborações, entre outros órgãos de comunicação, com a Antena 3 e a revista Blitz. A sua dedicação e paixão enquanto coleccionador de discos sempre o levou a querer partilhar as suas descobertas como DJ ou um dos bloggers mais activos que conhecemos (o suspenso Hit da Breakz e o actual 2 4 The Bass). Leiam aqui o teaser na primeira pessoa e lembrem-se que o que acontece nestas sessões segue a nobre tradição da partilha de conhecimento, entusiasmo e histórias pessoais. Apareçam.
—————–
A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história,
representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD),
o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões
Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.

© Vera Marmelo
3 Comentários »
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 14 de Novembro 18h30 > 20h00.
Por motivos alheios a nós foi cancelada a presença de Sei Miguel na sessão Super Disco #3.
Mas continuem a ler : )
A descrição que se segue parece fabricada, um sonho de arqueologia musical, histórias vividas em primeira mão e na primeira pessoa, tudo verdade:
Rui de Castro viveu em Londres durante a década de 70, assistiu por dentro à ascenção e decadência do punk, vizinho da frente de Johnny Rotten, músico (The Warm), editor (Warm Records, inaugurada com dois singles em 1976), contacto privilegiado de António Sérgio para fornecer novidades frescas de Inglaterra. Regressado a Portugal no início da década de 80 viu frustradas pelo “Sistema Fonográfico” vigente as suas tentativas para fazer cá uma editora independente. Um resultado visível de toda essa frustração é o single de 7″ “O Pirata (Pirata Rap Attack)”, auto-produzido e editado em 1984 sob o nome Rui de Castro e o Grupo Português de Piratas. O formato rap/electro faz deste disco uma peça única no panorama discográfico português, a letra aborda em tom de sátira o assunto sempre relevante do direito à diferença e auto-determinação. Este é o Super Disco para dia 14 de Novembro. Mário João Camolas tem um dos dois ou três exemplares alegadamente vendidos e estará connosco na mesa para conversar com Rui de Castro.
—————–
A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história,
representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD),
o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões
Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.
Super Disco é idealizado pela Flur e produzido com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
3 Comentários »

A editora Future Times (Washington), que conhecemos sobretudo por causa de Rhythm Based Lovers, deixou-nos dois sets ao vivo para partilha, gravados no último fim de semana directamente para cassete : )
Maximillion Dunbar terá um maxi chamado “Bare Feet”, em breve, com as faixas “Loveloop” e “Wouldn’t Matter”;
Protect-U tem maxi alinhado na Future Times para Dezembro. “Double Rainbow” já pode ser ouvido no myspace deles.
Maxmillion Dunbar ao vivo
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
1. kim 2. way down 3. loveloop 4. snow mega 5. pretty please 6. girls dream 7. wouldn’t matter 8. know u demo
Protect-U ao vivo
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Sem tracklist.
- download Maximillion Dunbar
- download Protect-U

Começa amanhã uma série de sessões mensais chamadas Super Disco, idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história,
representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD),
o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões
Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.

O convidado da primeira sessão é Vítor Belanciano. É actualmente um dos coordenadores do suplemento Ípsilon (jornal Público) e a sua relação com a música tem longos anos. Nesta sessão fala do álbum “Remain In Light” (Talking Heads, 1980) e do tempo que demorou até gostar dele. Revisita a época e partilha o seu percurso enquanto propõe a audição em directo de excertos do disco e de outros descobertos a partir dele.
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: sábado 19 de Setembro 18h30 > 20h00.


13 de Maio
Aquaparque + Filho Único DJ set
Lounge, 22H30
Primeira de muitas noites de residência da Filho Único às segundas quartas-feiras de cada mês. A primeira é já hoje, com Aquaparque, que continuam a espalhar amor por todo o Portugal com o essencial “É Isso Aí“. O evento é gratuito e quem organiza garante que vai mesmo começar a horas. Não faltem e, claro, não se atrasem : )
Zero comentários - Comente aqui »
Ainda parece meio sonho. Dia 18 de Abril foi um dia do qual, fisicamente, restaram apenas as 50 capas de discos de vinil do Joaquim Paulo na parede (foram retiradas hoje). Mas, na memória e em registos vários, o dia fará para sempre parte da vida da Flur e das nossas, particulares. A responsabilidade por isso é de todas as pessoas que nos ajudaram e a quem só conseguimos agradecer, maioritariamente, com lugares-comuns.
Acreditem, no entanto, que sentimos que são tudo menos comuns. Foi uma espécie de Chamada Às Armas por parte de quem valoriza a música, os discos e, em última análise, as lojas físicas independentes, que foram o verdadeiro motivo de celebração – Record Store Day. Todos vocês que passaram por cá, todos os que compraram discos e transformaram o dia em algo realmente importante para nós.
Não somos especialmente bafejados pela sorte, acreditamos no que fazemos, tentamos fazê-lo bem e com esforço extra num mercado e geografia que não nos favorecem de todo. Neste momento somos praticamente uma impossibilidade técnica mantida viva por tudo o que dissemos no início deste parágrafo mas, CLARO, por vocês que nos compram discos. Esse é o único oxigénio para os nossos pulmões. A internet não é uma loja, é o Mundo. Não se faz frente ao mundo inteiro. Nós estamos aqui e estas foram as pessoas que mais nos ajudaram no dia 18 de Abril.
CONCERTOS:
Aquaparque – oferta de um inédito e surpreendente set acústico que recuperou a essência do projecto. E muita paciência para esperar pela sua hora (o André tinha trabalhado toda a madrugada);
B Fachada e Samuel Úria – prontidão, simpatia, entrega e entusiasmo: mini-concerto de comunhão musical;
Peter Walker – um pouco distante como deve ser alguém que é um mito, deu um recital de guitarra e arrasou-nos com a sua disponibilidade e profissionalismo;
DJs:
Dinis, Kaspar e Rui Torrinha, os dois últimos da Groovement – ingrata tarefa de serem os primeiros na lista. Cumpriram tudo o que prometeram e o Rui veio de propósito do Porto (meu Deus!);
José Belo e João Maria (ambos da Bloop) – perfeitos, nada a apontar : )
Nuno Lopes – boa onda desde o convite inicial, impecável apesar da agenda preenchida nesse dia (peça de teatro à noite e, de madrugada, DJ na LX Factory);
Kamala - outra agenda preenchida (a sua Spin-Management celebrou um ano no mesmo dia) e, ainda assim, tempo para pensar num set para o local e a ocasião;
Rodrigo Amado – último set do dia, honrou o comedown de uma festa frenética, trouxe música que nos ajudou a descontrair antes do fim;
Ana Rita Clara – aceitou fazer uma coisa que normalmente não faz (passar discos em público), fez um set que muitos não esperavam, transmitindo com a música a sua simpatia transbordante;
Rui Pregal da Cunha – entusiasmo sem hesitações, boa disposição contagiante;
Rui Vargas, dexter, Zé Pedro Moura e Leonaldo de Almeida – amizade, respeito e entusiasmo, muitos anos de música boa para trás e a sensação é de que há muitos ainda pela frente;
Yen Sung e Nuno Rosa – a mudança nos horários (chuva) fez com que já não tocassem, mas estiveram cá e estavam prontos;
D.I.S.C.O.Texas – pessoal mais simpático de sempre, o Rodrigo estava de directa, os Bandido$ tinham um jogo de bola à tarde e ainda tinham de regressar para estar ao balcão;
AO BALCÃO:
Isilda Sanches e Rita Moreira, ambas da Oxigénio – raro prazer, ver raparigas atrás do balcão na Flur. Foram dinâmicas e militantes. A Isilda ainda foi imprescindível na preparação e gestão dos acontecimentos nesse dia;
Ricardo Gross – respeito: fez horas extraordinárias ao balcão, dedicação à causa desde a primeira conversa;
Paulo (DJ B.R.O.S.) – entusiasmo tão sincero que nos apeteceu contratá-lo na hora; Concentrado e voluntarioso. E nem chegaram a ouvi-lo passar discos;
Nelson Gomes e Pedro Gomes – também passaram horas ao balcão e fizeram questão em organizar um sound system Filho Único para se ouvir na loja. Levaram tudo a sério e, no mesmo tom, organizam alguns dos melhores concertos a que podemos assistir nesta cidade;
Bruno e Rui (Bandido$) – Tiveram de sair a meio da tarde para um jogo de futebol que já estava marcado, o jogo foi à chuva (claro), ainda foram a casa tomar banho e regressaram com aspecto FOXY para uma hora de balcão. Incrível.
MCs
Pedro Ramos (Radar) e Hugo Pinto – vestiram a farda de anfitriões durante toda a tarde. Divertiram-se e divertiram horas a fio, com muita paciência, total disponibilidade e dominando a arte do improviso;
REPÓRTERES
Susana Pomba – 4GB de fotografias, toda a tarde a captar os ângulos perfeitos, fiquem atentos ao que vamos mostrar aqui ou ela no seu blog;
Isabel Salvado – 8 horas de câmara na mão, a filmar. Foi um dia de trabalho! E uma longa maratona de edição;
ROCK BAND:
Tiago Castro e Pedro Moreira Dias, ambos da Radar – jogaram Rock Band na PS3 em condições apertadas. Nunca disseram nada que não fosse SIM, e custou dizer para desligarem as máquinas às 19h. Foi como tirar um brinquedo a uma criança;
EXPOSIÇÃO:
Joaquim Paulo – emprestou na hora 50 capas – que valem o peso em diamantes – da sua colecção de discos de vinil, algumas delas aparecem no livro que preparou para a Taschen (”Jazz Covers“);
LANCHE:
Luís Almeida (Pan Sorbe) – metido na cozinha durante boa parte da tarde. De cada vez que trazia uma travessa com os snacks que preparava apercebia-se de que a anterior já estava vazia. Não precisamos de dizer o que isso significa;
AUTÓGRAFOS:
Rui Reininho teve a amabilidade de autografar o original do LP “Independança” (GNR), leiloado no dia 18.
MIXTAPES:
Marco Martins, Photonz, Sérgio Hydalgo, Tiago Miranda, Tiago Santos, Zé Diogo Quintela – dispensaram tempo a pensar/gravar/entregar os seus 60 minutos de música para ouvirmos na loja durante o dia. Parvoíce nossa: com toda a boa confusão, a maior parte da música perdeu-se no ar e então vamos partilhá-la em breve neste blog.
EMISSÕES DE RÁDIO PARA A OXIGÉNIO:
O nosso programa semanal (Domingos, 22h) mudou de formato para receber Rui Miguel Abreu e José Guedes, responsáveis por duas lojas de discos seminais, ambas no Bairro Alto. RMA era um dos sócios da Lollypop (1993-1998), JG da Contraverso (1986-1999). Fizeram História por razões diferentes e contaram estórias que podem escutar aqui e aqui.
LOGÍSTICA:
Fernando e Fátima do restaurante Bica do Sapato – entusiasmo e ajuda logística im-pres-cin-dí-vel;
Nuno e Gabriel, do Lux – preparação e transporte da aparelhagem, papa toda feita;
Sérgio Hydalgo – respeito por querer partilhar o seu concerto da noite da ZDB connosco e tornar possível a presença de Peter Walker;
QUESTIONÁRIOS:
Muita gente para nomear individualmente, mas podem ler as suas respostas neste blog. Foram tantas que continuaremos a publicá-las ao longo do mês de Maio. A todos um enorme obrigado.
MEDIA:
Toda a gente que achou a notícia relevante e ajudou a espalhar a mensagem – Oxigénio, Radar, João Xavier/Curto Circuito/SIC Radical, Factor Lisboa, Antena 3, Antena 1, TSF, RTP, Ípsilon, DN, Rua de Baixo, Cotonete, Blitz, TVI, Diário Digital, Time Out, Sound+Vision, Expresso, MK2 e todos os que escaparam à nossa monitorização;
NÓS:
André, Márcio, Pedro, Pedro e Zé. Márcio e Pedro ainda fizeram acontecer a primeira edição Flur/Príncipe.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
A chuva prometida pela Meteorologia e o cancelamento dos Macacos Do Chinês – tiveram um concerto e desmarcaram a visita à Flur – obrigaram-nos a uns pequenos ajustes. O horário está agora assim e se tudo correr bem é assim que vai ficar.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.


QUANDO
Sábado, 18 de Abril de 2009, entre as 13h e as 21h.
ONDE:
Loja Flur e esplanada do restaurante Bica do Sapato.
O QUÊ:
Flur é uma loja de discos aberta desde 2001, em Santa Apolónia, junto ao Lux e Bica do Sapato.
Record Store Day é um dia assinalado desde 2007 com o intuito de celebrar a existência de lojas físicas que vendem predominantemente discos mas, sobretudo, para celebrar toda a cultura associada a esses espaços onde se vive, respira, troca, vende e compra música e experiências a ela associadas.
IDEIAS E SENTIMENTOS:
Para quem gosta de música, trabalhar numa loja de discos na qual se possa controlar o critério equivale a um portal aberto para a felicidade. Esse mesmo entusiasmo é colocado na relação com quem nos visita ou contacta. O amor por determinados discos tem de ser transmitido 100% intacto, de outro modo não faz sentido para nós estar neste negócio. No fundo procuramos legitimidade e aceitação para os nossos gostos, como qualquer pessoa. Só que nós podemos ter o prazer de disponibilizar para venda os próprios discos de que gostamos. É quase perfeito.
O espírito é sobretudo de encontro entre pessoas para quem a música é muito importante, mantendo vivo um elemento fundamental na partilha e difusão de música: a loja de discos. No fundo, apelar a todos aqueles que vêem para além do espaço comercial que uma loja obviamente é e reconhecem o seu papel de entreposto cultural.
QUESTIONÁRIOS:
Pedimos a muita gente que respondesse a algumas perguntas sobre discos, todas as respostas serão publicadas neste blog até ao final do mês de Abril. É uma pequena tentativa de Recenseamento 2009 no capítulo da relação que se tem com discos. Ao lado de ilustres desconhecidos (todos conhecidos para nós) poderão ler as respostas de Rui Reininho, DJ Vibe, António Sérgio, Nuno Markl ou Zé Diogo Quintela + muitas outras pessoas que acederam em partilhar os seus gostos connosco. Muito obrigado.
SHOUTS:
Primeiro para todos os que nos visitam, compram discos, dão feedback positivo e negativo, lêem e confiam em nós em muitos casos há vários anos. Pessoas com quem aprendemos tanto quanto esperamos que aprendam – enfim – alguma coisa com o nosso entusiasmo;
Todos os convidados que vão fazer coisas na Flur neste dia, pelo tempo, dedicação, amizade e energia que transmitem, total respeito para eles por terem aceite o nosso convite, são todos eles, de facto, que fazem este dia especial. Sigam os links nos respectivos nomes e saibam mais sobre o seu trabalho;
Toda a gente que se dispôs a gastar tempo para responder às nossas perguntas (ver Questionários);
Lux e Bica do Sapato pela inestimável ajuda logística neste dia.
PROGRAMA PARA O DIA:
Horas ainda a definir, lista de participantes a seguir a este parágrafo, dividida por actividades. A programação pode ser alterada por motivos alheios a nós. Fiquem atentos.
AO BALCÃO DA LOJA:
Disponíveis para atendimento de loja, sugestões ou cumprimentos : )
Isilda Sanches (Rádio Oxigénio 102.6 FM), Rita Moreira (Rádio Oxigénio 102.6 FM), Ricardo Gross, DJ B.r.o.s., Bandido$ (ex-Desesperados) (D.I.S.C.O.Texas), Filho Único (Pedro e Nelson Gomes, produtores de concertos).
SHOWCASES ACÚSTICOS NO INTERIOR DA LOJA:
Aquaparque (set acústico especial), Peter Walker, B Fachada + Samuel Úria (FlorCaveira).
DJs E SETS AO VIVO NA ESPLANADA DA BICA DO SAPATO:
Ana Rita Clara (apresentadora de TV), D.I.S.C.O.Texas (colectivo DJs), Dinis (DJ – noites Flashdance no Lux, Maus Hábitos, etc.), Kamala (DJ e programador – Estado Líquido, Arena Lounge, Spin Management, etc.), DJs residentes no Lux (Rui Vargas, Pink Boy, dexter, Yen Sung, Leonaldo de Almeida e Zé Pedro Moura), DJs das editoras Bloop e Groovement, Nuno Lopes (actor, “Alice”, “Os Contemporâneos”, etc), Rodrigo Amado (músico e crítico de jazz no Público), Rui Pregal da Cunha (Heróis do Mar).
EXPOSIÇÃO DE CAPAS DE DISCOS DE VINIL:
Joaquim Paulo, que publicou “Jazz Covers” na Taschen (selecção de capas de discos de Jazz), expõe 50 capas originais da sua colecção de vinil. Ele próprio estará disponível para comentar a exposição.
MESTRES DE CERIMÓNIAS:
Pedro Ramos (Radar 97.8 FM) e Hugo Pinto (jornalista) apresentam no local o que acontece durante o dia.
EMISSÕES DE RÁDIO:
Rui Miguel Abreu (um dos sócios da extinta loja Lollypop entre 1993-1998, no Bairro Alto, jornalista e radialista) e José Guedes (um dos responsáveis pela extinta loja Contraverso entre 1986-1999, no Bairro Alto, actualmente dirige a distribuidora Última) são convidados em duas emissões especiais de um programa de rádio apresentado por nós na Oxigénio (102.6 Lisboa e Linha de Cascais). Primeira emissão no Domingo, 12 de Abril, às 22h, com Rui Miguel Abreu; segunda emissão no Domingo, 19 de Abril, às 22h, com José Guedes.
SOM DE LOJA:
Música ambiente na loja, no dia 18 de Abril, totalmente seleccionada por convidados. Já confirmados Filho Único (Pedro e Nelson Gomes, produtores de concertos), Photonz (DJs, produtores), Marco Martins (realizador: “Alice”, Ministério Dos Filmes, etc.), Tiago Santos (Cool Hipnoise, Rádio Oxigénio 102.6 FM), Tiago Miranda (Loosers, Slight Delay, Lux, etc.).
OUTRAS ACTIVIDADES:
Tiago Castro e Pedro Moreira Dias (ambos da Radar 97.8 FM) jogam uma sessão de “Rock Band” na PS3;
DJ Pan Sorbe prepara alguns snacks para a hora do lanche;
Susana Pomba é a repórter fotográfica oficial, depois não se esqueçam de ver aqui.
Confirmado: fanzine com ilustrações de Pedro Lourenço e Márcio Matos, primeira edição Flur/Príncipe.
Joaquim Paulo fará uma “visita guiada” à exposição de 50 capas de discos da sua colecção. Previsão: 17h00.
Sigam este blog ou o Twitter para quaisquer actualizações.
Até breve!
Primeiro Aaron Dilloway, Nate Young e Afonso dos Gala Drop nas Belas Artes, Barulho Real para digerir o jantar. Depois correr lá para baixo:
No Lounge, Escravos de Zonk (Photonz, Major e Javenger Dourado) no toque genuíno. Tudo discos verdadeiros!
23h, Sábado 4 de Abril de 2009
Lounge
R. da Moeda, 1, Cais do Sodré, Lisboa
Lounge
Zonk
Photonz
Javenger Dourado

Escravos de Zonk (Photonz, Major e Javenger Dourado) no toque genuíno. Tudo discos verdadeiros!
23h, Sábado 21 de Fevereiro de 2009
Lounge
R. da Moeda, 1, Cais do Sodré, Lisboa
Lounge
Zonk
Photonz
Javenger Dourado

Imagem por Márcio Matos
Escravos de Zonk (Photonz, Major e Javenger Dourado) no toque genuíno. Tudo discos verdadeiros!
23h, Sábado 31 de Janeiro de 2009
Ko-Zee Club
Calçada Marquês de Abrantes nº142/144 (Santos)
Lisboa
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Set ao vivo gentilmente cedido por Jamal Moss, gravado em Evanston, Illinois, durante o 36º Lakeshore Jazz Arts Festival, parte de uma actuação com 2 horas e 45 minutos.
Jamal Moss grava a solo como Hieroglyphic Being, The Sun God e IAMTHATIAM, faz edits para a Members Only e dirige a editora Mathematics.
Mais material de Jamal Moss a ser partilhado neste blog em breve. Lembrem-se de que é um dos mais dedicados curadores do real som JACK de Chicago.
http://www.discogs.com/label/Mathematics+Recordings
http://www.myspace.com/beinghieroglyphic
http://www.myspace.com/musicfrommathematics
http://www.discogs.com/label/Members+Only

Concerto único do mítico Jandek, incontornável na música desde finais da década de 70, no próximo dia 10 de Janeiro na Fundação de Serralves. Bilhetes a 15 euros já à venda na Flur. Aceitam-se reservas, que devem ser levantadas até dia 3 de Janeiro. Outros bilhetes também aqui.
Zero comentários - Comente aqui »
Flur de novo na operação Avenida/Filho Único, banca com bons discos e preços de ocasião. Provavelmente na salinha de sempre, em guerra de bons costumes com a banca da Daemond Daemond. Às vezes pode não estar lá ninguém durante uns momentos porque é preciso ir buscar bebida.
À 1:30, umas salas mais para lá, Escravos de Zonk passam discos a seguir a Panda Bear DJ, se conseguirem ficar lá (nós gostaríamos). Zonk é cena com duas pessoas da Flur + Photonz e é tudo sobre manter pura a ligação à música de dança (nem imaginam as cenas incríveis que houve por aí), weird shit, áfrica-mãe e pop psicadélica, ou o que lhe quiserem chamar se ficarem lá para ouvir. E Panda Bear a abrir para nós, sonho de vida : )
Flur: que confusão.
Sexta-feira, 19 de Dezembro, a partir das 21h30.