Terça-feira, 29 Setembro, 2009
Categoria: Destaque, Promoção
Etiquetas: David Sylvian, David Toop, Derek Bailey, Harold Budd, Nine Horses, Ryuichi Sakamoto, Steve Jansen, Thomas Feiner & Anywhen

David Sylvian “Blemish”
CD Samadhisound – 15.95 eur 12.50 eur
Obra-prima incontornável, “Blemish” expõe a voz e a arte de David Sylvian num terreno novo e fértil, e o resultado é estrondoso. Atraído pela música de Fennes(especulamos nós), o ex-Japan estende um tapete ambiental feito de milhares de fragmentos e partículas acústicas e digitais para depois conseguir espantar-nos com o confronto vocal. Não há muitos discos assim, e soube muito bem que tenha sido David Sylvian a tentar o quase impossível. Quem sabe, sabe, pelos vistos. “Blemish” é, sem hesitação, um disco para estar no top desta década.
David Sylvian “The Good Son vs The Only Daughter – The Blemish Remixes”
CD Samadhisound 15.95 eur 12.50 eur
Depois do KO ao primeiro assalto com “Blemish” – a tal obra-prima recente de Sylvian -, é altura de voltar ao disco com o tradicional álbum de versões. É melhor que o original? Impossível, pois o mundo teria acabado nessa altura. Mas há aqui matéria muito interessante para fecharmos o assunto com alguma dignidade. Nem poderia ser de outro modo, pois a lista de convidados para a festa inclui sumidades como Ryoji Ikeda, Burnt Friedman e Akira Rabelais, e há ainda outros menos importantes mas merecedores de destaque – Readymade FC, Sweet Billy Pilgrim, Yoshihiro Hanno, Tatsuhiko Asano ou jan Bang & Erik Honoré. O outro lado do espelho
David Sylvian / Ryuichi Sakamoto “World Citizen – Ryoji Ikeda rmx”
MCD Samadhisound 16.50 eur 8.95 eur
“World Citizen” foi o reencontro de dois velhos amigos, e nesta edição há espaço para se tentar todos os lados possíveis para a canção – 4 versões diferentes, feitas por Sylvian e Sakamoto, e ainda uma versão com um pé em terreno minado com a digitalia de Ryoji Ikeda.

David Toop “Sound Body”
CD Samadhisound 15.95 eur 12.50 eur
Outro velho cúmplice também aparece na Samadhi de David Sylvian. Escritor, teórico e muitas vezes músico, David Toop tem com “Sound Body” mais uma hipótese ambiental experimental, elaborada por uma banda que nunca existiu mas teve como participantes Rhodri Davies, Haco, Gunter Muller ou Leo Patterson.
Derek Bailey “To Play”
2CD Samadhisound 16.95 eur 12.50 eur
A presença de Derek Bailey em “Blemish” e, consequentemente, nas canções de Sylvian, não passou ao lado de ninguém. Pequenos esboços de guitarra em voo livre, sem rede, foram fruto de algumas sessões em estúdio que neste disco aparecem à disposição de todos.
Harold Budd “Avalon Sutra”
2CD Samadhisound 16.50 eur 14.50 eur
“Avalon Sutra” acabou por ser um disco polémico: Harold Budd anunciou-o como sendo o último e que abandonaria a música a seguir a este episódio. Mas a música que está aqui fez-nos lamentar a decisão – as fórmulas são as mesmas, mas o seu piano continua a ser tão críptico como sempre. O desafio de julgar a sua música tem sido saudável, nunca sabendo se a colocamos algures entre o ambiental (de quem foi peça central com Eno) e a família clássica-contemporânea. Como bónus tremendo, um segundo disco traz uma reconstrução feita por Akira Rabelais e produzida por Sylvian, fazendo “Avalon Sutra” ainda mais marcante.

Nine Horses “Money For All”
MCD Samadhisound 11,95 eur 8,95 eur
Nada de estranho esperarmos que da cabeça de David Sylvian e Burnt Friedman não nasçam hipóteses múltiplas para a música que fazem. Não quer dizer que “Snow Borne Sorrow” não tenha ficado acabado, mas por cada porta fechada abrem-se muitas outras. Friedman foi, naturalmente, o mais voluntarioso e para o single – que acabou por não ser um single apenas – de “Money For All” juntou 4 versões para 4 temas do álbum. Generosidade e possibilidades sem limites.
Nine Horses “Snow Borne Sorrow”
CD Samadhisound 15.95 eur 12.50 eur
Nine Horses, propondo um novo grupo na sua carreira, com o irmão Steve Jansen e Burnt Friedman, traz à baila o modo como David Sylvian nunca deixou de procurar a companhia perfeita para as suas ideias musicais. Lembramo-nos como Jon Hassell brilha em “Brilliant Trees”, ou como Robert Fripp é crucial em “Gone To Earth” ou como o ambientalismo deu uma volta no trono com as suas aventuras com Holger Czukay, ou ainda como Fennesz aparece no raio de luz intensa que foi “Blemish”. Nine Horses propõe novas latitudes, novos sons, em que Burnt Friedman passa a ser a directriz principal. Canções – sempre – em surpreendente imponderabilidade.
Nine Horses “Wonderful World”
CDS Samadhisound 7.50 eur 5.95 eur
“Wonderful World” é o primeiro tema da estreia de Nine Horses e mereceu depois o single e a companhia de outro tema de “Snow Borne Sorrow” e um inédito – “When Monday Comes Around”.

Steve Jansen “Slope”
CD Samadhisound 15.95 eur 12.50 eur
Steve Jansen tem uma das carreiras mais estranhas de sempre: é irmão de David Sylvian e tem aparentemente sacrificado muito da sua música para ajudar o irmão a fazer os seus importantes discos; as suas canções mostram que tem algum talento mas parece nunca envolver-se demasiado nos seus projectos; é um side-man em palco e em estúdio para muitos músicos. “Slope” tenta dar alguma relevância ao seu lado de compositor e apesar de estar a milhas do nível familiar, parece provar que poderia dar muito mais se o seu nome se tornasse mais regular nas capas dos discos.
Thomas Feiner & Anywhen “The Opiates Revised”
CD Samadhisound 15.95 eur 12.50 eur
“Não é assim tão anormal que David Sylvian se tenha apaixonado por “The Opiates” aquando da sua saída. Foi em 2001 que Thomas Feiner colocou os Anywhen no mapa sylviano da pop e em 2008 houve esta hipótese de repor este disco no mercado. Refeito, reembalado e remasterizado, “The Opiates” é um soberbo disco pop, romântico e obscuro, que poucos conheceram há quase uma década atrás, e que aqui tenta uma segunda vida com mais dois temas extra e um som perfeito.
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Terça-feira, 1 Setembro, 2009
Categoria: Destaque, Promoção
Etiquetas: Brian Eno, Lust 487
Provavelmente, Brian Eno é o maior músico de sempre. Esta afirmação tem tanto de exagero como de verdade. Se abrirmos o livro da música nos seus muitos capítulos, vamos encontrar o nome de Brian Eno por lá. Revolucionário, influenciador de tudo e todos, esteta prático e teórico, conceptualista e inventor, ele é tudo isto e mais um bocadinho de outras coisas. E há uns anos atrás ainda foi mais. Recuperamos os seus discos, quase todos essenciais, quase todos enormes obras-primas, e quase todos fundações primordiais para muita da música que ouvimos nas últimas décadas.13 discos, nem mais, nem menos, entre a invenção do ambiental e a pop moderna, em novas versões das reedições remasterizadas. Os preços são bons, mas ainda damos uma ajuda extra para avançarem mais rápido.
Se comprar 3 ou mais discos, compre cada a 7,95 euros. Não acumula com outras promoções.

Brian Eno “Ambient 1- Music For Airports – Original Masters Series (Jewelcase)” (1978)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
A primeira das viagens “Ambient” de Brian Eno. Um clássico intemporal da música ambiente, texturas ricas que ocupam a sala onde tocam com total elegância. Belo, espécie de padrão com tudo aquilo que a música de fundo deveria ter. Chamar-lhe assim, “música de fundo”, pode ser ofensivo, mas encaixa como nada aí. Só que é muito mais do que isso.
Brian Eno & Harold Budd “Ambient 2 – The Plateaux OF Mirror – Original Masters Series (Jewelcase)” (1980)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Segundo volume da cartilha de ensinamentos ambientais iniciada com “Music For Airports”, “The Plateaux Of Mirror” (1980) é ponto de encontro entre a electrónca atmosférica de Eno e o piano de Harold Budd, então em início de carreira.
Brian Eno “Ambient 4 – On Land – Original Masters Series (Jewelcase)” (1982)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Capítulo maior na série “Ambient”. Paisagem sonora, que prescinde da moleta melódica, guia principal dos anteriores trabalhos ambientais, sonhada e captada por Eno em 1982, com o auxilio de Bill Laswell, Jon Hassell, Michael Brook, Axel Grol e Daniel Lanois.

Brian Eno “Another Green World – Original Masters Series (Jewelcase)” (1975)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Talvez o melhor álbum de transição de sempre. Eno afasta-se do formato canção dos dois discos anteriores (”Here Come The Warm Jets” e “Taking Tiger Mountain (By Strategy)”) e começa a entrar em território ambiental. São poucas – mas incríveis – as canções pop e o resto é quase um sonho esgazeado de canção pop a metamofosear-se para um som que é infinito, inesgotável. Obra-prima.
Brian Eno “Apollo – Atmospheres & Soundtracks – Original Masters Series (Jewelcase)” (1983)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Banda sonora imaginária inspirada na missão da Apollo 11 e na paisagem lunar. Daniel Lanois e Roger Eno estão a bordo e com Eno partilham a autoria das composições. A Apollo descola de nossas casas para regressar 48 minutos depois. Com este bilhete qualquer um de nós pode embarcar nesta fantástica viagem.
Brian Eno “Before And After Science – Original Masters Series (Jewelcase)” (1977)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Lugar de duas das melhores canções de sempre (”By This River” e “Spider And I”), “Before And After Science” é um passo em frente em relação a “Another Green World” na construção de canções. Assumem um papel de constante mudança, transformam-se ao longo da sua duração. Como se do nada partíssemos para o todo e daí para outra coisa qualquer, sempre diferente.

Brian Eno “Discreet Music – Original Masters Series (Jewelcase)” (1975)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
À luz da sua colaboração com Robert Fripp, Brian Eno ensaia a fuga às canções e ao rock dos seus primeiros álbuns, naquela que é a sua primeira experiência ambiental. William Basinski tomou como suas as pistas deixadas aqui em 1975.
Brian Eno “Here Come The Warm Jets – Original Masters Series (Jewelcase)” (1974)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Primeiro álbum a solo de Brian Eno, após a sua saída dos Roxy Music. “Here Come The Warm Jets” é uma instituição dentro do glam rock, canções como “Needles In The Camel’s Eye” ou “Baby’s On Fire” são hoje celebrações-mor desse género.
Brian Eno “More Music For Films – Original Masters Series (Jewelcase)” (1983)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Segundo volume de música para filmes ainda por realizar, inicialmente lançado como parte da caixa de LPs “Working Backwards” e contendo composições registadas entre 1976 e 1983, por Eno, seu irmão Roger e Daniel Lanois.

Brian Eno “Music For Films – Original Masters Series (Jewelcase)” (1978)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Apanhado de bandas sonoras imaginárias compostas entre 1975 e 1978 e interpretadas por Eno ao lado de Phil Collins (naquilo que melhor toca: bateria), Bill MacCormick (Matching Mole), John Cale, Dave Mattacks (Albion Band), Fred Frith e Robert Fripp, entre outros.
Brian Eno “Taking Tiger Mountain (By Strategy) – Original Masters Series (Jewelcase)” (1974)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Continuação directa de “Here Come The Warm Jets”, mais escuro e menos festivo, onde Eno continua a explorar e a desenvolver a sua ideia de canção pop, aqui já a mostrar sinais de mutação para outra coisa qualquer.
Brian Eno & Harold Budd with Daniel Lanois “The Pearl – Original Masters Series (Jewelcase)” (1984)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
1984. 11 composições pós “The Plateaux Of Mirror” onde o piano arpejado de Harold Budd delineia os contornos dos blocos de som que Eno e Daniel Lanois tecem. Música de sonho.
Brian Eno “Thursday Afternoon – Original Masters Series (Jewelcase)” (1985)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Ainda no território das bandas sonoras, esta é a música para o famoso vídeo sobre a pintura de Christine Alicino. Uma hora ambiental ininterrupta de aplicação directa das estratégias oblíquas de Eno.
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Sexta-feira, 24 Julho, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Alec Empire, Buddha Machine, David Cunningham, Embryo, Kammerflimmer Kollektief, Lust 482, No-Neck Blues Band, Paul Wirkus, Projekt transmit, Staubgold, Yasuaki Shimizu
fez 10 anos de idade há pouco tempo,
mas não teve a lata de fazer uma grande festa.
nem está no seu perfil organizar tanto alarido.
afinal, é uma editora habituada a dar-nos o menos óbvio,
a música que preenche os espaços entre as previsibilidades.
markus detmer, ex-jornalista e recatado músico,
é o condutor de uma da melhores casas de discos da europa,
onde é possível encontrarmos as mais recentes ideias de rafael toral,
alguns desdobramentos dos elementos dos necks,
a pop de oren ambarchi com os sun,
a colaboração dos osso exótico com os minit,
ou a obra-primas de leafcutter john – “the forest and the sea” -
e andrew pekler – “strings+feedback”.
até à próxima sexta-feira,
se comprarem um dos sete discos staubgold desta oferta,
podem adquirir qualquer um dos quatro discos do fundo de catálogo a preço ainda mais reduzido.
e ainda: se comprarem 3 destes discos oferecemos a compilação “rauschgold”.

PROJEKT TRANSMIT
Projekt Transmit
CD Staubgold – 15,50 eur 12,50 eur >> se comprar este disco pode comprar qualquer um da oferta de fundo de catálogo da Staubgold pelo preço reduzido até à próxima sexta-feira!
Projekt Transmit é o novo projecto de Tony Buck, para sempre – até ver – o homem da bateria dos magníficos The Necks. Já sabiamos há muito que ele não vive apenas dos rendimentos do trio da Austrália, e que a sua centralidade em Berlim tem feito muito por outras aventuras. Esta é uma dessas aventuras, um poderoso combo rock – pensem em Shellac e tudo à volta, por exemplo -, com Buck a executar todas as tarefas (excepto baixo eléctrico). Não há nada de novo aqui, é verdade, mas é desarmante ouvirmos o modo como a energia desponta deste power trio imaginário. Se ouvirem o segundo clip, verão a sua versão demolidora de “Masters Of War” de Bob Dylan. E já agora, ouçam a seguir o swing ácido de “Transducer”, ou o quase Bill Laswell (face Material) em “Kayla”, ou até, por que não, o lado Yo La Tengo em “Follow You”. É um dotado, este Tony Buck.
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YASUAKI SHIMIZU & DAVID CUNNINGHAM
One Hundred
CD Staubgold – 15,50 eur 12,50 eur >> se comprar este disco pode comprar qualquer um da oferta de fundo de catálogo da Staubgold pelo preço reduzido até à próxima sexta-feira!
Este é o mesmo Cunningham dos Flying Lizards, dos Owada de Martin Creed, também produtor do primeiro This Heat, colaborador de Michael Nyman nas bandas sonoras para os filmes do Peter Greenaway, de Ute Lemper, Steve Beresford e de David Toop. Fez um pouco de tudo, entrou pelo rock, passou pela contemporânea e andou pela improvisação. Já Shimuzu foi parceiro de Sakamoto, Towa Tei, Bill Laswell e dos Orb. Tudo coisas do século passado, ou quase, enquanto que “One Hundred” é obra deste século. Mesmo que não pareça. Num dia 26 de Dezembro desda década, Yasuaki Shimizu tocou saxofone como se fosse um cantor lírico, esvoaçando por entre os ambientes hipnotizantes da guitarra processada de Cunningham. Após as gravações, cozinhando tudo mandando os resultados para zonas do cérebro que habitualmente usamos para operações mais onanistas. Se é verdade que música ambiental pode ser das coisas mais simples de fazer, a grande música ambiental é assim, como “One Hundred”, em que parece que ocupa todo o espaço, em múltiplas camadas, todas tridimensionais, fazendo-nos crer que nunca iremos decorar o labirinto. Perdermo-nos e não encontrar a saída é a melhor conclusão que podemos ter com um dos melhores discos de 2009. Uma valente e impressionante surpresa.
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VÁRIOS
Rauschgold: Alec Empire plays Staubgold
CD Staubgold – 10,50 eur 9,95 eur >> oferta deste disco na compra de quaisquer 3 discos Staubgold desta oferta de sete discos!
+ se comprar este disco pode comprar qualquer um da oferta de fundo de catálogo da Staubgold pelo preço reduzido até à próxima sexta-feira!
Primeiro foi a vez de Peter Grummich ir às prateleiras da editora Staubgold e, a dedo, seleccionar, cortar e colar pedaços do seu catálogo. O resultado dá pelo nome de “Dinner Music For Clubbers”». Um ano depois, a tarefa passa para as mãos de Alec Empire. São 10 anos em 70 minutos, feitos a partir de uma selecção menos óbvia, onde o ex-Atari Teenage Riot aproveita para tomar em mãos alguns temas, ora remisturando uns, ora fazendo versões dub de outros. Exercício criativo que confere um toque pessoal ao duo do Faust Irmler com Timo Reuber, aos Heaven And (projecto de Martin Siewert com Tony Buck dos australianos The Necks) com Alexander Hacke, Klangwart ou Mapstation. Pelo meio há Organ Eye, nascidos do cruzamento dos Osso Exótico com os Minit, Kammerflimmer Kollektief, Groenland Orchester, Autistic Daughters, Faust, Harald Sack Ziegler, entre muitos outros. A viagem termina 70 minutos mais tarde, depois de 7 minutos originais pelo próprio Alec Empire. É como as pirâmides de chocolate das pastelarias às quais nenhum guloso resiste, feitas da massa de bolos velhos, com a cereja no topo sobre um anel de creme. Guardem a dieta para o dia seguinte.
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+ fundo de catálogo Staubgold
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VÁRIOS
Rauschgold: Alec Empire plays Staubgold
CD Staubgold – 10,50 eur 9,95 eur >> 5,95 euros se comprar um dos outros 6 discos da oferta Staubgold
Muito tentadora a palavra Kollektief. Remete-nos, de imediato, para o Willem Breuker – defeito profissional, assumimos – e depois vem tudo o resto. Um dos que aparece na memória é o Kammerflimmer, uma pequena banda, afinal, que estende o seu som para além do que é esperado de três músicos. Thomas Weber (guitarra, electrónica e piano), Heike Aumueller (harmónio, voz, sintetizadores e percussão) e Johannes Frisch (contrabaixo e percussão) são os três sobreviventes da formação original e não se sente a falta de ninguém. Vagamente kraut, fortemente cinematográfico, “Jinx”, o sexto álbum do currículo, procura cores sonoras para as imagens que sugere, dançando com elegância entre o rock instrumental (quando as coisas aquecem) e a paleta jazz (quando as coisas se tornam mais interessantes). Muitos associam-nos aos Tied & Tickled Trio, mas Kammerflimmer Kollektief são mais irrequietos e com tendência para entrarem em zonas escuras: o último tema – apropriadamente chamado “Subnarkotisch” – não tem clemência e leva-nos para as masmorras num caminho de nevoeiro de 11 longos minutos. Ideal para quem gosta de se sentir perdido quando perguntam “de que género é?”.
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NO-NECK BLUES BAND & EMBRYO
Embryonnck
CD Staubgold – 15,50 eur 12,50 eur>> 5,95 euros se comprar um dos outros 6 discos da oferta Staubgold
As duas metades desta colaboração são tão dissonantes como unidireccionadas. A enigmática No-Neck Blues Band de Brooklyn assola o underground nova iorquino há já mais de dez anos, com a sua comunhão free e carisma transbordante, e a devoção incondicional de nomes sonantes como o de Thurston Moore ou o do falecido John Fahey. Perto de completar 37 anos de actividade, o colectivo Embryo nasce pela mão do percurssionista Christian Burchard depois de este abandonar os Amon Düül II em 1969, desde então editaram mais de 20 álbuns que registam o seu cruzamento muito próprio de kraut, jazz, space-rock e ritmos do mundo. Em comum a obsessão pela composição espontânea e o psicadelismo. Em «Embryonnck» a NNCK deixa o loft, e os Embryo a floresta negra. Blues transviados, groove celebratório, reunião de espíritos e rock submerso em viagem cósmica por galáxias distantes; por acaso quântico, eis a conexão com a Terra.
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PAUL WIRKUS
Déformation Profissionnelle
CD Staubgold – 15,50 eur 12,50 eur>> 5,95 euros se comprar um dos outros 6 discos da oferta Staubgold
Paul Wirkus é um pequeno génio. Talvez vos tenha passado ao lado, mas há poucos, muito poucos, como ele. Um verdadeiro alquimista sonoro, manipulador nato de tudo que faz som, música ou ruído. Arrumou-se, há uns anos, na secção dos glitches digitais, mas tudo não passou de um equívoco. Ou talvez não, já que Wirkus conseguiu, até aí, mostrar que conseguiu dobrar o género para além da elasticidade padrão. Depois, tornou-se conspirador essencial para Stefan Schneider (Mapstation), para o September Collective (com Barbara Morgenstern, também), Kammerflimmer Kollektief e, recentemente, com Ekkehard Ehlers (casamento perfeito com “Ballads”). Loops, re-loops, sons em órbita, hipnotismo, sugestão, movimentos em câmara lenta, histórias sem palavras, um aparente caos de sons estranhos em perfeita harmonia e estruturação (e, porque não, melodia?). Não é com este disco que Paul Wirkus vai ser notícia cá dentro, mas para quem se deixa ir nestas águas, este polaco residente em Colónia é um dos mais entusiasmantes timoneiros graduados.
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VÁRIOS
Jukebox Buddha
CD Staubgold – 15,50 eur 12,50 eur >> 5,95 euros se comprar um dos outros 6 discos da oferta Staubgold
Fenómeno de culto em todo o mundo, o brinquedo Buddha Machine dos FM3 conquistou toda a gente com a sua simplicidade: nove loops eternos, alternáveis, dentro de uma caixinha lo-fi. Muito se escreveu sobre o impacto deste objecto no contexto da recente cultura de objectos electrónicos nos nossos bolsos, mas nada ainda tinha sido feito em termos sonoros. Claro, o disco de remisturas também era esperado no horizonte. A Staubgold decidiu reunir um grupo impressionante de músicos e projectos que desafia qualquer A List. A contaminação pelo exterior é o principal modo de actuação e o principal modo de atracção: é quase um jogo escondido descobrirmos como foram assimilados os loops na linguagem particular de cada um. Mesmo nos casos em que a inspiração foi decerto mais importante que os próprios sons extraídos o resultado é vibrante – Kammerflimmer suspende o seu groove para além das estrelas, Mapstation hesita, Jelinek/Pekler/Leichtmann fazem um anúncio para a Buddha Machine. Como o conceito de loop está próximo de alguns dos convidados, é natural que seja esse o processo sonoro mais utilizado – SunnO))) amplifica os baixos, Es exorcisa os demónios e Blixa Bargeld confude todos com a sua estranha e enigmática versão.
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Sexta-feira, 17 Julho, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Benni Hemm Hemm, Kimi, Lust 481, Morr Music, Sin Fang Bous, Skakkamanage, Skakkapopp
É sempre inevitável olhar para um disco da Islândia sem pensarmos em tudo o que ouvimos daquele país e de como é que uma pequena ilha, agora na bancarrota, consegue exportar tantas ideias musicais. Por isso, juntamos novidades e recuperações neste Icelandic Special que está a preço especial, mas que juntos ainda ficam mais especiais. A partir de hoje e até à próxima sexta-feira, podem adquirir os três álbuns por apenas 30 euros.
Skakkamanage +
+ Sin Fang Bous +
+ Benni Hemm Hemm = 35,85 euros 30 euros!!!
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SKAKKAMANAGE
All Over The Face
CD Skakkapopp - 15,50 eur 11,95 eur
Reykajavik, capital da Islândia, tem Björk, Sigur Rós, Múm, Hilmar Örn Hilmarsson, tem gelo, secções de cordas que pingam mel, emoções pop e alguma explosão rock, sempre em contacto directo com o lado emotivo. Mas também de lá vêm uns improváveis Skakkamanage. São quatro, liderados pelo casal que está na capa de “All Over The Face”, ele e ela – Svavar e Berglind – cantam em inglês, têm uma pronúncia quase perfeita e trazem no saco o legado de 20 anos de bandas de indie pop/rock anglo-saxónicas. Do tal saco e de olhos vendados, podemos à sorte tirar nomes: Hold Steady, Modest Mouse e Spoon são alguns dos que partilham o mesmo campeonato. Pelo site da banda, todo em islandês, pouco se fica a saber. Por isso ao ouvir o disco construímos na nossa cabeça o quadro perfeito de uma banda que toca num bar redneck à beira da estrada – sim, a paisagem é americana. O bar nada vale, a atmosfera é menos má, mas só lá nos aguentamos pela música.
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SIN FANG BOUS
Clangour
CD Morr Music – 15,50 eur 11,95 eur
Até tinha tudo para ser mais um disco apenas, neste vasto oceano de novidades. Mas não. Fora dos Seabear, onde é líder, Sindri Mar Sigfusson (islandeses têm sempre os melhores nomes impossíveis de sempre) também merece destaque com esta sua estreia a solo. E por muito que nos irrite as comparações – para o bem e para o mal – “Clangour” é a primeira pedra do memorial de Brooklyn em Reykjavik. Canções completas, com vozes e ecos psicadélicos em Animal Collective ou Caribou, ritmos e percussões semi-tribalísticas, found-sounds à The Books, sabor exótica e surf, uma pitada de Devendra, outra de Beach Boys, e um universo riquíssimo herdado da pop electrónica da Morr. Peguem nestes nomes e nestas comparações, metam-nas numa câmara de vácuo, rebolem-na pela encosta abaixo e abram-na apenas quando tiverem os cocktails preparados à beira do mar. Enjoy.
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BENNI HEMM HEMM
Murta St. Calunga
CD Kimi - 15,50 eur 11,95 eur
Recuperado em 2009, fora da cortina da Islândia, este é o terceiro álbum desta pequena orquestra liderada pelo carismático Benedikt Harmannsson. Como sempre, esperem um som intenso, total, no limite do que a pop consegue suportar – guitarras, piano, bateria e percussões, trompetes, trombones, violinos, violoncelo e um sotaque cerrado islândes – mas isso vocês já devem saber o que é. Alguma informação extra diz-nos ainda que o processo de gravação deste álbum (o anterior tinha nascido no estúdio dos Sigur Rós) foi analógico, o que faz sentido quando ouvimos as canções de “Murta St. Calunga” e o que elas significam – uma grande, grande viagem pelo mundo, que começou, como sempre, com um olá às baleias dos mares do norte e passou por terras como Paquistão, Roménia ou Afeganistão.
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Sexta-feira, 10 Julho, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Lust 479, Midaircondo, Mountaineer, Ryan Teague, Sickoakes, Type
Segunda e última parte da nossa oferta e destaque Type. A partir da próxima Lust, dia 17, todos os preços de campanha acabarão. Aproveitem para ouvir, aproveitem para conhecer, aproveitem para comprar 3 discos pelo preço antigo de 1 disco apenas.
A oferta é simples: comprem um disco Type qualquer e poderão comprar os discos da Oferta #1 e #2 ao preço reduzido.

MIDAIRCONDO
Shopping For Images
CD Type – 16,50 eur 11,95 eur > 4,95 euros na compra de mais discos da Type
Conta a lenda que Midaircondo nasce durante uma sessão caseira de tricô. Não se conhece o momento exacto da conversa em que todas descobrem que têm a mesma vontade e interesse em música e imagem experimentais mas, seja como for, Midaircondo é um dos mais interessantes projectos de pop experimental que nasceram nos últimos anos na Suécia. Pensem em Lykke Li ou Hanne Hukkelberg nos seus dias mais aventureiros, ou até no próprio “Handwriting” de Khonnor. Diz-se que é jazz com influência de David Lynch, diz-se que é música para um cabaret lúgubre, diz-se que tem o charme de uma caixinha de música dos tempos dos imperadores russos. Seja como for, Midaircondo são três amigas suecas, o que já quer dizer alguma coisa.
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SICKOAKES
Seawards
CD Type – 16,50 eur 11,95 eur > 4,95 euros na compra de mais discos da Type
Nem tudo é claramente ambiental na Type. Sickoakes vêm da Suécia, são seis músicos e assumem-se, para mal de todos, como um grupo rock. A notícia não é boa porque distrai, diz menos do que aquilo que se pretende. “Seawards” tem rock, sim, mas percorre as margens, em vez de ir pela pista do meio: ecos épicos da família Godspeed sugerem uma influência bem vincada. “Oceans On Hold”, o terceiro tema, destapa o pós-rock num circular e celebratório tema de 10 minutos. O final de “Seawards” mostra aquilo que deverá ter feito a editora apostar fortemente neste disco: espaço aberto, mar alto, melancolia ambiental.
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MOUNTAINEER
When The Air Is Bright They Shine
CD Type – 16,50 eur 11,95 eur > 4,95 euros na compra de mais discos Type
Sol, canções, anos 60 e 70… e bossa nova com sotaque alemão? O que podia ser um estranho erro numa editora tão preocupada em manter as aparências – no bom sentido – é aqui uma docinho difícil de resistir para quem tem muito amor para dar à pop exótica de Jim O’Rourke, I’m Not A Gun ou Jens Lekman. Henning Wandhoff é o líder deste combo e ele não quer mais do que partilhar o seu Sol.
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RYAN TEAGUE
Coins & Crosses
CD Type – 16,50 eur 11,95 eur > 4,95 euros na compra de mais discos Type
Quando saiu “Coins & Crosses” fomos muito claros: eis um disco muito importante de alguém que decerto sairá do anonimato em breve. Ryan Teague ainda não preenche muitas páginas de jornais, mas este seu álbum continua a espantar a cada nova audição. Tudo é muito sério aqui, minhas senhoras e meus senhores: orquestra filármónica de Cambridge e o conceituado harpista Rhodri Davies dão corpo a um quase filme sonoro, cheio de surpresas e inversões de marcha inesperadas, naquilo que muitos dizem (e nós também, mas sem estarmos assim tão certos) ser uma visão actualizada das preces de Alice Coltrane. Seja como for, há aqui, sim, muita alma, movimento ascensional, um brutal sentido visual e uma urgência dramática que tornam este disco, arriscamos, ainda essencial.
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Sexta-feira, 3 Julho, 2009
Categoria: Destaque, Promoção
Etiquetas: Helios, Khonnor, Sylvain Chauveau, Type, Zelienople

HELIOS
Ayres
MCD Type – 12,50 eur 4,95 euros na compra de mais discos da Type
Este é o disco do meio para Keith Kenniff na Type. Pop delicada e com geografia desconhecida, feita inteiramente pela mão do músico, entre a contemplação e a canção – esta é a primeira vez que Keith canta. Imaginem Scritti Politti em câmara lenta, ou Junior Boys em estado de imersão total. E ouçam como “In Heaven” de David Lynch é refeito através do seu caleidoscópio Type.
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SYLVAIN CHAUVEAU
S.
MCD Type - 12,50 eur 3,95 euros na compra de mais discos da Type
Talvez demore a entrar, mas acreditem: Sylvain Chauveau é um músico muito especial. Nós gostamos de quem não pára para colher os louros e quando se dá por eles já estão noutra. Este disco apareceu depois do seu disco de versões de Depeche Mode e mais uma vez Sylvain fugiu para a frente. “S.” é mais sobre o espaço e o estudo do som do que composição musical e atira o músico para terrenos férteis de ideias e sensações. Parece tudo muito académico e dentro do círculo do teste-e-erro, mas acreditem que os resultados são incríveis. Será que podemos ter a lata de dizer que o primeiro disco que nos ocorre ao ouvir “S.” é o “Blemish” de David Sylvian?
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ZELIENOPLE
His/Hers
CD Type - 16,50 eur 5,95 euros na compra de mais discos Type
Trio de Chicago, os Zelienople juntam Matt Christensen (guitarra e voz), Mike Weis (percussão) e Brian Harding (guitarra e clarinete). A editora e muitas das críticas apelidam o seu som como psych-rock. Na verdade, essa pode ser a primeira ideia quando se ouve rapidamente “His/Hers”, depois alguém também fala nos Boris (sim, é verdade), no shoegazing (há muito por lá também), no slow-core (é essa a velocidade de muita da música aqui) e noutros pontos de referência que apenas nos ajudam a localizar e a decidir quando é que nos apetece ouvir este disco. Agora?
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KHONNOR
Handwriting
CD Type - 16,50 eur 5,95 euros na compra de mais discos Type
Esperem! Não conhecem este disco? A quase-estreia da Type foi um álbum incrível feito por um miúdo teenager, encharcado de referências e heróis, encarnando na perfeição o bedroom album. Quase inacreditavelmente, “Handwriting” é o disco indie de eleição, tronic até ao tutano, com canções tão ingénuas quanto desarmantes e arranjos que mostraram que o puto Connor sabia bem o que andava a fazer, numa mistura curiosa de pretensão e arrojo sem limites. Não conhecem este disco? Foi um dos discos do ano de 2005 e não parece ter perdido nada do seu encanto.
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Sexta-feira, 5 Junho, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Destaques Lust, Ekkehard Ehlers, Paul Wirkus, Staubgold

EKKEHARD EHLERS & PAUL WIRKUS
Ballads
CD Staubgold - 15.50 eur 11.50 eur
O artwork do CD é, só por si, exemplar: na capa, um detalhe de uma parede não deixa ver mais que pormenores de uma cortina, de uma janela e de um banco; na parte de trás, as palavras impressas fundem-se com o fundo escuro, deixando-nos com a dificuldade em descobrir correctamente o que lemos. Ou seja, fragmentos e sugestões que também se podem aplicar à música de Ehlers e Wirkus. E essa tem sido uma natural vantagem da sua música, onde pequenos detalhes parecem ganhar vida, seja pela manipulação, seja pela arte do loop. Contudo, “Ballads” parece habitar o estúdio, fazendo-nos crer que o que ouvimos é fruto de um jogo de insinuações, perdido entre referências e tipologias, mas que nos deixa em estado permanente de alerta. Em certos momentos parece a electrónica pastoral de Fennesz feita de ferro e terra, noutros parece aproximar-se da construção sonora de Tétreault e Otomo, com os instrumentistas convidados tudo parece resumir-se a uma lição de novo jazz. Parece uma surpresa, mas não é: tanto Wirkus como Ehlers são há muito dois dos mais interessantes escultores sonoros europeus.
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Sexta-feira, 22 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Omar Rodriguez Lopez, Stones Throw

OMAR RODRIGUEZ LOPEZ
Old Money
CD Stones Throw – 13.95 eur 10.50 eur (ou 9,95 eur – clique aqui para detalhes)
É mesmo fácil ser-se fã extremo da Stones Throw. Para quem pensa que é uma editora de hip hop ou de beats, basta ouvir algumas das últimas edições para se perceber que o que conta é mesmo a música. E, quase sempre, música de alguém que vê muito para além do que está à sua volta. Omar Rodriguez Lopez é, por isso, uma adição bem-vinda ao catálogo. Homem do leme nos Mars Volta, volta a mostrar aqui os muitos mundos que habitam na sua cabeça, deixando que “Old Money” seja um cartão de visita portentoso e, para quem queira mal ao senhor, muito muito muito vaidoso. Mas isso se acharmos que Mike Patton é vaidoso quando oscila entre Fantômas, Mr Bungle ou Faith No More, ou que John Zorn também o seja quando molda à sua maneira a música de câmara, o jazz com sotaque judaico ou as heranças de John Barry ou Morricone. “Old Money” tem essa premissa avassaladora e desmesurada: citar com timing perfeito e uma dose valente de electricidade algumas das suas maiores influências da guitarra (Pink Floyd, Santana, Magma, Zappa, entre outros). A surpresa não é a dimensão do projecto, mas sim o modo como Omar Lopez sai ileso desta aventura.
Preço promocional por tempo limitado.
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Sexta-feira, 22 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Savath & Savalas, Stones Throw

SAVATH & SAVALAS
La Llama
CD Stones Throw – 13.95 eur 10.50 eur
Parece quase paradoxal que Guillermo Scott Herren não exiba o seu projecto Prefuse 73 na Stones Throw, sendo um dos melhores exemplos de construção de beats da última década (o marco “Vocal Studies + Uprock Narratives” é de 2001). Ou até mesmo o aparentemente terminado heterónimo Delarosa & Asora. Savath & Savalas tem sido sempre um parente pobre da sua música, raramente aceite e muitas vezes relegado para segundo plano. Contudo, é aqui que Scott Herren tem escrito a maioria das suas produções, e “La Llama” é já o quarto álbum – “Folk Songs For Trains, Trees And Honey” é de 2000, anterior à estreia como Prefuse 73. Confessamos que também achamos o mesmo, mas com alguma insistência neste novo álbum, descobrimos, apropriadamente, a sua chama. Continua a ser pop pastoral, acústica e delicada, baladeira e perfeita para um fim de tarde de calor, mas também revela um espírito zen de inspiração libertária em que podemos, nos melhores momentos, ligar a Marquis De Tren & Bonny Billy ou a Jackie-O Motherfucker. Este ambiente de falsa folk e de falso jazz é uma surpresa e demonstra que este trio está disposto a correr maiores caminhos do que as canções nos fazem crer. Bem-vindos, então.
Preço promocional por tempo limitado.
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faixa completa para download aqui.
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Sexta-feira, 22 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Playrjc, Prins Thomas, Robert Johnson

PRINS THOMAS
Live At Robert Johnson
CD Playrjc – 14.95 eur 11,95 eur
Prins Thomas gravou um set para o clube Robert Johnson, é o número dois na série (o primeiro foi um set de Chloé) e passa a ser um novo compêndio da produção actual equilibrada com algumas jóias vintage (Martin Circus e Dogs Of War, por exemplo). São 27 faixas no total e uma porta privilegiada, em 2009, para um sítio onde o tempo se suspende (sensação forte ao escutar muita desta música). Preço promocional por tempo limitado.
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Sexta-feira, 22 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Destaques Lust, Psychic Ills, The Social Registry

PSYCHIC ILLS
Mirror Eye
CD/LP The Social Registry - 14.50 eur 12.95 eur
Quando poucos pensavam que iam ouvir falar em shoegaze outra vez, os Psychic Ills já tinham lançado “Dins”, álbum duro que remetia para os primórdios pesados da coisa (Spacemen 3 à cabeça) e menos para o seu lado idílico. Passaram-se alguns anos, saiu uma recolha de trabalhos anteriores (”Early Violence”) e o segundo lugar é uma longa travessia no deserto, herdeira, pois, dos momentos menos canção dos Spacemen 3, dos temas que se tornavam jams de uma hora ao vivo (”Suicide”). Ao invés de um discurso monocórdico, ao longo da sua duração é atravessado por diversas ideias, que tanto dão para a exploração de um som mais pesado – a lembrar “Dins” – como para uma massa sonora quente, perfeita para criar aquela sonolência ligeira depois de um bom almoço – e que é bastante agradável quando não temos que trabalhar a seguir : ).
Preço promocional por tempo limitado.
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Sexta-feira, 22 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: J. Dilla, J. Rocc, Madlib, Stones Throw

MADLIB
Beat Konducta Vol. 5-6 – A Tribute To…”
CD Stones Throw – 13.95 eur 10.50 eur (ou 9,95 eur – clique aqui para detalhes)
O termo “Beat Konducta” aparecia escrito à mão nos CDR que Madlib dava aos seus colaboradores com rascunhos de beats como ponto de partidas. O nome ganhou forma para “Movie Scenes” – banda sonora imaginária para uma miríade de géneros musicais reconhecíveis do cinema – e “In India” – a música indiana ouvida através dos ouvidos de Bollywood. Depois de mais dois volumes em vinil, o terceiro CD compila agora outra homenagem – uma homenagem esperada e cíclica na música recente de Madlib. Conjuntamente com J. Rocc, Madlib presta um tributo ao génio de J. Dilla e à amizade que os uniu durante tanto tempo. São 42 temas, fragmentos, pequenas explosões rítmicas, ideias, esboços, beats hipnóticos alinhados com um sentido narrativo ímpar que abunda nas edições da Stones Throw. Dilla pode ser ainda intocável, mas Madlib e toda a sua crew sabem merecer bem um quinhão da pesada herança.
Preço promocional por tempo limitado.
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Sexta-feira, 15 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Destaques Lust, Kompakt, The Field
THE FIELD
Yesterday And Today
CD Kompakt – 14,95 eur PREÇO PROMOCIONAL POR TEMPO LIMITADO > 11,95 euros
É um daqueles momentos em que os astros se alinham. Em 2007 “Chromophobia” de Gui Boratto e “From Here We Go Sublime” de Field fundiram com luminosidade o universo techno da Kompakt com o vasto universo, mas por vezes muito fechado sobre si próprio – mais pelas pessoas do que pelo espírito em si -, indie rock. Pode dizer-se também que foi um vice-versa, mas interessará sempre mais o primeiro lado da história. Neste ano, Gui Boratto meteu a coisa noutro local com “Take My Breath Away”, fala-se mesmo disso, mas importará sempre voltar a ele durante este ano, porque é um dos melhores registos que ficará dele. E em regime de quase resposta, o sueco Axel Willner (The Field) entrega-nos “Yesterday And Today”, também ele a milhas de distância do primeiro registo e numa outra dimensão qualquer. A sério, que raio acontece no final de “I Have The Moon, You Have The Internet”? Seja o que for, acorda-nos do sonho dos sete minutos anteriores e mete-nos noutro completamente distinto por apenas alguns segundos. Quase como magia, como se os passos em direcção ao shoegaze em “From Here We Go Sublime” não fossem suficientes, Axel vai mais longe nessa ideia de sugestão de camadas de guitarras sem guitarras, um gesto hipnótico, envolvente, mas também apelativo ao corpo para que os olhos não fiquem a olhar para o chão. Em busca da perfeição, o rock-não-rock, o techno-não-techno, como transe absoluto.
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Sexta-feira, 15 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Biosphere, Destaques Lust, Touch

BIOSPHERE
Wireless – Live at The Arnolfini, Bristol
CD Touch – 12,50 eur PREÇO PROMOCIONAL POR TEMPO LIMITADO > 9,95 euros
Há a oportunidade do preço (especial de lançamento, por tempo limitado), mas há sobretudo a oportunidade de voltarmos a ouvir Biosphere em estado de graça. Já não havia nada a provar – é dele um bom pedaço da mais cativante música ambiental dos últimos 10 anos -, e por isso, a gravação de um concerto em 2007 em Bristol serviu de desculpa para repensar e remontar algumas das suas memórias recentes, tornando “Wireless” numa espécie de ‘best of’ dissimulado. Não se iludam: não é possível construir esta música ao vivo. O que é importante notar é o empenho nesta segunda aproximação ao seu trabalho e ao labor de uma nova reconstrução do seu espólio. E quem melhor para o fazer senão o próprio Geir Jenssen? Podemos então viajar literalmente pelos seus ábuns e apreciar o seu chill out de alta definição propondo-nos sugestões de hipnose digital, techno envergonhado, hipóteses de bandas sonoras imaginárias, jazz paralelo, uma subida ao Tibete e um mergulho nas profundidades. Telúrico mas de olhos nas estrelas.
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Sexta-feira, 15 Maio, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: 2062, Destaques Lust, William Basinski

WILLIAM BASINSKI
92982
CD 2062 – 14,50 eur PREÇO PROMOCIONAL POR TEMPO LIMITADO > 9,95 euros
O arquivo de William Basinski, editado e reeditado ao longo dos últimos anos na 2062, é uma das maiores descobertas, ou redescobertas para alguns, que esta década nos concedeu. Os seus loops são de uma mágoa latente, beleza estonteante, seja em trabalhos como “The River”, “Silent Night” ou os incontornáveis quatro volumes de “Disintegration Loops”. “92982″ é composto de gravações do início dos anos 80, registadas num estúdio em Brooklyn. Quatro drones carregados da melancolia Basinski, acalentados com o som envolvente: ouvem-se sirenes à volta, helicópteros a sobrevoarem o final do dia em que o músico, hoje com 51 anos, gravou o que aqui ouvimos. Com o tempo, à medida que desbravamos o mundo de Basinski e voltamos à sua obra anterior, percebemos que este é um universo enfeitiçado, um lamento para a posteridade do stream of consciousness que corta a humanidade nas últimas décadas. Momento oportuno para voltar a ele, ou para o descobrir, uma vez que para a semana dará um concerto no Barreiro, integrado no festival Out.fest. “92982″ poderia ser o nosso último lamento, como seres humanos. Sim, é assim tão avassalador.
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Quinta-feira, 7 Maio, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Eskimo, Lindstrom & Prins Thomas

LINDSTROM & PRINS THOMAS
II
CD Eskimo – 14.50 eur 12.95 eur (até 15 de Maio)
Segunda viagem cósmica em conjunto de Lindstrom & Prins Thomas, juntando as areias de Ibiza aos anéis de Saturno. Ricardo Saló escreveu no Expresso (5 estrelas em 5):
“De concreto, importará saber que poucas vezes um título como “II” terá sido tão judiciosamente escolhido como expressão da ideia exacta de progresso que um segundo volume deveria sempre representar face ao momento da estreia. Sobretudo porque emerge aqui a distinta serenidade da escrita de quem – por fim – cresceu para se entregar a si próprio e – em longas divagações de sinal introspectivo – já se liberta (e a quem o ouve) das referências onde começou por recolher o estímulo para a acção. E de nada mais será fruto este genuíno estudo da matéria de que se faz o prazer senão do pleno uso desse duplo direito (que já viu melhores dias) de pensar e deixar a música respirar. Que – por outro lado – seja possível ouvir as 99 faixas do álbum por qualquer ordem sem perda de sentido, talvez já remeta para o advento de uma nova sabedoria no domínio da estrutura narrativa associada ao infinito campo de possibilidades da programação.”
Disco em stock durante a próxima semana. Se perderam as recentes promoções com os discos de Bill Callahan ou Black Dice, nova oportunidade de poupança. Preço de promoção válido para pré-encomendas ou vendas realizadas até sexta-feira 15 de Maio. Clips para ouvir aqui.
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Segunda-feira, 27 Abril, 2009
Categoria: Destaque, Novidade, Promoção
Etiquetas: Black Dice, Filho Único, Paw Tracks

normal: 13,50 eur. > preço até 2/5: 9,95 eur.
Directa ou indirectamente, os Black Dice tocaram em quase toda a gente do mundo nesta década. Não vale a pena discutir ou embater em gostos, mas a sua influência é inegável e foram um dos pilares na construção das novas linguagens da pop enquanto faziam chegar o rock transversal / experimental a um público alargado. “Beaches & Canyons” é o tal marco na sua carreira – e na história da música desta década – e o que se seguiu é um pequeno paraíso para redescobrir música dos últimos cinquenta anos: Manuel Göttsching, Boredoms, Faust, Wolfgang Voigt, Tony Conrad, White Noise, Fifty Foot Hose e muito, muito mais. Em jeito de celebração da chegada do novo disco, “Repo”, + o concerto no próximo domingo no Museu de Chiado, vamos estar a vendê-lo a preço de amigo do peito até ao próximo dia 2. A oferta é válida para compras efectuadas na loja, por correio ou para quem fizer reserva e levante o disco até ao final do dia de sábado – 2 de Maio. A partir desse dia voltamos a ter o preço normal – que é também de amigo, mas menos amigo, é verdade.
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Segunda-feira, 13 Abril, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Bill Callahan, Drag City, Plush
+
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Plano 1: comprar o novo álbum de Bill Callahan (13,95 euros), tendo a hipótese de adquirir o anterior – “Woke on a Whaleheart” – por 9,5 euros! Com ele, oferecemos um poster para “Sometimes I Wish We Were An Eagle” (58×72cm)
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Plano 2: Comprar o novo álbum de Plush – “Fed” (14,95 euros) -, adquirindo “More You Becomes You”, de 1998, por 9,5 euros! É a soberba edição da Drag City, em réplica vinil, tipo japonesa, embalada em papel. Álbum incrível numa embalagem incrível.
Reclamem os cabazes especiais ao balcão ou por email.
Ambos os planos activos durante esta semana, apenas, e limitadas ao stock existente.
Promoção não acumula com mais nenhuma em vigor.
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Segunda-feira, 23 Fevereiro, 2009
Categoria: Destaque, Promoção
Etiquetas: Bruce Springsteen

Não se arrasta o título The Boss durante tanto tempo sem que ninguém o ponha em causa. E mesmo que a sua carreira desde os anos 80 tenha sido pouco marcante, Bruce Springsteen acomoda-se confortavelmente na história da música americana com um arranque discográfico que poucos conseguem ter. Desde a estreia com “Greetings From Asbury Park, NJ” em 1973 até ao seu grito patriótico multi-platinado “Born In The USA” de 1984, são sete álbuns, de fio a pavio, que vos apresentamos e que se tornam urgentes e essencias quando vos damos a hipótese de os ouvir em versões remasterizadas e em réplicas em cartão dos álbuns originais (as sempre apetitosas edições japonesas). E, claro, tudo por um preço que dificilmente repetiremos em loja.

“Greetings From Asbury Park, NJ – edição japonesa em cartão”
1973
CD Sony – 9.95 eur
As canções de Springsteen sempre olharam para o seu redor em busca de inspiração. De um modo mais poético ou mais retratista, a realidade sempre foi o melhor tema para toda a carreira do músico e por isso não haverá introdução mais perfeita do que assumir-se como filho da sua terra, New Jersey. Deste pequeno cantinho do estado de Nova Iorque, Springsteen olha a sua América, com a ambição de soletrar os seus mestres: Bob Dylan nas palavras, Van Morrison na música e no modo de cantar. Fê.lo de modo exemplar e ganhando personalidade própria e um lugar confortável no meio dos seus deuses.
“The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle – edição japonesa em cartão”
1973
CD Sony – 9.95 eur
Terá sido o insucesso de vendas da sua portentosa estreia que talvez o tenha motivado a editar “The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle” o mais cedo possível e, mais importante que isso, a procurar novos caminhos? Com efeito, passado poucos meses, há quase um novo Springsteen aqui, menos folk, mais universal, mais empenhado nos arranjos de uma ambiciosa banda, embora mantendo a lírica próxima do seu mundo pessoal. Foi mais uma vez uma pequena desilusão nas vendas, mas ficou como uma das suas obras máximas e um álbum que cruza e antevê muitas das suas direcções – algumas delas aparecerão assumidamente muitos anos depois.

“Born To Run – edição japonesa em cartão”
1975
CD Sony – 9.95 eur
Vestiu como poucos a farda do americano comum, nascido e triturado pela grande terra das oportunidades. Essa vontade indómita de vencer guiou os seus primeiros álbuns, onde há uma desmesurada necessidade de triunfo, de atingir os objectivos, tentar sempre mais e melhor. Foi justamente a ajuda da crítica (vergada pelos seus dois anteriores álbuns) e das poucas vendas que “Born To Run” teve quase um cheque em branco para Springsteen poder gravar o que quis. Entre avanços e recuos, entre músicos que sairam e entraram, este seu ópus de 1975 parece querer derrubar o rock americano dos anos 70 com poucos assaltos. A E Street Band forma-se espontaneamente e as canções de “Born To Run” acabam por ser bem mais que um simples álbum rock – é operático e sinfónico, mas também frágil e tocante, e mostra Springsteen, com três álbuns feitos, como um músico iluminado capaz de fazer qualquer coisa bem feita.
“Darkness On The Edge Of Town – edição japonesa em cartão”
1978
CD Sony – 9.95 eur
Atingida, finalmente, a atenção do público com “Born To Run”, Springsteen parecia querer trocar as voltas aos seus novos fãs – curiosamente, iria fazer a mesma proeza nos álbuns seguintes, com “Nebraska” depois de “The River” e “Tunnel Of Love” depois de “Born In The USA”. Anos de luta legal que o afastaram dos estúdios talvez tenham ajudado a que uma nova fase desencantada assumisse as rédeas das suas letras. Musicalmente, este álbum parece ser a plataforma coerente e sólida que o músico usaria nos seus próximos álbuns, com a sua banda a ser sonicamente poderosa e, simultaneamente, capaz de sofisticados detalhes, graças a músicos cada vez mais familiarizados com as políticas e orientações do seu líder.

“The River – edição japonesa em cartão”
1980
2CD Sony – 13.95 eur
Historicamente, “The River” é um dos poucos álbuns em que Bruce Springsteen parece satisfeito com as direcções tomadas no álbum anterior. Dezoito canções elegíveis para entrarem no seu quinto álbum parecem provar isso mesmo, não deixando alternativa senão erguer “The River” como um duplo álbum. Esta serenidade, contudo, não trouxe mudanças nas suas palestras: angústias e desejos universais, as suas origens e recordações familiares, as lutas do pequeno americano pelos seus ideais, e uma ou outra alegoria mais positiva e entertaining, como “I’m A Rocker”, em que se compara a um super-herói.
“Nebraska – edição japonesa em cartão”
1982
CD Sony – 9.95 eur
Este é o álbum que todos gostam de citar e que serviu para que o mundo indie rock se aproximasse de Bruce Springsteen. Pelas razões certas, saliente-se. Com canções escritas durante um período de ligeira depressão pessoal, todos perceberam que a E Street Band nada poderia fazer por elas senão deixá-las no seu estado original. Num registo lo-fi, em voz e guitarra apenas, “Nebraska” foi um arriscado passo, mas também um óbvio passo, já que Springsteen sempre expôs a sua vida e memórias nas canções. Outro artista contornaria a música num momento como este, mas The Boss provou o seu génio fazendo das limitações a sua força motriz para ver o mundo de um ângulo único e irrepetível. Por isso, “Nebraska” também se tornou num momento irrepetível na história americana.
“Born In The USA – edição japonesa em cartão”
1984
CD Sony – 9.95 eur
Para quem não conhece Bruce Springsteen, o tema título do álbum está, contudo, bem presente na memória colectiva. Tal como “Dancing In The Dark”, foi um dos inúmeros êxitos que emergiram desta sua unânime e vigorosa obra de rock & roll, uma espécie de disco intransponível que fatalmente se arrastou até hoje. De certa maneira, fechou o seu ciclo de desencanto e amor pelas muitas américas que cantou, recuperando a sua banda para um vigor sónico musculado inédito, adormecido até então pela sua pausa forçada em “Nebraska”, dois anos antes. Foram vendas de milhões, singles em todos os tops do mundo e uma capa iconográfica num disco que esconde as façanhas de outras obras em potentes arranjos e mensagens claras de awakening colectivo, demasiadas vezes confundidas com entusiasmos patrióticos exagerados.
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Sexta-feira, 20 Fevereiro, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Chicks On Speed, Destaques Lust


Chicks On Speed e Who Made Who tocam hoje no Lux, ocasião para lançar uma promoção em alguns títulos do catálogo da editora de Chicks On Speed. A subversão electro começada no início do século teve continuação através da editora que, na prática, reformulou as ideias de punk e pop para uma entidade apenas, uma espécie de nova resistência ao domínio corporativo utilizando as tácticas da indústria. A verdade é que a Chicks On Speed Records reuniu uma série de nomes de vanguarda na revolução de fim de século (XX): DAT Politics, Le Tigre, Kevin Blechdom e as próprias Chicks como faces mais visíveis. Ana da Silva aparece como o elo que liga com o passado que interessa à editora, tal como as Chicks praticamente começaram com uma versão de “Mind Your Own Business” de Delta 5.
Títulos em promoção até à próxima quinta-feira 26 de Fevereiro, stock limitado:
Ana da Silva “The Lighthouse” CD €15,50 €7,50
Chicks On Speed “Will Save Us All!” CD €15,50 €7,50
Chicks On Speed and The NoHeads “Press The Spacebar” CD €15,50 €7,50
DAT Politics “Plugs Plus” CD €15,50 €7,50
Kevin Blechdom “Bitches Without Breaches” CD €15,50 €7,50
Kevin Blechdom “Eat My Heart Out” CD €15,50 €7,50
Kids On TV “Mixing Business With Pleasure” CD €17,95 €7,50
Le Tigre “This Island Remixes” CD €15,50 €7,50
Planningtorock “Have It All” CD €15,50 €7,50
Susanne Brokesch “Emerald Stars” CD €15,50 €7,50
V/A “Girl Monster” 3CD €18,50 €12,50
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Terça-feira, 27 Janeiro, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Revista, Wire
Acrescento à anterior lista de stock de números atrasados da revista Wire a preços reduzidos. Números mais antigos ainda disponíveis aqui. Ainda alguns números de 2008 para quem falhou um mês. Lembrem-se de que vários destes números incluem CDs grátis (tracklists aqui). Quantidades muito limitadas, encomendas através de loja(a)flur.pt



Wire #267 (May 2006) 6,25 2,00 eur
AGF, Scott Walker, Conrad Schnitzler, Ryoji Ikeda, William Parker, Scatter, Mattin, David Rothenberg, etc.
Wire #268 (June 2006) 6,25 2,00 eur
Sonic Youth, Ekkehard Ehlers, Yellow Swans, John Fahey, Rob Mazurek, Terry Day, Harry Rag, Jutta Koether, etc. + CD grátis
Wire #269 (July 2006) 6,25 2,00 eur
Current 93, Die Todliche Doris, Kode9, Annea Lockwood, Boxcutter, FM3, Wolf Eyes, etc.



Wire #270 (August 2006) 6,25 2,00 eur
Smegma, Dabrye, Biosphere, Akio Suzuki & John Butcher, Die Trip Computer Die, Brian Eno, Philip Samartzis, Leopard Leg, John Wiese, etc. + CD grátis
Wire #271 (September 2006) 6,25 2,00 eur
Kool Keith, Charalambides, AMM, Merce Cunningham, Genesis Breyer P. Orridge, Ira Cohen, Digital Mystikz, Excepter, Jason Lescalleet, etc.
Wire #272 (October 2006) 6,25 2,00 eur
Pere Ubu, Rafael Toral, Chris Corsano, Melbourne 1976-1984, Jayne Parker, James Blackshaw, COH, Little Annie, etc. + CD grátis



Wire #273 (November 2006) 6,25 2,00 eur
Joanna Newsom, Lasse Marhaug, Haunted audio, Christof Kurzmann, OM, Mika Taanila, Victor Gama, Colleen, Tovah Olson, etc. + 2CD grátis
Wire #284 (October 2007) 6,25 3,00 eur
Robert Wyatt, Han Bennink, Oxbow, Bristol blues & roots, Walter & Sabrina, Shape of Broad Minds, The Bug, Ute Wassermann, etc.
Wire #285 (November 2007) 6,25 3,00 eur
Underground Resistance, Loren Connors, Russell Haswell, Sonny Simmons, JG Thirlwell, Flying Lotus, Daniel Menche, David Watson, etc. + 2CD grátis



Wire #286 (December 2007) 6,25 3,00 eur
Pram, Michael Gira, Burial, Harry Partch, Michael Bracewell on Roxy Music, Bruno Pronsato, Lionel Marchetti, David Ellis, etc. + CD grátis
Wire #288 (February 2008) 6,25
Vladislav Delay, Sightings, Hot Chip, George E Lewis, Cath & Phil Tyler, Warrior Queen, Wooden Shjips, etc.
Wire #289 (March 2008) 6,25
John Butcher, Michael Hurley, Autechre, Andrew WK, Valet, Brendan Murray, Baby Dee, Jed Speare, Stephen Malkmus, etc.



Wire #290 (April 2008) 6,25
Gudrun Gut, J Dilla, Henty Grimes, Michael Rother, Henry Cow, Benga, Robert Hood, Religious Knives, Cory Archangel, Daniel Padden, etc. + CD grátis
Wire #291 (May 2008) 6,25
Wolfgang Voigt, Max Eastley, Kan Mikami, Dean Roberts, Carl Craig, Dexplicit, Frans de Waard, Jon Hassell, etc.
Wire #292 (June 2008) 6,25
Evangelista, Nihilist Spasm Band, People Like Us, Yoshi Wada, The RZA, Dylan Van Der Schyff, Machinefabriek, Anat Ben-David, etc.
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Sexta-feira, 23 Janeiro, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Black Strobe, Kitsuné, Zongamin

ZONGAMIN / BLACK STROBE
Hotel 17/Italian Fireflies
12″ Kitsuné – 8.50 5.95 eur*
Início de 2004, uau. Electroclash no auge, Ivan Smagghe era Deus mas Black Strobe o próprio veículo de Satanás. “Italian Fireflies” tinha sons iguais a “Axel F” mas no teste do tempo é o outro lado deste maxi, “Hotel 17″, que resiste sem perder uma partícula sequer do seu charme. Disco-Funk identificado a milhas e tão bom como as melhores faixas no álbum de estreia de Zongamin. Toda a capacidade japonesa para inovar e distorcer padrões conhecidos intacta!
*preço baixo até 5a feira 29 de Janeiro.
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Sexta-feira, 16 Janeiro, 2009
Categoria: Novidade, Promoção
Etiquetas: Destaques Lust, Dissident, Photonz

PHOTONZ
No Fear
12″ Dissident – 8.95 eur
Segundo dos Photonz na Dissident, menos Ibiza que “Shaboo” ; ) mas outro tiro certo na direcção house junto da raiz. Tem, no entanto, twists suficientes para não soar a mera reprodução de nostalgia pelo som de outrora. A explicação é simples: estes são os beats gordos que entusiasmam e abanam a pista de modo completamente diferente do que acontece com as superfícies polidas da maioria dos beats em discos house ou techno produzidos agora. Mais sujidade, melodia meio desviada e linha de baixo viciante – esta é que faz mexer o rabo na pista, como se vocês não soubessem. “No Fear” é simples mas dinâmico e parte de um processo de constante reinvenção dos Photonz, não têm um estilo mas têm o que é importante: uma assinatura. Como quase sempre na Dissident, o vinil só tem música num dos lados. Oiçam no site.
Outras novidades Dissident:
Brassica “Illness From Awareness [12"]”, € 8,95
Den Haan “Night Shift / The From Den Haan [12"]”, € 8,95
CDs Dissident em stock:
Vários “Veros Artis Volume 1”, € 10,95
Vários “Veros Artis Volume 2”, € 10,5
Stock Dissident a preço baixo até ao dia 23.01.2009. Quantidades limitadas. Vejam os preços originais riscados. Pedidos? loja(a)flur.pt
Ali Renault “Our World Is… [12"]”, € 12,5 8,00
Ali Renault “Zombie Raffle [12"]”, € 12,5 8,00
Binary Chaffinch “False Energy – Invincible Scum rmx [12"]”, € 12,5 8,00
Binary Chaffinch “Guitar Shaped Heart [12"]”, € 11,5 8,00
Cage & Aviary “Television Train [12"]”, € 11,95 8,00
Caja De Ritmos “Drumstep1 [12"]”, € 11,95 8,00
Casionova “Shoreham Harbour Blues – Ali Renault rmx [12"]”, € 12,5 8,00
Control Voltage “1/2 [12"]”, € 12,5 8,00
Control Voltage “5/6 [12"]”, € 12,5 8,00
Control Voltage “The Bounce [12"]”, € 11,95 8,00
Electric Man “Bubble Wrap [12"]”, € 11,5 8,00
Gweilo “Ghosts [12"]”, € 12,5 8,00
Helium Robots “Long Lost [12"]”, € 12,5 8,00
Invincible Scum “House Of The Rising Scum [12"]”, € 12,5 8,00
Invincible Scum “Shake It Up [12"]”, € 12,5 8,00
Mark Broom “Mandate – Kruton rmx [12"]”, € 12,5 8,00
Midnight Steppers “Locked Out [12"]”, € 12,5 8,00
Muravchix “Tropical Warrior [12"]”, € 12,5 8,00
S.C.S. “Redemption [12"]”, € 12,5 8,00
Tommy Walker 3 “Sure As [12"]”, € 12,5 8,00
Truffle Club “Gone Blue [12"]”, € 12,5 8,00
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Sábado, 10 Janeiro, 2009
Categoria: Promoção
Etiquetas: Revista, Wire
Stock de números atrasados da revista Wire a preços reduzidos. Quantidades muito limitadas, encomendas através de loja(a)flur.pt


Wire #259 (September 2005) 6,25 2,00 eur
Richard Youngs, Hugh Hopper, Ralf Wehowsky, Xenakis, Broadcast, Alexander Hacke, Okkyung Lee, Tracy & The Plastics, etc.
Wire #274 (December 2006) 6,25 2,00 eur
Melvins, John Surman, Texan hip hop, Marc Ribot, Charles Atlas, Steve Mackay, etc + CD grátis


Wire #275 (January 2007) 6,25 3,00 eur
Rewind 2006, Matt Valentine & Erika Elder, Faust, Gary Smith, Carla Kihlstedt, Peter Evans, Strange Attractor, etc.
Wire #276 (February 2007) 6,25 3,00 eur
60 concerts that shook the world, Bert Jansch, Adrian Sherwood/On-U Sound, Infinite Livez, Richard Skelton, Alan Vega, etc.


Wire #278 (April 2007) 6,25 3,00 eur
Terry Riley, Maja Ratkje, The Dead C, Eyeless In Gaza, Aufgehoben, Islaja, Michio Kurihara, Hal Rammel, etc.
Wire #279 (May 2007) 6,25 3,00 eur
Von Sudenfed, Evan Parker, Dubstep on disc, Rhys Chatham, Derek Jarman, etc. + CD grátis


Wire #280 (June 2007) 6,25 3,00 eur
Wiley, Modified Toy Orchestra, Tomas Korber, Jozef van Wissem, The Sea And Cake, Neil Campbell, Kassin+Moreno+Domenico, etc.
Wire #281 (July 2007) 6,25 3,00 eur
Throbbing Gristle, Keijo, Robin Williamson, Peter Rehberg, Daniel AIU Higgs, Skull Disco, Mathieu Briand, etc
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Sexta-feira, 2 Janeiro, 2009
Categoria: Destaque, Novidade, Promoção
Etiquetas: Brown Wing Overdrive, Destaques Lust, Filmworks, John Zorn, Mamoru Fujieda, Peter Garland, Tzadik, Yoshie Fruchter, Zakarya
Depois de há uns dias termos falado aqui sobre algumas das novidades recentes da Tzadik, concluimos agora o que falta dos últimos lançamentos da editora de John Zorn para 2008. Também estes discos estão agora a preço reduzido e por tempo limitado.

Brown Wing Overdrive “Esp Organism” (Tzadik) Experimental, € 14,95 12,95
“ESP Organism” sai na Lunatic Fringe, a série mais inesperada de toda a música da Tzadik – e dizer isto é quase um escândalo. Os Brown Wing Overdrive são Chuck Bettis, Mikey IQ Jones e Derek Morton, três lunáticos que proclamam o seu amor por Aleister Crowley e Alejandro Jodorowsky (amores também do dono da editora, claro), e pelo limite que divide, ou tenta dividir, a sanidade da loucura. Um caldeirão electroacústico de espíritos, alarmes, martelos, explosões e de toda a música que tenta nascer disto tudo.
John Zorn “Filmworks XXI: Belle De Nature/The New Rijksmuseum” (Tzadik) Jazz, € 14,95 12,95
Em “Belle De Nature”, John Zorn quis um diálogo entre guitarra e harpa; acrescentou contrabaixo assim que percebeu que o seu interesse em ouvir a muito pretendida tabla não dava os frutos desejados. Assim ficou: Shanir Ezra Blumenkranz em contrabaixo juntou-se a Marc Ribot e Carol Emanuel numa conversa serena a três, muito clássica, quente e pastoral. A segunda obra neste volume serviu para colorir um documentário sobre as obras de renovação do Rijksmuseum de Amesterdão. A intenção do realizador era usar a música de Masada String Trio, mas Zorn preferiu compor tudo do zero e não sujeitar as suas partituras a edições e montagens que não as suas. Mais colorido e sinuoso que a primeira parte do disco, chega quase a ser incidental music – o que é bom, ou não fosse também Zorn um óptimo fazedor de muzak (ouvir “The Gift” ainda é uma extraordinária experiência) e não fossem Uri Caine (cravo e piano), Kenny Wollesen (vibrafone, percussão), Cyro Baptista (percussão) e o próprio Zorn (cravo e persussão) músicos de eleição. “Completion” encerra o disco com Uri Caine em delirante dança swing.

John Zorn “Filmworks XXII: The Last Supper [CD+LIVRO]” (Tzadik) Jazz, € 22,50 19,50
“‘The Last Supper’ é simultaneamente sedutor e repelente, deve ser de certeza o filme mais estranho que alguma vez musiquei”, diz John Zorn. Ora, é natural que achemos que se há alguém que já viu tudo é concerteza Zorn, pelo que a curiosidade por este filme e correspondente banda sonora seria elevada. Para matar essa curiosidade, esta edição, o vigésimo segundo volume dos filmworks, vem justamente com um livro exterior onde podemos ver muitas das imagens controversas/enigmáticas de “The Last Supper”. Durante a residência em Paris em Julho passado, John Zorn teve hipótese de ver algumas imagens do filme, bem antes do pedido de Arno Bouchard de utilizar música do Masada String Trio. Foi novamente o saxofonista que sugeriu fazer todo um novo filmwork e no próprio dia, inspirado pela força bruta das imagens, as pautas e as ideias começaram a nascer. O seu desejo mais primário foi imaginar uma resposta também violenta às imagens – o grupo para esta sessão seria Bill Laswell, Marc Ribot, Ikue Mori e Willie Winant, em algo próximo do noise e do industrial – mas à medida que ia vendo o filme seria a serenidade que ia tomando conta da inspiração. Com total apoio do realizador, John Zorn abraçou o místico ao utilizar vozes e percussão. O resultado procura citações óbvias em Monk, Reich, Young ou Glass – compositores admirados por Zorn – e decerto abre a nossa imaginação para vermos à nossa maneira o que se passa de tão estranho em “The Last Supper”.
Mamoru Fujieda “Patterns Of Plants II” (Tzadik) Clássica/Contemp, € 14,95 12,95
Mamoru Fujieda fez, justamente com “Patterns Of Plants”, há 10 anos atrás, um dos mais emblemáticos álbuns na Tzadik. Volta agora à mesma mesa de trabalho, procurando música nas mudanças microscópicas da corrente eléctrica das plantas, e o encantamento é igual, misturando espaço e tempo em composições minimalistas construídas com sho, koto, viola da gamba e cravo.

Peter Garland “Three Strange Angels” (Tzadik) Clássica/Contemp, € 14,95 12,95
Costuma-se colocar Peter Garland dentro da família Oeste da corrente minimalista americana das últimas décadas, mas para um músico que nasceu na costa Leste, viveu e estudou muitos anos no México e Guatemala, e percorre com uma voracidade incrível todos os países do mundo, esta limitação geográfica é injusta. E basta ouvirmos aqui parte do seu trabalho dos anos 70 para percebermos o que corre nas suas veias: minimalismo com selo dos setentas em choque total com as suas raízes hispânicas e índias. A última obra, “Old Man Of The Fiesta”, é já de 1990, mas ainda mostra a sua curiosidade pelo encontro de culturas num lamento folk tocante para violino, harpa e percussão.
Yoshie Fruchter “Pitom” (Tzadik) Afro/World, € 14,95 12,95
De um lado a herança klezmer, do outro a influência de John Zorn na sua mutação. Yoshie Fruchter parece ter levado à letra as intenções do saxofonista e da sua música há claros desejos em dar mais uma volta ao som judaico: Fruchter em guitarra, Kevin Zubek em bateria, Shanir Blumenkranz em baixo (que depois desta descoberta integrou o elenco de “Belle De Nature” – filmwork número 21) e Jeremy Brown em viola e violino. Dizem-se inspirados por outro iconoclasta – Frank Zappa – e usaram a ajuda de Bill Laswell no estúdio para porem em pé este caldeirão de rock semi-progressivo e semi-radical. Parecem ter as ajudas perfeitas para uma carreira de sucesso.
Zakarya “The True Story Concerning Martin Behaim” (Tzadik) Afro/World, € 14,95 12,95
Zakarya vêm de França e continuam a ser um dos mais eloquentes porta-vozes da nova corrente musical judaica, uma quase-invenção de John Zorn desde que criou o seu quarteto Masada. Ao quarto álbum dedicam as suas composições à vida de Martin Behalm, o primeiro a representar o mundo como uma esfera, no século XV. O resto é previsível: klezmer e rock de mãos dadas com uma pitada de espírito jazz.
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Quarta-feira, 31 Dezembro, 2008
Categoria: Promoção
Etiquetas: Cabaz de Natal

Parabéns à Luísa Sequeira, que escolheu o 98 e ganhou o nosso Cabaz com CDs.
Parabéns ao Pedro Alves, que escolheu o 41 e ganhou o nosso Cabaz com vinil.
E muito, muito obrigado a todos os que entraram no jogo.
Toda a história aqui.
Bom ano de 2009.
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Segunda-feira, 29 Dezembro, 2008
Categoria: Destaque, Promoção
Etiquetas: Farmers Manual, Or, Touch

FARMERS MANUAL
Explorers_We
CD Or/Touch € 14,50 12,50
Podemos pensar em Farmers Manual como uma célula terrorista que chegou para destruir a música. Foi efectivamente a sensação que se teve em 1998, quando este disco saíu. Parecia que toda a música desde sempre tinha sido exaustivamente comprimida para chegar a um ponto de abstracção tal que seria impossível continuar a existir para além disso. “Explorers_We” é o título justo para este som que parte para o desconhecido sem saber se há retorno. Muita música desconstruída (ou destruída) existiu antes de Farmers Manual, mas até pela contextualização da época (a aproximação do ano 2000 significou, entre outras coisas, a chegada ao poder do laptop enquanto instrumento e a consequente miniaturização do som para dentro da máquina), este álbum representou para nós o definitivo salto para o vazio. A partir daí, a música electrónica pura, a música feita dentro da máquina em busca do seu próprio limite, que só podia ser a atomização progressiva das parículas de som, deixou de ter a mesma expressão, tudo passou a parecer cópia, derivação e mero contorno de um território já pisado. Neste sentido, o futuro da música acabou antes do ano 2000.
Dividido em 60 faixas de um minuto, coladas para formar uma história com 60 minutos, “Explorers_We” foi o último disco de Farmers Manual, onde o erro e autogestão da máquina foram magnificamente explorados. Comprensível que seja o último. Que mais havia a dizer depois disto?
Disponível a preço reduzido juntamente com outros títulos da Touch. Últimos dias desta campanha, vejam a lista aqui.
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Sexta-feira, 26 Dezembro, 2008
Categoria: Destaque, Novidade, Promoção
Etiquetas: Anthony Braxton, Bill Laswell, Destaques Lust, Filmworks, John Zorn, Mamoru Fujieda, Medeski Martin & Wood, Milford Graves, Paola Prestini, Tzadik, William Parker, Wu Fei

Sempre fiel ao ritmo criativo no qual se rodeia John Zorn, a sua Tzadik continua a ser um farol de ideias e poiso seguro para muitos músicos, muitos deles visionários, conseguirem ter obra publicada e em companhia cada vez mais extensa e perfeita. A editora de Nova Iorque já deixou há muito de ser apenas um capricho editorial e é hoje em dia um dos mais importantes selos musicais contemporâneos, com detalhes de som e de imagem cada vez mais raros. Na FLUR, algumas das novidades dos últimos tempos, agora a preço natalício e por tempo limitado.

Anthony Braxton, Milford Graves & William Parker “Beyond Quantum” (Tzadik) Jazz, € 14,95 12,95
Foi um encontro em estúdio – pela mão de John Zorn e Bill Laswell – tão importante quanto inesperado. “Beyond Quantum” – e os 5 takes denominados muito apropriadamente de ‘meetings’ – colocou pela primeira vez o histórico Milford Graves diante da dupla Braxton/Parker, e o resultado não podia ser mais intenso e perfeito. Braxton foge de algumas das suas imposições mais rígidas para nos dar calor e emoção. Embora não sendo uma surpresa é sempre reconfortante vê-lo em tão boa forma free. Parker parece suster toda uma rede de ritmo eterno com uma subtileza ao alcance de poucos e Graves não dá tréguas e une pormenores, sombras e cores com um inabalável sentido de precisão. Parece injusto ficarmos tão surpreendidos com o resultado desta união, mas o que ouvimos aqui é de tão elevado calibre que consegue fazer-nos esquecer milagrosamente algumas das verdades absolutas que tinhamos em relação ao o jazz e a estes intérpretes.
“Registo histórico e intemporal” (Melhor álbum de jazz 2008) in Público
John Zorn “Filmworks XX: Sholem Aleichem” (Tzadik) Jazz, € 14,95 12,95
Sholem Aleichem foi o pseudónimo que o russo Sholem Naumovich Rabinovich escolheu para assinar a sua escrita. Autor de contos, romances e peças em yiddish com alguma notoriedade, Aleichem acabou por ser conhecido por ter escrito a história que inspirou o filme “Um Violino No Telhado”. Joseph Dorman foi o realizador que decidiu contar a sua vida num documentário e quem melhor que John Zorn para assinar a partitura musical? Os convocados foram Carol Emanuel em harpa, Rob Burger em acordeão e o Masada String Trio de Feldman, Friedlander e Cohen. Como curiosidade, o texto assinado neste volume por John Zorn explica-nos as receitas e truques para a composição deste e de outros filmworks.
John Zorn “The Crucible” (Tzadik) Pop/Rock, € 14,95 12,95
Na vida de John Zorn tudo é feito de etapas, desdobramentos finitos de ideias e planos, pelo que é fácil adivinhar que uma explosão criativa tenha consequência numa nova série de discos e em muitos volumes. O seu grito hardcore Moonchild, para a voz de Mike Patton, baixo de Trevor Dunn e bateria Joey Baron, vai conhecendo acrescentos e convidados que ajudam o conceito a ser mais forte, a ir mais longe, a subir mais alto. Depois de “Astronome” (com Bill Laswell ao leme em estúdio) e “Six Litanies For Heliogabalus” (com Jamie Saft, Ikue Mori e coro feminino), “The Crucible” intensifica o conceito do trio em unir-se com o seu criador num quarteto quase demolidor – há muito que não havia um disco assim na Tzadik, acreditem – é quase Led Zeppeliniano – no tema em que recebe a ajuda de Marc Ribot.

Medeski Martin And Wood “Zaebos: The Book Of Angels Volume 11” (Tzadik) Jazz, € 14,95 12,95
Finalmente a estreia na Tzadik, dirão muitos de vocês. Se não forem muitos, serão de certeza os mais atentos. Desde que fizeram as suas versões nos “Great Jewish Music” de Serge Gainsbourg e Marc Bolan que pareciam indicar que encaixariam mais tarde ou mais cedo numa óptima revisão do songbook Masada de John Zorn. Cá está: volume 11 do “Book Of Angels”, algumas das novas composições Masada vistas pelo jazz dinâmico e transbordante de groove de Medeski Martin & Wood. Será, obviamente, um dos best-sellers da colecção; quem duvidar só terá que ouvir um pouco de “Zaebos” para perceber.
Paola Prestini “Body Maps” (Tzadik) Clássica/Contemp, € 14,95 12,95
Paola Prestini tem com “Body Maps” a sua estreia em disco, mas o seu currículo é vasto e variado para a encararmos como uma novata. Nasceu em Itália mas cresceu no México, e desde há muito que é conhecida por ter criado a VisionIntoArt, um colectivo interdisciplinar que tem ganho uma boa mão cheia de prémios internacionais. Por esta razão, a sua música tem viajado muito, não só através da VIA como através de outros intérpretes, tais como Kronos Quartet, Prism Quartet ou Tucson Symphony. A sua música é simultaneamente clássica (”Limpopo Songs” ou “Nighsongs” mostram uma compositora empenhada na escrita para instrumentos – piano e marimba, respectivamente), arrojada (”Last Hymn” não evita encontros de vibrafone e electrónica) e emocional (”As Sleep Beauty” expõe uma outra paixão de Paola Prestini – as bandas sonoras, das quais tem também ganho alguns prémios em festivais).
Wu Fei “Yuan” (Tzadik) Afro/World, € 14,95 12,95
Viajou dos conservatório de Pequim para o Mills College da Califórnia, onde estudou com Fred Frith, sem nunca largar as suas raízes, adaptando a sua cultura e o guzheng à música contemporânea e às colaborações com Meredith Monk, Pauline Oliveros, Cecil Taylor ou Alvin Curran. Esta é a sua estreia na família Tzadik, com cinco peças que tentam unir Ocidente e Oriente.
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Sexta-feira, 19 Dezembro, 2008
Categoria: Promoção
Etiquetas: Cabaz de Natal

padrinho das boas causas,
o cabaz de natal é uma de muitas tradições da época.
a flur resolveu aderir e vamos sortear dois, isso mesmo: dois,
um de cd e outro de vinil,
repletos com as melhores iguarias que encontrámos.
o primeiro prémio da lotaria de fim de ano, que anda à roda no dia 31,
ditará os vencedores (vejam regras mais abaixo).
terão 15 dias para levantar o prémio,
mediante a apresentação da senha vencedora.
CABAZ CD:
Bernardo Devlin “Ágio” (Nau)
Burnt Friedman & Jaki Liebzeit “Secret Rhythms 3″ (Nonplace)
Flying Lotus “Los Angeles” (Warp)
Free Blood “The Singles” (Rong/DFA)
Fujiya & Miyagi “Lightbulbs” (Groneland)
Gala Drop “Gala Drop” (Gala Drop Records)
Gang Gang Dance “Saint Dymphna” (Warp)
Girl Talk “Feed The Animals” (Illegal Art)
Glass Candy “Beatbox” (Italians Do It Better)
Jamie Lidell “Jim” (Warp)
Luomo “Convivial” (Huume)
Matthew Herbert “There´s Me And There´s You” (K7)
Murcof “The Versailles Sessions” (Leaf)
Nico Muhly “Mothertongue” (Bedroom Community)
Rings “Black Habit” (Paw Tracks)
Sam Taylor-Wood produced by Pet Shop Boys “I’m In Love With A German Film Star” (Kompakt)
Simon Bookish “Everything / Everything” (Tomlab)
Why? “Alopecia” (Tomlab)
Wiley “Grime Wave” (Eskibeat)
cada rifa tem o valor unitário de 3 euros
e a numeração começa no 00 e acaba no 99.
o algarismo das dezenas e o algarismo das unidades do primeiro prémio
formarão o número vencedor.
CABAZ VINIL:
Architeq “Birds Of Prey EP 12″” (Tirk)
Cult Of The 13th Hour “Wickedness” 12″ (Soul Jazz)
Emperor Machine “Slap On / Gang Bang” 12″ (DC Recordings)
Fischerspooner “The Best Revenge” 12″ (Kitsuné)
Free Blood “Parangatang” 12″ (Rong / DFA)
Ican “Pa Mi Gente – Carl Craig rmx” 12″ (Planet E)
In Flagranti “Business Acumen” 12″ (Kitsuné)
M.I.A. “Paper Planes (Homeland Security rmxs)” 12″ (XL)
Niederflur “Typo EP” 12″ (Minus)
Quiet Village “Silent Movie” LP (K7)
Rubies featuring Feist “I Feel Electric” 12″ (Italians Do It Better)
Vince Watson “Ethereal” 12″ (Delsin)
Yo’Majesty “Kryptonite Pussy EP” 12″ (Domino)
cada rifa tem o valor unitário de 2 euros
e a numeração começa no 00 e acaba no 99.
o algarismo das centenas e o algarismo dos milhares do primeiro prémio
formarão o número vencedor.
resta-nos agradecer à vortex, última, sabotage e flur,
desejar boa sorte
e um bom natal a todos.
“nunca faça dieta dos seus sonhos.”
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Quarta-feira, 17 Dezembro, 2008
Categoria: Ao vivo, Promoção
Etiquetas: Avenida, Filho Único, Flur, Zonk

Flur de novo na operação Avenida/Filho Único, banca com bons discos e preços de ocasião. Provavelmente na salinha de sempre, em guerra de bons costumes com a banca da Daemond Daemond. Às vezes pode não estar lá ninguém durante uns momentos porque é preciso ir buscar bebida.
À 1:30, umas salas mais para lá, Escravos de Zonk passam discos a seguir a Panda Bear DJ, se conseguirem ficar lá (nós gostaríamos). Zonk é cena com duas pessoas da Flur + Photonz e é tudo sobre manter pura a ligação à música de dança (nem imaginam as cenas incríveis que houve por aí), weird shit, áfrica-mãe e pop psicadélica, ou o que lhe quiserem chamar se ficarem lá para ouvir. E Panda Bear a abrir para nós, sonho de vida : )
Flur: que confusão.
Sexta-feira, 19 de Dezembro, a partir das 21h30.
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