Quarta-feira, 8 Maio, 2019

CLATTERBOX Eazy Does It CD

€ 9,95 CD Clear (CLR422)

Exemplares originais da edição inglesa de 1996 / Original 1996 UK release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Metre, Sann Sann, Chorus (Des Femmes)

Não podemos levar a sério um movimento actual como o Skweee quando já ouvimos boa parte dos seus modelos neste álbum de 1996 e no EP homónimo precedente (1995). “Eazy Does It” saiu na Clear, uma editora inglesa quase sempre de culto (Plaid, Doctor Rockit, Gescom e outros ilustres gravaram para lá), identificada com o revivalismo electro mas a empurrar sonicamente os limites da palavra mais para o futuro. Clatterbox / David Kempston, especificamente neste álbum, apanhou boas dicas do passado electro mas também P-funk e algum boogie mais electrónico para concentrar em alguns minutos de música deliciosamente alienígena. As coordenadas conhecidas parecem estar lá, mas quando escutamos melhor já estamos em território novo. Não confundir com o trip hop já banal na altura, agarrem-se a faixas como “Matterrox”, “Chorus /(Des Femmes)”, “Sidge”, “Alfabeti” ou “Boogie Baby”. Conseguimos exemplares NOVOS, impecáveis, a capa é de cartão reciclado, funciona como envelope, irresistível para fetichistas de embalagens.

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Terça-feira, 20 Novembro, 2018

SLAM Headstates CD

€ 6,00 CD (SOMACD5) Soma Quality Recordings

Exemplares originais da edição inglesa de 1996 / Original 1996 UK release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Dark Forces, Life Between Life, Emotive, White Shadows, Beneath

Os Slam já tinham uma história antes de “Positive Education” em 1993. Ainda pré-techno, as festas Atlantis no mítico Sub Club, em Glasgow, e várias outras experiências como promotores, para além da criação da editora Soma, mexeream o seu nome bem para a frente na cena inglesa e, depois, internacional. “Headstates” é a plena consolidação, em 96, e representa bem o techno espacial produzido em Inglaterra mas ainda enamorado de Detroit. Malhas assertivas (na verdade são bangers elegantes), melódicas, rolando na pista até nos momentos de pico (sem medo), e óptima motivação para aquelas horas monótonas de auto-estrada. O álbum recua a meio para algumas faixas quebradas, mais lentas, alinhadas com o hip hop abstracto que ganhava estatuto de género, por esses anos.

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Sexta-feira, 9 Novembro, 2018

APHEX TWIN Richard D James Album CD / LP

€ 14,95 CD Warp

€ 24,50 LP (2012 repress) Warp

OUVIR / LISTEN:
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Quarta-feira, 19 Setembro, 2018

JOHN BELTRAN Ten Days Of Blue 2LP

€ 29,50 2LP (2018 reissue) Peacefrog

Segundo álbum de John Beltran, 1996, novo pedaço de História a ser revisitado pela Peacefrog, que já tinha editado o original. Existe um fundo comum, nesta época, que junta com a mesma sensibilidade produção importante nas margens do techno. Editoras como a Warp, Source, Apollo / R&S, 100% Pure, Eevolute, U-Trax, Planet E e muitos outros nomes dispersos pelo planeta. É recorrente a sensação de que, aqui, se estava a projectar ainda um futuro, sendo curioso que ele seja muito sustentado por uma soltura quase jazzística, entre batidas quebradas e harmonias simultaneamente afáveis e dissonantes. Inventavam-se cenários com o correspondente enquadramento de imagens digitais que circulavam na época por clubes mais empenhados na experiência total e também por videos como a série “X-Mix”. “Ten Days Of Blue” recorda, ainda, a forte ligação que esta música mantinha com uma certa ideia de regresso à Natureza e a um contacto mais profundo connosco, nesse elemento.

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Terça-feira, 7 Agosto, 2018

SWANS Die Tür Ist Zu 2LP

€ 28,50 2LP Young God / Mute

OUVIR / LISTEN:
Die Tür Ist Zu


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Terça-feira, 7 Agosto, 2018

SWANS Soundtracks For The Blind 3CD / 4LP

€ 18,50 3CD Young God / Mute

€ 79,95 4LP Young God / Mute

OUVIR / LISTEN:
Soundtracks For The Blind

1996. Último álbum dos Swans antes de anunciarem o seu regresso em 2010. “Soundtracks For The Blind” esteve durante anos indisponível e é um marco na carreira dos Swans. Pelo lugar que tem no currículo – ainda com Jarboe – e porque aqui estão concretizadas ideias – que existem noutros momentos na carreira dos Swans, antes e depois – em estúdio com uma minucia singular a todos os seus álbuns de estúdio – mais uma vez, antes e depois. O arranque com “Red Velvet Corridor” e depois “Helpless Child” têm as linhas de “Feel Happiness”, tema inédito em estúdio, só presente num dos melhores álbuns ao vivo de sempre – sim, de sempre -, “Swans Are Dead”, de 1998. Essa indicação, as coordenadas que existem em “Soundtracks For the Blind” que se correlacionam com outros temas e tons na música dos Swans, tornam este duplo álbum numa experiência catártica, em que por vezes a banda se parece abster das suas características rock e explorar à larga todas as entrelinhas que existem no subtexto dos Swans: musical ou simplesmente narrativo. É, por isso, ainda hoje, após o regresso dos Swans, um disco fantasmagórico, algo que anuncia um fim de forma categórica e com uma expressão de essencial. Não é – e isto é importante – o melhor disco dos Swans, mas é aquele que de certa forma deixou mais rasto na música popular: ouvimos os Black Dice que viriam na década seguinte, o William Basinski de “The Disintegration Loops”, expansões para Skaters, Ariel Pink ou a importância do não-alinhamento dos Animal Collective. Aqui os Swans estão em todo o lado e em lado algum, porque “Soundtracks For the Blind” é um disco sem lugar, que não procura um lugar, cria-o. Se ele existe ou não, é matéria para quem o ouve. A reedição em CD de 2018 inclui um CD extra com “Die Tür Ist Zu”, álbum descatalogado durante anos, lançado pouco antes de “Soundtracks For The Blind” em exclusivo na Alemanha. A caixa dos LPs é limitada e dará lugar a uma outra edição em gatefold assim que esgotada.


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Quinta-feira, 26 Julho, 2018

BOARDS OF CANADA Hi Scores MCD / MLP

€ 7,50 MCD digipak (2018 repress) Skam

€ 11,50 MLP (2018 repress) Skam

OUVIR / LISTEN:
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Em “Hi Scores”, de 1996, o som dos Boards Of Canada já estava perfeitamente formado. “Turquoise Hexagon Sun” é um dos melhores exemplos de como no Norte de Inglaterra se transformava o som já em cruzeiro da cena trip hop em algo ainda mais alienígena, juntando-lhe camadas ambientais que tanto evocavam música cósmica das décadas de 70 e 80 como música composta para programas infantis. As memórias, o sentimento de nostalgia, sempre estiveram muito presentes em Boards Of Canada (o seu próprio nome referencia o National Film Board Of Canada, estúdios de produção ligados a animação clássica e experimental como a de Norman McLaren). Em 6 faixas percorremos um caminho que regressa ao seu início de forma pacífica, como um passeio por uma zona já conhecida mas que nos deslumbra sempre. O que foi aqui inventado perdura num patamar próprio, apenas “June 9th” parece desviar um pouco para Autechre e “Niogax” para Egyptian Lover em velocidade reduzida. “Hi Scores”, em cima de “Play By Numbers” e “Twoism”, avança para a sua obra-prima que é “Music Has The Right To Children” (1998). O impulso não voltou a perder-se.

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Sexta-feira, 20 Abril, 2018

THE VISION Spectral Nomad 12″

€ 11,95 12″(2018 repress) Metroplex

OUVIR / LISTEN:
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Na mesma semana em que mostramos Surgeon / Vice, com exemplares de armazém de “Creep” (1997), juntamos “Spectral Nomad”, de 97, para comungar nas semelhanças entre o som de Vice (Jay Denham) e esta bomba de Robert Hood editada na Metroplex de Juan Atkins. Só nomes. A deslocação é temporal mas também física, nesta música feita de dissonâncias e repetições que desorientam a postura normal. É aparente a fuga para fora da realidade, uma idealização robótica perante a limitação de ser humano. Em “Detroit: One Circle” também a magia da geografia e o tributo a raízes mais profundas do que conseguimos ver. Encerramos com uma palavra já utilizada: Magia.

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Terça-feira, 17 Abril, 2018

COIL presents BLACK LIGHT DISTRICT A Thousand Lights In A Darkened Room CD / 2LP

€ 12,95 CD (2018 reissue) Dais

€ 32,50 2LP Vinil colorido (2018 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN:
Red Skeletons, Die Wölfe Kommen Zurück, Refusal Of Leave To Land, Stoned Circular I & II, Green Water, Cold Dream Of An Earth Star

Na senda de “Worship The Glitch”, Coil prosseguem a exploração de ambientes aparentemente intocados por mão humana, facilitando – e procurando, como sempre fizeram – ligações ao Oculto, agora com Drew McDowall apenso ao duo John Balance e Peter Christopherson. Adornado por uma capa típica de Steven Stapleton (Nurse With Wound), “A Thousand Lights In A Darkened Room” não parece oferecer muita luz, a sensação que fica é, aliás, de uma intensa procura de luz, de uma nervosa iluminação apontada para certos cantos onde se ouvem coisas a acontecer. O desenrolar da música faz com que ela soe tão surpreendida com o seu próprio rumo tanto quanto nós estamos ao concordar com esta viagem. Se não era já notório, aqui Coil envolvem-se ainda mais no seu próprio manto, abandonando as conotações de “música industrial” das quais nunca parecem ter sido totalmente separados pelo mundo exterior. Fascinante e perturbante como o são certos sonhos bizarros que não conseguimos contextualizar, são no fundo algumas cabeças humanas em voo livre, pegando e largando referências, construindo com os excertos uma nova realidade. Riquíssimo período criativo, toda a década de 90 na existência dos Coil.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

HAT Tokyo – Frankfurt – New York CD

€ 16,50 CD (RI 037) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Funk Coaster, Sleep Run, 2 Gigabyte Of Joujou, Kubrick, Quick Esc.

Na capa lê-se Haruomi Hosono, Tetsu Inoue and Atom Heart. Naquele ano brilhante de 1996 (o catálogo da Rather Interesting foi revolucionário, nesse ano), a junção destes três nomes resultou num álbum de jazz disfarçado. A síntese conseguida entre um mundo exageradamente artificial e harmonias que parecem resultar de uma jam entre músicos ao vivo tem poucos paralelos. O ritmo serve de âncora à incrível rede de arranjos texturais. Diversas camadas de ambiente entram e saem da equação como parte de um fluxo que nos soa sempre natural. Regressando à capa, “Tokyo – Frankfurt – New York” (as bases de cada um dos músicos) parece espelhar “Penthouse And Pavement” dos Heaven 17, onde se lia Sheffield – Edimburgh – London. Se nada de óbvio liga os dois álbuns, talvez possamos inventar uma relação muito saudável com funk. Na verdade, “Funk Coaster” inclui a frase, repetida por uma voz artificial, “I am the funk master”. De novo, imperdível.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

DATACIDE Ondas CD

€ 16,50 CD (RI 040) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Holy Microwave
Good Vibe
Onsurf (Hello Mr. Wilson!)
Eternal Frequency


Em 96, Uwe Schmidt e Tetsu Inoue já traziam no currículo três Datacide (“I”, “II” e “Flowerhead”), mas “Ondas” representa uma outra avenida, em consonância com a presença forte, na época, da exotica, lounge e easy listening na pop e na música de dança. Burt Bacharach, Les Baxter, Martin Denny e, até, a exotica pop de Brian Wilson (há aqui uma faixa chamada “Onsurf (Hello Mr. Wilson!)”. “Ondas” reinventa de facto a postura em relação ao revivalismo “easy”, não só através de uma certa distância digital que dá à música uma qualidade de miragem mas também reforça a nostalgia, que deixa de ser palpável como outros eram na época (crooners a imitar crooners ou secções de cordas a imitar clássicos) para se assumir mais abstracta e, com isso, universal. Além disso, as faixas, relativamente longas, são quebradas por diversos ambientes no mesmo espaço, mudando abruptamente de tom (“Holy Microwave” é um excelente exemplo). Álbum magnífico para escutar com rigorosa atenção, para aceder devidamente a um “mundo de prazer”.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

MONO TM Mono Trademark CD

€ 16,50 CD (RI 038) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Tag Layer, ArhythmAttack, Urbanative, Cruel Channel, ‘E’ Stands For Electro

Este era o álbum electro de Atom TM, na época. No entanto, como em todos os muitos álbuns conceptuais na Rather Interesting, o formato não é fechado. É, até, bastante livre. O ponto de partida parece ser, logo desde a capa, um tributo à cultura b-boy recebida à distância. As faixas, relativamente longas, apresentam quebras abruptas, viragens bruscas e alterações de clima suficientes para reclamarem frequentemente a vizinhança do jazz. O sabor extremamente sintético dos grooves é explorado exaustivamente nas mil faces de “ArhythmAttack”, demonstrando a versatilidade da composição digital em mãos sábias. A improvisação em blips a partir dos 7 minutos de “Cruel Channel” coloca esta música no lado aprazível da Vanguarda. A sinfonia quebrada de “E Stands For Electro” chega ao fim dos seus 8 minutos com a tradicional voz de Mac nos CDs da Rather Interesting a proclamar “and-you-are-stupid-if-you-have-not-sampled-this-clap”.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

BROWN Brown CD

€ 16,50 CD (RI 036) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Brown


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Terça-feira, 5 Dezembro, 2017

AFRICAN NIGHTFLIGHT 4Rest EP 12″

€ 10,50 12″ (15 UTR ANF 1) U-Trax

Exemplares originais da edição holandesa de 1996 / Original 1996 Dutch release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN

4Rest (Triplet Version)
Make Up Your Mind (Thirst)
Brubaker’s Slide


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Terça-feira, 5 Dezembro, 2017

MAARTEN & TJEERD Lunetten EP 12″

€ 10,50 12″ (16 UTR M&T 1) U-Trax

Exemplares originais da edição holandesa de 1996 / Original 1996 Dutch release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN

MT 34
Ice
Fusion

Dedicado “à zona exterior da zona exterior”, eis um EP de clássica exploração espacial na década de 90. O êxodo da época equivaleu a um boom de produção que colocou as estacas da fronteira muito mais à frente no terreno. Numa espécie de ambientalismo ácido (“Ice”, por exemplo), Maarten and Tjeerd fixam aqui muito do que faziam a solo em projectos individuais e detêm-se numa abordagem panorâmica mais mental. No entanto, até “Fusion”, uma faixa ambiental, tem subjacente uma linha de baixo que parece poder dirigir o desenvolvimento da música mas é abandonada mais à frente para um regresso à fonte que não é rítmica mas flui sem cessar. Um vislumbre de futuro, lá atrás.

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Sexta-feira, 6 Outubro, 2017

ELFISH ECHO, YUMIKO SATO Elfish Echo Presents Sato Yumiko CD

€ 12,95 CD (KM2002) KM20

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Elfish Echo Presents Sato Yumiko

As editoras KM20 e Source, ambas fundadas por David Moufang (Move D) e Jonas Grossman, percorreram a década de 90 como referências bem fundamentais para quem seguia a electrónica mais exploratória possível num contexto de música de dança. Elfish Echo e Yumiko Sato começam o disco num registo próximo do jazz electrónico de Conjoint (a superbanda da KM20). Aqui, em 1996, uma certa desformatação jazz (ritmos quebrados), até pela popularidade e relevância crescentes do drum & bass, era atraente como mesa de experiências em cima da qual a criação de groove parecia virtualmente ilimitada. Há uma aproximação ao techno depois do meio do disco, aproximação livre, mas o álbum termina com percussão bem solta, quase em modo ritual oriental, e ondas sintéticas de ambiência que fazem desejar um prolongamento.

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Sexta-feira, 6 Outubro, 2017

MACHINE PAISLEY Machine Paisley CD

€ 13,95 CD (RI 035) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Machine Paisley

Não é apenas o facto de, na época (1996), Atom Heart / Uwe Schmidt trilhar um percurso sem paralelo. Um álbum como “Machine Paisley” ainda está muito sólido na sua própria posição. Esta música não só não fica datada como, ainda hoje, apresenta soluções muito futuristas. Partindo de uma teia jazzística extremamente complexa, com camadas sobre camadas de pormenores diminutos sempre a acrescentar dimensões ao corpo sonoro, o disco explora uma espécie de Exotica sem fronteiras, sem barreiras, com base no que aparenta ser uma base vagamente latina. Uwe Schmidt estava baseado em Santiago do Chile e caminhava, álbum a álbum, para a as extravagâncias latinas que foram Los Samplers e Señor Coconut, só que é precisamente na medida que apresenta em “Machine Paisley” e nesse período que o génio se manifesta sem igual. Só é possível sentir o alcance deste seu universo com uma audição atenta aos detalhes (auscultadores, por exemplo). Mesmo nas faixas em que, num primeiro plano, tudo soa concreto e extremamente fluorescente, há que procurar todos os sons mais suaves que coexistem sob a superfície. Brilhante.

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Segunda-feira, 19 Junho, 2017

MUSLIMGAUZE Azzazin CD

€ 14,50 CD Staalplaat (2004 reissue)

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MUSLIMLIM003-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MUSLIMLIM003-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MUSLIMLIM003-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MUSLIMLIM003-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MUSLIMLIM003-5.mp3]

Um disco intrigante de Bryn Jones, sonicamente (em aparência) mais desligado do Médio Oriente. Progride através de uma massa de glitch e graves, sempre tensa, algumas pulsações à beira da distorção sugerem o ritmo; há vozes, por vezes apenas suspiros, que entram e saem da mistura; não é um universo distante do mais laboratorial que escutamos nos Pan Sonic clássicos, passando a ideia de uma corrente perigosa que circula junto a nós com a possibilidade de nos anular, pura e simplesmente, a qualquer momento. Muito empolgante.


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Quinta-feira, 23 Março, 2017

KLUSTER Zwei-Osterei CD

€ 12,00 CD Hypnotic / Cleopatra (CLP9737-2)

Exemplares SELADOS da reedição alemã de 1996 / 1996 German re-release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Part One
Part Two

O segundo disco dos Kluster, “Zwei-Osterei” (1971) segue a mesma montagem do primeiro álbum, “Klopfzeichen”, com a mesma formação (Moebius, Roedelius e Schnitzler + Plank como engenheiro de som), um dos lados com voz e outro sem voz. Ao contrário do primeiro disco, é no instrumental que “Zwei-Osterei” levanta vôo. É um exercício curioso ouvir a segunda parte e sentir como tanto do som industrial que tem saído nos últimos anos tenta esta genialidade mas falta-lhe aquela ingenuidade do pioneirismo e, claro, a rara capacidade para sacar um som vivo, mutante, circular, mas que ao mesmo tempo é algo inteiramente directo e, espanto, cósmico. Com o disco completo percorremos um universo austero comparável a “Stalker”, presos numa claustrofóbica marcha, sempre em progresso mas sempre ameaçados por algo invisível.
Exemplares selados da reedição em CD pela Hypnotic, em 1996. Pequeno furo promocional na parte de trás da caixa, por cima do código de barras. Como bónus, esta edição inclui 15 minutos gravados ao vivo em 1980 no evento Wiener Festwochen Alternativ. História em cima de história.

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Quarta-feira, 26 Outubro, 2016

MIKE & RICH Expert Knob Twiddlers 2CD / 3LP

€ 13,50 2CD (2016 reissue) Planet Mu

€ 28,95 3LP (2016 reissue) Planet Mu

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ZIQ369-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ369-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ369-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ369-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ369-5.mp3]

Isto foi incrivelmente especial em 1996. O encontro entre µ-Ziq e Aphex Twin juntava os dois nomes mais significativos na cena electrónica que saíu da rave para criar novo território (e novos paradigmas). “Expert Knob Twiddlers” mantém bem visível a postura destes produtores que nunca se levaram muito a sério. Se isso é mais notório quando pensamos em Aphex Twin, ao ouvir µ-Ziq (ou outros projectos de Mike Paradinas) ficamos logo ligados a uma ideia muito lúdica de som. Em ambos os casos, as referências à infância são muito presentes, isso também é explícito na capa do disco, onde ambos aparecem a jogar Downfall. Muito longe de techno ou house. O álbum mostra uma série de composições que tanto se inspiram na BBC Radiophonic Workshop como no mundo colorido da Exotica dos anos 50/60 que, por acaso, a meio dos anos 90, estava a influenciar alguma pop e alguma electrónica. Uma certa postura de jazz na desconstrução dos ritmos é também um ponto identificador da música. A estrutura soa bastante livre, há uma criatividade quase clássica nos arranjos, mas é precisamente isso que, aliado à estranheza dos sons, torna o álbum tão bom ainda em 2016. Gravado originalmente em 1994, durante o Mundial de Futebol nos EUA, foi cortado, preparado e editado por Richard D. James (Aphex) na sua Rephlex. A presente reedição foi remasterizada, a ordem original das faixas reajustada para uma outra narrativa e inclui sete faixas extra.

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