Brian Eno and the words of Rick Holland “Drums Between The Bells” em stock

Quinta-feira, 30 Junho, 2011
Categoria: Novidade
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brian eno holland

BRIAN ENO and the words of RICK HOLLAND
Drums Between The Bells
CD Warp – 14.95 eur

Os textos de Rick Holland (com quem Brian Eno está em contacto criativo desde os 90s) fluem com grande liberdade por sobre a música composta por Eno, que toca boa parte dos instrumentos. Não sendo exactamente um álbum conceptual, “Drums Between The Bells” assenta nos textos para a criação de ambientes muito diversos, parecendo por vezes tratar-se de um disco diferente, não só porque as vozes (e respectivo tratamento na produção) são diferentes (Eno também canta) mas a própria música define realidades diferentes. Em momentos como “The Real” somos transportados para uma paisagem ambiental poética reminiscente de Laurie Anderson. “A Title” podia ser vintage 1979 editado na Sky (Alemanha); há excessos de percussão como em “Sounds Alien”, uma proposta bizarra que soa a um edit Disco colocado em cima de um mantra heavy metal. “Multimedia” é uma espécie de hip hop aquático. Muita diversidade de ideias num novo disco do aparentemente inesgotável Brian Eno, músico sempre disponível para novos mundos e para canalizar energias frescas a partir do seu impressionante legado (como em “Cloud 4″).

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Brian Eno – Music For Airports (Entrevista)

Quarta-feira, 11 Maio, 2011
Categoria: Vídeo
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Super Disco #19 (Rui Miguel Abreu fala c/ Rodrigo Amado)

Quinta-feira, 14 Abril, 2011
Categoria: Ao vivo
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brian eno Rodrigo+Amado+by+Jan+Bebel

Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 16 Abril 18h30 > 20h00.

Super Disco: Brian Eno “Before And After Science” (1977)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.

Tal como para o Rui Miguel, o Rodrigo Amado é um velho conhecido nosso de várias andanças no meio musical. Pode existir um mundo de diferença entre a improvisação com saxofone e a gestão de uma loja de discos, há com certeza vários mundos entre esses dois – digamos – pólos, e parece-nos ter sido sempre com naturalidade e empenho que o Rodrigo aparece na defesa daquilo que faz. O Rui Miguel fala com ele no Sábado, 16 de Abril, e é com prazer que incorporamos esta actividade nas nossas comemorações do Record Store Day 2011. Rui Miguel Abreu escreve:

“Lembro que me cruzei pela primeira vez com o nome de Rodrigo Amado na capa de “Corações Felpudos” dos Mão Morta e lembro-me também de não ter estranhado a presença de um saxofonista no segundo álbum de uma banda que já me tinha habituado a considerar como abrasiva: o trabalho de Steve Mackay em Funhouse dos Stooges era razão mais do que suficiente para encaixar da melhor forma essa “anomalia” na ficha técnica de “Corações Felpudos” numa altura em que as guitarras dominavam a paisagem musical das minhas prateleiras de discos.
Voltei a ler o nome de Rodrigo Amado mais algumas vezes em contextos mais “apropriados”: em trabalhos de gente como os Duplex Longa, Vítor Rua, Sei Miguel, João Peste. Só o conheci uns anos mais tarde, como homem do leme de uma belíssima loja de discos que a Valentim de Carvalho ousou lançar no Chiado antes da Fnac, primeiro, e a contracção do mercado, depois, terem ditado o fim da aventura e a alteração das regras do jogo.
Quando me voltei a cruzar com o Rodrigo, numa tarde num escritório junto ao jardim de Oeiras, reedições da Actuel e as possibilidades de cruzamento entre a Clean Feed e a Loop ocuparam a nossa conversa. Daí resultaria a cumplicidade que levou a que voltasse a cruzar-me com o nome de Rodrigo Amado nas fichas técnicas de discos de Rocky Marsiano e DJ Ride que eu próprio ajudei a lançar. A partir daí cruzámo-nos um sem número de vezes em situações de concerto.
E os cruzamentos continuam, de outra forma, nos discos que tem lançado nos últimos anos, que me desafiam a atenção, me obrigam a repensar coordenadas do jazz e me enchem de orgulho quando motivam, na imprensa internacional, palavras como “a fast rising star of European improvisation”. E depois houve a outra surpresa, da câmara fotográfica, que tem levado Rodrigo a expor ideias de outra forma, mas com idêntica entrega.
Ainda assim, apesar de todos os cruzamentos e de algumas surpresas, nada me faria pensar que a resposta do Rodrigo ao desafio Super Disco seria “Before and After Science” de Brian Eno, maverick da cena rock britânica que em 1977 conseguia lançar a vista para lá da nuvem causada pela explosão punk e sonhar um futuro que James Murphy, por exemplo, voltou a reclamar no presente. E ainda titulou canções com anagramas que antecipavam o seu próprio futuro. Apesar do cast de estrelas que se lista na ficha técnica, e que inclui Robert Fripp em “cascade guitars”, não há lugar para nenhum saxofonista, o que só reforça a surpresa. Sábado 16, pelas 18 e 30 no Maria Matos, haverá portanto, mais uma vez, lugar a cruzamentos e a surpresas. Em dia de celebração das lojas de discos.”

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A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.

Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).
“Super Disco” era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.

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Brian Eno “Small Craft On A Milk Sea” em stock

Sexta-feira, 5 Novembro, 2010
Categoria: Novidade
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brian eno

BRIAN ENO
Small Craft On A Milk Sea
CD Warp – 14.50 eur

Os primeiros minutos do álbum (três primeiras faxias) plantam a ideia de que Eno está de regresso ao território ambiental que tão bem mapeou nos anos 70 e 80. A languidez do piano, a guitarra dedilhada com todo o tempo do mundo, o fundo ambiental como atmosfera respirável, tudo indica uma direcção abruptamente anulada em “Flint March”, um acordar da letargia e, se quisermos elaborar uma fantasia, o momento em que o Homem se ergue e começa a ter de sobreviver. Metáforas com a evolução parecem apropriadas pela própria estrutura do álbum, sonicamente organizado para uma subida a picos de intensidade e nova descida a um ritmo pausado perto do final, depois de extinta a necessidade de gastar explicitamente a energia contida pelos primeiros minutos do álbum. A qualidade cinemática da sequência “Flint March” – “Horse” – “2 Forms Of Anger” evoca uma fuga desesperada que pouco a pouco, na série seguinte de temas, adquire algum discernimento: “Bone Jump”, “Dust Shuffle” e “Paleosonic” prolongam a base rítmica mas indiciam a descida para nova segurança com “Slow Ice, Old Moon”. Ouvindo o álbum em repeat a partir desta faixa, colando posteriormente com as três iniciais, dir-se-ia ouvirmos dois discos diferentes. Mas Eno escolheu unir duas sensibilidades praticamente opostas num mesmo todo. “Bone Jump” encontra-se mais ou menos no centro, a segunda vez esta semana em que nos lembramos dos arranjos grandiosos de David Axelrod. Mas se as texturas ambientais de Eno são quadros vivos, não devemos descurar os verdadeiros organismos (vivos) ricamente detalhados que são as seis faixas rítmicas, com eventual excepção do exercício bruto em “2 Forms Of Anger”, talvez demasiado directo para ser seleccionado como momento a reter na música que representa Brian Eno em 2010.

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Edições remasterizadas de Brian Eno em stock – Promoção!

Terça-feira, 1 Setembro, 2009
Categoria: Destaque, Promoção
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Provavelmente, Brian Eno é o maior músico de sempre. Esta afirmação tem tanto de exagero como de verdade.  Se abrirmos o livro da música nos seus muitos capítulos, vamos encontrar o nome de Brian Eno por lá. Revolucionário, influenciador de tudo e todos, esteta prático e teórico, conceptualista e inventor, ele é tudo isto e mais um bocadinho de outras coisas. E há uns anos atrás ainda foi mais. Recuperamos os seus discos, quase todos essenciais, quase todos enormes obras-primas, e quase todos fundações primordiais para muita da música que ouvimos nas últimas décadas.13 discos, nem mais, nem menos, entre a invenção do ambiental e a pop moderna, em novas versões das reedições remasterizadas. Os preços são bons, mas ainda damos uma ajuda extra para avançarem mais rápido.
Se comprar 3 ou mais discos, compre cada a 7,95 euros. Não acumula com outras promoções.

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Brian Eno “Ambient 1- Music For Airports – Original Masters Series (Jewelcase)” (1978)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

A primeira das viagens “Ambient” de Brian Eno. Um clássico intemporal da música ambiente, texturas ricas que ocupam a sala onde tocam com total elegância. Belo, espécie de padrão com tudo aquilo que a música de fundo deveria ter. Chamar-lhe assim, “música de fundo”, pode ser ofensivo, mas encaixa como nada aí. Só que é muito mais do que isso.

Brian Eno & Harold Budd “Ambient 2 – The Plateaux OF Mirror – Original Masters Series (Jewelcase)” (1980)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Segundo volume da cartilha de ensinamentos ambientais iniciada com “Music For Airports”, “The Plateaux Of Mirror” (1980) é ponto de encontro entre a electrónca atmosférica de Eno e o piano de Harold Budd, então em início de carreira.

Brian Eno “Ambient 4 – On Land – Original Masters Series (Jewelcase)” (1982)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur
Capítulo maior na série “Ambient”. Paisagem sonora, que prescinde da moleta melódica, guia principal dos anteriores trabalhos ambientais, sonhada e captada por Eno em 1982, com o auxilio de Bill Laswell, Jon Hassell, Michael Brook, Axel Grol e Daniel Lanois.

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Brian Eno “Another Green World – Original Masters Series (Jewelcase)” (1975)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Talvez o melhor álbum de transição de sempre. Eno afasta-se do formato canção dos dois discos anteriores (”Here Come The Warm Jets” e “Taking Tiger Mountain (By Strategy)”) e começa a entrar em território ambiental. São poucas – mas incríveis – as canções pop e o resto é quase um sonho esgazeado de canção pop a metamofosear-se para um som que é infinito, inesgotável. Obra-prima.

Brian Eno “Apollo – Atmospheres & Soundtracks – Original Masters Series (Jewelcase)” (1983)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Banda sonora imaginária inspirada na missão da Apollo 11 e na paisagem lunar. Daniel Lanois e Roger Eno estão a bordo e com Eno partilham a autoria das composições. A Apollo descola de nossas casas para regressar 48 minutos depois. Com este bilhete qualquer um de nós pode embarcar nesta fantástica viagem.

Brian Eno “Before And After Science – Original Masters Series (Jewelcase)” (1977)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Lugar de duas das melhores canções de sempre (”By This River” e “Spider And I”), “Before And After Science” é um passo em frente em relação a “Another Green World” na construção de canções. Assumem um papel de constante mudança, transformam-se ao longo da sua duração. Como se do nada partíssemos para o todo e daí para outra coisa qualquer, sempre diferente.

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Brian Eno “Discreet Music – Original Masters Series (Jewelcase)” (1975)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

À luz da sua colaboração com Robert Fripp, Brian Eno ensaia a fuga às canções e ao rock dos seus primeiros álbuns, naquela que é a sua primeira experiência ambiental. William Basinski tomou como suas as pistas deixadas aqui em 1975.

Brian Eno “Here Come The Warm Jets – Original Masters Series (Jewelcase)” (1974)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Primeiro álbum a solo de Brian Eno, após a sua saída dos Roxy Music. “Here Come The Warm Jets” é uma instituição dentro do glam rock, canções como “Needles In The Camel’s Eye” ou “Baby’s On Fire” são hoje celebrações-mor desse género.

Brian Eno “More Music For Films – Original Masters Series (Jewelcase)” (1983)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Segundo volume de música para filmes ainda por realizar, inicialmente lançado como parte da caixa de LPs “Working Backwards” e contendo composições registadas entre 1976 e 1983, por Eno, seu irmão Roger e Daniel Lanois.

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Brian Eno “Music For Films – Original Masters Series (Jewelcase)” (1978)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Apanhado de bandas sonoras imaginárias compostas entre 1975 e 1978 e interpretadas por Eno ao lado de Phil Collins (naquilo que melhor toca: bateria), Bill MacCormick (Matching Mole), John Cale, Dave Mattacks (Albion Band), Fred Frith e Robert Fripp, entre outros.

Brian Eno “Taking Tiger Mountain (By Strategy) – Original Masters Series (Jewelcase)” (1974)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Continuação directa de “Here Come The Warm Jets”, mais escuro e menos festivo, onde Eno continua a explorar e a desenvolver a sua ideia de canção pop, aqui já a mostrar sinais de mutação para outra coisa qualquer.

Brian Eno & Harold Budd with Daniel Lanois “The Pearl – Original Masters Series (Jewelcase)” (1984)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

1984. 11 composições pós “The Plateaux Of Mirror” onde o piano arpejado de Harold Budd delineia os contornos dos blocos de som que Eno e Daniel Lanois tecem. Música de sonho.

Brian Eno “Thursday Afternoon – Original Masters Series (Jewelcase)” (1985)
CD EMI Pop/Rock, 8.95 eur

Ainda no território das bandas sonoras, esta é a música para o famoso vídeo sobre a pintura de Christine Alicino. Uma hora ambiental ininterrupta de aplicação directa das estratégias oblíquas de Eno.

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