Quinta-feira, 9 Maio, 2019

COIL Swanyard 2CD / 3LP Infinite Fog

€ 21,95 2CD Infinite Fog

€ 41,95 3LP Infinite Fog

OUVIR / LISTEN:
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EM BREVE / SOON

Nearly 150 minutes of unreleased Coil recordings around the period 1993 to 1996, from Danny Hyde’s studio archives. Commissioned artwork by Steven Stapleton, from a recalled dream by Jhon Balance.


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Sábado, 25 Agosto, 2018

ELpH vs COIL Worship The Glitch CD / 2LP

€ 12,50 CD (2018 reissue) Dais

€ 28,95 2LP (2018 reissue) Dais

€ 32,95 2LP Vinil colorido (2018 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN:
Worship The Glitch

A palavra glitch tornou-se o símbolo da música electrónica baseada no erro, na falha, tão vanguardista no final do milénio, tão presente e definidora dos tempos (nunca é de mais referir que a música de Oval sonorizou um anúncio de perfume da Armani). Uns anos antes do facto, Coil usavam já a palavra em tom devocional, a falha como merecedora de respeito e, até, contemplação. Também como metodologia, quando se tornou evidente que alguns acidentes técnicos podiam ser provocados. Assim, em 1995, este álbum assinala uma nova fase no percurso de Coil, cuja máxima expressão aconteceria com “Time Machines” em 1998. O nome ELpH representa a entidade que parecia manifestar-se durante as gravações de “Worship The Glitch”, quando os Coil começaram a explorar mesmo a sério a composição digital através de computador. Aconteciam erros que não conseguiam explicar, e então formou-se a ideia de que algo acontecia para além da vontade do grupo, algo exterior, talvez superior. O som etéreo neste álbum, claramente artificial, assemelha-se por vezes, de facto, a uma tentativa de comunicação por parte de um espírito incorpóreo, aumentando o interesse na narrativa fantástica que somos convidados a completar. Composto de excertos, esboços, melodias semi-transparentes que parecem chegadas de outro tempo, abafadas, “Worship the Glitch” exerce enorme fascínio esotérico nesta espécie de encontro entre Cluster menos pop, a BBC Radiophonic Workshop e um certo universo cândido relacionado com programas infantis nos 70s. Bizarro, pacífico, bom.

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Quinta-feira, 26 Abril, 2018

COIL Astral Disaster Sessions: Un/Finished Musics LP

€ 26,95 LP Prescriptions Rush Hour

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Terça-feira, 17 Abril, 2018

COIL presents BLACK LIGHT DISTRICT A Thousand Lights In A Darkened Room CD / 2LP

€ 12,95 CD (2018 reissue) Dais

€ 32,50 2LP Vinil colorido (2018 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN:
Red Skeletons, Die Wölfe Kommen Zurück, Refusal Of Leave To Land, Stoned Circular I & II, Green Water, Cold Dream Of An Earth Star

Na senda de “Worship The Glitch”, Coil prosseguem a exploração de ambientes aparentemente intocados por mão humana, facilitando – e procurando, como sempre fizeram – ligações ao Oculto, agora com Drew McDowall apenso ao duo John Balance e Peter Christopherson. Adornado por uma capa típica de Steven Stapleton (Nurse With Wound), “A Thousand Lights In A Darkened Room” não parece oferecer muita luz, a sensação que fica é, aliás, de uma intensa procura de luz, de uma nervosa iluminação apontada para certos cantos onde se ouvem coisas a acontecer. O desenrolar da música faz com que ela soe tão surpreendida com o seu próprio rumo tanto quanto nós estamos ao concordar com esta viagem. Se não era já notório, aqui Coil envolvem-se ainda mais no seu próprio manto, abandonando as conotações de “música industrial” das quais nunca parecem ter sido totalmente separados pelo mundo exterior. Fascinante e perturbante como o são certos sonhos bizarros que não conseguimos contextualizar, são no fundo algumas cabeças humanas em voo livre, pegando e largando referências, construindo com os excertos uma nova realidade. Riquíssimo período criativo, toda a década de 90 na existência dos Coil.

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Quarta-feira, 31 Janeiro, 2018

COIL present TIME MACHINES CD / 2LP

€ 12,50 CD (2017 reissue) Dais

€ 28,95 2LP (2017 reissue) Dais

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Time Machines

Assumidamente dirigido ao interior, expandindo a consciência para dentro de si própria através do que Coil chamaram Sidereal Sound (“Das estrelas”), Time Machines desafia a química do cérebro enquanto avança esteticamente os interesses de Jhon Balance e Peter Christopherson. Com uma certa base nas ideias e técnicas de Austin Osman Spare, cujos desenhos procuravam a característica “das estrelas” que pudesse abrir portas ao contacto com outros planos de realidade e consciência, o som do disco, correspondente a substâncias químicas, entretém a noção de deslocação no tempo, colocando-nos idealmente face a uma certa desorientação no contacto connosco próprios, se deixarmos a mente seguir o seu curso. Na verdade, o que se encontra durante o caminho delimitado pela duração do álbum pode, até, equivaler, a uma proveitosa sessão de meditação. Não é descabido argumentar que toda a obra de Coil se orientou no sentido de contactar com forças desconhecidas, e aí reside parte do fascínio continuado que o projecto exerce, bem para além da morte. Ao “utilizar” música de Coil, estamos com a possibilidade de aceder a um qualquer Lado De Lá. Não percam.

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Quinta-feira, 28 Dezembro, 2017

COIL A Cold Cell In Bangkok 12″

€ 12,50 12″ (pic disc) Optimo Music

[audio:http://www.flur.pt/mp3/OM38-1.mp3]


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Terça-feira, 31 Outubro, 2017

COIL Another Brown World / Baby Food LP

€ 18,95 LP Sub Rosa

OUVIR / LISTEN
Another Brown World
Baby Food

“Another Brown World” apareceu na compilação “Myths 4″ em 1989, um daqueles exemplos de discos (tal como a editora Touch também fazia frequentemente) que juntam Ocidente e Oriente, Hemisfério Sul com o Norte, avant-garde com tradição, e então temos também, nessa mesma compilação, um nome como Cheb Mami. Coil mantêm, por 12 minutos, um motivo meio dub de orgão, em torno do qual se entrelaçam sons invertidos, vozes e uma linha de baixo, como se fossem serpentes em torno de um tronco. O tom esperançoso do som de orgão tem de conviver com uma atmosfera mais pesada, de lugar nenhum, uma invenção ou um sonho. “Baby Food” apareceu em outra compilação da Sub Rosa, “Chaos In Expansion” (1993), e é tida como a primeira gravação de Coil com o sistema Sidereal Sound, usado mais tarde em discos de Coil quando assumiam a entidade ELpH (no CD “Worship The Glitch” surge a frase “This is a Sidereal™ Sound Recording untouched by human hands.”). “Baby Food” aproxima-se dessa fase de ELpH e já de “Time Machines” (a ser reeditado muito em breve) e desenvolve uma pulsação sónica redonda, suave, cósmica, evolutiva, que incorpora, mais à frente, uma atmosfera mais carregada (de novo com motivos de orgão) por cima do tapete original. Dois momentos memoráveis de Coil, já depois da fase mais conotada com a cena industrial.

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Quarta-feira, 8 Março, 2017

COIL Astral Disaster LP

ESGOTADO / SOLD OUT LP (2017 yellow vinyl reissue) Prescription

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DRUGR8-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DRUGR8-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DRUGR8-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DRUGR8-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DRUGR8-5.mp3]

Coil em pleno esoterismo, mais ou menos na fase Time Machines (1998), cruzando as profundezas através de drone bem instituído. Em “Astral Disaster”, isso é complementado de forma superlativa com algum recato devocional, electrónica arriscada, suja (a eterna BBC Radiophonic Workshop), algumas experiências digitais também, e a voz de Balance em modo pacífico e melódico: “I don’t want to be the one when everyone is gone”. Uma obra adulta dos Coil, gravada em dois durante o Halloween e abaixo do nível das águas do rio Tamisa, numa das zonas mais antigas de Londres. Não apenas o cenário mas as referências nele colocadas (Austin Osman Spare, nomeado pelo próprio John Balance) reforçam a força introspectiva e exploratória desta música destinada a servir uma genuína vontade em ir para dentro e para além, descobrir as ligações que nos unem ao Cosmos e à Natureza. Não somos nós em tentativa de florear este texto, é, sim, boa parte da base que sustentou toda a carreira dos Coil. Magnífico.

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Quarta-feira, 2 Novembro, 2016

COIL The Ape Of Naples CD

€ 12,50 CD (2016 reissue) Important

[audio:http://www.flur.pt/mp3/IMPREC174CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC174CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC174CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC174CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC174CD-5.mp3]

Peter Christopherson completou este último álbum dos Coil em 2005, cerca de um ano após a morte de John Balance. “The Ape Of Naples” parece recuperar a poderosa inspiração que originou “Horse Rotorvator” em 1986, mantendo sempre presente a sombra que os textos de Balance colocam sobre a música. A sua voz, sempre um trunfo acarinhado na discografia do grupo, aceite com todas as suas imperfeições e desadequações, amada pelo tom profundo e sentido. Em “The Ape Of Naples” surge-nos mais distante, tratada (embora não em excesso), mas sempre carregada de intenção. Coil nunca tiveram propriamente um estilo reconhecível para além da voz de John Balance ou certos sons recorrentes, e foi isso que que sempre tornou fascinante e imprevisível qualquer nova edição. A evolução da relação do grupo com a tecnologia foi gerando diferentes posturas e até conceitos, como na fase ELPh vs. Coil ou Time Machines, e é portanto natural que cada disco soe diferente. “It’s In My Blood” reforça o que escrevemos acima sobre um dos fios condutores no som dos Coil – a voz de Balance, o seu pranto nesta música, assemelha-se ao que ouvimos em “Circles Of Mania” (“Horse Rotorvator”). Mais experiências e mundos sobrepostos, passado arrancado aos anos, futuro imaginado, aguardam-nos dentro de “The Ape Of Naples”, celebrando sem pompa especial a última grande declaração criativa deste nome de culto. Íntimo e onírico, se tivermos de acrescentar duas palavras ao resto.

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Quinta-feira, 27 Outubro, 2016

COIL The New Backwards CD

€ 12,50 CD Important

[audio:http://www.flur.pt/mp3/IMPREC438CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC438CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC438CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC438CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/IMPREC438CD-5.mp3]

A vida complicada dos Coil e o estatuto que rapidamente ganharam junto da comunidade de música obscura resultou, desde há muito, em edições esgotadas, especulação, artigos exclusivos e gravações nunca antes disponíveis. É nesta última categoria que se insere “The New Backwards”, reinterpretação de “Backwards”, o suposto álbum nunca editado nos anos 90 por Trent Reznor (Nine Inch Nails) “por causa de homens cinzentos”. Na época, John Balance (vamos normalizar aqui a grafia do seu nome, para efeitos de conveniência) e Peter Christopherson estavam no centro da cena de música industrial, no sentido de exercitarem colaborações com e remisturas para outros artistas. Foetus, Nine Inch Nails, Psychick Warriors Ov Gaia, entre outros. Após o celebrado “Love’s Secret Domain” em 1990, esse álbum em que se aproximaram claramente da cultura rave, vendo nela as possibilidades de expansão dos mundos esotéricos que já exploravam, Coil parecem passar por um período de normalização de uma certa corrente industrial mais rítmica, cruzada com o rock, talvez resultado da proximidade com Reznor. É esse período que “Backwards” retrata, a posteriori (a edição aconteceu apenas em 2015), e “The New Backwards” replica de forma livre. Livre porque Peter Christopherson se dedicou a recombinar sons desse outro álbum, acrescentando ainda outras sessões do mesmo período (algures entre 1992 e 94). O álbum foi incluído como extra numa edição especial de “The Ape Of Naples”, em 2008, mas merece o seu espaço próprio. Ei-lo, informando-nos mais a fundo sobre o passado electrónico dos Coil, as experiências com batidas, o modo estranho como a voz de John Balance pairava por cima, um avanço estilístico a partir de “Windowpane” e “The Snow”, mais hermético, próximo talvez de algum material que ouvimos nos discos de ELpH vs. Coil e na série de EPs dedicados aos solstícios e equinócios. Se são fãs, não precisariam nunca que vos convencêssemos. Não sendo fãs, “The New Backwards” não é a porta de entrada mais indicada para o coração dos Coil mas revela como a o género chamado “industrial” se reinventa permanentemente fora das normas.

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