Terça-feira, 12 Fevereiro, 2019

SPEAKING TREES RBone 60 12″

€ 8,95 12″ Keys Of Life

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Quinta-feira, 7 Fevereiro, 2019

OMAR S [005] 2LP

€ 22,50 2LP FXHE

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Não foi aqui que tudo começou mas é neste disco que pela primeira vez se sentiu em maior escala a visão única de Omar-S. Filtros, blips, o beat arrastado como Theo Parrish e a improbabilidade de se chamar house, sem problemas, a este salto para dentro da engenharia de som (o que Omar diz que faz). Um conjunto de temas que fazem deste álbum um título fundamental na discografia que se elaborar da primeira década do século XXI e para além. Clássico da casa de Detroit, sentimental de forma crua e totalmente a reescrever, em 2005, o livro de estilo.


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Sábado, 11 Novembro, 2017

COLLEEN The Golden Morning Breaks LP

€ 17,50 LP (2017 reissue) Leaf

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O segundo álbum, depois de “Everyone Alive Wants Answers”, “The Golden Morning Breaks” (2005) é uma rigorosa e saturada congestão da Colleen minimal, que procurava texturas através de loops de guitarras e da distorção causada por overdubs. Estava em confluência com o que se fazia na época, principalmente da música maioritariamente editada em CDRs na primeira metade do século XX. Ouvimo-la inspirada pelos sons que vinham dos Estados Unidos e de Inglaterra na altura, com o desejo de encontrar um som transparente através dos métodos que resolveu utilizar. Talvez tenha falhado nessa ideia de transparência, mas criou uma falsa música de câmara, cheia de identidade e com um efeito contemplativo único. Ainda hoje é um disco único, uma belíssima caixa temporal do melting pot musical que foi a primeira metade dos 2000s.

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Quinta-feira, 10 Novembro, 2016

VEX’D Degenerate 2CD

€ 12,50 2CD (2016 reissue) Planet Mu

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Está aqui Roly Porter antes das edições a solo que conhecemos, já da segunda década deste século. Mas “Degenerate”, com Jamie Teasdale (que agora grava como Kuedo), saiu em 2005 para fixar o ponto da situação na evolução da cena hardcore britânica, actualizada então para dubstep e grime, essencialmente (podendo dizer-se que o drum & bass, ainda muito presente, é um género “clássico”). Tal como a recente reedição em vinil de “Where Were U In ’92?” de Zomby, este regresso de “Degenerate” ao mercado vem trazer à tona muitos e valiosos despojos da cultura rave mais bruta e esfuziante. Em 2004, a Rephlex mostrava o underground do grime em duas compilações. Os singles de Vex’d, do mesmo ano, são extras neste álbum que explica a mesma questão sónica com maior nervo. Tudo sempre em permanente tensão e queda, alarmes a soarem a todo o momento (não literalmente, na música, mas no tom que ela difunde). A subtileza é substituída por uma vontade urgente em construir uma ideia do presente alienante que se possa apresentar ao mundo. Exageramos, talvez, mas é como mostrar ao mundo o que ele nos está a fazer à cabeça.

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Quarta-feira, 2 Novembro, 2016

COIL The Ape Of Naples CD

€ 12,50 CD (2016 reissue) Important

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Peter Christopherson completou este último álbum dos Coil em 2005, cerca de um ano após a morte de John Balance. “The Ape Of Naples” parece recuperar a poderosa inspiração que originou “Horse Rotorvator” em 1986, mantendo sempre presente a sombra que os textos de Balance colocam sobre a música. A sua voz, sempre um trunfo acarinhado na discografia do grupo, aceite com todas as suas imperfeições e desadequações, amada pelo tom profundo e sentido. Em “The Ape Of Naples” surge-nos mais distante, tratada (embora não em excesso), mas sempre carregada de intenção. Coil nunca tiveram propriamente um estilo reconhecível para além da voz de John Balance ou certos sons recorrentes, e foi isso que que sempre tornou fascinante e imprevisível qualquer nova edição. A evolução da relação do grupo com a tecnologia foi gerando diferentes posturas e até conceitos, como na fase ELPh vs. Coil ou Time Machines, e é portanto natural que cada disco soe diferente. “It’s In My Blood” reforça o que escrevemos acima sobre um dos fios condutores no som dos Coil – a voz de Balance, o seu pranto nesta música, assemelha-se ao que ouvimos em “Circles Of Mania” (“Horse Rotorvator”). Mais experiências e mundos sobrepostos, passado arrancado aos anos, futuro imaginado, aguardam-nos dentro de “The Ape Of Naples”, celebrando sem pompa especial a última grande declaração criativa deste nome de culto. Íntimo e onírico, se tivermos de acrescentar duas palavras ao resto.

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Quarta-feira, 17 Junho, 2015

KERRI CHANDLER Return 2 Acid 12″

€ 10,50 12″ (2015 repress) Large Music

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Sexta-feira, 15 Julho, 2011

TIM ‘LOVE’ LEE’ Against Nature LP

€ 14,00 LP Tummy Touch (TUCH114LP)  ENCOMENDAR

Exemplares originais de 2005 como novos

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Tim ‘Love’ Lee efectivamente ressuscita com este álbum distante do som pelo qual ficou conhecido. Ainda assim, o seu gosto pela exotica, sons do Espaço e electrónica vintage eram regularmente introduzidos na sua música. A Tummy Touch, mas em particular Tim ‘Love’ Lee, representava o meio caminho entre o trip hop baseado em samples clássicas e o emergente big beat, na segunda metade dos 90s, a partir do qual nomes como Fatboy Slim fizeram carreira. Tim ajudou a lançar o fenómeno Groove Armada ao editar o seu primeiro álbum na Tummy Touch. Na primeira metade dos anos 00 trocou Londres por Nova iorque e em 2005, data de edição de “Against Nature”, estava integrado na vida artística da cidade, como se pode ler nas notas de capa escritas por William Pym. O álbum resulta numa fantasia cósmica co-realizada por elementos de um (fictício?) workshop denominado New York Aquarian Men. 10 faixas de experimentação electrónica com a melhor inspiração possível retirada de pioneiros como Cluster e da fase de ouro Head Hunters de Herbie Hancock. “Miss Urania” acrescenta à equação o som de telecomunicações e é o definitivo orgasmo tecnológico neste disco, mas todas as restantes faixas estabelecem uma realidade que, apesar de familiar para quem já se aventurou pelo Cosmos em viagens seleccionadas (queremos dizer: quem consumiu as experiências dos 70s, desde Hawkwind aos melhores Tangerine Dream), oferece novas perspectivas e um som sério e extremamente focado. “The Tortoise” foi recentemente utilizado por DJ Sotofett (Sex Tags Mania) para uma versão alternativa house-ificada talvez mais incrível ainda. Em retrospectiva, “Against Nature” serve como retransmissor de todo o património anterior para este lado do século XXI em que editoras como a Not Not Fun dão seguimento às explorações interiores de músicos em contacto com as estrelas. Jóia. Oiçam. Temos exemplares de armazém, nunca tocados.

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Sexta-feira, 28 Janeiro, 2011

Atmosfear “En Trance” – EXEMPLARES ORIGINAIS em stock

atmosfear

ATMOSFEAR
En Trance
LP+12″ Discotheque – 15 eur

Exemplares originais de 2005 como novos ESGOTADO!

Quase não se pode chamar vintage a esta edição, tem 5 anos. No entanto já está fora de catálogo. Localizámos algum stock de armazém, intocado, em óptimo estado, para rapidamente se transformar em destaque merecido.
Atmosfear editaram “En Trance” em 1981 e o seu nome apareceu com destaque nos anos 90 quando a cena house mais ligada aos clássicos recuperou “Dancing In Outer Space” (1979). Dimitri From Paris, Idjut Boys, Masters At Work, François K e outros actualizaram o som brit funk cruzado com Disco para as pistas house do fim de século. “En Trance” não incluia “Dancing In Outer Space” mas esta reedição junta o LP original, na íntegra, a um vinil adicional que inclui esse maxi e um outro, também completo, de 1980: “Motivation / Extract”. Série dourada de música que se encontrou num ponto de convergência entre Disco dos 70s, funk britânico dos 80s e antecipou uma certa vibe da deep house dos 90s. As referências a Espaço ajudam Atmosfear a criar uma zona de conforto principalmente realçada pelo efeito nas vozes, em algumas faixas, e a utilização generosa de sintetizadores. Groove sem esforço, iluminado pela mesma coisa que deu origem a tantos e tão bons discos de dança na viragem de década entre 70s e 80s.

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