Terça-feira, 9 Abril, 2013

3 CHAIRS Demi Gods 12″

€ 17,50 12″ 3 Chairs

[audio:http://www.flur.pt/mp3/3CH07-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-4.mp3]

Neura techno, ácido, jazz e suavidade de Detroit em regresso nunca menos que genial dos quatro (não são três) que ajudam a construir o sempre evolutivo núcleo duro da melhor música de dança: Theo Parrish, Rick Wilhite, Kenny Dixon Jr. e Marcellus Pittman. Não interessa o quanto andem pelo mundo em busca de comparação porque tudo fica a perder, neste nível. Pode perder por pouco, mas perde sempre. Ideias novas sempre na próxima esquina, pequenas acções de formação interna para os sons perceberem até onde podem ir, benção do deus da criatividade (e longevidade criativa) entregue a um quarteto de reis coroados e ciclicamente reinstituídos.


NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 23 Outubro, 2009

3 CHAIRS Spectrum CD

3 chairs cd

€ 17,95 CD 3 Chairs

“Spectrum” junta integralmente as três primeiras edições de 3 Chairs, entre 1997 e 2003. Este colectivo de Rick Wilhite, Kenny Dixon Jr. (Moodymann), Theo Parrish e Marcelus Pittman (nos discos mais recentes) fez história, também individualmente, na música de dança e, em particular, na produção feita em Detroit. Embora várias das faixas que podemos ouvir aqui sigam o que era usual nos primórdios da house – fazer loops com antigos grooves disco ou funk e unir tudo com um beat novo – , é notória a sensibilidade muito pessoal de todos estes produtores para levarem as coisas até outra dimensão. O efeito narcótico em muita da música neste CD parte do som nebuloso cultivado especialmente por Theo Parrish, da característica mistura final que parece dar um som “ao vivo” e dos arranjos simplemente fora do normal que 3 Chairs executam como nenhum outro produtor nesta área. Tal como Daniel Wang (comentado noutro post recente neste blog), a fronteira entre originais e re-edits nem sempre é perceptível em 3 Chairs e, da mesma forma que Wang, sabe-se que o que é aproveitado do passado é feito com genuína vontade em transportar um certo espírito original para a actualidade. De toda essa confusão nasce uma estética verdadeiramente nova, e se já passaram 12 anos desde o primeiro 3 Chairs, muitos mais hão-de passar sem que se sinta uma data definida para esta música.

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