Quinta-feira, 29 Março, 2018

SILVIA KASTEL Air Lows LP

€ 16,50 LP Blackest Ever Black

OUVIR / LISTEN:
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Abertura bonita, emotiva, retirando do passado aqueles elementos certos para uma nova contemporaneidade que já aceitamos de olhos fechados. Muito tradicional, de certa forma, quase se percebendo a voz (inexistente) de Cosey Fanni Tutti em “Air Mob”, 6 minutos de compasso íntimo. Memórias vagas do industrial, ambientalismo isolacionista, dub aquático (“Heart 2 Tape”, por exemplo), tudo junto num álbum etéreo que simplesmente paira por aqui. Não se impõe e – lindo – insinua-se ao nosso encontro, discreto.


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Quinta-feira, 29 Março, 2018

CARLA DAL FORNO The Garden 12″

€ 12,95 12″ Blackest Ever Black

OUVIR / LISTEN:
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O celebrado álbum de 2016 e a óptima espécie de pausa com os F ingers trazem-nos a este EP que começa precisamente com o título “We Shouldn’t Have To Wait”. Difícil, neste ano de 2018, não nos refugiarmos em cada vez mais referências para situar um disco, apenas porque a bagagem dos anos passados é tão imensa que dificilmente se consegue escapar aos nomes. Caroline K, Virginia Astley, Cosey, até Siouxsie nos Creatures, todas elas entram e saem de cena conforme a nossa memória assiste. Mas sem enganos, “The Garden” mostra quatro canções de pop cinzenta mas nunca deprimente. Antes íntima, ou recolhida, seguindo um trilho pessoal, como todos nós seguimos o nosso inspirados por quem viveu e agiu antes. Muita atenção.

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Quarta-feira, 4 Outubro, 2017

F INGERS Awkwardly Blissing Out LP

€ 14,95 LP Blackest Ever Black

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No título encontra-se uma possível descrição: o álbum é pausado, tranquilo, de uma forma estranha. Carla Dal Forno com Sam Karmel e Tarquin Manek num segundo álbum (descontando cassetes) de quase perfeição chill out industrial. Como contornar esta designação feia? Escutar o disco é sempre a melhor solução. F ingers abordam com extrema segurança uma estética que soa perdida no tempo mas que, na verdade, como sabe quem segue a via industrial, nunca se perdeu. Linha iniciada com Throbbing Gristle e, sobretudo, com os primeiros discos de Chris & Cosey, renovando incessantemente a relevância do DIY, da electrónica de pouca definição cruzada com baixo, guitarra, voz etérea e um prazer notório nas partes escuras do dia-a-dia. Álbum obviamente pouco alegre e, no entanto, promove uma ideia de vida muito dinâmica.

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Sexta-feira, 23 Dezembro, 2016

CARLA DAL FORNO You Know What It’s Like CD

€ 11,95 CD Blackest Ever Black

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Antena, Kraftwerk, This Heat e Grouper encontram-se neste “You Know What It’s Like”, álbum de estreia de Carla Dal Forno. Foi uma das aventuras mais saborosas que nos caíram no colo no final do ano passado, esgotou rapidamente em loja e só agora recebemos mais exemplares. O lado mais industrial/gótico/80s da parte instrumental das suas músicas vem com uma pausa que é raro encontrar nestas aventuras contemporâneas. Dal Forno não vai apenas à memória, brinca com a própria elasticidade da memória e do tempo e regozija-se nessa espécie de recreio (o preto e branco da capa alude a isso). Desde o primeiro tema que lança uma teia, cria um ambiente do qual não dá vontade de sair: a sua música, além de ir ao passado, brinca com a própria noção do tempo, da realidade, faz o ouvinte perder-se nisso tudo. E quando é mais espectral, compassado, recria aquilo que o shoegaze deveria ser nestes tempos: sem atirar-se para a era de ouro do género, reinventando-o, sem estar presa a ele. É uma maravilha, daquelas para ficar em repeat.

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Terça-feira, 16 Agosto, 2016

CAROLINE K Now Wait For Last Year LP

€ 19,50 LP (2016 reissue) Blackest Ever Black

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O título é directo de um livro de Philip K. Dick, servindo como enésimo exemplo da mega influente presença do autor de “Blade Runner” no universo musical. Caroline K fundou os Nocturnal Emissions com Nigel Ayers e “Now Wait For Last Year” saiu na sua editora Earthly Delights em 1987. Nocturnal Emissions ajudaram a forjar muito do que se tornou significativo na cena industrial inglesa mais esotérica, inclusivamente a sua abertura a uma vida mais rítmica já possível com a abertura provocada pela house (Ayers gravava, também em 1987, um álbum de batidas como Spanner Through My Beatbox). Neste álbum, Caroline K embrenha-se numa certa via épica e ambiental que a cultura propiciava como exploratória de outros cenários que não a tradição ocidental. Não especificamente uma viragem a Oriente mas mais em direcção ao escuro, desconhecido e potencialmente desconfortável. Quando se escuta algum ritmo, este parece sempre constrangido, abafado, lento, como uma trip cósmica de Daniele Baldelli e um sermão religioso oferecido apenas em orgão / sintetizador. “Tracking With Close-Ups” é o melhor exemplo, batida mesmo arrastada e alguns claps deslocados e bem presentes na mistura final. No final, “Leaving” sugere um possível encontro entre SPK e John Carpenter, deixando a ideia de estarmos em permanente sobressalto em relação a aparições de outros mundos.

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Sábado, 23 Julho, 2016

RAIME Tooth CD / 2LP

€ 10,95 CD Blackest Ever Black

€ 22,50 2LP (+mp3) Blackest Ever Black

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Sábado, 23 Julho, 2016

AF URSIN Aura Legato CD / LP

€ 11,95 CD Blackest Ever Black

€ 19,50 LP Blackest Ever Black

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A Blackest Ever Black reedita “Aura Legato”, de 2005, um dos primeiros álbuns que Timo Van Luijk gravou como Af Ursin. Ele usa e transforma o som de várias fontes acústicas e eléctricas, por vezes velhos instrumentos aos quais é dada uma injecção de adrenalina para poderem participar no jogo. Efeitos e máscaras, sim, mas muito trabalho de composição semi-acústica a merecer atenção. O detalhe é muito rico e não apenas porque a ambiência é forte. “Aura Legato” tem um arrasto que sugere casa assombrada, sombras sugestivas e um grau de demência estrategicamente controlada para não comprometer o efeito estético. O tom metálico e grandioso fica como testamento de uma certa frieza opulenta que age em favor deste som antigo saído da cultura industrial dos 80s mas sem um chão muito marcado, pairando por onde a nuvem passa.

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Quinta-feira, 2 Abril, 2015

EXPLORING JEZEBEL On A Business Trip To London CD / LP

€ 16,50 € 12,50 CD Blackest Ever Black

€ 19,95 € 16,50 LP Blackest Ever Black

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Sexta-feira, 14 Novembro, 2014

CUT HANDS Festival Of The Dead CD

€ 16,50 € 12,50 CD Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD010-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD010-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD010-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD010-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD010-5.mp3]


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Terça-feira, 7 Janeiro, 2014

SECRET BOYFRIEND This Is Always Where You’ve Lived LP

€ 16,50 € 14,50 LP Blackest Ever Black

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Sexta-feira, 8 Novembro, 2013

DICKON HINCHLIFFE Red Riding: In The Year Of Our Lord 1980 OST LP

€ 21,50 € 19,50 LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST020-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST020-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST020-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST020-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST020-5.mp3]


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Quarta-feira, 6 Novembro, 2013

TROPIC OF CANCER Restless Idylls CD / 2LP

€ 16,50 € 12,50 CD Blackest Ever Black

€ 19,95 € 18,95 2LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD005-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD005-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD005-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD005-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTCD005-5.mp3]

Se em 2012 o catálogo da Blackest Ever Black foi marcado pelo disco dos Raime, este ano as luzes caem todas sobre este “Restless Idylls”. Não tem nada a ver, aliás, os Tropic Of Cancer pouco têm a ver com o restante catálogo da BEB. São uma espécie de encarnação dos 80s se isso pudesse realmente acontecer. E esse lado tão nostálgico, ainda por cima voltar aos 80s, tem pouco de novidade, mas há uma vertigem assombrosa na música dos Tropic Of Cancer, um desejo de transporte, de viagem ao passado, mais do que um exercício de memória. E essa diferença, que pode não parecer muita coisa, é o suficiente para ouvirmos este “Restless Idylls” como um disco intemporal e não como uma obra do presente. Oiçam “Children Of A Lesser God” e digam se não vêem os Cure a fazer a banda-sonora para “Top Gun”. Ou se ao longo destes 43 minutos não sentem o tempo a parar, a parar de tal forma que quando o disco termina fica um vazio irremediável, curado apenas pelo processo de repeat. É um dos grandes álbuns deste ano, e só não o destacámos antes porque o stock esgotou sempre antes das nossas Lust. A sério. Obrigatório.

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Sexta-feira, 2 Agosto, 2013

RASPBERRY BULBS Deformed Worship LP

 € 14,95 LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST018-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST018-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST018-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST018-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST018-5.mp3]


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Quinta-feira, 20 Junho, 2013

SHAMPOO BOY Licht LP

€ 18,50 € 15,50 LP (Edição Limitada) Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST016-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST016-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST016-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST016-4.mp3]

A edição mais all stars da Blackest Ever Black até ao momento. Christian Schachinger, Christina Nemec e Peter Rehberg reunidos como Shampoo Boy (e, já agora, a capa é da responsabilidade de Stephen O’Malley), projecto que se estreia numa das editoras do momento com “Licht” que também é, já agora, um álbum completamente fora do baralho dentro do catálogo da BEB. Electrónica que vem com baixo e guitarra e esta última destaca-se claramente do resto, oferecendo camadas e camadas de textura à música que o trio criou nestas quatro peças, que foram resultado de improvisações em momentos espaçados no tempo. “Licht” é mais Mego que BEB mas, surpreendentemente, o seu lado “clean” adequa-se ao selo inglês. Pode ser um disco de transição? Veremos. Para já é um grande disco com o cunho de Rehberg.

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Quinta-feira, 9 Maio, 2013

DALHOUS An Ambassador For Laing LP

€ 16,50 € 14,50 LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTLP003-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTLP003-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTLP003-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTLP003-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKESTLP003-5.mp3]

Depois de um 10” na Blackest Ever Black que enquadrava o duo composto por Marc Dall e Alex Ander no cenário pós-Burial, Dalhous reaparecem poucos meses depois com um longa-duração também na BEB. E é uma verdadeira surpresa, em “An Ambassador For Laing” desprenderam-se das linhas mais dramáticas de “Mitchell Heisman” e deixaram o seu som expandir-se, estacionando-se agora mais nos momentos áureos da IDM com um à-vontade impressionante em volta dos estilos de que bebem e das atmosferas que criam. Tudo com uma harmonia exemplar, é um disco percorrido com ideias muito luminosas que contrariam os cenários mais negros que fazem parte do catálogo da editora. Se Raime foi a vossa porta de entrada para a Blackest, com “An Ambassador For Laing” vão delirar.

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Sexta-feira, 19 Abril, 2013

ALEXANDER LEWIS A Luminous Veil LP

€ 16,50 € 14,50 LP (Edição Limitada) Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST014-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST014-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST014-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST014-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST014-5.mp3]

A nova-era digital em que se processa tanta música com uma variante industrial tem sido pródiga em criar elementos novos numa regeneração que se julgava apenas passageira. Não poderíamos estar mais errados, e se por um lado existiu inicialmente aquela ideia de pós-techno-minimal acrescentado de um travozinho a industrial, onde tudo era possível (até quando as coisas não nos pareciam nada disso), agora a Blackest Ever Black introduz-nos Alexander Lewis, mais um nome a reter dentro desta área, só que, em relação a grande parte da concorrência, não optou por um ritmo essencialmente digital e com um processo muito mecânico, mas criou estruturas bem mais vivas que são frequentemente imprevisíveis. Ou seja, não há uma batida simétrica ao longo de seis minutos a suster tudo o resto, é um trabalho de ambiências em que frequentemente correm para trás e para a frente ondas sonoras que criam um efeito expansivo em “A Luminous Veil”, com intermitências de ruído que melhoram a experiência. Sentimo-nos mais em 2001 a ouvir isto do que em 2013. E, acreditem ou não, é maravilhoso e único nos tempos que correm, porque isto é mais categórico noise do que um cruzar de perna à música de dança.

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Sexta-feira, 19 Abril, 2013

RAINFOREST SPIRITUAL ENSLAVEMENT LP

€ 16,50 € 14,50 LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST015-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST015-2.mp3]

Rainforest Spiritual Enslavement é um dos nomes mais interessantes a surgirem na electrónica nos últimos meses. Têm um catálogo já extenso editado na Hospital Productions e todo em cassete: ajudou-os a ficarem como uma espécie de figuras de culto dentro do meio. “Black Magic Cannot Cross Water” é uma dessas cassetes e surge agora reeditada em vinil, numa editora recente e também na moda que estabelece regularmente paralelos com a Hospital: Blackest Ever Black. Não é de todo estranho que isto aconteça, “Black Magic Cannot Cross Water” tem contactos com projectos como Raime, mas é mais – essencialmente – uma questão de atmosferas do que outra coisa. Habitam no mesmo quarto, têm ideias e processos radicalmente diferentes. Raime procura um mundo paralelo via dubstep para entrar na pop/dança; Rainforest Spiritual Enslavement é o ambiente que se cria por debaixo dos graves e que fica a ressoar em forma de fumo de vodu. É ritualesco, mas não do modo a que estamos habituados a ouvir música “ritualesca”. Há qualquer coisa de subliminar no que acontece neste disco, como se estes trinta minutos fossem uma espécie de intro eterna, um rito de passagem para uma outra dimensão qualquer. É um filme de ficção científica que acontece agora e que se vive nos nossos ouvidos. Absolutamente magnífico. Obra-prima.

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Quinta-feira, 14 Março, 2013

PRURIENT Through The Window CD / LP

€ 16,50 € 12,50 CD Blackest Ever Black

€ 16,50 € 14,50 LP Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST002CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST002CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST002CD-3.mp3]

Dominick Fernow tem ultimamente dado que falar por causa de Vatican Shadow. Apesar de não ter deixado de editar enquanto Prurient, pensámos que o projecto estaria algo adormecido e distante de vôos maiores. Enganámo-nos. “Through The Window” é uma espécie de regresso mais formal de Fernow enquanto Prurient, numa editora que tem servido como excelente portal para um novo universo da música electrónica/dança, a Blackest Ever Black (Raime). Para quem conhece o tom que tem dado a Vatican Shadow, este álbum de Prurient não será uma surpresa: se Vatican Shadow é uma espécie de linha de montagem hardtech do industrial, “Through The Window” faz o mesmo para o house da primeira metade dos anos 1990. Essa diferença, ou passo em frente, é suficiente para a música de Prurient estar mais com um pé numa pista de dança do que alguma vez a de Vatican Shadow esteve até ao presente, sem perder aquele edge exploratório que a sua música sempre teve. Ainda é electrónica, mas seria um disco que não estranharíamos na Echocord ou na Ostgut Ton.

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Sexta-feira, 11 Janeiro, 2013

DALHOUS Mitchell Heisman 10″

€ 11,95 € 10,50 10″ Blackest Ever Black

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST012-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST012-2.mp3]

Começamos o ano a falar da Blackest Ever Black, mas na verdade este foi o último disco da editora que deu que falar em 2012. “Mitchell Heisman” é o 10″ de estreia de Dalhous, compostos por Marc Dall e Alex Ander (que antes assinavam como Young Hunting), que aqui apresentam uma alternativa ao ambient techno industrial da editora para entrarem numa versão clean de um breakbeat interpretado por uns Autechre com aquela influência pós-dubstep que influencia praticamente toda a música electrónica (e electrónica/dança) britânica da actualidade. Visões pós-Burial no universo da Blackest Ever Black que, pela sua insistência, já tornou o seu mundo bem mais claro.

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Quinta-feira, 10 Janeiro, 2013

IKE YARD Remix Ep 1 12″

€ 11,50 12″ Blackest Ever Black (Ed. Limitada)

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST011-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BLACKEST011-2.mp3]

Edição improvável mas completamente na onda de reaproveitamento dos Ike Yard após a reedição do seu magistral álbum homónimo na Desire. Esta e a Blackest Ever Black juntaram-se para esta edição, onde dois temas (“Loss” e “NCR”) são reconstruídos por Regis e Monoton, respectivamente. Parece pecado, só que as versões apresentadas são tão boas que quase as vemos como versões actuais daquilo que os Ike Yard fariam em 2012. A versão de “Loss”, em particular, é muito especial, porque anula o ruído e a confusão da original e a desmonta num processo de cruise control em auto-estrada em velocidade progressiva. Aparece despida, mas instintivamente inserida nesta ideia de “novo industrial” que anda por aí. “NCR”, por outro lado, complica o original. Monoton (a Desire reeditou também em 2012 o essencialíssimo “Monotonprodukt 07”) contorce os processos do original e torna-o numa coisa mutante, que aponta para diversas direcções sem focar uma delas, apenas a confusão geral do todo. E fá-lo com mestria. Esperávamos que este 12” fosse uma espécie de espremer as últimas gotinhas da vaquinha, mas depois de ouvi-lo percebemos que estávamos enganados. É mesmo incrível.

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