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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Destaque</title>
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		<title>&#8220;Horse Meat Disco II&#8221; em stock</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Horse Meat Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Strut]]></category>

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		<description><![CDATA[
VÁRIOS
Horse Meat Disco II
CD Strut - 15.95 eur
2LP Strut &#8211; 17.50 eur
A desgraça em que o Disco se encontrou, as imitações, palhaçadas e clichés repetidos em mais de 20 anos de &#8220;cultura retro&#8221;, festas temáticas e nostalgia, tudo isso é minimizado com engenho nas noites Horse Meat Disco, um produto de Londres para o mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9005" title="horse meat disco" src="http://www.strut-records.com/sites/default/files/imagecache/188cover/covers/HMD2_COVER_RGB.jpg" alt="horse meat disco" height="200" /></p>
<p><strong>VÁRIOS</strong><br />
Horse Meat Disco II<br />
CD Strut -<strong> </strong><span style="color: #000000;">15.95 eur</span><br />
2LP Strut &#8211; 17.50 eur</p>
<p>A desgraça em que o Disco se encontrou, as imitações, palhaçadas e clichés repetidos em mais de 20 anos de &#8220;cultura retro&#8221;, festas temáticas e nostalgia, tudo isso é minimizado com engenho nas noites Horse Meat Disco, um produto de Londres para o mundo. O Lux, em Lisboa, acolheu HMD em 2010 com residência mensal, e acreditem que aqui está o expoente do &#8211; se lhe quiserem chamar assim &#8211; revivalismo Disco. Matéria underground é sabiamente conduzida à superfície sem comprometer as características universais que toda a gente reconhece no género. Cyclades, Scherrie Payne, Lourett Russell ou Electra são nomes suficientemente obscuros para manter interessados os iniciados mas a música, mesmo com as particularidades que a distinguem facilmente da banalidade, dirige-se a toda a gente. Banda-sonora ideal para tirar notas e procurar os discos, se vocês forem irrecuperáveia como nós, mas sobretudo para ouvir alto e sentir uma energia genuína que, em termos de celebração, a música popular ocidental parece ter perdido há muito.</p>
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		<title>Vários &#8220;Watch How The People Dancing&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/18/varios-watch-how-the-people-dancing-em-stock-preco-especial/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/06/18/varios-watch-how-the-people-dancing-em-stock-preco-especial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 15:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[1986]]></category>
		<category><![CDATA[1989]]></category>
		<category><![CDATA[Honest Jon's]]></category>

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		<description><![CDATA[
VÁRIOS
Watch How The People Dancing &#8211; Unity sounds from the London dancehall, 1986-1989
CD Honest Jon&#8217;s &#8211; 16.50 eur 12.50 eur
2LP Honest Jon&#8217;s &#8211; 16.50 eur 13.50 eur
O núcleo jamaicano em Inglaterra preservou naturalmente a sua cultura musical (que influenciou, aliás, agitadores punk como John Lydon, Clash, as Slits ou Pop Group). rapidamente se criou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8701" title="honest jons" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/honest-jons.png" alt="honest jons" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>VÁRIOS<br />
</strong>Watch How The People Dancing &#8211; Unity sounds from the London dancehall, 1986-1989<br />
CD Honest Jon&#8217;s &#8211; <strong><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></span></strong><br />
2LP Honest Jon&#8217;s &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span></strong><strong> <span style="color: #ff0000;">13.50 eur</span></strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">O núcleo jamaicano em Inglaterra preservou naturalmente a sua cultura musical (que influenciou, aliás, agitadores punk como John Lydon, Clash, as Slits ou Pop Group). rapidamente se criou um circuito de importação directamente da Jamaica mas foi quando a produção começou a ser feita já em Inglaterra que as coisas começam a ficar sérias e sólidas. Para além da música mais próxima das raízes, começou a produzir-se com a cabeça no futuro, como Adrian Sherwood e a On-U Sound, mas os próprios jamaicanos e seus herdeiros mantinham tudo vivo não só com a sua presença in loco mas sobretudo com a música que também faziam já fora da Jamaica. esta colectânea foca-se no período 1986-89, quando o som digital do dancehall já se ouvia em maior escala, e privilegia produções caseiras feitas na zona de Londres ao mesmo tempo em que explodia a cultura rave e os seus subgéneros começavam a ganhar nomes. As bases musicais para estes temas são simples, compostas em Casios lo-fi e outros instrumentos electrónicos básicos, cruzam por vezes com o som bleep da house e com a cena &#8216;bass&#8217; desenvolvida mais tarde, as vozes são suaves e pouco ou nada ligadas à expressão rude boy mais cerrada das estrelas do dancehall. &#8220;Watch How The People Dancing&#8221; inclui um livreto de 40 páginas com entrevistas e fotos, o som é masterizado por Moritz Von Oswald e o resultado são momentos românticos que, mesmo sem as vozes, são totalmente acessíveis através das versões instrumentais que quase todos os temas aqui têm.</span></span></p>
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		<title>Heaven 17 &#8220;Penthouse And Pavement&#8221; LP &#8211; EXEMPLARES ORIGINAIS em stock!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/18/heaven-17-penthouse-and-pavement-lp-exemplares-originais-em-stock/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 12:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[1981]]></category>
		<category><![CDATA[Heaven 17]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>
		<category><![CDATA[Virgin]]></category>

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		<description><![CDATA[
HEAVEN 17
Penthouse And Pavement
LP Virgin &#8211; 5 eur
 Exemplares originais de 1981 em excelente estado
Este álbum pertencia a uma zona de ninguém, em 1981. Enturmados com a vaga de Novos Românticos ou synth pop da época, os Heaven 17 sobressaem ainda hoje, retrospectivamente, pelo som a meio caminho entre soul e a pop obscura dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8660" title="heaven 17" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/heaven-17.jpg" alt="heaven 17" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>HEAVEN 17</strong><br />
Penthouse And Pavement<br />
LP Virgin &#8211; <strong><span style="color: #ff0000;">5 eur</span></strong><br />
<strong> Exemplares originais de 1981 em excelente estado</strong></p>
<p>Este álbum pertencia a uma zona de ninguém, em 1981. Enturmados com a vaga de Novos Românticos ou synth pop da época, os Heaven 17 sobressaem ainda hoje, retrospectivamente, pelo som a meio caminho entre soul e a pop obscura dos Human League de &#8220;Reproduction&#8221; e &#8220;Travelogue&#8221;. Sendo de Sheffield, é possível que a cena Northern Soul, muito presente no norte de Inglaterra, tenha influenciado Martin Ware e Ian Craig-Marsh. Ambos foram fundadores de Human League mas saíram antes de &#8220;Dare&#8221;. A voz grave de Glenn Gregory não só substituiu perfeitamente Phil Oakey como personalizou os Heaven 17 enquanto banda pop que, em &#8220;Penthouse And Pavement&#8221;, se estreava com uma mensagem política imediatamente censurada pela BBC: &#8220;(We Don´t Need This) Fascist Groove Thang)&#8221; falava abertamente da eleição de Ronald Reagan e da conjuntura Thatcher em Inglaterra sobre um fundo electrónico carismático como poucos instrumentais pop de então.<br />
A capa publicitava a British Electric Foundation (espécie de projecto de estúdio / publishing do próprio grupo) como uma empresa próspera, comentário visual ao reinado de camisa e gravata dos yuppies nos anos 80. &#8220;Play To Win&#8221;, de facto. Esse é o título de uma das melhores canções no álbum, um genial groove boogie sintético que, com &#8220;Soul Warfare&#8221; e &#8220;Penthouse And Pavement&#8221;, aperfeiçoa um género híbrido de soul electrónica branca que poucos conseguiram igualar, incluindo os próprios Heaven 17 &#8211; o álbum seguinte, &#8220;The Luxury Gap&#8221;, ainda tem um par de canções memoráveis, mas a partir daí o grupo é engolido pela pop genérica dos 80s.<br />
O lado B de &#8220;Penthouse And Pavement&#8221; tem segmentos arrojados especialmente cativantes para quem gostava da banda por causa da electrónica. É nesse lado que se encontram &#8220;Geisha Boys And Temple Girls&#8221;, &#8220;Let&#8217;s All Make A Bomb&#8221;, &#8220;The Height Of The Fighting&#8221;, &#8220;Song With No Name&#8221; e &#8220;We&#8217;re Going To Live For A Very Long Time&#8221;, todos clássicos. Álbum fundamental em qualquer discografia pop, temos alguns exemplares da edição alemã a preço convidativo.</p>
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		<title>Kitsuné &#8211; preços temporariamente reduzidos!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/05/24/kitsune-precos-temporariamente-reduzidos/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 11:17:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Kitsuné]]></category>

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		<description><![CDATA[Editora de referência na revitalização da pop ligada à música de dança. Cor, exuberância, design lo-fi muito pensado e alguma da música pop realmente mais popular nas pistas de dança em anos recentes. Preços temporariamente reduzidos, quantidade bastante limitada em alguns títulos!
 
VINIL:
Appaloosa “The Day We Fell In Love &#8211; Todd Edwards rmx [12"]” (Kitsuné), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Editora de referência na revitalização da pop ligada à música de dança. Cor, exuberância, design lo-fi muito pensado e alguma da música pop realmente mais popular nas pistas de dança em anos recentes. Preços temporariamente reduzidos, quantidade bastante limitada em alguns títulos!</em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8213" title="kitsune tabloid phoenix" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/kitsune-tabloid-phoenix.jpg" alt="kitsune tabloid phoenix" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-8214" title="you-love-her-coz-shes-dead-inner-city-angst" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/you-love-her-coz-shes-dead-inner-city-angst.jpg" alt="you-love-her-coz-shes-dead-inner-city-angst" width="200" height="200" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>VINIL:</strong></span><br />
<strong>Appaloosa </strong>“The Day We Fell In Love &#8211; Todd Edwards rmx [12"]” (Kitsuné),<span style="text-decoration: line-through;"> <strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong> </strong><strong>Chew Lips</strong> “Salt Air &#8211; Jupiter, Two Door Cinema, Dekker &amp; Johan rmxs [12"]” (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Chew Lips</strong> “Solo [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Crystal Fighters</strong> “Xtatic Truth &#8211; Maybb / Magistrates / Renaissance Man rmxs [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Delphic</strong> “This Momentary &#8211; Parallels, Golden Bug, Radioproof rmxs [12"]” (Kitsuné),<span style="text-decoration: line-through;"><strong> € 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Etienne de Crécy et Monsieur Jo</strong> “Hanukkah &#8211; Beni / Les Petits Pilous rmxs [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Fantastic Plastic Machine </strong>“Reaching For The Stars (Maw Rmx) [12"]” (Kitsune),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>I Scream Ice Cream</strong> “Trust Tissue / Closing Time Closing In [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>La Roux</strong> “In For The Kill &#8211; Lifelike rmx [12"]” (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 7,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Pin Me Down</strong> “Cryptic [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Playgroup / Lacquer</strong> “Mad Love / X [12"]” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span><br />
<strong>Two Door Cinema Club</strong> “Something Good Can Work [7"]” (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 6,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 4</strong></span><br />
<strong>You Love Her Coz She´s Dead</strong> “Inner City Angst EP [10"]” (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 8,5</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 5</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CD:</strong></span><br />
<strong>Cazals </strong>“What Of Our Future” (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€  12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários <strong>“Gildas &amp; Masaya &#8211; New York”</strong> (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários<strong> “Kitsuné Maison Compilation 4”</strong> (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€  12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários <strong>“Kitsuné Maison Compilation 6: The Melodic One”</strong> (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários <strong>“Kitsuné Tabloid &#8211; Compiled &amp; Mixed By Digitalism”</strong> (Kitsuné),<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários <strong>“Kitsuné Tabloid By Phoenix”</strong> (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€  12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€ 7,5</strong></span><br />
Vários <strong>“Kitsuné X”</strong> (Kitsuné), <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,95</strong></span><strong> </strong><span style="color: #ff0000;"><strong>€  7,5</strong></span></p>
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		<title>Vinil antigo &#8211; lista #13: Jingles, efeitos sonoros, gravações de campo, Library Music</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/05/17/vinil-antigo-lista-13-jingles-efeitos-sonoros-gravacoes-de-campo-library-music/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 16:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[A informação não circula tão livre e abundantemente quando entramos neste sector de música. Apesar de alguns blogs especializados, algumas listas de títulos de editoras como A KPM ou Sonoton, geralmente há que confiar no instinto, nos títulos ou, talvez mais difícil, nos nomes que já se conhecem. Eis para vocês uma selecção de discos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: normal;">A informação não circula tão livre e abundantemente quando entramos neste sector de música. Apesar de alguns blogs especializados, algumas listas de títulos de editoras como A KPM ou Sonoton, geralmente há que confiar no instinto, nos títulos ou, talvez mais difícil, nos nomes que já se conhecem. Eis para vocês uma selecção de discos com música de arquivo (electrónica e synth-pop, essencialmente), jingles para rádio, efeitos sonoros, cursos de línguas ou gravaçõesde campo como é o caso do casamento real entre Carlos e Diana, sons de pássaros, animais ou cerimónias de tribos índias norte-americanas.<br />
Se se dedicam à sonoplastia, fazem turntablism ou procuram sons que possam usar para intensificar as misturas nos vossos sets, por exemplo, talvez queiram investigar umas coisas. Se apenas gostam de Som também. Listas anteriores acessíveis <a href="http://blog.flur.pt/category/vintage/">aqui</a>.</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-8082" title="disasters" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/disasters.jpeg" alt="disasters" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-8083" title="spectacular sound effects" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/spectacular-sound-effects.jpeg" alt="spectacular sound effects" width="197" height="200" /></p>
<p>Bob Foster “Jingles + Programme Cues / Volume 9 [LP]” (1987) LP (KPM1386), € 10<br />
- 64 jingles e spots: exercício físico, discoteca, máquinas, viagem, etc. Tudo como novo!<br />
Bob Foster “Positive Image – New directions in communications [LP]” (1985) LP (KPM1349), € 10<br />
- Library Music: Easy-going funk, Exhilarating action, Light, propulsive theme over running sequencer patterns, etc. Como novo!<br />
Jack Daniels “Jingles + Programme Cues / Volume 7 [LP]” (1986) LP (KPM1360), € 10<br />
- 64 jingles e spots sob variados temas como romance, tropical, etéreo, optimista, etc. Tudo como novo!<br />
Jeff Newman “Jingles, Stings and Things [LP]” (0) LP (SON233), € 8<br />
- “Contemporary Jingles, Stings, Idents, Effects &#038; Station Breaks reflecting the lifestyle of today´s rising Pop-Generation”. Capa e vinil impecáveis! Anos 80, provavelmente.<br />
Shorties, The “The Spots Of Metropolis – Cuts, Spots, Jingles [LP]” (1987) LP (29002), € 5<br />
- Dezenas de spots e jingles (ritmos, ambientes, etc.) mas nada relacionado com o filme Metropolis. Tudo como novo!<br />
Tomita “Pictures At An Exhibition [LP]” (1975) LP (APL1-0838), € 5<br />
- Capa excelente apenas com pequeno rasgão. Vinil impecável! Versão electrónica da obra de Mussorgsky.<br />
Vários “A Field Guide To The Bird Songs Of Britain And Europe [LP]” (1969) LP (RFLP5001), € 10<br />
- Sons de pássaros gravados nas décadas de 50 e 60, informação detalhada no interior. Vinil impecável!<br />
Vários “American Indian Ceremonial And War Dances [LP]” (0) LP (EVEREST3336), € 10<br />
- Sem data mas seguramente da década de 60, pelo aspecto/material da capa exclente (apenas umas marcas de esferográfica no verso). Vinil como novo!<br />
Vários “Calls Of The Wild – Stereo record of birds and animals of Africa [LP]” (0) LP (AV1), € 8<br />
- Ano indeterminado, provavelmente década de 60 ou 70. Pequeno resíduo de autocolante na capa, vinil como novo!<br />
Vários “Cuts &#038; Media Music V – Jingles, intros &#038; endings, commercials (spots), links &#038; bridges [LP]” (1979) LP (SELECTEDSOUND9071), € 8<br />
- Editora alemã de Library Music. Capa de luxo em tom cobre espelhado + vinil, tudo como novo!<br />
Vários “Die Hifi-Stereo-Kulisse [2LP]” (1977) 2LP (2652096), € 10<br />
- 63 sons e efeitos electrónicos: aviões, barcos, guerra, comboios, animais, automóveis, relógios + efeitos electrónicos. Vinil como novo, capa gtefold excelente.<br />
Vários “Jingles II 014 – Dance And Disorder [LP]” (1986) LP (ATMOS014), € 10<br />
- Library Music, contribuição de Geoff Downes (ex-Buggles) e Luis Jardim (lembram-se do primeiro juri do concurso Ídolos?). Tudo como novo.<br />
Vários “Ochen´ Priyatno – a BBC Radio course for beginners in Russian: programmes 1 to 10 [LP]” (1974) LP (OP189/190), € 5<br />
- Curso de Russo. Capa em muito bom estado, com ligeiras marcas apenas, vinil como novo!<br />
Vários “Sound Effects – Disasters [LP]” (1977) LP (INT128.002), € 8<br />
- Edição alemã. Sons de indústria, casa, fogo, terra, ar e água, catástrofes, etc. Capa e vinil impecáveis!<br />
Vários “Spectacular Sound Effects In Stereo -CE- [LP]” (0) LP (844026PY), € 7<br />
- 45 efeitos sonoros: aviões, helicópteros, máquinas, crianças, trânsito, armas, etc. Vinil excelente, capa com marca de esferográfica, espinha com algum desgaste.<br />
Vários “Super Stereo Demonstration -CM- [LP]” (1966) LP (88143DY), € 6<br />
- Música orquestral e standards para teste stereo. Resíduo de autocolante pouco importante em capa excelente. Vinil como novo!<br />
Vários “The Royal Wedding -CA- [LP]” (1981) LP (REP413), € 8<br />
- Gravação oficial da BBC do casamento de Carlos e Diana. Autocolantes na capa de resto impecável (gatefold). Vinil como novo!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="font-weight: normal;">É inevitável transformarmos o nosso amor por discos numa oferta criteriosa que representa parte do imenso espólio da música pop e de dança dos últimos 30 anos. A produção nova e recente não é suficiente, na loja, para traduzir o alcance do nosso interesse e afecto pela arqueologia dedicada, e não existem reedições em quantidade para voltar a colocar no mercado muitos discos que achamos bons e já não são fáceis de encontrar.</p>
<p>Boogie, techno analógico dos anos 90, electro-funk, disco (real right!), cosmic, house de Chicago, pop, soul, hip hop, exemplares originais (não necessariamente em segunda mão) para DJs que procuram sair do groove da moda e melómanos ainda (ou de novo) apaixonados por vinil. Os preços são, na sua maioria, de utilizador e não de coleccionador.</span></p>
<p>Estado de conservação do vinil:<br />
<span style="font-weight: normal;">- Os discos listados estão geralmente em bom ou muito bom estado. Muitos deles nunca foram tocados, alguns eram stock parado em lojas ou parte da colecção de particulares que os estimavam;<br />
- Tenham em conta que alguns discos foram fabricados há mais de uma ou duas décadas, é normal que um ou outro apresentem marcas de manuseamento. O estado dos discos é considerado bom na perspectiva de utilização e partilha de música – embora vários exemplares imaculados estejam nesta listagem, não procurem aqui, por regra, vinil em condição perfeita de coleccionador.</span></p>
<p><strong>Estado de conservação das capas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Tenham em conta que algumas capas têm vida de prateleira ou armazém superior a uma ou duas décadas, é natural que possam existir pequenos defeitos (marcas de preços, rugas ou a simples vida prolongada). É frequente os discos estarem novos e as capas em mau estado. Essas são normalmente genéricas (totalmente brancas ou pretas) e temos a preocupação de as substituir por capas brancas totalmente novas; o mesmo acontece com as capas interiores de papel – as que têm rasgões ou marcas de humidade são substituídas por novas. Sigam a legenda mais abaixo para detalhes sobre as capas.</span></p>
<p><strong>Trocas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">Não faremos trocas, por princípio. Assumimos que, na maioria dos casos, é perfeitamente aceitável que o vinil ou as capas apresentem pequenos defeitos mas que não comprometem nem a audição da música nem a integridade e bom aspecto das capas. Se algum vos suscitar dúvidas perguntem, tentaremos descrever o seu estado o mais exactamente possível.</span></p>
<p><strong>Capas protectoras:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Na compra de cada disco podem adquirir a capa de plastico por apenas mais 7 cêntimos (formato 7&#8243;) ou 10 cêntimos (formato 12&#8243;)</span></p>
<p><strong>Audição dos discos em loja:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Reservamo-nos o direito de ser parciais nas audições do discos. Alguns não poderão mesmo ser ouvidos na loja, ou porque estão selados ou porque o seu valor e condição implicam a preservação dos mesmos.</span></p>
<p><strong>Cartão de cliente:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Nenhum disco desta lista marca pontos no cartão de cliente. Da mesma forma, nenhum deles pode ser incluído na oferta do cartão.</span></p>
<p><strong>Estado das capas (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">CA – capa com autocolante ou resíduo de autocolante (preço, número de BPMs, etc)<br />
CC – capa ainda com celofane original mas não selada<br />
CE – capa escrita (geralmente nome de um dono, data ou número de BPMs)<br />
CG – capa genérica (toda branca ou preta)<br />
CM – capa manchada (geralmente pequenos pontos de humidade ou dedadas, no caso de capas escuras e brilhantes)<br />
CP – capa com corte promocional (um canto furado ou cortado com tesoura, pequeno corte na lombada, etc.)<br />
CR – capa rasgada (geralmente um pequeno rasgão na capa ou contracapa que não prejudica o aspecto visual geral)</span></p>
<p><strong>Estado dos rótulos centrais (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">RA – rótulo com autocolante (data, BPMs, etc.)<br />
RE – rótulo escrito (nome de um dono, número de BPMs, data, etc)</span></p>
<p><strong>Outras informações relevantes (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">P – exemplar de promoção (geralmente com a mesma tracklist da edição comercial mas com rótulo branco frequentemente escrito à mão e com capa genérica)<br />
SS – disco selado, parte-se do princípio que capa e vinil estão como novos.</span></p>
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		<title>Finders Keepers em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/23/finders-keepers-em-stock-preco-especial/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 16:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Green]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Harwood]]></category>
		<category><![CDATA[Finders Keepers]]></category>
		<category><![CDATA[John Hill]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambição de há muito tempo: ter a britânica Finders Keepers com bons preços (ou que não fossem obscenos). Nas mãos de Andy Votel, Dominic Thomas e Doug Shipton, a editora tem um catálogo impressionante de música psicadélica, jazz, folk, avant-garde ou cabeças avariadas que produziram música incrível em qualquer canto do mundo. Procuram relíquias, editam-nas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ambição de há muito tempo: ter a britânica Finders Keepers com bons preços (ou que não fossem obscenos). Nas mãos de Andy Votel, Dominic Thomas e Doug Shipton, a editora tem um catálogo impressionante de música psicadélica, jazz, folk, avant-garde ou cabeças avariadas que produziram música incrível em qualquer canto do mundo. Procuram relíquias, editam-nas, fazem-nos a todos mais felizes. Têm de tudo. Fazem teasing com edições limitadas que meses depois valem imenso, editam compilações que vão além de meras compilações, são introduzidas num contexto e fazem-nos entrar num mundo à parte. Obrigam-nos a descobrir, a querer saber mais. A par da Trunk, é uma das editoras mais queridas por aqui na procura nos baús. Não exageramos ao dizer que é tudo obrigatório, porque é mesmo tudo obrigatório : ). Um exemplo de bom gosto e critério. E é esse amor todo que vamos a partir de agora partilhar, com o que sobrou da razia durante o Record Store Day. Este é o primeiro de muitos destaques futuros à editora, agora a preços bem melhores.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7365" title="john hill" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51g15w0mw8L._SL500_AA300_.jpg" alt="john hill" height="200" /></p>
<p><strong>JOHN HILL<br />
</strong>6 Moons Of Jupiter<br />
CD Finders Keepers &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">13.50 eur </span></strong><br />
<strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">LP Finders Keepers </span>- <span style="text-decoration: line-through;">17.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">14.95 eur</span><span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #ff0000;"><span style="font-weight: normal;">(</span></span></span></span></span></strong><span style="color: #ff0000;">temporariamente esgotado)</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">O desejo de podermos ter na loja &#8220;Six Moons Of Jupiter&#8221; sem nos envergonharmos e o de agarrar as edições que a Finders Keepers tem deitado cá para fora do produtor J.P. Massiera foram as principais razões para isto tudo estar a acontecer. Reeditado há um par de anos pela FK, &#8220;Six Moons Of Jupiter&#8221; é uma mistura de Jazz cósmico com space rock, um objecto incatalogável que atravessa géneros mas que nos acolhe numa viagem única. É a primeira parte de uma ideia que John Hill concebeu, integrada numa peça maior. A ideia de Espaço é inerente ao título e à música e foca-se na lua Europa, como origem do planeta Terra, por ser o outro local no Sistema Solar com água. É isso que transparece na poesia de Ian Michaels, magistralmente lida por Susan Christie (outra artista querida pela Finders Keepers) e que nos faz entrar num transe cósmico com os arranjos de John Hill. Absolutamente essencial.</span></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7365" title="billy green" src="http://www.piccadillyrecords.com/imgrec/sl-67634.jpg" alt="billy green" height="200" /></p>
<p><strong>BILLY GREEN<br />
</strong> Stone<br />
CD Finders Keepers &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">13.50 eur </span></strong><br />
<strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">LP Finders Keepers &#8211; </span><span style="text-decoration: line-through;">17.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">14.95 eur</span><span style="color: #ff0000;"> <span style="color: #ff0000;"><span style="font-weight: normal;">(</span></span></span></span></span></strong><span style="color: #ff0000;">temporariamente esgotado)</span></p>
<p>A frase na capa diz tudo: Antes de &#8220;Mad Max&#8221;, houve &#8220;Stone&#8221;. Produzido na Austrália, &#8220;Stone&#8221; é o único filme de Sandy Harbutt e veio antes da produção cinematográfica australiana se assumir como uma arca de futuros clássicos de culto. A música ficou a cargo de Billy Green, um conjunto de canções que, juntas, formam um álbum enigmático, dada a fusão de géneros. É um disco com um pé no presente (1974), mas com outro, explorador, no futuro. Há swamp-rock ao melhor nível dos Creedence Clearwater Revival, funk fora de tom, momentos de folk psicadélica e arranjos de electrónica que tanto entram numa ordem cósmica como em território dos moogs de Mort Garson. Interdisciplinar, &#8220;Stone&#8221; é uma relíquia há muito tempo procurada. Algo que a Finders Keepers tratou de resolver.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7365" title="chris harwood" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5B16986tsA/SvNahqrhmtI/AAAAAAAAFFs/2fx9ujH0OXE/s400/chrisharwood.jpg" alt="chris harwood" height="200" /></p>
<p><strong>CHRIS HARWOOD<br />
</strong>Nice To Meet Miss Christine<br />
CD Finders Keepers &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">13.50 eur</span></strong></p>
<p>A história deste disco está muito bem contada <a href="http://www.finderskeepersrecords.com/discog_fkr005.html">aqui</a>. Uma raridade no universo folk britânico, sempre muito cobiçado pelos colecionadores. &#8220;Nice To Meet Miss Christine&#8221; é também uma das primeiras edições da Finders Keepers e demarcou imediatamente o universo pelo qual a editora se moveria. O folk ocupa uma boa parte do catálogo, por vezes assumindo linguagens pouco usuais para quem não entende o folk além da sua linguagem-padrão e torce o nariz a qualquer cantoria mais exótica, enviada para a inenarrável catalogação da &#8220;música do mundo&#8221;. Este disco de Chris Harwood é um portento. Algo que se estranha no tom algo modesto das canções, mas ouvido agora e comparado com a enxurrada de edições da última década é tão fácil distingui-lo e colocá-lo lá em cima, no topo. É um disco de uma força subtil mas que não precisa de muito tempo para nos cativar. E se no seu alinhamento facilmente somos embalados para colocar &#8220;Nice To Meet Miss Christine&#8221; ao lado de outros discos dessa altura, basta chegar a &#8220;Question Of Time&#8221; (tema 6) para repensarmos tudo o que ouvimos até então. Absolutamente indescritível qualquer sensação que dele advém. O resto compõe-se com o tempo, paciência e a atenção que o disco de Harwood exige. É um disco fora do seu tempo. Uma pérola.</p>
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		<title>Record Store Day 2010 na Flur</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/16/record-store-day-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[DJ B.R.O.S.]]></category>
		<category><![CDATA[Drag City]]></category>
		<category><![CDATA[Dromos]]></category>
		<category><![CDATA[Isilda Sanches]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Albergaria]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Galopim]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Magina]]></category>
		<category><![CDATA[Record Store Day]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Miguel Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Tentúgal]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Hydalgo]]></category>
		<category><![CDATA[teatro Praga]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor Belanciano]]></category>

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		<description><![CDATA[

QUANDO:
Sábado, 17 de Abril de 2010, entre as 15h e as 20h. Horários a  divulgar no próprio dia. Fiquem atentos aos nossos canais de comunicação  habituais.
ONDE:
Loja Flur e esplanada do restaurante Bica do  Sapato.
O QUÊ:
Flur é uma loja de discos aberta desde 2001, em  Santa Apolónia, junto ao Lux e Bica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7538" title="435845 250" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/435845-250.jpg" alt="435845 250" width="250" height="185" /></p>
<p><strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">QUANDO:</span></strong><br />
Sábado, 17 de Abril de 2010, entre as 15h e as 20h. Horários a  divulgar no próprio dia. Fiquem atentos aos nossos canais de comunicação  habituais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ONDE:</strong></span><br />
Loja Flur e esplanada do restaurante Bica do  Sapato.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O QUÊ:</span><br />
</strong>Flur é uma loja de discos aberta desde 2001, em  Santa Apolónia, junto ao Lux e Bica do Sapato.<br />
Record Store Day é um dia  assinalado desde 2007 com o intuito de celebrar a existência de lojas físicas  que vendem predominantemente discos mas, sobretudo, para celebrar toda a cultura  associada a esses espaços onde se vive, respira, troca, vende e compra música e  experiências a ela associadas. Celebrámos o Record Store Day pela primeira vez  no ano passado. Foi mais ou menos assim, num acto de cortesia e simpatia sem  igual da Isabel: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zbz0jl2ZtAk">http://www.youtube.com/watch?v=zbz0jl2ZtAk</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>IDEIAS E  SENTIMENTOS:</strong></span><br />
Meio indescritível, para nós, a sensação óptima de termos sido  anfitriões de muitos de vocês num dia especial que teve um significado muito  mais pessoal do que sermos lojistas a receber clientes regulares. Na nossa  cabeça, foi uma festa de amigos para amigos onde ninguém faltou e, passado um  ano, todos recordam com carinho essas horas de comunhão do dia 18 de Abril de  2009.<br />
Para quem gosta de música, trabalhar numa loja de discos na qual se  possa controlar o critério equivale a um portal aberto para a felicidade. Esse  mesmo entusiasmo é colocado na relação com quem nos visita ou contacta. O amor  por determinados discos tem de ser transmitido 100% intacto, de outro modo não  faz sentido para nós estar neste negócio. No fundo procuramos legitimidade e  aceitação para os nossos gostos, como qualquer pessoa. Só que nós podemos ter o  prazer de disponibilizar para venda os próprios discos de que gostamos. É quase  perfeito.<br />
O espírito é sobretudo de encontro entre pessoas para quem a música  é muito importante, mantendo vivo um elemento fundamental na partilha e difusão  de música: a loja de discos. No fundo, apelar a todos aqueles que vêem para além  do espaço comercial que uma loja obviamente é e reconhecem o seu papel de  entreposto cultural.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SHOUTS:</strong></span><br />
Primeiro para todos os que nos  visitam, compram discos, dão feedback positivo e negativo, lêem e confiam em nós  em muitos casos há vários anos. Pessoas com quem aprendemos tanto quanto  esperamos que aprendam – enfim – alguma coisa com o nosso entusiasmo;<br />
Todos  os convidados que vão fazer coisas na Flur neste dia, pelo tempo, dedicação,  amizade e energia que transmitem, total respeito para eles por terem aceite o  nosso convite, são todos eles, de facto, que fazem este dia especial. Sigam os  links nos respectivos nomes e saibam mais sobre o seu trabalho;<br />
Toda a gente  que se dispôs a gastar tempo para responder às nossas perguntas;<br />
Todas as  entidades importantes no apoio logístico e na divulgação, sem estes nomes não  seria possível concretizar o plano. Muito obrigado a: Lux, Bica do Sapato,  Galeria Zé dos Bois, Miguel Maurício, Isabel Salvado, Susana Pomba, Dromos, Fred  Somsen, Teatro Praga, Filho Único, Oxigénio, Radar, Multidisc.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span style="text-decoration: underline;">AO  VIVO / DJs</span></span></strong></p>
<p><strong>DJ Bros</strong><br />
É um histórico do circuito underground mais ligado  à cena baleárica / disco / synth pop, faz isto há muito mais tempo do que  qualquer um dos DJs portugueses mais visíveis nessa área. Largamente  subvalorizado, tem base em Almada e as suas selecções de música mais aplicadas  são imbatíveis. Acham que conhecem bem os anos 80? Pensem  melhor.<br />
<a href="http://www.myspace.com/djbros_almada">http://www.myspace.com/djbros_almada</a></p>
<p><strong>DJ Ride</strong><br />
DJ virtuoso ao  nível dos melhores no seu jogo (na verdade ele já foi considerado várias vezes O  melhor), Ride lançou há poucas semanas o CD &#8220;Psychedelic Sound Waves&#8221;, um  catálogo ultra-dinâmico de breaks e beats. Para o Record Store Day 2010 ele faz  um showcase de scratch com discos de vinil, um tipo de actuação que não faz há  algum tempo e que será filmada para um DVD caseiro a ser oferecido a quem já  tiver comprado &#8220;Psychedelic Sound Waves&#8221; (obrigatório levarem o CD convosco como  prova) ou comprar no próprio dia. Não sabemos ainda se será possível entregar o  DVD no próprio dia 17 de Abril, mas se não for possível será uma questão de  dias. Nesse caso haverá lista de interessados a fazer no  dia.<br />
<a href="http://www.djride.com/">http://www.djride.com/</a></p>
<p><strong>Nuno Galopim, Rui Tentúgal e Vítor  Belanciano</strong><br />
Jornalistas, respectivamente, dos jornais Diário de Notícias,  Expresso e Público, passam discos em regime descontraído. Quem conhece o seu  trabalho sabe distinguir as áreas de eleição de cada um, mas muita coisa  diferente pode acontecer quando se trata de seleccionar música para partilhar  com todos nós.</p>
<p><strong>Pedro Magina</strong><br />
Metade dos Aquaparque, tem um mini-CD  muito recente (&#8221;Nazca Lines&#8221;) que apresentará ao vivo. Electrónica analógica. Se  gostam de Delia Gonzalez + Gavin Russom ou Oneohtrix Point Never, se não são  indiferentes às melhores coisas de Vangelis ou Jean-Michel Jarre, este momento é  definitivamente para vocês.<br />
<a href="http://www.myspace.com/memagina">http://www.myspace.com/memagina</a></p>
<p><strong>Teatro  Praga</strong><br />
Apresenta o LP &#8220;Demo, Um Musical&#8221; de Kevin Blechdom, Christopher  Fleeger e Andres Lõo, resultado do espectáculo com o mesmo título, em cena com  grande sucesso no S. Luiz, em Lisboa, entre Julho e Agosto de 2009. Trazem ainda  uma máquina para fazer algodão doce : ) A Props acaba de lançar uma nova edição,  desta vez um saco e não uma revista, e neste dia ofereceremos um para levarem o  LP se o comprarem. Números anteriores da Props também disponíveis para quem  perdeu.<br />
<a href="http://www.teatropraga.com/">http://www.teatropraga.com/</a></p>
<p>+</p>
<p><strong>Convidado surpresa</strong><br />
Há  um vulcão de nome impronunciável que estragou a presença de Bill Orcutt no RSD &#8211;  uma gentileza sem paralelo da Filho Único que ficou por concretizar. Poderá   também estragar a nossa surpresa. A porta está semi-aberta para a sua presença,  no entanto, e amanhã, bem cedo, diremos se o espaço aéreo europeu o deixou  passar. Fiquem atentos ao blog/facebook/site/twitter.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">AO  BALCÃO</span></strong></p>
<p><strong>Isilda Sanches</strong><br />
Locutora e coordenadora da Rádio Oxigénio  (Lisboa, 102.6 FM).<br />
<a href="http://www.oxigenio.fm/">http://www.oxigenio.fm/</a></p>
<p><strong>Joana  Bernardo</strong><br />
Jornalista na Radar (Lisboa, 97.8  FM).<br />
<a href="http://www.radarlisboa.fm/">http://www.radarlisboa.fm/</a></p>
<p><strong>Joaquim Albergaria</strong><br />
Vocalista dos  extintos Vicious Five, tem uma nova banda chamada Paus, também desenha e escreve  muito bem!<br />
<a href="http://www.myspace.com/bandapaus">http://www.myspace.com/bandapaus</a></p>
<p><strong>Rui Miguel  Abreu</strong><br />
Coleccionador de vinil e jornalista há longos anos. Actualmente, entre  as muitas coisas que faz, escreve para a revista Blitz e faz rádio na Antena 3.  Fez música, é ocasionalmente DJ, fundou as editoras Loop e Bloop, esteve ligado  à Norte-Sul e a muito mais coisas do que nos conseguimos lembrar. Ele vai também  expôr na Flur 50 capas da sua colecção de vinil, sob o tema Electrónica e  Espaço. Para quem quiser ouvir, RMA vai fazer uma visita guiada às capas  expostas.<br />
<a href="http://www.33-45.org/">http://www.33-45.org/</a></p>
<p><strong>Sérgio Hydalgo</strong><br />
Programador musical  da galeria Zé dos  Bois.<br />
<a href="http://www.zedosbois.org/">http://www.zedosbois.org/</a></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">EXTRAS</span></strong></p>
<p><strong>Dromos &#8211;  mixtapes<br />
</strong>A portuguesa Dromos Records convidou gente do meio musical português  para fazer mixtapes. Ao todo são cinco que temos para oferecer amanhã: Octapush,  Rui Miguel Abreu, Rui Dâmaso (Frango, PCF Moya, Rafael Toral&#8217;s Space Trio),  Ruben da Costa (One Might Add, Rafael Toral&#8217;s Space Trio) e da própria equipa  Dromos. Cada mixtape tem um design próprio e cada exemplar uma marca única, algo  habitual nos lançamentos da editora. E, para que não restem dúvidas, <strong>são mesmo  mixtapes em cassete</strong>. Um trabalho mesmo impressionante. Mais impressionante ainda  é que a Dromos resolveu oferecê-las durante o dia de amanhã. Vamos dar cinco por  hora a partir das 13H. As condições são as habituais: uma compra dá direito a  uma mixtape e a escolha será feita através de um número que o cliente escolhe. A  oferta é limitada a uma mixtape por cliente e também limitada ao stock  existente. <span style="text-decoration: underline;">Não acumula com outras promoções, ou seja, compras de discos em saldo  não dão direito a esta oferta.</span></p>
<p><strong>Drag City &#8211; sacos</strong><br />
A editora de  Chicago mandou-nos os seus sacos exclusivos para este dia. Ou seja, todas as  compras do Record Store Day, e apenas neste dia, serão acondicionadas por esta  edição limitada ao stock existente. Os sacos são mesmo bonitos.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 1808px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">http://www.radarlisboa.fm/</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Record Store Day 2010: lista #4 de promoções: MAXIS DISSIDENT a 5 EUROS CADA</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/14/record-store-day-2010-lista-4-de-promocoes-maxis-dissident-a-5-euros-cada/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 18:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Dissident]]></category>
		<category><![CDATA[Record Store Day]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira listagem aqui.
 Segunda listagem aqui.
 Terceira listagem aqui.
A Dissident foi uma das editoras mais comentadas dos últimos 3 anos, apareceu com fulgor, deixou algumas dezenas de maxis em vinil e desapareceu por iniciativa própria, não por irrelevância ou desastre financeiro.
Em baixo encontram uma lista de maxis ainda disponíveis na loja, podem ver os preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.flur.pt/2010/04/13/record-store-day-2010-lista-1-de-promocoes/"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Primeira listagem aqui.</span></span></a><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></span> <a href="http://blog.flur.pt/2010/04/14/records-store-day-2010-lista-2-de-promocoes/"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Segunda listagem aqui.</span></span></a><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></span> <a href="http://blog.flur.pt/2010/04/14/record-store-day-2010-lista-3-de-promocoes/"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Terceira listagem aqui.</span></span></a></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">A Dissident foi uma das editoras mais comentadas dos últimos 3 anos, apareceu com fulgor, deixou algumas dezenas de maxis em vinil e desapareceu por iniciativa própria, não por irrelevância ou desastre financeiro.<br />
Em baixo encontram uma lista de maxis ainda disponíveis na loja, podem ver os </span></span><strong><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">preços originais à frente de cada título</span></span></strong><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;"> para perceberem o quão especial é esta operação em que vamos perder dinheiro na tentativa de vos deixar mais felizes! Houve uma época em que esses discos se pagavam a preço de ouro, como podem ver, simplesmente inflacionados, até conseguirmos ligação directa com a editora. Eis </span></span><a href="http://www.worldunknown.co.uk/"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">o que Andy Blake está a fazer agora</span></span></a><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">.</span></span></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Esta é a quarta listagem de uma série a publicar nos dias que antecedem o Record Store Day (Sábado 17 de Abril). Pedimos desculpa aos nossos clientes de correio mas o privilégio, desta vez, dirige-se a todos aqueles que se deslocam para nos visitar. Podem na mesma, é claro, fazer pedido de envio por correio, mas só consideraremos esses pedidos na segunda-feira 19 de Abril.</span></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Leiam com atenção, por favor, as seguintes regras:</span></span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">- qualquer disco nestas listas de promoção só pode ser pedido via mail (</span></span><a href="mailto:loja@flur.pt"><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">loja(a)flur.pt</span></span></a><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">);<br />
- os discos encomendados poderão ser levantados e pagos aqui na loja </span></span><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">apenas</span></span></strong></span><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;"> no Sábado, 17 de Abril;<br />
- envios por correio só a partir de segunda-feira, 19 de Abril. Lembramos que os portes são sempre pagos por vocês;<br />
- o stock é limitado, as listas irão sendo actualizadas sempre que possível;<br />
- por princípio não aceitamos trocas de discos que aparecem nestas listagens; tentem certificar-se de que os títulos escolhidos são mesmo os que pretendem.</span></span></span></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">&#8212;&#8212;&#8212;-</span></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">VINIL DISSIDENT: CADA EXEMPLAR = 5 EUROS </span></span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;"><span style="color: #888888;">Binary Chaffinch “False Energy &#8211; Invincible Scum rmx [12"]” (Dissident) Disco, € 12,5<br />
Binary Chaffinch “Guitar Shaped Heart [12"]” (Dissident) Disco, € 11,5<br />
Brassica “The Centre [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
Cage &amp; Aviary “Television Train [12"]” (Dissident) Disco, € 11,95<br />
Clap Rules “Buio Omega [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
Electric Man “Bubble Wrap [12"]” (Dissident) Techno/Electro, € 11,5<br />
Helium Robots “Long Lost [12"]” (Dissident) House, € 12,5<br />
Invincible Scum “House Of The Rising Scum [12"]” (Dissident) House, € 12,5<br />
John Waynes “Take Me Out [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
Mark Broom “Mandate &#8211; Kruton rmx [12"]” (Dissident) Techno/Electro, € 12,5<br />
Midnight Steppers “Locked Out [12"]” (Dissident) Disco, € 12,5<br />
Muravchix “Tropical Warrior [12"]” (Dissident) Disco, € 12,5<br />
Neo Filigrante “Lizard Cowboy Boots / Esmeralda Rides The Robot [12"]” (Dissident) House, € 8,5<br />
Neville Watson “Time To Lose Control [12"]” (Dissident) House, € 8,5<br />
Niallist, The “The Hots / Still Hots [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
Off-Key Hat, The “Lairy Little Junkie [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
Photonz “No Fear [12"]” (Dissident) House, € 8,95<br />
S.C.S. “Redemption [12"]” (Dissident) Techno/Electro, € 12,5<br />
Spacelex “Pretty Face / Happy Birthday [12"]” (Dissident) Disco, € 8,5<br />
The24seven “Sf Ur / Rokkoko Raduno [12"]1” (Dissident) House, € 8,5<br />
Tommy Walker 3 “Sure As [12"]” (Dissident) Techno/Electro, € 12,5</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Elephant9 &#8220;Walk The Nile&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/09/elephant9-walk-the-nile-em-stock/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 17:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Elephant 9]]></category>
		<category><![CDATA[Rune Grammofon]]></category>

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		<description><![CDATA[
ELEPHANT9
 Walk The Nile
CD Rune Grammofon &#8211; 16.50 eur 12.50 eur
Eis um pretenso super-grupo, feito na Noruega de restos de Supersilent, Shining e Big Bang, que tinha tudo para ser um desastre se fossemos muito cautelosos. E como não somos, não houve nada a fazer senão ouvir &#8220;Walk The Nile&#8221; e perceber logo na introdução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7365" title="http://inlinethumb44.webshots.com/46315/2993953470105458279S200x200Q85.jpg" src="http://www.runegrammofon.com/sitefiles/site10/shop/rcd-2095-elephant9_-walk-the-nile.jpg" alt="elephant9" height="200" /></p>
<p><strong>ELEPHANT9<br />
</strong> Walk The Nile<br />
CD Rune Grammofon &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>Eis um pretenso super-grupo, feito na Noruega de restos de Supersilent, Shining e Big Bang, que tinha tudo para ser um desastre se fossemos muito cautelosos. E como não somos, não houve nada a fazer senão ouvir &#8220;Walk The Nile&#8221; e perceber logo na introdução que o que se passa aqui não tem muito a ver com as origens dos músicos. Porque o objectivo deste trio está traçado antes de começar a tocar: Elephant9 existem como veículo de alta velocidade entre os anos 70 e os dias de hoje, alimentado pelo incrível combustível hammond de Ståle Storløkken &#8211; ok, é verdade, desculpem; há um pouco de Supersilent aqui &#8211; e pela energia avassaladora de Torstein Lofthus na bateria. Soa tudo a um power trio psicadélico, jazz-rock de memória kraut e progressiva, sem que se deixe de notar que o século XXI está no seu bilhete de identidade. &#8220;Dodovoodoo&#8221; foi a estreia em 2008, deixou pontuações meritórias na imprensa, e &#8220;Walk The Nile&#8221; parece ampliar o poder de fogo do grupo. Para fãs de Soft Machine ou Painkiller &#8211; e tudo à volta, se não forem cautelosos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #8 (c/ Zé Pedro Moura)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/07/super-disco-8-c-ze-pedro-moura/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 19:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[The Clash]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Pedro Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 10 de Abril 18h30 &#62; 20h00.
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Um disco triplo de uma banda conotada com o punk não era, na época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7348" title="sandinista" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/sandinista.jpg" alt="sandinista" width="200" height="200" /><img class="alignnone size-full wp-image-7349" title="zé pedro moura" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/zé-pedro-moura.jpg" alt="zé pedro moura" width="267" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 10 de Abril 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Um disco triplo de uma banda conotada com o punk não era, na época em que &#8220;Sandinista&#8221; foi editado, uma correspondência esperada. Os LPs duplos e triplos estavam normalmente reservados para registos ao vivo ou &#8211; alerta vermelho para bandas punk &#8211; discos conceptuais de grupos de rock sinfónico/progressivo. Mas os Clash foram ousados e conseguiram também eficazmente eclipsar o cliché do punk em 36 canções de diversos estilos que, no fundo, traduziam diversos interesses, influências, uma atitude descontraída e, de certa forma, revolucionária. Não por acaso, &#8220;Sandinista&#8221; era também o nome da auto-proclamada Frente de Libertação Nacional que governou a Nicarágua entre 1979 e 1980, ano da edição deste álbum.<br style="display: block;" />Este é o Super Disco de Zé Pedro Moura (ZPM), nosso convidado do mês de Abril. Não foi fácil escolher de entre tantos discos num percurso tão rico e variado como o de ZPM, daí que este seja um ponto de partida para uma viagem pelo tempo que se cruza com as histórias do rock e da música de dança em Portugal. ZPM foi baixista nos Mão Morta, formou os SPQR com Rafael Toral, integrou os Zero Amarelo e é, ainda hoje, passados 25 anos, baixista e compositor nos Pop Dell&#8217;Arte. Fez parte da equipa de DJs residentes no clube Frágil, no Bairro Alto, durante os anos 80 e boa parte dos 90. Teve sexo, drogas e rock &amp; roll. É DJ no clube Lux desde a sua inauguração em 1998, não parece ter desejo em regressar ao passado porque há demasiada música boa a acontecer agora. É a vossa &#8211; e nossa &#8211; hipótese de homenagear em vida uma das figuras que mais solidamente contribuiram para que se ouvissem novos sons nos palcos e nas pistas de dança em Portugal.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vinil antigo &#8211; lista #11 &#8211; 1980s</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/26/vinil-antigo-lista-11-1980s/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/03/26/vinil-antigo-lista-11-1980s/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 14:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[Bohannon]]></category>
		<category><![CDATA[Debra DeJean]]></category>
		<category><![CDATA[East Coast]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Magnum Force]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, mais sério agora: muitos exemplares selados! Estamos a falar de discos que não é frequente encontrar neste estado. Esta semana mais concentrada na década de 80: boogie, house, algum disco, malhas que podem fazer a diferença num set de festa ou na vossa colecção em casa. Não vamos abrir os discos selados para audição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, mais sério agora: muitos exemplares selados! Estamos a falar de discos que não é frequente encontrar neste estado. Esta semana mais concentrada na década de 80: boogie, house, algum disco, malhas que podem fazer a diferença num set de festa ou na vossa colecção em casa. Não vamos abrir os discos selados para audição, por isso percam por favor uns minutos a ouvir alguns clips que sugerimos abaixo, vale a pena, são coisas, na sua esmagadora maioria, fora do circuito comercial actual, não há reedições. Dâm-Funk diz &#8220;Original pressings only!&#8221;<br />
<strong></strong><strong>Bohannon &#8220;South Africa&#8221; </strong>- jam lenta do mestre percussionista;<br />
<strong>Debra DeJean &#8220;Goosebumps&#8221;</strong> &#8211; slow disco repleto de efeitos electrónicos e voz kinky;<br />
<strong>East Coast &#8220;The Rock&#8221;</strong> &#8211; party jam na orla do disco-rap.<br />
<strong>Lee Moore &#8220;Reachin&#8217; Out&#8221;</strong> &#8211; boogie!<br />
Um dos lotes mais sólidos que apresentamos até agora.<br />
Vejam <a href="http://blog.flur.pt/category/vintage/">listas anteriores aqui</a>, tentamos mantê-las o mais possível actualizadas mas se estiverem a consultar listas de há vários dias, semanas ou meses é possível que alguns títulos que ainda lá aparecem já estejam esgotados. Divirtam-se!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7174" title="lee moore" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/lee-moore.jpg" alt="lee moore" width="158" height="150" /> <img class="alignnone size-full wp-image-7175" title="magnum force" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/magnum-force.jpeg" alt="magnum force" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-full wp-image-7176" title="bohannon" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/bohannon.jpeg" alt="bohannon" width="147" height="150" /></p>
<p><strong><span style="text-decoration: line-through;">9.9 “I Like The Way You Dance -SS- [12"]” (1985) 12&#8243; (PW-14204), € 8</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UiYkTf0H6HE">Boogie / Electro.</a> Exemplar selado!<br />
<strong></strong><strong>Bohannon “South Africa + South Africa (with vocal and rhythm mix) [12"]” (1985) 12&#8243; (CPD-207), € 8<br />
</strong>- Slow motion cosmic beats, vinil excelente. Atenção: esta é a versão de 1985, muito diferente.<br />
<strong></strong><strong><span style="text-decoration: line-through;">Debra Dejean “Goosebumps + Under Fire -SS- [12"]” (1981) 12&#8243; (4W870072), € 10 </span></strong><br />
- <a href="http://www.dailymotion.com/video/x5mafy_debra-dejean-goosebumps-rare-sabuga_music">Slow disco</a>. Exemplar selado!<br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Diana Ross “Work That Body (edited) + wo Can Make It -SS- [12"]” (1981) 12&#8243; (PD-13202), € 7 </span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gwhrAuCJEnM://">Exemplar selado!</a><br />
<strong> </strong><strong><span style="text-decoration: line-through;">Gazebo “Lunatic + instrumental -SS- [12"]” (1983) 12&#8243; (BR0115), € 10 </span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BwrxK6ogxhc">Instrumental longo, exemplar selado!</a><br />
<strong> </strong><strong>Indoor Life “Sunshine Supermen -CP- [12"]” (1986) 12&#8243; (ED5163), € 10 </strong><br />
- Corte promocional no canto esquerdo da capa.<br />
<strong> </strong><strong><span style="text-decoration: line-through;">Japan “Oil On Canvas [2LP]” (1983) 2LP (VD2513), € 12 </span></strong><br />
- Capa gatefold com algumas rugas junto à lombada, de resto excelente. Vinil excelente.<br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Joe Smooth “Promised Land [LP]” (1988) LP (BCM33206), € 6,5 </span></strong><span style="text-decoration: line-through;"><br />
- House. Como novo!</span><br />
<strong> </strong><strong></strong><strong><span style="text-decoration: line-through;">King “Rude Boy + instrumental -SS- [12"]” (1983) 12&#8243; (TTT-001), € 10</span></strong><br />
- Boogie / Electro. Exemplar selado!<br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Larrice “Bop Til I Drop + instrumental + bonus beats -SS- [12"]” (1984) 12&#8243; (SWRL 2227), € 10</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=B1OgJt93AXQ">Electro. </a>Exemplar selado!<br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Lee Moore “Reachin´ Out (For Your Love) + instrumental -P- [12"]” (1979) 12&#8243; (SOR13927), € 10</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eu7wQWVkhPA">Boogie</a>. Versão promocional mas com rótulo completo e fantástica capa Source Disco.<br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Leon Haywood “Disco Fever + Party -SS- [12"]” (1979) 12&#8243; (MCA-13911), € 8</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CK6K_AeYONI">Exemplar selado!</a><br />
<strong> </strong><strong></strong><strong>MK / Forgemasters “Back 2 Back Classics #8 -SS- [12"]” (1932) 12&#8243; (NWKBBT8), € 8</strong><br />
- Exemplar selado! Inclui <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eD4BQIJo4f0">&#8220;Somebody New&#8221;</a> e o clássico <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hFwkFx5AV2Q">&#8220;Track With No Name&#8221;</a> remisturado por Unique 3.<br />
<strong> </strong><strong>Paris Grey / Kevin Saunderson “Back 2 Back Classics #3 -SS- [12"]” (1993) 12&#8243; (NWKBBT3), € 8</strong><br />
- Exemplar selado! Inclui <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4mv97k_AZ6Q">&#8220;Don´t Lead Me (House mix)&#8221;</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oRVEPL_c8b4">&#8220;The Groove That Wont Stop&#8221;</a>.<br />
<strong> </strong><strong>Playback “Space Invaders + Red On The Bottom Line -CG- [12"]” (1980) 12&#8243; (OP-2201), € 10</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jyqWBAqoHq0">Disco / Rock.</a> Edição americana, vinil excelente.<br />
<strong></strong> <strong> </strong><strong><span style="text-decoration: line-through;">Style Council, The “It Didn´t Matter + instrumental [12"]” (1987) 12&#8243; (TSCX12), € 5</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=X9Q6chYwai8">Capa com pequenas imperfeições mas apenas no verso. Vinil excelente.</a><br />
<strong><span style="text-decoration: line-through;"> Switch “Switch It Baby + instrumental dub -SS- [12"]” (1984) 12&#8243; (TED1-2602), € 8</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XaZXz_lOMVY">Boogie / Italo. </a>Exemplar selado!</p>
<p><strong> </strong><strong></strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">É inevitável transformarmos o nosso amor por discos numa oferta criteriosa que representa parte do imenso espólio da música pop e de dança dos últimos 30 anos. A produção nova e recente não é suficiente, na loja, para traduzir o alcance do nosso interesse e afecto pela arqueologia dedicada, e não existem reedições em quantidade para voltar a colocar no mercado muitos discos que achamos bons e já não são fáceis de encontrar.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">Boogie, techno analógico dos anos 90, electro-funk, disco (real right!), cosmic, house de Chicago, pop, soul, hip hop, exemplares originais (não necessariamente em segunda mão) para DJs que procuram sair do groove da moda e melómanos ainda (ou de novo) apaixonados por vinil. Os preços são, na sua maioria, de utilizador e não de coleccionador.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong>Estado de conservação do vinil:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Os discos listados estão geralmente em bom ou muito bom estado. Muitos deles nunca foram tocados, alguns eram stock parado em lojas ou parte da colecção de particulares que os estimavam;<br />
- Tenham em conta que alguns discos foram fabricados há mais de uma ou duas décadas, é normal que um ou outro apresentem marcas de manuseamento. O estado dos discos é considerado bom na perspectiva de utilização e partilha de música – embora vários exemplares imaculados estejam nesta listagem, não procurem aqui, por regra, vinil em condição perfeita de coleccionador.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado de conservação das capas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Tenham em conta que algumas capas têm vida de prateleira ou armazém superior a uma ou duas décadas, é natural que possam existir pequenos defeitos (marcas de preços, rugas ou a simples vida prolongada). É frequente os discos estarem novos e as capas em mau estado. Essas são normalmente genéricas (totalmente brancas ou pretas) e temos a preocupação de as substituir por capas brancas totalmente novas; o mesmo acontece com as capas interiores de papel – as que têm rasgões ou marcas de humidade são substituídas por novas. Sigam a legenda mais abaixo para detalhes sobre as capas.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Trocas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">Não faremos trocas, por princípio. Assumimos que, na maioria dos casos, é perfeitamente aceitável que o vinil ou as capas apresentem pequenos defeitos mas que não comprometem nem a audição da música nem a integridade e bom aspecto das capas. Se algum vos suscitar dúvidas perguntem, tentaremos descrever o seu estado o mais exactamente possível.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Capas protectoras:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Na compra de cada disco podem adquirir a capa de plastico por apenas mais 7 cêntimos (formato 7&#8243;) ou 10 cêntimos (formato 12&#8243;)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Audição dos discos em loja:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Reservamo-nos o direito de ser parciais nas audições do discos. Alguns não poderão mesmo ser ouvidos na loja, ou porque estão selados ou porque o seu valor e condição implicam a preservação dos mesmos.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Cartão de cliente:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Nenhum disco desta lista marca pontos no cartão de cliente. Da mesma forma, nenhum deles pode ser incluído na oferta do cartão.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado das capas (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">CA – capa com autocolante ou resíduo de autocolante (preço, número de BPMs, etc)<br />
CC – capa ainda com celofane original mas não selada<br />
CE – capa escrita (geralmente nome de um dono, data ou número de BPMs)<br />
CG – capa genérica (toda branca ou preta)<br />
CM – capa manchada (geralmente pequenos pontos de humidade ou dedadas, no caso de capas escuras e brilhantes)<br />
CP – capa com corte promocional (um canto furado ou cortado com tesoura, pequeno corte na lombada, etc.)<br />
CR – capa rasgada (geralmente um pequeno rasgão na capa ou contracapa que não prejudica o aspecto visual geral)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado dos rótulos centrais (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">RA – rótulo com autocolante (data, BPMs, etc.)<br />
RE – rótulo escrito (nome de um dono, número de BPMs, data, etc)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Outras informações relevantes (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">P – exemplar de promoção (geralmente com a mesma tracklist da edição comercial mas com rótulo branco frequentemente escrito à mão e com capa genérica)<br />
SS – disco selado, parte-se do princípio que capa e vinil </span></strong></p>
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		<item>
		<title>Vinil antigo &#8211; lista #10 &#8211; House/Techno/IDM 1990s</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/18/vinil-antigo-lista-10-housetechnoidm-1990s/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/03/18/vinil-antigo-lista-10-housetechnoidm-1990s/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[Chicago Bad Boys]]></category>
		<category><![CDATA[Moodymann]]></category>
		<category><![CDATA[Random XS]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Zone]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista dedicada maioritariamente a houe/techno analógico e alguma IDM dos anos 90. Dedicámos tempo a procurar discos que podem perfeitamente ser usados em sets contemporãneos. Nem todos, no entanto, seguram bem uma pista de dança, mas a possibilidade de terem pedaços importantes na história da música electrónica de dança deveria ser suficiente para querer ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lista dedicada maioritariamente a houe/techno analógico e alguma IDM dos anos 90. Dedicámos tempo a procurar discos que podem perfeitamente ser usados em sets contemporãneos. Nem todos, no entanto, seguram bem uma pista de dança, mas a possibilidade de terem pedaços importantes na história da música electrónica de dança deveria ser suficiente para querer ter alguns destes exemplares. Vários discos da Djax-Up-Beats (se não sabiam, o português Zé Mig-L gravou para lá, ele agora está na <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>), jack de Chicago, maxis da Warp, Peacefrog, Soma, etc. A destacar:<br />
<strong> Chicago Bad Boys</strong> 2LP &#8211; é um dream team de Chicago em 1997, com Steve Poindexter, Kareem Smith e Jamal Moss (Hieroglyphic Being, etc.). <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x6cacc-chicago-bad-boys_-_chicago-bad-boys-mp3-download.html">Duplo álbum</a> de jackness tribal com tempos marados que dificilmente conseguem misturar com outras coisas num set normal. Têm de gostar deste som, senão há pouco a fazer. Se conhecem as coisas de Jamal Moss ou Steve Poindexter sabem com o que contam. Aqui têm um duplo álbum de pura energia sci-fi;<br />
<strong> Moodymann <a href="http://clone.nl/item1063.html">&#8220;Analog:Live&#8221;</a> </strong>- quanto a nós um dos melhores Moodymann na KDJ. Ano 2000, um som mais jack mas com as cordas dramáticas que Moodymann gosta de colocar em algumas mais faixas mais&#8230; moody, especialmente na incrível <a href="http://www.discogs.com/Moodymann-JAN/master/1573">&#8220;J.A.N&#8221;</a>. Hoje em dia já podemos imaginar cruzamentos como Warp-Mr. Fingers &#8211; Murcof para tentar definir este som;<br />
Mais atrás na década de 90 (1993), o <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x87a08-zero-zone-random-xs_-_art.-if.-mp3-download.html">split</a> entre <strong>Zero Zone</strong> e <strong>Random XS </strong>na Djax-Up-Beats faz justiça à reputação da editora como uma das melhores na Europa se procuram beats analógicos. Tal como acontece com a Strictly Rhythm, a grande quantidade de edições significa que apenas umas poucas valem realmente a pena. Este maxi é uma delas, tribalismo analógico original, não se assustem com a dureza, sabemos que tem pouco a ver com as batidas &#8220;engolidas&#8221; do techno de hoje.<br />
Sigam os links para clips de quase todos os discos nesta lista. Cópias originais, não são reedições.<br />
Para uma espreitadela a listas anteriores, cliquem <a href="http://blog.flur.pt/2010/03/11/vinil-antigo-lista-9-titulos-mais-recentes/">aqui</a>, <a href="http://blog.flur.pt/2010/02/24/vinil-antigo-lista-7-titulos-mais-recentes/">aqui</a> e <a href="http://blog.flur.pt/2010/01/28/vinil-antigo-lista-de-stock/">aqui</a>. Para pedidos usem <a href="mailto:loja@flur.pt">loja(a)flur.pt</a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6988" title="chicago bad boys" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/chicago-bad-boys.jpg" alt="chicago bad boys" width="151" height="150" /> <img class="alignnone size-full wp-image-6995" title="moodymann analog live" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/moodymann-analog-live.jpeg" alt="moodymann analog live" width="150" height="150" /> <img class="alignnone size-full wp-image-6991" title="zero zone" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/zero-zone.jpeg" alt="zero zone" width="149" height="150" /></p>
<p><strong></strong><strong>Acid Pin-Ups “Acid-Pin-Ups-I [MLP]” (1994) MLP (JJ005), € 7</strong><br />
- Produzido por Thomas Heckmann na linha acid techno de Atom Heart. Vinil excelente.<br />
<strong> Analogue Man (Russ Gabriel) “Fulfilled Ambitions -CG- [12"]” (1994) 12&#8243; (DJAX-UP-213), € 7</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZdAO_gZcmPY">Russ Gabriel em modo mais ácido</a>; vinil toca impecavelmente mas ligeiramente empenado.<br />
<strong></strong> <strong> Chicago Bad Boys “Chicago Bad Boys [2LP]” (1997) 2LP (DJAX-UP-271/1+2), € 12,5</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x6cacc-chicago-bad-boys_-_chicago-bad-boys-mp3-download.html">Steve Poindexter, Kareem Smith e Jamal Moss</a>. Capa e vinil impecáveis!<br />
<strong></strong><strong>Bourbonese Qualk “Knee Jerk Reaction EP -P- [12"]” (1992) 12&#8243; (PRAXIS52), € 10</strong><br />
- Fase techno dos BQ, inclui o fantástico <a href="http://www.flur.pt/mp3/PRAXIS52-4.mp3">Technophobia</a>. Vinil excelente. Promo raro!<br />
<strong></strong> <strong> Dusk “Aquarian Project -CG- [12"]” (1995) 12&#8243; (PF035), € 6</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rDLU2ZQPRzw">Mesmo produtor da série Schatrax</a>. Vinil impecável!<br />
<strong> </strong><span style="text-decoration: line-through;"><strong>Hostile, The “Ambush [12"]” (1997) 12&#8243; (UR-040), € 6</strong></span><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/search?q=hostile+ambush">Capa genérica camuflada em óptimo estado, vinil excelente!</a><br />
<strong> </strong><strong></strong><strong>Isolée “I Owe You [12"]” (1999) 12&#8243; (PLAY033), € 5</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x33a88-isolee_-_i-owe-you--play033--mp3-download.html">House</a>.<br />
<strong> </strong><strong>L.A. Williams “Terminal Velocity [2x12"]” (1995) 2&#215;12&#8243; (DJAX-UP-239/2), € 6</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x347a6-la-williams_-_terminal-velocity-mp3-download.html">Techno produzido em Chicago</a>. Vinil impecável!<br />
<strong> Lexis “Criminal Elements + Hypnotise &#8211; Klute / Autechre rmxs [12"]” (1997) 12&#8243; (CERT1822), € 6</strong><br />
- Capa e vinil impecáveis. Remistura de Autechre!<br />
<strong> Like A Tim “Slector -CG- [LP]” (2001) LP (DJAX-UP-351), € 5</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OUpp5451H_c">Breaks lo-fi no estilo da Rephlex</a>.<br />
<strong> <span style="text-decoration: line-through;">Max Tundra “Children At Play + Clive´s Folly [12"]” (1998) 12&#8243; (WAP101), € 5</span></strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PC_y2NuQF2k">Capa excelente, vinil como novo!</a><br />
<span style="text-decoration: line-through;"><strong>Mental Overdrive vs. Outlander “Disto Disco [12"]” (1995) 12&#8243; (RS95063), € 5</strong></span><br />
- Vinil como novo!<br />
<strong>Mode 4 “Eurobliss -CG- [12"]” (1995) 12&#8243; (SOMA023), € 5</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x342c9-mode-4_-_eurobliss--soma-023--mp3-download.html">House / Techno na linha de Slam.</a><br />
<strong> Moodymann “Analog: Live &#8211; one-sided -CG- [12"]” (2000) 12&#8243; (KDJ28C), € 9</strong><br />
- <a href="http://clone.nl/item1063.html">Um lado apenas. Moodymann em modo jack analógico</a>.<br />
<strong></strong><strong></strong> <strong> Orx “2 Meters Below Sea-Level -CG- [12"]” (1993) 12&#8243; (CLONE3), € 10</strong><br />
- Condição fantástica. Capa genérica original em plástico. Uma das primeiras produções de Serge (Clone).<br />
<strong> </strong><strong>The Prince Of Dance Music “S. Shuffle [12"]” (1999) 12&#8243; (LARHONEUROPA#36), € 8</strong><br />
- L.B. Bad em modo deep house. 4 versões mas Rasta Mix absolutamente imperdível! Exemplar novo!<br />
<strong> Q “From Within [12"]” (1990) 12&#8243; (RS915), € 6</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6lXJSpVXyaw">House. Dedicado a Timothy Leary</a>. Vinil excelente.<br />
<strong> Rhythmic Riot “222 -CG- [12"]” (1995) 12&#8243; (DJAX-UP-222), € 4</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x139e2-rhythmic-riot_-_self-titled-mp3-download.html">Techno / Breaks</a>.<br />
<strong> <span style="text-decoration: line-through;">Roy Davis Jr. “House Trax &amp; Rhythms -CG- [12"]” (1995) 12&#8243; (PMD-009), € 8</span></strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x74ecd-roy-davis-jr_-_house-trax-and-rhythms-mp3-download.html">Faixas rítmicas / dj tools</a>. Esta é a primeira edição (vinil  mármore púrpura).<br />
<strong> </strong><strong>Steve Poindexter “Demolition Man -CG- [12"]” (1997) 12&#8243; (DJAX-UP-287), € 8</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x14006-steve-poindexter_-_demolition-man--djax-up-287--mp3-download.html">House / Jack</a>.<br />
<strong> Trackman “Don´t Stop [12"]” (1996) 12&#8243; (IDEALT4), € 8</strong><br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tJ7MZPVvfus">House analógico</a>.<br />
<strong></strong> <strong> </strong><strong>Zero Zone / Random XS “Art.If -CG- [12"]” (1993) 12&#8243; (DJAX-UP-173), € 8</strong><br />
- <a href="http://mp3skyline.com/rid-0x87a08-zero-zone-random-xs_-_art.-if.-mp3-download.html">Techno / Jack</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">É inevitável transformarmos o nosso amor por discos numa oferta criteriosa que representa parte do imenso espólio da música pop e de dança dos últimos 30 anos. A produção nova e recente não é suficiente, na loja, para traduzir o alcance do nosso interesse e afecto pela arqueologia dedicada, e não existem reedições em quantidade para voltar a colocar no mercado muitos discos que achamos bons e já não são fáceis de encontrar.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong><span style="font-weight: normal;">Boogie, techno analógico dos anos 90, electro-funk, disco (real right!), cosmic, house de Chicago, pop, soul, hip hop, exemplares originais (não necessariamente em segunda mão) para DJs que procuram sair do groove da moda e melómanos ainda (ou de novo) apaixonados por vinil. Os preços são, na sua maioria, de utilizador e não de coleccionador.</span></strong></strong></p>
<p><strong><strong>Estado de conservação do vinil:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Os discos listados estão geralmente em bom ou muito bom estado. Muitos deles nunca foram tocados, alguns eram stock parado em lojas ou parte da colecção de particulares que os estimavam;<br />
- Tenham em conta que alguns discos foram fabricados há mais de uma ou duas décadas, é normal que um ou outro apresentem marcas de manuseamento. O estado dos discos é considerado bom na perspectiva de utilização e partilha de música – embora vários exemplares imaculados estejam nesta listagem, não procurem aqui, por regra, vinil em condição perfeita de coleccionador.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado de conservação das capas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Tenham em conta que algumas capas têm vida de prateleira ou armazém superior a uma ou duas décadas, é natural que possam existir pequenos defeitos (marcas de preços, rugas ou a simples vida prolongada). É frequente os discos estarem novos e as capas em mau estado. Essas são normalmente genéricas (totalmente brancas ou pretas) e temos a preocupação de as substituir por capas brancas totalmente novas; o mesmo acontece com as capas interiores de papel – as que têm rasgões ou marcas de humidade são substituídas por novas. Sigam a legenda mais abaixo para detalhes sobre as capas.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Trocas:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">Não faremos trocas, por princípio. Assumimos que, na maioria dos casos, é perfeitamente aceitável que o vinil ou as capas apresentem pequenos defeitos mas que não comprometem nem a audição da música nem a integridade e bom aspecto das capas. Se algum vos suscitar dúvidas perguntem, tentaremos descrever o seu estado o mais exactamente possível.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Capas protectoras:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Na compra de cada disco podem adquirir a capa de plastico por apenas mais 7 cêntimos (formato 7&#8243;) ou 10 cêntimos (formato 12&#8243;)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Audição dos discos em loja:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Reservamo-nos o direito de ser parciais nas audições do discos. Alguns não poderão mesmo ser ouvidos na loja, ou porque estão selados ou porque o seu valor e condição implicam a preservação dos mesmos.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Cartão de cliente:</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Nenhum disco desta lista marca pontos no cartão de cliente. Da mesma forma, nenhum deles pode ser incluído na oferta do cartão.</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado das capas (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">CA – capa com autocolante ou resíduo de autocolante (preço, número de BPMs, etc)<br />
CC – capa ainda com celofane original mas não selada<br />
CE – capa escrita (geralmente nome de um dono, data ou número de BPMs)<br />
CG – capa genérica (toda branca ou preta)<br />
CM – capa manchada (geralmente pequenos pontos de humidade ou dedadas, no caso de capas escuras e brilhantes)<br />
CP – capa com corte promocional (um canto furado ou cortado com tesoura, pequeno corte na lombada, etc.)<br />
CR – capa rasgada (geralmente um pequeno rasgão na capa ou contracapa que não prejudica o aspecto visual geral)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Estado dos rótulos centrais (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">RA – rótulo com autocolante (data, BPMs, etc.)<br />
RE – rótulo escrito (nome de um dono, número de BPMs, data, etc)</span></strong></p>
<p><strong><strong>Outras informações relevantes (legenda):</strong><br />
<span style="font-weight: normal;">P – exemplar de promoção (geralmente com a mesma tracklist da edição comercial mas com rótulo branco frequentemente escrito à mão e com capa genérica)<br />
SS – disco selado, parte-se do princípio que capa e vinil </span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #7 (c/ Jerry The Cat)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/12/super-disco-7-c-jerry-the-cat/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/03/12/super-disco-7-c-jerry-the-cat/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Jerry The Cat]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Pharoah Sanders]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.flur.pt/?p=6914</guid>
		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 13 de Março 18h30 &#62; 20h00.
Nota: esta sessão decorrerá inteiramente, ou quase, em inglês.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
&#8220;Live At The East&#8221;, originalmente editado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6915" title="pharoah sanders live at the east" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/pharoah-sanders-live-at-the-east.jpg" alt="pharoah sanders live at the east" width="199" height="200" /> <img class="alignnone" src="http://www.jerrythecat.com/images/meditations.jpg" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 13 de Março 18h30 &gt; 20h00.<br />
Nota: esta sessão decorrerá inteiramente, ou quase, em inglês.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>&#8220;Live At The East&#8221;, originalmente editado na Impulse em 1971, é tocado por um ensemble relativamente grande: dois bateristas, dois baixistas e mais cinco músicos acompanham o saxofone de Pharoah Sanders. Considerada por muitos admiradores como uma das mais completas gravações do músico, &#8220;Healing&#8221;, a faixa que abre o disco, mostra uma dinâmica incrível entre os instrumentos numa das obras fundamentais do jazz espiritual deste período. O baixo de Stanley Clarke acrescenta um tom mais funk que o habitual, e vamos tentar saber qual a importância de &#8220;Live At The East&#8221; para Jerry The Cat (Jerrald James), percussionista com longa carreira, DJ, nascido em Detroit em 1950 e actualmente residente em Lisboa. Tocou ao vivo com Parliament/Funkadelic e Carl Craig, entre muitos outros, acompanhou o histórico clube Music Institute, tornou-se DJ e é conhecido pelo seu estilo suave de mistura mas também pela sua perícia nas congas. A vasta experiência que acumulou em géneros como jazz, r&amp;b, disco, funk, soul, clássica ou blues proporcionou múltiplas histórias que mal podemos esperar para ouvir. A sua colecção de discos está em Detroit, pelo que não teremos o prazer da escuta dos originais em vinil. De qualquer forma, a presença carismática de Jerrald James é suficiente para esta tarde em que vamos aprender coisas! Se puderem, apareçam para mostrar respeito e saber o que Jerrald viu em Lisboa para ficar por cá. Para uma bio mais detalhada, consultem o seu site <a href="http://jerrythecat.com/bio.html">aqui</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Vinil antigo #8: Börft Records em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/02/vinil-antigo-8-borft-records-em-stock/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 19:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
		<category><![CDATA[Börft Records]]></category>
		<category><![CDATA[Djuring Phonogram]]></category>
		<category><![CDATA[Rasynth I Blekingen]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A Börft começou como editora de cassetes em 1987. Nessa época, a sonoridade era electrónica experimental e simples. O primeiro vinil saiu em 1989, um 7&#8243; dividido entre Frak e Der Angriff. O primeiro LP foi produzido em 1990, uma compilação com diferentes artistas e estilos de música electrónica. Essa foi também a primeira vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Börft começou como editora de cassetes em 1987. Nessa época, a sonoridade era electrónica experimental e simples. O primeiro vinil saiu em 1989, um 7&#8243; dividido entre Frak e Der Angriff. O primeiro LP foi produzido em 1990, uma compilação com diferentes artistas e estilos de música electrónica. Essa foi também a primeira vez que tivemos na editora um artista internacional (Smersh, dos EUA). Durante os anos seguintes foram editados alguns 7&#8243;, LPs e cassetes, cada edição podia ser só noise ou pop experimental, coisas estranhas em embalagens estranhas, etc&#8230; Algumas das primeiras coisas de dança/techno editadas na Börft foram produzidas por Ü e Frak em 1991-1992 (maioritariamente em cassete). O primeiro maxi apenas com música electrónica de dança só saiu em 1993, o clássico &#8220;Acid in Acidland&#8221; de Frak. Ultimamente suspendemos por uns tempos as edições de música de dança, a mais recente é de 2004 (Porter). Como a Börft ficou mais conotada com música de dança, comecei duas outras editoras: Ufo Mongo, fundada no ano 2000 para continuar as cenas industriais e electrónica experimental; Djuring Phonogram, fundada em 2003 para editar synth-pop, electro-pop e sons mutantes.&#8221;<br />
-Jan Svensson &#8211; Karlskrona &#8211; Suécia 22.2.2010</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.borft.com/Media/borft101/borft101.jpg" alt="" height="150" /> <img class="alignnone" src="http://www.borft.com/Media/dp4/dp4.jpg" alt="" height="150" /> <img class="alignnone" src="http://www.borft.com/Media/dp7/dp7.jpg" alt="" height="150" /></p>
<p>Depois de tentar perceber quem era Uttoz (maxi óptimo na Djax-Up-Beats), descobrimos que Jan Svensson também gravava sob outros nomes (Frak e Villa Abo também são ele) e era o responsável pela Börft. Melhor foi saber que a editora ainda tem stock dos anos 90 como novo! A selecção que vos trazemos representa, em geral, o lado mais dancável e menos experimental da editora e das subsidiárias Djuring Phonogram + Rasynth I Blekingen. Algumas pérolas deep house para descobrir, mas também coisas de minimal wave e techno analógico. Tudo stock novo, tudo edições limitadas de 250 ou menos, em alguns casos a editora já só tinha meia dúzia:</p>
<p><strong>Gibb &#8220;The Secret Of K-Marken&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1997! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
Techno/house com alguns traços da era bleep (Warp, etc.).</p>
<p><strong>Dan Fun &#8220;The DF Sound System&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1997! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
Mais um desconhecido (M Olson?) no universo fechado da Börft. Techno mais lento, sensibilidade jack.</p>
<p><strong>Frak &#8220;Old Traka Traka Party&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1997! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
Frak é o originador. 4 faixas de techno/jack com traços de electro e 8-bit.</p>
<p><strong>Villa Abo &#8220;Ticketiketas&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1997! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
Techno/jack mais cru, próximo de coisas de Atom Heart no período 1992-94, especialmente o projecto i na Pod Communications.</p>
<p><strong>Crinan &#8220;Bebopalola&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1998! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
Mais inclinado para grooves house, claramente no tema &#8220;Kilimanjaro&#8221;, tem todos os sons de percussão de que gostamos na melhor deep house desta época.</p>
<p><strong>Crinan &#8220;Rocka Lolito&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 1998! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
O primeiro tema &#8211; &#8220;Domingo&#8221; &#8211; está numa zona muito próxima da Warp (Sweet Exorcist talvez). &#8220;Old Timer&#8221;, o último, tem uma linha de baixo contagiante e tão old school que não dá para resistir.</p>
<p><strong>Pean Romael &#8220;Thinly Populated Area By Night&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar origiinal de 2000! &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 8.50</span></strong><br />
House com beat lento, mais narcótico, mas também filtros &#8220;french touch&#8221; e uma última faixa boogie que podia ser Rhythm Based Lovers agora.</p>
<p><strong>Garonne Man &#8220;The Mustasch&#8221; 12” Borft &#8211; exemplar original de 2002! -<span style="color: #ff0000;"> € 8.50</span></strong><br />
House underground entre Moodymann e as coisas da Ferox. Groove analógico!</p>
<p><strong>Rittowski &#8220;Flexomatic&#8221; 7” Djuring Phonogram &#8211; exemplar original de 2004! -<span style="color: #ff0000;"> € 6.95</span></strong><br />
Pop analógica com muita inclinação para o soundcard SID do Commodore 64. Para fãs de Dopplereffekt e blip em geral!</p>
<p><strong>Kord &#8220;Digital Dance&#8221; 12” Rasynth I Blekinge &#8211; 2006 &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 9.95</span></strong><br />
Quatro faixas electro, com a mistura 12&#8243; de &#8220;Digital Dance&#8221; em território italo disco muito seguro. Mesmo cenário de algumas coisas mais antigas da Crème.</p>
<p><strong>Frak &#8220;Love Beyond Synth Saga&#8221; LP Djuring Phonogram &#8211; 2007 (gravações de 1991) &#8211; <span style="color: #ff0000;">€ 13.95</span></strong><br />
Compilação de material inédito gravado em 1991. Minimal wave, às vezes faz lembrar os Klinik ou Throbbing Gristle. Seco e desolado, psicadélico.</p>
<p><strong>Kord &#8220;I Play My Flute/KGB&#8221; 7” Djuring Phonogram &#8211; 2009 -<span style="color: #ff0000;"> € 6.95</span></strong><br />
Spacepop fortemente reminiscente de Kraftwerk entre 1975-77 (&#8221;I Play My Flute&#8221;) e algum synth-pop mais tardio, sempre sombrio e nostálgico.</p>
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		<title>Meanderthals &#8220;Desire Lines&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:38:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
MEANDERTHALS
Desire Lines
CD Smalltown Supersound &#8211; 16.50 eur 12.50 eur
Álbum já com muitos meses mas cuja disponibilidade em quantidade que honrasse um destaque nos tem iludido há meses também. &#8220;Desire Lines&#8221; junta Rune Lindbaek e Idjut Boys num projecto em que a capa revela o ambiente pretendido. Quem se interessa por psicadelia, groove baleárico e space [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://anthemmagazine.com/files/stories/MEANDERTHALS_DESIRE_LINES_COVER_MAIN_A.png" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>MEANDERTHALS</strong><br />
Desire Lines<br />
CD Smalltown Supersound &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>Álbum já com muitos meses mas cuja disponibilidade em quantidade que honrasse um destaque nos tem iludido há meses também. &#8220;Desire Lines&#8221; junta Rune Lindbaek e Idjut Boys num projecto em que a capa revela o ambiente pretendido. Quem se interessa por psicadelia, groove baleárico e space disco sabe certamente do que falamos. Meanderthals chegaram para encenar a perfeita atmosfera pré-clube (anoitecer)  ou pós-clube (amanhecer). O álbum transporta toda a sabedoria nórdica na elaboração de espaço com a música (de novo, vocês sabem do que falamos) e os artifícios de produção que os Idjut Boys voltam a colocar ao serviço de um álbum, não apenas de singles ou remisturas. Ecos e delays, um baixo carismático, guitarras ácidas mas no meio da bruma, imaginem uma versão mais adulta de Studio, uma versão também mais trabalhada em estúdio (perdoem a confusão). Lindbaek reforça um certo pendor cheesy que os Idjut Boys também cultivam e que é tão necessário para colocar esta música do lado certo e descontraído em que ela tem mais impacto. Pouca margem para equívocos em &#8220;Desire Lines&#8221;, porta privilegiada para emoções vintage que todos gostamos de libertar quando o ambiente e a música são correctos.</p>
<p><span style="color: #888888;">&#8220;Um</span><span style="color: #888888;"><span style="color: #888888;"> desconc</span>ertante exercício de transparência pop-afro-dub nascido à luz do Sol […].Onde espontaneidade melódica, esplendor arquitectónico e profundidade de campo são base e fonte de riqueza da acção.&#8221;</span><br />
RICARDO SALÓ in Actual/Expresso</p>
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		<title>Jorge López Ruiz 5, &#8220;DE Prepo&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:06:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
JORGE LÓPEZ RUIZ 5
DE Prepo
CD What Music - 19.50 eur 8.95 eur
Argentina, 1972. Jorge López Ruiz, Fernando Gelbard e Carlos &#8216;Pocho&#8217; Lapouble conhecem-se na gravação de &#8220;Ego&#8221;, da Jazz Band De Free, uma fusão do universo mais free de Ornette Coleman e fase eléctrica de Miles Davis. No final desse ano encontraram-se novamente em estúdio, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 0px initial initial;" title="omar s plesetsk" src="http://jazzclub.files.wordpress.com/2009/09/de-prepo.jpg" alt="sparklehorse+fennesz" height="200" /></p>
<p><strong>JORGE LÓPEZ RUIZ 5<br />
</strong>DE Prepo<br />
CD What Music - <strong style="font-weight: bold;"><span style="text-decoration: line-through;">19.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">8.95 eur</span></strong></p>
<p>Argentina, 1972. Jorge López Ruiz, Fernando Gelbard e Carlos &#8216;Pocho&#8217; Lapouble conhecem-se na gravação de &#8220;Ego&#8221;, da Jazz Band De Free, uma fusão do universo mais free de Ornette Coleman e fase eléctrica de Miles Davis. No final desse ano encontraram-se novamente em estúdio, com Hugo Pierre e Miguel Chino Rossi. Daí resultou este &#8220;DE Prepo&#8221;, um disco que transpira &#8220;In A Silent Way&#8221; de Miles Davis e que é uma grande exploração livre dos dados lançados por Miles nessa sua fase. Apesar da influência descarada, &#8220;DE Prepo&#8221; não se limita a copiar. Dentro de um tom livre, entra num capítulo lounge (sem a parte da descrição foleira da palavra) de desbunda, com o baixo eléctrico e os sintetizadores a elevarem toda a calmaria para um local mais ácido.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #6 (c/ DJ Ride)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Ride]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Shadow]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 13 de Fevereiro 18h30 &#62; 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c1/Endtroducingcover.jpg" alt="" height="259" /> <a href="http://www.33-45.org/?p=407"><img class="alignnone" src="http://www.33-45.org/wp-content/uploads/2009/12/djride1.jpg" alt="" height="259" /></a></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 13 de Fevereiro 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja a sua cartilha, DJ Ride procura hoje navegar mais na margens do movimento do que seguir a corrente dominante. Escolhe como Super Disco um álbum de hip hop que transcende fronteiras: &#8220;Endtroducing&#8221; de DJ Shadow (1996). Os seus métodos de produção, escolha de samples, utilização de MPC, ainda inspiram Ride, que nos explicará também como vê no género contemporâneo chamado Wonky a herança do psicadelismo então recuperado por Shadow. Ride acaba de lançar o seu segundo álbum, &#8220;Psychedelic Sound Waves&#8221;, no qual explora ciências rítmicas em complexas camadas que transforma em groove. A sensação é de um mash-up permanente entre passado e presente (juntos fazem o futuro?), um percurso dinâmico e alucinante carregado de inspiração e que não consegue ocultar o entusiasmo deste jovem produtor por formas musicais que transcendem o nicho em que tende a ser colocado. Tal como Shadow, Ride procura moldar a matéria que o entusiasma em nova matéria que passa a fazer parte dos compêndios do amanhã. &#8220;Endtroducing&#8221; é, ainda hoje, dos discos que melhor captam o ímpeto reciclador do hip hop e o espírito inclusivo tantas vezes esquecido da sua vertente musical.<br />
Apareçam no café do Teatro Maria Matos para ouvir em primeira mão como um produtor actuante agora recicla e interpreta as mensagens fortes do passado e as transforma em novo assunto de discussão. De passagem, poderemos aprender algo mais sobra máquinas e equipamento: Ride não conseguirá certamente impedir-se de falar da sua relação íntima com as máquinas que tem comprado e que gosta de utilizar. Andou na companhia de André Fernandes e Mário Laginha, desenvolveu uma scratch tool adoptada pela Red Bull Home Groove, colaborou ao vivo com os Coldfinger, foi um dos primeiros convidados da série de Henrique Amaro na Optimus Discos, prepara uma peça com Rui Horta no CCB e será a personagem principal no muito esperado documentário “Dig In Japan”.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>&#8220;Revolution In The Head: The Beatles&#8217; records and the sixties&#8221; &#8211; Livro em stock</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles]]></category>
		<category><![CDATA[Ian MacDonald]]></category>
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		<category><![CDATA[Vintage Books]]></category>

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		<description><![CDATA[
IAN MACDONALD
Revolution In The Head: The Beatles&#8217; records and the sixties
LIVRO Vintage Books &#8211; 6.50 eur
Não será com certeza o livro definitivo sobre os Beatles nem é uma novidade. É simplesmente um óptimo livro sobre os quatro de Liverpool, analisando cada canção por eles gravada (originais e não só), incluindo detalhes técnicos como escalas, notação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/e6/Revolution_in_the_Head.jpg" alt="" width="200" /></p>
<p><strong>IAN MACDONALD</strong><br />
Revolution In The Head: The Beatles&#8217; records and the sixties<br />
LIVRO Vintage Books &#8211; 6.50 eur</p>
<p>Não será com certeza o livro definitivo sobre os Beatles nem é uma novidade. É simplesmente um óptimo livro sobre os quatro de Liverpool, analisando cada canção por eles gravada (originais e não só), incluindo detalhes técnicos como escalas, notação ou modelos de guitarras. Longe de ser uma mera enumeração de factos, o livro é um verdadeiro compêndio sobre o universo de interesses dos Beatles no contexto da época em que existiram como grupo, ou seja, praticamente toda a década de 60. Os tumultos de um período de viragens decisivas na sociedade e a produção cultural são integrados também numa cronologia &#8211; diriamos &#8211; desnecessariamente completa num livro dedicado aos Beatles. Ian MacDonald não dispensou igualmente a elaboração de um glossário com termos técnicos e extensa notação em todas as páginas do livro. Se vos desencoraja este excesso, dizemos que o sabor da leitura de &#8220;Revolution in The Head&#8221; é semelhante ao visionamento de um bom documentário. Mais de 500 páginas em paperback compõem esta segunda revisão de 2005 (a versão original do livro data de 1994), preparada pelo autor antes do seu falecimento em 2003. Ian MacDonald foi Editor Assistente do New Musical Express entre 1972-75, escreveu vários livros e foi compositor/produtor.</p>
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		<title>Oneohtrix Point Never &#8220;Rifts&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Daniel Lopatin]]></category>
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		<description><![CDATA[
ONEOHTRIX POINT NEVER
Rifts
2CD No Fun &#8211; 23.50 eur 15.50 eur
Não andámos particularmente atentos a todos os recantos onde acontecem coisas interessantes e assim chegamos a Oneohtrix Point Never apenas através desta compilação de três discos previamente editados. A sensação de ter agora dois CDs inteiros de material é magnífica. Desde &#8220;Days Of Mars&#8221; de Delia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6340" title="oneohtrix" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/oneohtrix.jpg" alt="oneohtrix" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>ONEOHTRIX POINT NEVER</strong><br />
Rifts<br />
2CD No Fun &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">23.50 eur</span></strong><strong> </strong><strong><span style="color: #ff0000;">15.50 eur</span></strong></p>
<p>Não andámos particularmente atentos a todos os recantos onde acontecem coisas interessantes e assim chegamos a Oneohtrix Point Never apenas através desta compilação de três discos previamente editados. A sensação de ter agora dois CDs inteiros de material é magnífica. Desde &#8220;Days Of Mars&#8221; de Delia Gonzalez &amp; Gavin Russom que não ouviamos um disco novo com esta capacidade de transporte para o Cosmos &#8211; &#8220;Rifts&#8221; é uma fantasia futurista totalmente assente em equipamento vintage que Daniel Lopatin colecciona. Não há aparente limite para as evocações de um espaço infinito quando se sente que o som brota como água de uma fonte. &#8220;Betrayed In The Octagon&#8221;, &#8220;Zones Without People&#8221; e &#8220;Russian Mind&#8221; são os discos reunidos em &#8220;Rifts&#8221;, acrescentados de algumas faixas dispersas. A história da música electrónica ambiental é utilizada e ultrapassada, não porque este álbum seja de uma originalidade ímpar mas porque, no contexto em que aparece, fazemos forçosamente uma reavaliação de tudo o que se ouviu antes e &#8220;Rifts&#8221;, em vez de funcionar como um tributo a outros tempos ou  simples revisionismo cósmico, exemplifica uma ética de processos físicos que se tem vindo gradualmente a perder à medida que se caminha para maior portabilidade e intangibilidade na música electrónica. Há um lado fetichista na apreciação que se faz deste disco por ser a música que é, e rapidamente esquecemos a procura da originalidade como objectivo máximo na excitação que a música pode provocar. &#8220;Rifts&#8221; ergue-se de toda a experiência anterior sobretudo desde o kraut mais electrónico (Tangerine Dream, Klaus Schulze, etc.) na década de 70 até ao ambientalismo New Age dos anos 80, um pouco do lado sombrio adoptado por certos projectos industriais e, até, o som 8-bit popularizado pelo módulo de som do Commodore. Completo, enciclopédico e, sob uma certa perspectiva, quase inesgotável.</p>
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		<title>Betty Davis &#8211; reedições em stock &#8211; Preço especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Betty Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Light In The Attic]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
BETTY DAVIS
Nasty Gal (Remastered)
CD Light In The Attic &#8211; 16.50 12.95 eur
BETTY DAVIS
Is It Love Or Desire (Remastered)
CD Light In The Attic &#8211; 16.50 12.95 eur
Betty Davis terá sido a primeira bitch segundo o modelo agora habitual na cena hip hop / R&#38;B norte-americana. O seu primeiro álbum, homónimo, é de 1973, mas foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://lightintheattic.net/releases/bettydavis/images/bd_nastygal_cover.jpg" alt="" height="200" /> <img class="alignnone" src="http://lightintheattic.net/releases/bettydavis/images/bd_isitlove_cover.jpg" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>BETTY DAVIS</strong><br />
Nasty Gal (Remastered)<br />
CD Light In The Attic &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50</span> <span style="color: #ff0000;">1</span><span style="color: #ff0000;">2.95 eur</span></strong></p>
<p><strong>BETTY DAVIS</strong><br />
Is It Love Or Desire (Remastered)<br />
CD Light In The Attic &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50</span> <span style="color: #ff0000;">1</span><span style="color: #ff0000;">2.95 eur</span></strong></p>
<p>Betty Davis terá sido a primeira bitch segundo o modelo agora habitual na cena hip hop / R&amp;B norte-americana. O seu primeiro álbum, homónimo, é de 1973, mas foi casada com Miles Davis antes dos anos 60 terminarem, apresentou-lhe Jimi Hendrix e Sly Stone, foi modelo em Londres e, na sua pessoa e música, concentrou o poder do rock e funk  mais fogosos. A atitude abertamente sexualizada 8revelada também nas letras), a consciência das suas possibilidades enquanto mulher absolutamente descomprometida com os tabus que impediam uma expressão feminina mais completa, o seu aspecto vistoso e atitude desafiadora fazem dela um ícone dificilmente reproduzível hoje em dia. As reedições de luxo da Light In the Attic reapresentam os álbuns &#8220;Betty Davis&#8221; (1973), &#8220;They Say I&#8217;m Different&#8221; (1974), &#8220;Nasty Gal&#8221; (1975) e ainda um álbum gravado em 1976 mas nunca editado. &#8220;Is It Love Or Desire&#8221;. São quatro discos complicados de hierarquizar em termos de relevância musical, os ingredientes principais e irresistíveis da música de Betty Davis encontram-se em todos eles: postura vocal agressiva, guitarras ácidas, tremor rock e suor funk (vocês entendem), um prodígio de energia que raramente abranda e por isso dizemos que não é para corações fracos.</p>
<p><strong>Nasty Gal</strong></p>
<p><strong>Is It Love Or Desire</strong></p>
<p>Ainda disponíveis, também na Light In The Attic:</p>
<p><img class=" alignnone" src="http://www.lightintheattic.net/releases/bettydavis/images/bd_bd_cover.jpg" alt="BETTY" height="150" /> <img style="border: 0px initial initial;" src="http://www.lightintheattic.net/releases/bettydavis/images/bd_theysay_cover.jpg" alt="BETTY" height="150" /></p>
<p><strong>BETTY DAVIS<br />
<span style="font-weight: normal;">Betty Davis<br />
CD Light In The Attic &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50</span> <span style="color: #ff0000;">1</span><span style="color: #ff0000;">2.95 eur</span></strong></span></strong></p>
<p><strong>BETTY DAVIS</strong><br />
They Say I&#8217;m Different<br />
CD Light In The Attic &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50</span> <span style="color: #ff0000;">1</span><span style="color: #ff0000;">2.95 eur</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dâm-Funk &#8220;Toeachizown&#8221; 2CD em stock &#8211; Preço especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/01/dam-funk-toeachizown-2cd-em-stock-preco-especial/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/02/01/dam-funk-toeachizown-2cd-em-stock-preco-especial/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 17:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dam Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Stones Throw]]></category>
		<category><![CDATA[Vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
DÂM-FUNK
Toeachizown
2CD Stones Throw &#8211; 17.50 eur 13.50 eur
Num ambicioso CD duplo (vinil em 5 partes, reunidas numa caixa), Dâm-Funk reinstitui o prazer no boogie disco e electro funk. Kraftwerk, Prince, Rick James, Egyptian Lover e muita produção obscura dos 80s inspiram a arte deste produtor que, com verdadeira dedicação e engenho, voz, vocoder, máquinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6270" title="dam-funk-toeachizown" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/dam-funk-toeachizown.jpg" alt="dam-funk-toeachizown" width="200" height="200" /> <img class="alignnone" src="http://www.stonesthrow.com/uploads/images/product/detail/toeachizown.jpg" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>DÂM-FUNK</strong><br />
Toeachizown<br />
2CD Stones Throw &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">17.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">13.50 eur</span></strong></p>
<p>Num ambicioso CD duplo (vinil em 5 partes, reunidas numa caixa), Dâm-Funk reinstitui o prazer no boogie disco e electro funk. Kraftwerk, Prince, Rick James, Egyptian Lover e muita produção obscura dos 80s inspiram a arte deste produtor que, com verdadeira dedicação e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IiNs3C0UyL4&amp;feature=related">engenho</a>, voz, vocoder, máquinas analógicas e um sentido melódico muito apurado, consegue extrair alma de onde poucos o fazem com verdade. Tal como Rhythm Based Lovers, a música de Dâm-Funk tem uma carga melancólica muito sugerida pelo som vintage das máquinas mas também pela composição e arranjos que se aproximam de um formato R&amp;B perfeitamente legítimo. O álbum começa com &#8220;Let&#8217;s Take Off&#8221; e termina com &#8220;In Flight&#8221;, e a ressonância aeronáutica dos títulos faz de facto justiça aos sons que ouvimos. Visita esperada no Lux no próximo dia 12 de Fevereiro para um DJ set que deverá fazer subir mais a cotação da cena boogie em Lisboa &#8211; Horse Meat Disco fez os corpos chocar, Dâm-Funk eleva-os ao Espaço. Atenção à <a href="http://www.stonesthrow.com/uploads/news/6d759df37e5f26e282ff56bed4c03a99.jpg">guitarra-teclado</a>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CAIXA COM 5 LPs</span></strong> chegará no dia 12 de Fevereiro, data da actuação de Dâm-Funk no Lux. Quantidade limitada, aconselhamos reserva aos interessados.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #5 (c/ Joaquim Paulo)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/01/16/super-disco-5-c-joaquim-paulo/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/01/16/super-disco-5-c-joaquim-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 00:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[John Heartsman and Circles]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.flur.pt/?p=6203</guid>
		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 16 de Janeiro 18h30 &#62; 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
&#8220;Music Of My Heart&#8221; é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/01/john-heartsman-and-circles.jpg" alt="john heartsman and circles" title="john heartsman and circles" width="259" height="259" class="alignnone size-full wp-image-6204" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 16 de Janeiro 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>&#8220;Music Of My Heart&#8221; é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes em leilões que pelo funk e soul superiores de John Heartsman And Circles. A recente reedição pela Jazzman colocou finalmente uma cópia do LP em casa do editor discográfico Joaquim Paulo que, emotivamente, o considera o <em>holy grail</em> da sua vasta colecção. O autor da série <a href="http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/popculture/all/01899/reviews.jazz_covers.1.htm">&#8220;Covers&#8221;</a> para a Taschen escolhe-o como super disco para partilhar a sua música, em primeiro lugar, mas também todas as histórias que a sua busca proporcionou. Histórias extensíveis a muitos outros discos na sua colecção, algumas semelhantes a verdadeiras investigações. Joaquim Paulo tem ainda larga experiência como programador de rádio, tudo em nome da partilha de música que acredita tornar o mundo melhor. Partimos na quase total ignorância sobre &#8220;Music Of My Heart&#8221;, estando tão disponíveis como vocês para ouvir relatos que de certeza farão sorrir quem encontra nos discos um prazer impossível de reproduzir na mera aquisição de música desligada da personalidade e vida do objecto. Não deixem que a chuva vos demova, o ambiente é confortável, a luz baixa e as janelas são grandes.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Playgroup + vinil Output vintage em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/01/05/playgroup-vinil-output-vintage-em-stock-preco-especial/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/01/05/playgroup-vinil-output-vintage-em-stock-preco-especial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 20:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vintage]]></category>
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		<category><![CDATA[Trevor Jackson]]></category>
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		<description><![CDATA[
PLAYGROUP
Playgroup
2LP Source &#8211; 21.50 eur 12 eur
Ao pensar-se nos primeiros anos do século XXI e no que aconteceu na música popular, é impossível ignorar o primeiro e único álbum de Trevor Jackson como Playgroup. Editado no final de 2001, é tão antigo como a Flur e foi especial não só para nós mas sobretudo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6148" title="playgroup" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/01/playgroup.jpg" alt="playgroup" width="201" height="200" /><img class="alignnone size-full wp-image-6149" title="output" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/01/output.jpg" alt="output" height="200" /></p>
<p><strong>PLAYGROUP</strong><br />
Playgroup<br />
2LP Source &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">21.50 eur</span></strong><strong> </strong><strong><span style="color: #ff0000;">12 eur</span></strong></p>
<p>Ao pensar-se nos primeiros anos do século XXI e no que aconteceu na música popular, é impossível ignorar o primeiro e único álbum de Trevor Jackson como Playgroup. Editado no final de 2001, é tão antigo como a Flur e foi especial não só para nós mas sobretudo para definir, antes da DFA ter começado a editar, quase tudo o que de importante aconteceu na música de dança da década passada. O seu grande trunfo é a síntese de diferentes sensibilidades que, a certa altura e discutivelmente, encontraram nome comum com a cena electroclash. Mas Trevor Jackson distanciou-se desde logo da catalogação fácil (a sua versão de &#8220;Behind The Wheel&#8221; dos Depeche Mode para a série DJ-Kicks em 2002 chamava-se Electroca$h mix), Playgroup foi a sua fantasia de estúdio, o seu tributo a muita música que o formou e entusiasmou (entram no álbum Roddy Frame dos Aztec Camera e Edwyn Collins dos Orange Juice, por exemplo). Para além da música, a concepção visual do disco faz-nos prestar atenção ao facto de Jackson ser igualmente designer gráfico (desenhou capas para várias editoras de dança durante os anos 90, para os Soulwax nos anos 00, Matias Aguayo &#8220;Ay Ay Ay&#8221; e Junior Boys &#8220;Begone Dull Care&#8221; em 2009, etc.). A junção de música e imagem podia ser gratuita mas torna o álbum num pacote com a referência certa aos já amplamente explorados anos 80. LCD Soundsystem levariam o conceito mais longe (e mais longe no tempo, também), mas canções de Playgroup como &#8220;Make It Happen&#8221;, &#8220;Bring It On&#8221;, &#8220;Overflow&#8221;, &#8220;Front 2 Back&#8221; ou &#8220;Number One&#8221; foram o statement certo numa época necessitada de ir buscar ao passado a energia para derrubar algumas convenções que adormeceram a música de dança num torpor asséptico dominado por uma noção de estilo massificada. &#8220;Playgroup&#8221;, o álbum, mantém hoje grande parte da frescura que injectou na cena, as boas canções continuam a sê-lo e Trevor Jackson não teve até agora a tentação de repetir a fórmula.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=peT9By2w5G8&#038;feature=related">Make It Happen</a></p>
<p>A sua presença pura na indústria musical tornou a editora Output numa das mais singulares do meio independente e fez também com que soubesse terminá-la quando deixou de conseguir lidar com os egos,  oportunismo e falta de imaginação da indústria. Durou 10 anos, entre 1996 e 2006, dominou a fronteira nem sempre perceptível entre a pop e o que se pode chamar &#8220;experimentalismo popular&#8221;, foi colada ao electroclash (um dos indicadores que cansou Jackson) mas antes disso já tinha lançado os Fridge e Four Tet, por exemplo. Ética indie aplicada a uma política musical muito pessoal e a uma visão gráfica herdada de editoras como a 4AD e a Factory.</p>
<p>Temos alguns (muito poucos) exemplares novos do LP duplo de Playgroup e lembramos que o último que vendemos na Flur foi em Abril de 2003 por €21,50! Agora por €12 e acreditem que é muito difícil encontrar hoje o disco por este preço em estado de conservação tão bom. Também exemplares únicos de outros discos já esgotados do catálogo da Output em estado geralmente impecável:</p>
<p><strong>7-Hurtz &#8220;Audiophiliac [LP]&#8221; (2000) LP (OPR28), € 5</strong><br />
- Capa e vinil impecáveis.<br />
<strong> 7-Hurtz &#8220;Electroleum [2LP]&#8221; (2003) 2LP (OPR54), € 7</strong><br />
- Vinil como novo, duas capas interiores impecáveis, capa e contracapa em relevo apenas com imperfeições insignificantes.<br />
<strong> 7-Hurtz &#8220;Stokers Motor [12"]&#8221; (2000) 12&#8243; (OPR30), € 6</strong><br />
- Capa e vinil impecáveis.<br />
<strong>Fridge “Lign [12"]” (1997) 12&#8243; (OPR11), € 7</strong><br />
- Inclui Sequoia (12:55). Como novo!<br />
<strong> No Exit featuring Skull &#8220;Kingsize + Just A Moment [10"]&#8221; (1996) 10&#8243; (OPR4), € 4,5</strong><br />
- Prod. por Underdog AKA Trevor Jackson.<br />
<strong> Open Music &#8220;What If? + Realtime [10"]&#8221; (1996) 10&#8243; (OPR3), € 4,5</strong><br />
- Prod. por Underdog AKA Trevor Jackson.<br />
<strong> Sonovac &#8220;High-On-Tech [12"]&#8221; (2000) 12&#8243; (OPR33), € 5</strong><br />
- Capa e vil como novos!</p>
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		<title>Serge Gainsbourg &#8220;Histoire De Melody Nelson&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/12/29/serge-gainsbourg-histoire-de-melody-nelson-em-stock-preco-especial/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 18:07:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Light In The Attic]]></category>
		<category><![CDATA[Serge Gainsbourg]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
SERGE GAINSBOURG
Histoire De Melody Nelson
CD Light In The Attic &#8211; 16,50 eur 12,95 eur
É o mais aclamado dos álbuns de Gainsbourg do período pós-clube de jazz. É certo que antes dele houve &#8220;Initials B.B.&#8221; (1968), catálogo de êxitos ainda sob o ascendente de Bardot, e que o futuro traria ouro disfarçado pelo conceptualismo progressivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6113" title="melody nelson" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/12/melody-nelson.jpg" alt="melody nelson" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-6114" title="gainsbourg_birkin" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/12/gainsbourg_birkin.jpg" alt="gainsbourg_birkin" width="150" height="200" /></p>
<p><strong>SERGE GAINSBOURG</strong><br />
Histoire De Melody Nelson<br />
CD Light In The Attic &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16,50 eur</span></strong><strong> </strong><strong><span style="color: #ff0000;">12,95 eur</span></strong></p>
<p>É o mais aclamado dos álbuns de Gainsbourg do período pós-clube de jazz. É certo que antes dele houve &#8220;Initials B.B.&#8221; (1968), catálogo de êxitos ainda sob o ascendente de Bardot, e que o futuro traria ouro disfarçado pelo conceptualismo progressivo da época em &#8220;L&#8217;Homme À Tête de Chou&#8221; (1976). Em<br />
&#8220;Histoire De Melody Nelson&#8221; (1971), Serge Gainsbourg escreve a música e o guião do filme homónimo que emprega Jane Birkin como Melody Nelson. O disco, compreendido em pouco menos de 30 minutos de música intemporal feita de tema e variações indiferentes a fronteiras ou géneros, é do melhor que a pena do cantautor canastrão criou. O tórrido enredo desfia a história de uma &#8220;Lolita&#8221; à Gainsbourg que colide a sua bicicleta contra o Rolls Royce do lobo mau Gainsbarre. O mesmo Jean Claude Vanier de &#8220;L&#8217;Enfant Assassin Des Mouches&#8221;, assina as orquestrações épicas que pontuam por cima de guitarras<br />
em feedback e de um Gainsbourg diseur. E o que dizer sobre a reedição que hoje apresentamos? Um luxo lançado em exclusivo para o mercado americano, que encontra paralelo apenas noutras reedições que a Light In The Attic tem vindo a fazer e que por aqui têm passado, como é o caso de &#8220;Black Monk Time&#8221; dos Monks. O CD remasterizado e embalado numa aparatosa réplica da capa original em viníl, é acompanhado por um libreto de 40 páginas onde se percorre a história do disco, acrescentando aquilo que antes não foi<br />
revelado, complementando com uma entrevista da época a Gainsbourg e as letras traduzidas para inglês ler. Já a edição em LP é a jóia da coroa de todo o catálogo de reedições da Light In The Attic, essencial e destinada a desaparecer rapidamente &#8211; apenas 2000 exemplares foram postos em circulação.</p>
<p><strong>SOBRE &#8220;HISTOIRE DE MELODY NELSON&#8221;:</strong></p>
<p>10/10 &#8211; Pitchfork: &#8220;This reissue on luxuriously hefty vinyl is the first<br />
time the album&#8217;s been released in the U.S.&#8211; a superb opportunity to hear a<br />
record that&#8217;s been occasionally imitated but never matched.&#8221;</p>
<p>10/10 &#8211; Pop Matters: &#8220;This is a first US release of Histoire de Melody<br />
Nelson, re-mastered from the original tapes, complete with a 40-page booklet<br />
containing an interview with Serge Gainsbourg and lyric translations. This<br />
is genre-defying music, but anyone with an interest in hearing a blueprint<br />
for trip hop or a master class in the depiction of desire in pop music,<br />
should be sure to listen to this mysterious, timeless, contradictory album.<br />
Je t&#8217;aime .me neither.&#8221;</p>
<p>9,1/10 &#8211; Paste: &#8220;Andy Votel&#8217;s encyclopedic liner notes and a Gainsbourg<br />
interview make this version the definitive reissue for the as-yet<br />
unsullied.&#8221;</p>
<p>UNCUT: &#8220;It&#8217;s blend of whispered poesy, free-form rock, and orchestration, by<br />
Jean Claude Vannier, is much celebrated and sampled. this reissue provides a<br />
definitive account of its making.&#8221;</p>
<p>+</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yFYO_z4pc_k">Entrevista com Serge Gainsbourg a propósito de &#8220;Histoire De Melody Nelson&#8221; </a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=M-52UnhQhu8">Video de &#8220;Ballade de Melody Nelson&#8221;</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bert Jansch &#8211; reedições limitadas em vinil</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/12/23/bert-jansch-reedicoes-limitadas-em-vinil/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Bert Jansch]]></category>
		<category><![CDATA[Drag City]]></category>
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		<description><![CDATA[Se todos os dias são dias para ouvir Bert Jansch, a recente reedição de três discos fundamentais da sua obra pela editora Drag City, de Chicago, deu-nos desculpa para gritar o seu nome bem alto. Edições como todas devem ser, com peso e substância, e com o CD &#8211; com temas extras &#8211; para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se todos os dias são dias para ouvir Bert Jansch, a recente reedição de três discos fundamentais da sua obra pela editora Drag City, de Chicago, deu-nos desculpa para gritar o seu nome bem alto. Edições como todas devem ser, com peso e substância, e com o CD &#8211; com temas extras &#8211; para quem precisa do digital. Ah, é verdade: tiragem única e feita apenas com base nas encomendas. É bem possível que dentro de pouco tempo desapareçam.<br />
+<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iDkqkoOWHSw">Entrevista com Bert Jansch (Video)</a></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.dragcity.com/system/album_products/images/1496/large.jpg?1248502086" alt="" height="180" /> <img class="alignnone" src="http://www.dragcity.com/system/album_products/images/1497/large.jpg?1248502086" alt="" height="180" /> <img class="alignnone" src="http://www.dragcity.com/system/album_products/images/1498/large.jpg?1248502087" alt="" height="180" /></p>
<p><strong>BERT JANSCH</strong><br />
L.A. Turnaround (Edição Limitada)<br />
LP+CD Drag City &#8211; 16,50 eur</p>
<p>Ao contrário de muitos dos nomes recuperados da folk britânica (e não só) ao longo desta década, Bert Jansch não foi homem de um disco só, perdido para quase sempre. Desde meados dos anos sessenta até hoje tem editado com mais ou menos regularidade, embora alguns dos seus discos se tenham tornado difíceis de encontrar. &#8220;L.A. Turnaround&#8221; (1974) é, cronologicamente, o primeiro de três álbuns editados na Charisma nos anos setenta, o nono na sua discografia. Tal como todos os outros três, está há anos descatalogado e nunca foi editado em CD. Gravado entre Paris e Los Angeles e produzido por<br />
Michael Nesmith (Monkees), é um dos álbuns menos ouvidos de Jansch. Numa tentativa de levá-lo a um público maior, Tony Stratton-Smith (dono da Charisma) quis que o álbum se afastasse um pouco do universo do músico. Esta edição traz, como todas as outras, o álbum em versão CD e um vídeo de 13<br />
minutos registado durante as gravações do álbum.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>BERT JANSCH</strong><br />
Santa Barbara Honeymoon (Edição Limitada)<br />
LP+CD Drag City &#8211; 16,50 eur</p>
<p>Segundo álbum na Charisma, décimo na carreira do escocês, &#8220;Santa Barbara Honeymoon&#8221; (1975) segue as linhas do álbum anterior embora mais elaborado, com um som mais cheio que &#8220;L.A. Turnaround&#8221; e onde se ganha uma noção de uma espécie de big band folk à volta de Bert Jansch. Se em &#8220;L.A. Turnaround&#8221; a introdução da pedal steel tinha sido uma novidade, aqui é sem dúvida a percussão. Gravada na California, esta edição, tal como as outras duas, reproduz integralmente a edição original e adiciona-lhe óptimos textos sobre a produção de &#8220;Santa Barbara Honeymoon&#8221;. O CD traz seis<br />
faixas nunca editadas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>BERT JANSCH</strong><br />
A Rare Conundrum (Edição Limitada)<br />
LP+CD Drag City &#8211; 16,50 eur</p>
<p>Para a reedição de &#8220;A Rare Conundrum&#8221; a Drag City optou pelo alinhamento da edição inglesa e não da dinamarquesa, saída um ano antes (1976) na Ex Libris com outro nome: &#8220;Poormouth&#8221;. A edição de 1977 teve direito a nova capa. Este álbum mistura alguns temas originais de Bert Jansch com temas tradicionais, arranjados pelo próprio músico num estilo mais próximo daquilo que lhe é<br />
característico do que nos restantes álbuns na Charisma. No CD que acompanha esta edição estão incluídas três faixas extra.</p>
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