Quinta-feira, 22 Novembro, 2018

BRIAN ENO Discreet Music CD / LP / 2LP

€ 8,95 CD (Original Masters Series) Virgin / EMI

€ 26,95 LP (2018 reissue) Virgin

€ 33,95 2LP (2018 reissue, half-speed master) Virgin

À luz da sua colaboração com Robert Fripp, Brian Eno ensaia a fuga às canções e ao rock dos seus primeiros álbuns, naquela que é a sua primeira experiência ambiental. William Basinski tomou como suas as pistas deixadas aqui em 1975.


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Quarta-feira, 19 Setembro, 2018

CAETANO VELOSO Qualquer Coisa CD / LP

€ 14,95 CD Elemental Music

€ 22,50 LP Elemental Music

OUVIR / LISTEN
Qualquer Coisa


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Quinta-feira, 17 Maio, 2018

HELIO MATHEUS Helio Matheus CD / LP Athens Of The North

€ 12,95 CD (2018 reissue) Athens Of The North

€ 21,50 LP (2018 reissue) Athens Of The North

OUVIR / LISTEN:
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Há muitas curiosidades em volta do disco homónimo de Helio Matheus, ou “Helio Segundo Matheus”, mas fica uma delas: um total de 128 músicos colaboram no disco, entre os quais, Oberdan Magalhães, Zé Rodrix, Chiquinho de Moraes e Azymuth. Lançado bem no meio dos anos 1970, “Helio Matheus” parte da base da guitarra – e da cândida e plebeia voz de Helio – para canções que se reforçam em orquestrações e coros. Cada canção é uma epopeia, uma reforma de vida, histórias edificantes que confundem as mais banais das histórias com redenção. Humildade e orgulho em ser humilde, arranjos de felicidade e dez canções para guardar.

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Segunda-feira, 19 Fevereiro, 2018

ATARPOP 73 & LE COLLECTIF LE TEMPS DES CERISES Attention L’Armee LP

€ 23,95 LP (2018 reissue) Staubgold

OUVIR / LISTEN:
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Segunda-feira, 12 Fevereiro, 2018

BRIAN ENO Another Green World CD / LP

€ 8,95 CD (Original Masters Series) Virgin / EMI

€ 24,95 LP Virgin (2017 Remaster)

Talvez o melhor álbum de transição de sempre. Eno afasta-se do formato canção dos dois discos anteriores (“Here Come The Warm Jets” e “Taking Tiger Mountain (By Strategy)”) e começa a entrar em território ambiental. São poucas – mas incríveis – as canções pop e o resto é quase um sonho esgazeado de canção pop a metamofosear-se para um som que é infinito, inesgotável. Obra-prima.


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Quinta-feira, 13 Abril, 2017

PHILIP LEWIN Am I Really Here All Alone? CD

€ 15,95 CD (2017 reissue) Tompkins Square

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Sexta-feira, 16 Dezembro, 2016

TETA LANDO Independencia CD

€ 11,95 CD Fanon

“Irmão Ama O Teu Irmão” soa próximo a Tim Maia, mas isso não é sequer grande assunto para abordar aqui. Este álbum histórico, produzido em 1974, à beira da independência de Angola, é simultaneamente um voto de esperança no futuro e um lamento pelo passado, ou antes, pelo presente sangrento que resultou, entre incontáveis outras mágoas, na morte do pai de Teta Lando às mãos dos portugueses, de acordo com os relatos. A vida desafogada deste filho entre 31 outros, cujo pai era dono de plantações de café, “muito rico e respeitado”, e cuja mãe “é parente do último Rei do Congo; mestiça e católica; culta e música”, foi indelevelmente agitada pela guerra colonial que se instalou no país a partir de 1961. A música transmite sobretudo essa dor, partindo da origem bakongo de Lando, um pé no território de Angola, outro no Congo / Zaire, como sabe quem estudou a questão da partilha de África pelas potências europeias. A fusão de elementos congoleses com violas portuguesas e a expressão angolana de dor em forma de canção, o Lamento, resulta numa exposição muito sincera da alma através de um álbum eclético unificado pela mensagem forte que pode, se quisermos, ser condensada no título: “Independência”.

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Quarta-feira, 14 Setembro, 2016

JONI MITCHELL The Hissing Of Summer Lawns CD

€ 7,50 CD Elektra

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Editado em 1975 e com recepção pouco favorável, foi um álbum que cimentou Joni Mitchell como alvo de forma comparável a Bob Dylan quando electrificou a sua música (Mitchell colocou-se a jeito com o álbum anterior “Court And Spark”). O padrão singer-songwriter mais rígido e tão caro à crítica mais conservadora desvanece-se a cada canção que passa em “The Hissing Of Summer Lawns”. Experiências com o formato de canção, com harmonias, recordam por vezes Steely Dan ou Todd Rundgren, e nada disso significa abdicar da melodia, como foi acusada na época. O foco confessional foi também alterado para um formato de narração e não de confissão na primeira pessoa (alegadamente o álbum não contém uma única vez o sujeito “I” como centro da acção narrativa). “The Jungle Line”, a segunda canção no álbum, excede-se na desconstrução do formato, e aqui sim, a noção tradicional de melodia pode ser colocada em causa. No entanto, como não apreciar o modo como Mitchell compõe por cima de uma trilha directamente retirada de um álbum de percussões do Burundi (que mais tarde re-emergem como clássico afro-cósmico como Burundi Black)? Prince citou “The Hissing Of Summer Lawns” diversas vezes e Joni Mitchell revelou que é verdade que ele lhe escrevia cartas de fã apaixonado. Um álbum que redefine, ainda, a ideia linear que se tende a formar sobre soft rock como estéril. Novo standard após “Blue” (1971), muito superior a qualquer média que se imagine na escrita de canções.

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Terça-feira, 26 Julho, 2016

JOÃO DONATO Lugar Comum LP

€ 33,95 LP (2013 reissue) Polysom

[audio:http://www.flur.pt/mp3/331511-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/331511-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/331511-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/331511-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/331511-5.mp3]

De entre os muitos discos especiais gravados no Brasil por músicos brasileiros, “Lugar Comum” pode ser apenas mais um, para quem não se impressiona facilmente, mas para o resto dos melómanos é tudo menos comum. O estilo parece pouco forçado, a melodia e o ritmo brotam naturalmente, o cenário de praia ao entardecer aparece quase por defeito e a vida é boa, descansada. “Lugar Comum” transporta, com a música, toda uma atmosfera que, imersos nela, nos vai parecer meio tridimensional, tal é o nível de definição. Gilberto Gil está presente em quase todas as canções, Caetano Veloso em “Naturalmente”, mas João Donato beneficia do seu próprio percurso (em 1975, este está longe de ser dos seus primeiros álbuns), da evolução dos seus arranjos, aquela mistura infalível de elegância, sofisticação de hotel inacessível, e praia aberta a todos. Ouve-se aqui um Brasil universal, que já pertence a todos, um pouco sambado, sabedor da história da Bossa Nova, incorporando jazz, pop romântica e aquelas letras que deslizam facilmente pela língua

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Terça-feira, 26 Julho, 2016

WALTER FRANCO Revolver LP

€ 33,95 LP (2015 reissue) Polysom

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Segundo álbum de Walter Franco, inteiramente de sua autoria, um poço de experimentação no contexto pop, já então habituado a fortes retoques pelo menos desde que os Beatles popularizaram o estúdio como instrumento de pleno direito. “Revolver” é um disco difícil de categorizar, talvez ouçamos semelhanças com T-Rex aqui e ali, pontos de contacto com alguma psicadelia britânica dos 60s – apesar de, estranhamente, pensarmos nas bandas que, nas décadas de 80 e 90, reproduziam esse som, e não tanto nos originais. A voz é frequentemente deixada ao sabor e ritmo das palavras, como em “Eternamente” ou “Mamãe D’Água”, utilizando a fonética como recurso criativo e algumas ideias circulares como em “Partir Do Alto / Animal Sentimental” (“Foi meu mestre quem t’ensinou, foi teu mestre quem m’ensinou”, repetido várias vezes). Ouvimos um pouco de Zappa em “Toque Frágil”, rock rasgado vindo do outro lado do espelho, troglodita. À medida que avançamos no álbum vamos perdendo o pé, atirados para zonas em que não percebemos bem o que se passa mas de algum modo somos sempre sustentados pelo delirante fio criativo de Walter Franco, entre o que se esperaria de um autor brasileiro e alguém empenhado em mexer seriamente nas fundações da pop sem deixar de conseguir comunicar com as pessoas. “Bumbo Do Mundo” estica realmente as possibilidades, nesse contexto, afina a arte do músico por regras de outro tempo e outro espaço. No final, “Lembrar de esquecer, esquecer de lembrar” deixa bem presente a mecânica circular que dá poder às suas palavras.

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Segunda-feira, 6 Junho, 2016

DONALD BYRD Places And Spaces CD

€ 8,50 CD Blue Note (Rare Groove Series)

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“Places And Spaces” é o penúltimo disco de Donald Byrd na Blue Note. Editado em 1975 logo após os também maravilhosos “Street Lady” (1973) e “Stepping Into Tomorrow” (1974), é um álbum justificado pela sua época, em que muitos músicos de jazz tentaram incursões pelo soul, funk e uma certa ideia de proto-disco ou até disco se se quiser assimilar a ideia como um tudo. Desde os instantes iniciais de “Change (Makes You Want To Hustle)” que se cria logo um vício por este Byrd. Há uma magnitude funk que é imediatamente transmitida, arranjos orquestrais perfeitos e uma dinâmica que transmite a idealização cinematográfica de alguns discos funk de blaxploitation do mesmo período. Se “Places And Spaces” fosse vendido como uma banda-sonora era fácil de ficar convencido. De que outra forma justificar o baixo contagiante de “(Fallin’ Like) Dominoes” e uma letra que parece atingir algo: vem à memória “The Boss” de James Brown para “Black Caesar”. E enquanto é funk/soul é também bastante eléctrico e com uma frequência badass incrível: e há quem perceba isso, “You And The Music” entrou na banda-sonora de “Grand Theft Auto V”. A única justificação para promovermos “Places And Spaces” agora é por estarmos absolutamente viciados nele. Oiçam, provoca esse efeito nas pessoas. Pérola.


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Quinta-feira, 2 Junho, 2016

LA MONT ZENO THEATER Black Fairy CD / LP

€ 12,50 CD Athens Of The North

€ 23,50 LP Athens Of The North

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“Black Fairy” é um misto de álbum de música e peça de teatro, na prática foi mesmo um musical estreado em Chicago em 1974. A história é de esclarecimento e motivação, dirigida sobretudo a crianças negras criadas em ambiente de pobreza. Dar poder à sua imaginação, sim, mas também às suas aspirações, de uma forma que, hoje, poderá soar exagerada ou demasiado parcial ou, até, miserabilista (a Fada Negra não tem poderes porque… é negra). Johnny, o rapaz com quem a fada dialoga na introdução, diz-lhe cruamente que “as fadas brancas têm magia, é por isso que os brancos têm tudo.” É dessa frustração que parte a viagem de entendimento e aquisição de poder pela fada, transportada pelo pássaro negro. Vamos escutando o texto, dito nos interlúdios, cantado nas faixas acompanhadas com música, e tudo ganha a expressão final através dessa mesma música, criada a partir de uma rica tradição de jazz espiritual, gospel e soul.

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Quinta-feira, 3 Março, 2016

HAMILTON BOHANNON Foot Stompin Music 7″

€ 2,50 7″ EMI Electrola (1C006-96834)

Exemplares originais da edição alemã de 1975 / Original German 1975 release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Foot Stompin Music, Dance With Your Parno

As múltiplas variações que Bohannon exercitou sobre uma estrutura montada a partir da bateria e da batida segura, metronómica, podem fazer pensar numa redução de soluções a uma fórmula simples, mas é precisamente nesse conceito definidor que Bohannon solta o seu génio enquanto baterista e compositor de arranjos que servem o corpo. “Foot Stompin Music” contém a célebre frase motivacional “And if you feel like clappin your hands, clap your hands!”, sempre entregue com aquela voz natural, usada para passar mensagens directamente para a pista de baile sem ter de soar poderosa, máscula ou ditatorial. Sentimo-nos no meio de tudo aquilo que é suposto Disco representar de bom, entusiasmante e arrepiante. “Dance With Your Parno”, no lado B, aproxima-se da cadência de “South African Man” e soa mais bizarro com a introdução de uma linha de baixo que, juramos, lembra o tom de “Head Hunters” (Herbie Hancock) e até sons mais longínquos como a fase mais funk de Ralph Lundsten. Muito precioso.

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Quinta-feira, 3 Março, 2016

HAMILTON BOHANNON Disco Stomp 7″

€ 3,00 7″ EMI Electrola (1C006-96732)

Exemplares originais da edição alemã de 1975 / Original German 1975 release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Disco Stomp, Run It On Down Mr. D.J.

As palavras “Stomp” e “Stompin” são parte do ADN da música de Bohannon. Desde os tempos em que era líder de banda na Motown, desenvolveu uma personalidade rítmica que praticamente fixou o beat Disco 4/4 que muita gente repudiaria. A propósito do regresso aos palcos em 2014, Bohannon afirmou: “I’m gonna’ kick four on the floor and set up rhythm patterns all around me, send them to the guitars and keep the beat on the floor. I use one chord. I don’t use no bridge but I might go to seven, eight, nine, 10 breakdowns in one song,” he tells me after the set. “It’s like driving on the highway: you have to keep straight in your lane or you’re gonna crash. That’s why I keep the bass drum front and centre to keep the guitars from crashing into each other. Everybody gotta stay in their lane.” Esta faixa percorre várias cidades norte-americanas onde o efeito “Disco Stomp” chega, assim dizem as vozes de Bohannon e dos coros (reparem na intenção com Baltimore). No lado B, “Run It On Down Mr. D.J.” continua assente no imparável 4/4, a espinha dorsal, embora com passo menos rápido. Os arranjos em torno do beat são luxuosos, os coros falam connosco, apesar de se dirigirem ao DJ. Quente.

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Quinta-feira, 18 Fevereiro, 2016

HARMONIA Deluxe LP

€ 19,95 LP (2015 reissue) Gronland

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Cluster (Roedelius & Moebius) e Neu! (Michael Rother) juntos como Harmonia. Dois álbuns editados, ambos essenciais e bastante diferentes. Este “Deluxe”, editado em 1975, um ano depois de “Musik Von Harmonia”, conta com a participação de Mani Neumeier (Guru Guru) e é um álbum próximo de um ideal pop daquilo que se sentia na electrónica alemã da altura. As vozes neste disco relembram Kraftwerk, mas há um toque suave nos instrumentais, um gosto por um progresso lento e uma percussão que marca compassos quase oníricos, em perfeita sintonia com o som das guitarras. Há algo de misterioso em cada canção que se cria com a cadência lenta dos temas que quase contradiz o lado batimento-cardíaco da percussão que sugere algo a subir, uma explosão prestes a acontecer: e não acontece. E isso revela um lado de aventura dos Harmonia, dispostos a explorar as estruturas e o know-how da electrónica e da pop de então. É um disco que revela os 80s antes de tempo sem os detalhes que inundaram este género nessa década.

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Sexta-feira, 11 Dezembro, 2015

PIERO UMILIANI Continente Nero LP

€ 16,50 LP (2015 reissue) Omnicron

OUVIR / LISTEN:
Oasi, Rivoluzionari, Preparativi, Piffero Africano, Nuove Realta

Originalmente editado em 1975, “Continente Nero” é um disco sublime de jazz/electrónica/exótica. As cópias que recebemos não são originais – queriam! – mas de uma reedição não oficial que nos surgiu à porta e fomos incapazes de recusar. Já conhecíamos o disco, a qualidade do som pareceu-nos suficientemente boa para apostar. Primeiro porque este ano foi particularmente prolífico em reedições – oficiais e não – de discos de Umiliani, dos seus mais diversos campos de actuação e correctamente adjectivados e sintonizados com a sua história e influência. “Continente Nero” é um paraíso do início ao fim. Não é uma questão de nos transportar para algum lado, mas da música evocar um lugar de não-pertença e de criar uma combinação única entre jazz, electrónica e música folk. O som ligeiro facilita a entrada no disco. Que é em si bastante fácil, mas quando se esmiuça há momentos ridiculamente complexos e que estão para além da paisagem agradável da exótica ou da library music. E tal como outros discos de Umiliani de que falámos nos últimos meses, há todo um lado de que isto é algo que não é, soa a uma coisa mas é outra, parece-se com isto mas afinal é aquilo. Até quando vai directo ao jazz (em “Nuovi Fermenti”) há um embalo que nos faz afastar dos rótulos e aceitar isto apenas como música de paisagem, música ambiente. Música ambiente perfeita, uma espécie de descrição do paraíso ao longo de dezasseis temas. Uma pérola.

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Quarta-feira, 17 Junho, 2015

AZYMUTH Azimuth CD / LP

€ 11,50 CD (2015 reissue) Far Out

€ 18,95 LP (2015 reissue) Far Out

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FARO117LPX-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FARO117LPX-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FARO117LPX-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FARO117LPX-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FARO117LPX-5.mp3]

A Far Out tem criado um muro editorial em volta da música brasileira erguido sobre uma ideia de soul, disco e funk e dentro desse segmento trabalha num registo que nem é muito obscuro nem popular. É um meio termo mas um meio termo que necessita de existir porque é comum os discos do meio serem aqueles que são mais esquecidos. E por meio não se entenda qualidade, mas algo que não é suficientemente obscuro nem popular. É assim que nos chega “Azimuth”, o álbum de estreia de Azymuth, um clássico que encaixa na perfeição no catálogo da Far Out e que tardava em chegar. É a primeira vez que é editado em vinil fora do Brasil e é um daqueles álbuns que cresceu ao longo dos anos graças a alguns programas de rádio e DJs que tornaram o nome Azymuth rodado em alguns circuitos. Apesar de uma carreira extensa e uma discografia que acompanhou o ritmo dos anos (muitos deles editados na Far Out), este é álbum que inclui alguns dos melhores temas e mais conhecidos dos Azymuth. Editado originalmente em 1975 (anos antes tinham editado “Som Ambiente” como Som Ambiente, que incluía Marcos Valle).

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Quarta-feira, 12 Novembro, 2014

HELDON Allez Teia LP

€ 23,95 LP – gatefold (2014 reissue) Superior Viaduct

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SV028-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SV028-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SV028-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SV028-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SV028-5.mp3]


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Segunda-feira, 6 Outubro, 2014

FELA He Miss Road LP

€ 18,50 LP (2014 reissue) Knitting Factory Records


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Segunda-feira, 6 Outubro, 2014

FELA KUTI Expensive Shit LP

€ 18,50 LP (2014 reissue) Knitting Factory Records

“Expensive Shit” é um daqueles clássicos intemporais de Fela Kuti e, também, um dos favoritos aqui da loja (mesmo ao lado de “Zombie”). É a primeira vez que o temos em vinil, numa aguardada e recente reedição. A faixa título tem os elementos clássicos de alguns dos momentos mais felizes da discografia de Fela, um sentimento jazz frenético, uma alegria e humor mordaz contagiantes, teclados mágicos e um ritmo absolutamente compulsivo e que faz levantar os pés da terra. Já “Water No Get Enemy” é bem mais lento e, comparativamente, com uma raiz mais jazz e com um uso mais hipnótico da repetição, que conquista em cada uma das diferentes secções do tema. Os dois temas de “Expensive Shit” funcionam como um lado A e lado B num frequente contraste de mãos dadas.


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