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	<title>blog.FLUR.pt &#187; António Contador</title>
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		<title>Monólogo Subindo A Torre Eiffel de António Contador esta sexta-feira às 20h</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 11:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em loja]]></category>
		<category><![CDATA[António Contador]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta sexta-feira, dia 17 de Julho, pelas 20h, a Flur irá emitir na sua loja &#8220;Monólogo subindo a Torre Eiffel&#8221; de António Contador. É uma instalação sonora &#8211; monólogo-conversa-subida &#8211; que tem 25 minutos de duração e estará inserida no projecto &#8220;Monólogos subindo monumentos que dão para serem subidos a pé&#8221;. 
Sexta-feira, 17 de Julho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;"><em>Esta sexta-feira, dia 17 de Julho, pelas 20h, a Flur irá emitir na sua loja &#8220;Monólogo subindo a Torre Eiffel&#8221; de </em><a title="António Contador" href="http://www.antoniocontador.net/" target="_blank"><em>António Contador</em></a><em>. É uma instalação sonora &#8211; monólogo-conversa-subida &#8211; que tem 25 minutos de duração e estará inserida no projecto &#8220;Monólogos subindo monumentos que dão para serem subidos a pé&#8221;. </em></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"><em>Sexta-feira, 17 de Julho, às 20h<br />
FLUR<br />
Av. Infante D. Hennrique, Armazém B4, Santa Apolónia</em></span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em>(Esta é a última semana da exposição <a title="6=0" href="http://blog.flur.pt/2009/06/26/60-de-antonio-contador-em-exposicao-na-flur/" target="_blank">&#8220;6=0&#8243;</a>.<br />
Podem ainda visitá-la, até sexta-feira, no horário normal de loja &#8211; 13h às 21h.)<br />
</em></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3743" title="60" src="http://www.antoniocontador.net/files/gimgs/1_l1070194.jpg" alt="60" width="400" /></p>
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		<title>6=0 de António Contador em exposição na FLUR</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 12:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em loja]]></category>
		<category><![CDATA[António Contador]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de hoje, estará em exposição na loja da FLUR o novo projecto de António Contador, artista português residente em Paris. São seis singles de vinil de &#8220;The Sound Of Silence&#8221; de Simon &#38; Garfunkel, comprados no eBay a vendedores distintos, enviados para o artista e, posteriormente, colocados no correio com a Flur como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;"><em>A partir de hoje, estará em exposição na loja da FLUR o novo projecto de </em><a title="António Contador" href="http://www.antoniocontador.net/" target="_blank"><em>António Contador</em></a><em>, artista português residente em Paris. São seis singles de vinil de &#8220;The Sound Of Silence&#8221; de Simon &amp; Garfunkel, comprados no eBay a vendedores distintos, enviados para o artista e, posteriormente, colocados no correio com a Flur como destinatário. Os discos nunca foram abertos, nunca serão abertos, e expõem-se com as as fotos dos envelopes anteriores.</em></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"><em>Exposição de 26 de Junho até 17 de Julho.<br />
De segunda-feira a sábado, das 13 às 21h.<br />
Av. Infante D. Hennrique, Armazém B4, Santa Apolónia</em></span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em>(No dia 17 de Julho, às 20h, no último dia da exposição &#8220;6=0&#8243;, a FLUR apresentará &#8220;Monológo subindo a Torre Eiffel: concerto-conversa-subida&#8221;, do mesmo artista. Uma instalação sonora, com 25 minutos, inserida no projecto &#8220;Monólogos subindo monumentos que dão para serem subidos a pé&#8221;.)</em></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em><br />
</em></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3743" title="60" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/06/601.jpg" alt="60" width="400" height="300" /></p>
<h1><strong><em>And no one dared to disturb<br />
the sound of silence</em></strong></h1>
<p>António Contador toma como ponto de partida a icónica canção <em>The Sound of Silence</em>, da dupla Simon &amp; Garfunkel, para a criação do seu novo projecto <em>6=0,</em> uma obra em que conteúdo, contentor (entendido no sentido daquilo que contém) e contexto se fundem e geram complexas articulações de significados e possibilidades de leitura.</p>
<p>Se por um lado Contador parece aludir à famosa obra de Joseph Kosuth <em>One and Three Chairs </em>(1965), por outro, ao transmutar a linguagem verbal numa fórmula aritmética, transforma a lógica conceptual analítica num postulado com raízes em Badiou (pensador chave na formação teórica de Contador) e no seu sabido uso da matemática na explanação de postulados filosóficos.</p>
<p>O título da obra, <em>6=0, </em>cria uma série de intricadas propostas auto-referenciais. A evidente tautologia, manifesta na criação de um jogo de significados, em que o silêncio cantado (<em>The Sound of Silence</em>) se torna silêncio real através do gesto criador, que condena esta canção a uma ausência de som forçada, já que os discos que contêm a música estão para sempre encerrados dentro dos seus envelopes. Para além disso, Contador viola o senso comum ao criar um enunciado que ignora a aritmética elementar e inaugura uma nova ordem de pensamento matematicamente incorrecto: tal como é possível que uma e três cadeiras de Kosuth sejam uma só (apresentando três versões possíveis do mesmo objecto), os seis discos de António Contador igualam a zero; Curiosamente, os próprios compositores hesitaram em chamar à musica The Sound ou The Sounds of Silence, parecendo não saber bem se o silêncio emitia um ou vários sons. Seja como for, o som ou os sons do silêncio equivalem sempre a zero, já que o silêncio não é audível, ou não existe, tal como constantemente nos recorda John Cage.</p>
<p>Contudo o artista não se move no campo da citação ou do uso de referências eruditas de elementos culturais de um passado próximo, práticas tão caras à criação artística dos dias que correm. Contador cria um dispositivo original, autónomo e ligeiro que, como sempre no seu trabalho, relaciona pensamento teórico, cultura popular, vivências concretas e uma visão irónica muito própria com enorme leveza.</p>
<p>Deste modo o artista cria um espaço alternativo e suspenso que associa questões filosóficas (tautologia, o um e o múltiplo, a associação palavra/conteúdo), ao poder da música popular (esta canção foi composta na sequência do assassinato de J.F. Kennedy, numa tentativa de lidar com o trauma americano causado por este evento), dos seus cultos (o modo como o formato em vinil tem sido alvo de um enorme revivalismo nos anos recentes) e da forma como se operam as trocas comerciais quotidianas (por correio, através da compra na internet, fazendo quase pensar a um regresso da mail art dos Dadaistas e Fluxus sujeita à realidade post-capitalista).</p>
<p><em>6=0 </em>oferece, na sua simplicidade e austeridade formal, um sem fim de leituras e de interpretações. Exactamente porque é uma obra não impositiva, ou, forçando um pouco o jogo de palavras, silenciosa.</p>
<p><em>People hearing without listening / People writting songs that voices never share / And no one deared / Disturb the sound of silence</em>&#8230;</p>
<p><strong>Filipa Ramos</strong>, Junho 2009<strong><br />
</strong><em>Curadora e Crítica de Arte</em><strong><br />
</strong></p>
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		<title>RSD09 &#8211; Questionário #18</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/04/15/rsd09-questionario-18/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 16:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[António Contador]]></category>
		<category><![CDATA[Record Store Day]]></category>

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		<description><![CDATA[Este inquérito é uma forma de celebrarmos o Dia da Loja de Discos, assinalado a 18 de Abril e internacionalmente conhecido como Record Store Day. Cliquem no link acima para saber de que outras formas celebramos o dia e quem nos ajuda.
11 perguntas quase só sobre discos. Muitas respostas. Muito obrigado a quem acedeu em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este inquérito é uma forma de celebrarmos o <a href="http://blog.flur.pt/2009/04/10/flur-celebra-record-store-day-2009-rsd09/">Dia da Loja de Discos</a>, assinalado a 18 de Abril e internacionalmente conhecido como Record Store Day. Cliquem no link acima para saber de que outras formas celebramos o dia e quem nos ajuda.<br />
11 perguntas quase só sobre discos. Muitas respostas. Muito obrigado a quem acedeu em partilhar os seus gostos connosco. Publicaremos tudo neste blog até ao final do mês de Abril. Amor e paz para todos.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/04/ballads.jpg" alt="ballads" title="ballads" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-2280" /><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/04/amadeu-inacio.jpg" alt="amadeu-inacio" title="amadeu-inacio" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-2279" /></p>
<p><strong>ANTÓNIO CONTADOR</strong><br />
<em>Artista</em></p>
<p><strong>Um disco que tenha sido muito importante (e já não seja) + razão.</strong><br />
Pergunta estranha. Diria Scratch Pet Land &#8220;Solo Soli Iiiii&#8221; da Sonig. Ouvi-o muito no carro a caminho dos sítios onde dava aulas. Foi um pouco um disco-trampolim para mim entalado entre a fase de descoberta da música electrónica livre com samples e field recordings triturados (tipo Mouse on Mars) e uma electrónica libertária mais free que deixa de ser música e passa a ser cuspidela celestial (tipo <a href="http://www.discogs.com/release/265902">&#8216;electrosold collectif&#8217;</a> &#8211; ou coisas ainda mais obscuras). O meu caminho é mesmo esse: o da cuspidela astrofísica.<br />
<strong>Um disco que seja muito importante agora + razão.</strong><br />
Ekkehard Ehlers &#8220;A Life Without Fear&#8221;, Staubgold, 2006. Descobri-o momentos depois de ter entregue por mail a lista dos melhores discos de 2006. Primeiro é a capa em combinação com o título. Senti muito profundamente o título ecoar no meu coração e precisava de mo dizer a mim próprio. O álbum todo é fantasmagórico mas amigo e parece mesmo feito para a vida sem medos, num jeito trôpego mas certeiro, como são os discos de Ekkehard Ehlers.<br />
<strong>Um disco irresistível mas que o resto do mundo acha que é mau.</strong><br />
Diria melhor: &#8220;um disco irresistivel mas que o resto do mundo desconhece por completo&#8221;&#8230;&#8230; <a href="http://www.myspace.com/snleoparden  ">Snöleoparden</a> &#8220;Snöleoparden&#8221;, Rump, 2008. Conheci-o nos meus tempos de iniciado no myspace já lá vao uns anitos. Fiquei imediatamente fã deste dinamarquês que andou pela Índia e tocou por lá com mestres das tablas (se nao me engano). Antes do disco sair algumas músicas eram mais cândidas e desajeitadas como eu gosto, mas na essência continua a ser um universo muito caótico e &#8217;stellar&#8217;, absolutamente leopardo das neves!. Prometi-lhe um remix que nunca mais fiz e ainda por cima chateei-o tanto para me mandar os ficheiros em separado. Fiz uma cena mas acho que ele não deve gostar&#8230; que chatice.<br />
<strong>Uma capa de disco favorita.</strong><br />
Ver fotos. Nao é bem a minha capa favorita, é mais o conceito de &#8216;Disco Total&#8217; favorito. Amadeu Inácio é um sucateiro apaixonado por música. Decide gravar um disco &#8211; contra tudo e contra todos diríamos nós depois de o ouvir &#8211; e fá-lo. Sem pestanejar. É desta fibra de gente que me nutro. Adoro com toda a sinceridade este senhor e digo-o a quem for preciso.<br />
<strong>Mais CD ou mais vinil? Porquê?</strong><br />
Vinil. ponto.<br />
<strong>Qual o primeiro disco que se lembra de comprar e onde foi?</strong><br />
&#8220;October&#8221;, U2&#8230; no hipermercado Carrefour de Ivry sur Seine (arredores de Paris). Tenho uma memória turva mas foi mais ao menos o seguinte: com uns dinheiros que não sei bem onde saquei, fui ao hiper sozinho comprar esse tal disco. Acho que queria mesmo esse, devo ter ficado louco por uma música&#8230;talvez mesmo o &#8220;October&#8221;&#8230; aquela cantilena acompanhada por um piano triste, deprimido. Paguei e ao andar pelo corredor deparo-me com o Patrick Adelaide que era um preto muito cool amigo meu (que se suicidou há uns anos) e tenho um reflexo subito: escondo o disco para ele nao ver que era um disco dos U2. A malta lá no bairro nao ouvia mesmo nada música rock e por isso não ficava bem dar uma bandeira deste tamanho.<br />
<strong>Qual o último disco que comprou?</strong><br />
Ekkehard Ehlers &#038; Paul Wirkus &#8220;Ballads&#8221;, Staubgold, 2009. Obviamente!<br />
<strong>Qual o disco que irá comprar de certeza, em 2009?</strong><br />
Comprar discos de 2009&#8230; não sei&#8230; mas vou seguramente comprar mais discos de vinil antigos ou não no ebay a pensar em instalações ou projectos que envolvam música gravada. Estou a virar-me mais para esta faceta da música: aquela que vive de não ser tocada, de não sair sequer da capa.<br />
<strong>Qual é o artista mais representado na colecção?</strong><br />
Acho que é Mouse on Mars, Ekkehard Ehlers, Quim Barreiros (devo ter todos os seus singles), Michael Jackson empatados.<br />
<strong>De que artista tenta comprar todos os discos, bons e maus?</strong><br />
Agora&#8230; Ekkehard Ehlers (dantes Mouse on Mars).<br />
<strong>Que projectos tem em mãos actualmente?</strong><br />
Já respondi em parte na pergunta 08, mas quero também gravar discos de vinil 45 rotações em pequenas quantidades com &#8216;coisas&#8217; sonoras minhas, encarando essas gravações e discos não como objectos musicais mas como biblôs dos 300!</p>
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