Sexta-feira, 8 Março, 2019

CURRENT 93 Thunder Perfect Mind 2LP

€ 25,50 2LP (2018 reissue) The Spheres

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

EXQUISITE CORPSE Reassembling Reality MCD

€ 11,50 MCD (KK092CDS) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1992 / Original 1992 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
What A Life, Anxiety, Traditional Ties With Dreaming, Honeymoon

As faixas tipicamente longas de Exquisite Corpse precisam de todo esse tempo para respirar e oferecer os seus prazeres. Os 11 minutos de “What A Life” possibilitam um desabrochar lento nesta marcha trance contida, quase só em potência – uma das assinaturas mais poderosas neste projecto é precisamente o poder de contenção, sem deixar as faixas explodir em momentos catárticos como indicam as fórmulas. “Anxiety” exercita em cores fortes um modelo jack para estas ideias europeias de techno orgânico e consegue nunca perder de vista a melodia simples que enche o envólucro; “Traditional Ties With Dreaming” acelera BPMs mas não o peso. Evolui em equilíbrio perfeito de futurismo e ancestralidade, manifesto de repetição que, até no som das marimbas, continua o trabalho de visionários minimalistas como Steve Reich; “Honeymoon” encerra a excursão do que é praticamente um álbum, em duração. House emotiva, assente nas quebras da batida e na malha de piano que movimenta o drama. Material superlativo numa zona habitualmente pouco respeitada.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

EXQUISITE CORPSE Dream Night Dance Music CD

ESGOTADO / SOLD OUT CD (KK083CD) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1992 / Original 1992 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
BKS, Etoile, Sacrifice, Elevator, Sitting In A Tree (Time Flies)

Primeiro álbum num percurso relativamente curto de Robbert Heynen. Gravado quando quando ainda fazia parte de Psychick Warriors Ov Gaia, “Dream Night Dance Music” concentra o poder naturalista de PWOG num álbum cristalino, enamorado – como era próprio da época – de outras latitudes e sons na época considerados “tribais”. No entanto, enquanto muita da house tribal na década de 90 viria a significar batucada incessante assente num kick extra pesado, Exquisite Corpse ocupava-se em abrir vista para a natureza de uma forma mais contemplativa, utilizando o baixo frequentemenmte como recurso melódico (“Etoile”, por exemplo), somando camadas de melodia sobre a grelha de percussão. Na confusão entre house, techno e trance, é este último género e – digamos – a filosofia de vida a ele subjacente, que prevalece enquanto denominador comum. A evolução tranquila de cada faixa, a elegância no equilíbrio entre batida e ambiente, fazem com que o álbum permaneça na sua própria dimensão, não cruzando com a multidão de discos que serviam os clubes nesses anos. “Sitting In A Tree (Time Flies)” resume na perfeição todas as linhas de força nesta estrutura, vagueando com prazer pelo espaço aberto na composição rítmica e, quando “Elevator” encerra o disco, é com total certeza de uma rota inspiradora e pacífica. Favorito nosso desde 1992, não exageramos. Forte e perfeito, incólume após N mudanças de paradigma na música de dança.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PSYCHICK WARRIORS OV GAIA Obsidian (Organically Decomposed) MCD

ESGOTADO / SOLD OUT MCD (KK090mcd) KK Records

Exemplares originais SELADOS da edição belga de 1992 / Original SEALED 1992 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Obsidian (Deconstructure), Patience (First Step), Challenge (Kala Mix)

EM BREVE / SOON

“Patience (First Step)” segura um ritmo em shuffle (só popularizado no techno quando a Kompakt tomou conta, quase uma década mais tarde), pancada seca e linha de baixo semi-ácida que faz borbulhar o fundo; “The Challenge (Kala Mix)” revisita as duas partes no alinhamento do primeiro álbum “Ov Biospheres And Sacred Grooves: A Document Ov New Edge Folk Classics”, também de 1992, naquele espírito trance que começava a autonomizar-se com o projecto Exquisite Corpse que saiu de PWOG. Bom! No entanto, nada ultrapassa em prazer os 20 minutos de “Obsidian (Deconstructed)”, extensão para mais do triplo da duração do original (também do mesmo álbum). O longo crescendo, antes de se ouvir batida, é uma sequência absolutamente encantadora, ajudada pela voz sumida de Timothy Leary, um pouco guia nesta imersão numa das mais incríveis experiências de fuga psicadélica na música de dança dos 90s. Celebratória de um abraço à Natureza, da abertura de olhos em relação a novos estados de consciência, da comunhão entre mentes que se entendem na pista de dança sem trocar uma palavra, esta desconstrução de “Obsidian” cria, ainda hoje, uma narrativa que desejamos habitar, talvez mais do que nunca. Lindo de morrer, mas para viver.

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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Switched On LP

€ 25,95 LP (2018 reissue) Duophonic

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Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Segunda-feira, 26 Fevereiro, 2018

NATURE BOY Ruff Disco Volume One 2LP

€ 18,95 2LP (2017 reissue) Frame Of Mind

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1992, trip hop a começar a bater e há uma fusão de sons que extravasam géneros que começam a tocar na pop. DJ Nature/Milo Johnson esteve na fundação do The Wild Bunch/Massive Attack na década de 1980 em Bristol e no início da década de 1990 edita este “Ruff Disco Volume One” enquanto Nature Boy, um álbum que funde diversas casas do house e introduz a velocidade do disco inflamada com cadências de dub/reggae. Mais de meio século depois, a editora Frame Of Mind, projecto novo de Gerd, reedita esta preciosidade e torna-a disponível para o mundo: ouvido hoje, “Ruff Disco Volume One”, é tão clássico como “Blue Lines” dos Massive Attack. O tempo não passou por aqui. Isto é o presente e soa tão cheio, rico e inspirado como em 1992. Theo Parrish Omar-S, Kyle Hall e Jamal Moss passaram por aqui para chegarem onde estão hoje. E Jamie XX e Four Tet também. Ruffness no sítio certo.

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Quarta-feira, 24 Janeiro, 2018

DEREK BAILEY Solo Guitar Volume 1 2LP

€ 24,50 2LP Honest Jon’s

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Quinta-feira, 28 Dezembro, 2017

CÂNDIDO LIMA Oceanos LP

 € 18,95 LP Grama

Em Dezembro de 2016, por ocasião da reinterpretação de “Oceanos”, no Rivoli, Cândido Lima afirmou que “uma das coisas que me marcou e entusiasmou sempre, em Xenakis, era a sensação de que algumas obras nasciam desordenadas. Iam encontrando a sua ordem”. Talvez essa ideia se aplique a muita da música que se considera inacessível, para a qual é necessário estarmos disponíveis. Gravada em 1979 por encomenda da Gulbenkian, “Oceanos”, para orquestra, vozes, percussão e electrónica, inspirava-se na possível descoberta, pela NASA, de oceanos em Neptuno. A natureza obviamente alienígena da música e o seu grão clássico contribuem para a imagem fortíssima e segura de um cosmos onde, por defeito, perdemos o pé. Fascinante e importante inauguração do catálogo Grama, cuidado pela Matéria Prima, no Porto, e com arranjo gráfico de Miguel Carvalhais.

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Quarta-feira, 12 Outubro, 2016

CASSIO Baby Love 12″

€ 12,50 12″ (2016 repress) Groovin Records

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Quinta-feira, 17 Dezembro, 2015

SWANS White Light From The Mouth Of Infinity / Love Of Life 3CD / 3LP

€ 20,95 3CD (2015 reissue) Mute

€ 56,50 BOX 3LP (2015 reissue) Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-5.mp3]

Em 1991, os Swans saíam, de certa forma, das profundezas do rock que tinham inventado uma década antes. “White Light From The Mouth Of Infinity” exercita uma subida até que suficientes raios de luz pacifiquem a música. Os momentos mais abrasivos do passado, aqui com um boom de bateria muito característico da época (e transversal a vários géneros) são geridos de forma a conviverem com uma outra fase que, no mesmo período, Michael Gira e Jarboe atravessavam com o projecto Skin. Como é claro, a voz de Gira é sempre capaz de mistificar e, mesmo quando a tempestade sónica abranda em seu redor, ela mantém o poder de nos deixar sempre alerta.
Um ano após “White Light From The Mouth Of Infinity”, Swans prosseguem uma via semelhante de equilíbrio entre escuridão e luz. Talvez o título “Love Of Life” pudesse sugerir um certo tipo de orientação mais pacífica mas não é isso que se verifica. Swans chegam mais ao formato canção mas não por um caminho muito tradicional. São estendidos alguns mantras que, muito mais tarde, encontraremos em forma aumentada e magnífica , por exemplo, no álbum “To Be Kind”, mas aqui está uma visão do rock, em 1992, que mantinha o peso do passado e quase o unia a um som shoegaze – de novo, o som da bateria, o seu eco, é muito importante nessa definição. Enquanto o grunge acontecia, Swans cantavam “And all across America the poison fires glow” (“God Loves America”).
CD triplo em digipak gordo e caixa negra, edição de luxo com três LPs.

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Quarta-feira, 24 Dezembro, 2014

NU-WORLD A Bran Nu-World 12″

€ 8,00 12″  Tom-Tom Club (TTC005)

Exemplar original de 1992 em excelente estado! / Original 1992 release. EXC

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=6X5kyxcqQkE?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>

Se escutaram o clip acima (“We Three Strings Mix”) captaram a forte ligação com Disco que esta malha tem. É um exemplo extremamente feliz (literalmente feliz), em 1992, da continuidade entre Disco e House. As cordas oferecem o contraponto perfeito para o beat sintético, há uma linha de baixo por cima da linha de baixo, para aumentar ainda mais o sorriso, o piano reforça tudo, há claps que provocam arrepios; mais á frente, um sintetizador a sugar tudo para cima e são 9 minutos de magnífica suspensão no tempo, num lugar privilegiado que nos permite, de facto, observar como um género se transmutou em outro com total coerência e objectividade, aproveitando do passado os sons correctos para a transmissão da mensagem. Os 23 anos que passaram desde que o disco foi editado nada significam. Esta música é de agora, e este agora é sempre.

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Quinta-feira, 4 Dezembro, 2014

BRIAN ENO The Shutov Assembly (Expanded Edition) 2CD / 2LP

€ 19,95 2CD (Expanded 2014 reissue) All Saints

€ 21,50 2LP (2014 reissue) All Saints

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WAST032CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST032CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST032CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST032CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST032CD-5.mp3]

Qual o tempo e o modo de Brian Eno? Década de 70 com Roxy Music, álbuns pop a solo, início do trabalho ambiental? Década de 80 com aprofundar da marca ambiental e colaborações várias? Década de 90 com ensaios na grelha já estabelecida da música de dança? Paramos aí, que é o tempo em que acontecem os quatro álbuns reeditados agora pela All Saints.
Editado no mesmo ano de “Nerve Net”, “The Shutov Assembly” parecia querer garantir a quem seguia Brian Eno que ainda não estava tudo explorado na zona ambiental, aquela que, possivelmente, mais carisma lhe deu na História da Música. Era frequente Sergei Shutov trabalhar a sua arte ao som de música de Brian Eno, que não era assim tão fácil de obter atrás da Cortina de Ferro. Aqui, digamos que Eno retribui o gesto. Ao reunir música sua, gravada entre 1985 e 1990, para enviar a Shutov, apercebeu-se de um fio condutor que lhe falava como um álbum completo. O título é, assim, literal, é uma reunião de música para Shutov, ela própria utilizada previamente por Eno em obras multimédia. É fácil notarmos as nuances sónicas em relação à série “Ambient”. Este som é muito da década de 80, há um tom cristalino artificial que é notório. Mais perto do final dos extras (apenas presentes na edição em CD), ouvimos ainda mais diferença e uma certa ligação estética a “Nerve Net”, num grupo de três faixas: “Big Slow Arabs”, “Storm” e “Rendition”, três exercícios rítmicos tensos. Eno encontra sempre assunto.

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Quinta-feira, 4 Dezembro, 2014

BRIAN ENO Nerve Net (Expanded Edition) 2CD / 2LP

€ 19,95 2CD (Expanded 2014 reissue) All Saints

€ 21,50 2LP (2014 reissue) All Saints

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WAST031CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST031CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST031CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST031CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WAST031CD-5.mp3]

Qual o tempo e o modo de Brian Eno? Década de 70 com Roxy Music, álbuns pop a solo, início do trabalho ambiental? Década de 80 com aprofundar da marca ambiental e colaborações várias? Década de 90 com ensaios na grelha já estabelecida da música de dança? Paramos aí, que é o tempo em que acontecem os quatro álbuns reeditados agora pela All Saints.
“Nerve Net”, de 1992, faz uma incursão em terreno mais amplo, depois de a música de Eno ter passado por um longo período mais introspectivo. Talvez “My Life In The Bush Of Ghosts” seja o antecedente mais próximo do que aqui escutamos, pela óbvia comparação rítmica. Robert Fripp, Benmont Tench, Roger Eno e John Paul Jones são os convidados mais conhecidos mas, como em várias outras ocasiões, Eno junta um leque de músicos em quem confia para concretizar a sua visão. “Nerve Net” soa agora, em retrospectiva, como um álbum muito do seu tempo, não querendo significar que é datado mas sim que documenta várias correntes fortes na época em que a música de dança começava realmente a tomar conta de um grande sector da pop. Justiça, no entanto: “Nerve Net” não é um disco para dançar mas ocupa-se do ritmo de forma análoga ao que Material faziam sensivelmente na mesma época. Um pouco de vanguarda nova-iorquina (“Wire Shock”), Quarto Mundo (“Pierre In Mist”, “Juju Space Jazz”), pressão cibernética (“Fractal Zoom”, “What Actually Happened?”), a sempre magnífica voz de Eno e, pelo meio, a pista do que ouvimos de extra nesta reedição: “My Squelchy Life”, que começa por ser uma faixa em “Nerve Net”, dá nome ao álbum nunca editado que deveria ter saído em 1991 e que nos é oferecido no segundo CD (não aparece na edição em vinil). Na época, Eno considerou-o menor e o disco foi abortado antes da edição, embora existam bootlegs provavelmente derivados dos exemplares promocionais que seguiram para a imprensa. Enquanto álbum, assenta perfeitamente na sequência pop de Eno a solo. Oiçam “Tutti Forgetti” para um gosto totalmente “My Life In The Bush Of Ghosts”; “Stiff” é Eno 100% clássico; “Everybody’s Mother” transmite calafrios de ficção científica; “Little Apricot” recupera a delicadeza ambiental. O todo forma um álbum de pleno direito. O tempo é bom conselheiro.

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Segunda-feira, 15 Setembro, 2014

PARADISE’S DEEP GROOVE I Love 12″

€ 9,50 12″ (2014 reissue) E Legal

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ELS846206-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELS846206-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELS846206-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELS846206-3.mp3]

Com discos na Bottom Line e Easy Street, Nelson Roman esteve bem dentro da cena house nova-iorquina dos 90s. Este disco fixa um momento incrível na produção norte-americana, fazendo-nos para sempre pensar em como é estranho pensar em Nova Iorque como berço de um som que só evoca espaço aberto, mar e praia. O que a música faz, aqui, é claramente um transporte de emoções. Piano e aquele baixo gordo aparecem com protagonismo em “Hypnotic Flute”, mas a cadência lenta coloca as sensações em suspenso num desejo constante. Mais rápido e seria um ambiente totalmente diferente. Assim, nada aqui é urgente e, como tal, nada aqui se esgota mesmo após mais de 20 anos sobre a edição original. “Trance Dance” é uma das faixas e também é o nome que se deu ao modo de dançar que mostrava, pelo menos em teoria, o outro lado do intenso movimento jack nascido em Chicago. Harmonia, piano, baixo sempre oscilante, tudo tirado do manual que, em 1992, ainda estava a ser escrito por produtores como Roman.

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Quinta-feira, 3 Julho, 2014

RUDOULPHO Sunday Afternoon / Touch Me 12″

€ 8,50 12″ (2014 reissue) Atlantic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/A75672-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/A75672-2.mp3]


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Terça-feira, 22 Abril, 2014

CHEZ DAMIER I Never Knew Love 12″

€ 10,50 12″ KMS

[audio:http://www.flur.pt/mp3/KMS048-
1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KMS048-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KMS048-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KMS048-4.mp3]

Repress!
+ MK, Carl Craig RMXS.


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Quinta-feira, 14 Novembro, 2013

TONY COOK & THE PARTY PEOPLE Cookin LP

€ 15,00 LP Turning Reel Productions (TRP0001-1)

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Yxmg44NXxBk?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ifMBXC1wb-M?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>

Exemplar original de 1992 como novo; edição alemã / As NEW 1992 German release. Sound clips not from actual copy.


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Sexta-feira, 23 Novembro, 2012

BREEDERS Safari 12″

€ 13,00 12″ 4AD (BAD2003)  ENCOMENDAR

Exemplar original de 1992 em óptimo estado.

Inclui as faixas Do You Love Me Now?, Don’t Call Home, Safari e So Sad About Us.

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=muecvUXTMmQ?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=JVNcofCilk0?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=yzyKtX6F8GA?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=1EEANTrFJqA?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>


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Sexta-feira, 8 Abril, 2011

PHORTUNE Lose Control + Ramsey’s Jazz 12″

€ 7,00 12″ Strictly Rhythm (SR1289)

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SR1289-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SR1289-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SR1289-1.mp3]

Exemplares originais de 1992 / Original 1992 release

A Strictly Rhythm é uma das âncoras mais importantes da definição de house, de quase toda a sua história, estilos, subgéneros, ascensão e queda. DJ Pierre, Masters At Work, Armand Van Helden, Todd Terry, Dan Curtin, Josh Wink, King Britt, Danny Tenaglia, muitos nomes fundamentais gravaram para a editora. O vasto catálogo construído desde 1989 até praticamente à actualidade é demasiado disperso para uma classificação de 100%, mas – estimativa muito por baixo – pelo menos duas dezenas de maxis de entre as centenas editadas fazem muita diferença no panteão house. E panteão talvez seja errado porque estes discos, acreditem, mantêm-se vivos.
Para sempre ligado ao arranque da acid house, DJ Pierre manteve a sua marca muito distinta na música pelo menos até meio dos anos 90. Nas suas melhores produções e nas remisturas como Wild Pitch há um som house muito carismático: sirene, orgão, blips, um beat duro, voz ameaçadora ou, pelo menos, sem, tom de esperança.
Phortune era um colectivo em que Pierre, como acontece neste caso, poderia ser o produtor e não ser autor da música nem sequer participar na sua criação, aqui dividida entre Spanky (Phuture), Roy Davis Jr. e E. Smith, para citar os mais importantes. Marshall Jefferson foi o engenheiro de som nestas sessões e assim temos uma concentração de talento invulgarmente boa. A voz tradicionalmente maliciosa de Spanky só diz “Lose Control” por cima de uma produção que, ainda hoje, impõe sem qualquer problema a dominação da pista de dança. Duas versões para diferentes sensibilidades mas a mesma eficácia. Oiçam isto. O lado B tem três versões de “Ramsey’s Jazz” (incluimos apenas um clip, já que as versões não diferem muito), um exemplo da procura de contacto com o jazz que muitos produtores de house procuraram e poucos conseguiram com eficácia. Aqui não é especialmente brilhante e tem quase zero apelo na pista. “Lose Control”, no entanto, é matéria suficiente para subir ao Céu com a pista nos pés.

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Sexta-feira, 18 Março, 2011

Synctotem “Simon’s Theme + Little Blue Flower” + Fre-Dee “Beware Of The Dark” – EXEMPLARES ORIGINAIS em stock

synctotem fre dee

SYNCTOTEM
Simon’s Theme + Little Blue Flower
12″ Easy Street – 6 eur

Exemplares originais de 1992 ainda selados! ESGOTADO!

FRE-DEE
Beware Of The Dark
12″ Underworld – 5 eur
Exemplares originais de 1992 em óptimo estado
ESGOTADO!

Em 2011 talvez não faça tanto sentido falar num período dourado da produção house, geralmente apontado algures entre o meio da década de 80 e o início dos 90s. Mas quanto mais se investiga mais se percebe que o que diziam há vários anos (“house nunca morreu”) é totalmente verdade. Não apenas não morreu enquanto género, manteve-se sempre vital, ainda que, frequentemente, à superfície pareça não ter interesse. Agora recuemos até 1992, que nem sequer é um ano de formação para a house, e nestes dois maxis ouvimos um padrão que inspira alguma da produção deep house actual. Synctotem sustenta aquele groove com base em sons de orgão muito comum numa editora como a Nu Groove mas transversal a um certo tipo de sensibilidade na produção da época. A musicalidade é uma prioridade, não são apenas os beats a moldar a personalidade. “Simon’s Theme” tem uma base rítmica reconhecível de algumas malhas de Master C & J para Liz Torres, o ambiente é intenso e este é o tipo de deep house em que ainda existia um compromisso entre o espaço no som e o ambiente rude do ritmo (mais tarde essa aspereza rítmica foi progressivamente domada). “Little Blue Flower” parte dos mesmos sons, tem uma linha de baixo mais presente, o groove de orgão é feliz. Cada faixa tem duas versões.
“Beware Of The Dark”, de Fre-dee, tem 5 versões, incluindo bonus breaks. O papel do orgão, neste disco, é substituído por sopros sintéticos, no estilo de Bobby Konders, a linha de baixo é mais ameaçadora, e a voz repete, com espaço e eco, a frase do título – “Beware of the dark” – para máximo efeito sensual na escuridão da pista. O legado destas produções é tão impressionante e os recantos tão obscuros que muito está ainda por redescobrir, não no sentido nostálgico mas porque este som é hoje actual, traz alguma justiça de volta e os seus elementos simples são toda a matéria de que precisamos para que o nosso esqueleto sinta boas vibrações sem ter de se agitar violentamente. Apresentamo-vos ambos os discos a preços PARA VENDER :)

Simon’s Theme + Little Blue Flower

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Beware Of The Dark

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