Quarta-feira, 31 Janeiro, 2018

AKSAK MABOUL Un Peu De L’Ame Des Bandits LP + CD

€ 33,50 LP + CD (2018 reissue) Crammed Discs

OUVIR / LISTEN:
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Se em “Onze Danses Pour Combattre La Migraine” (1977) os Aksak Maboul deram um jeitinho ao “futuro da electrónica” com ideias que viriam a ser exploradas na década seguinte, criando contextos e paisagens para certa música existir, três anos depois trocaram as voltas com este “Un Peu De Lame Des Bandits”, um álbum em sintonia com outros projectos da altura, como os 49 Americans ou os Family Fodder. O que distingue os Aksak Maboul desses dois projectos é a postura mais próxima do no wave nova iorquino do que do pós-punk europeu, criando um som que lembra os DNA numa trip com os Mars e a fazer corte a James Chance. Neste álbum estão em sintonia com a vanguarda do mundo mas criaram a sua própria vanguarda: de certa forma, criaram a sua linguagem de jazz. É música que explora o mundo sem apropriação e que colecciona troféus de ideias (“hey, eu cheguei lá primeiro”). E, tal como “Onze Danses Pour Combattre La Migraine”, é estupidamente bonito.

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Quarta-feira, 18 Outubro, 2017

MATIAS AGUAYO & THE DESDEMONAS Sofarnopolis CD

€ 13,95 CD Crammed Discs

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De Matias Aguayo é habitual confortarmo-nos com o inesperado. Este “Sofarnopolis” encaixa o universo dos Ike Yard na tresloucada e demoníaca febre chilena de Aguayo. O que surpreende aqui é como a viagem pelo krautrock e as aventuras mais minimal wave de Conrad Schnitzler neutralizam o ambiente mais dançável vivido noutros momentos na carreira do produtor. Desliga-se do presente e do mundo para oferecer música de outra dimensão.


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Quarta-feira, 18 Outubro, 2017

YASUAKI SHIMIZU Music For Commercials CD

€ 13,95 CD (2017 reissue) Crammed Discs

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“Music For Commercials” é o que o nome indica, mas está desligado da componente library/exótica em que estes discos normalmente encaixam. É electrónica pura, efervescente, pulsante e magnética. Condensada em blocos de 1, 2 minutos, ricos e cheios de texturas que facilmente lembram os Animal Collective no seu auge, só que imaginado em finais dos anos oitenta (o original saiu em 1987).


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Terça-feira, 28 Março, 2017

LULA PENA Archivo Pittoresco CD

€ 13,95 CD Crammed Discs

“Arquivo Pittoresco” é apenas o terceiro álbum de Lula Pena, depois de “Phados” (1998) e “Troubadour” (2010). Parece pouco para alguém que, de certa forma, tem estado presente nas últimas duas décadas, mas é um número que expressa, em parte, o carácter metódico e, por outro, a segurança que quer quando regista o trabalho e as canções que desenvolve ao longo dos anos. Ao terceiro álbum a Crammed encontrou-a, editora que a veste bem, habituada a editar peixes que nadam sozinhos nos seus próprios lagos. A música e a voz de Lula Pena são únicas, as suas interpretações orgânicas e não obedecem a fronteiras, há uma fluência continua entre uma folque tradicional e jeitos mais ligados à pop. Ao longo de “Arquivo Pittoresco” (onde canta em português, francês, inglês, espanhol, grego, italiano) há um encontro completo com o universo de Lula Pena, um que se realiza em cada canção e que oferece um raro sentimento de plenitude.

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Sexta-feira, 6 Janeiro, 2017

TUXEDOMOON Half-Mute LP

€ 16,95 LP (2016 reissue) Crammed Discs

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Sexta-feira, 6 Janeiro, 2017

MINIMAL COMPACT Minimal Compact MLP

€ 16,50 MLP (2016 reissue) Crammed Discs

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Este abriu a discografia dos Minimal Compact em 1981. Zona normalmente difícil, em retrospectiva, aquela proximidade com dark wave, uma saída do pós-punk em direcção a algo que não é bem indie, tem uma aura mais artística. “Minimal Compact” carrega bem o adn da época, com o tom sério até em palavras fraternas como estas: “Everyone says business is bad. Friendship has always been more important. That’s what produces the music.” Este excerto pertence a “Ready-Made Diary”, tem uma sombra que recorda Tuxedomoon, mas o conjunto das cinco canções assenta numa base bem sólida de baixo e bateria. Força nostálgica, há que notar bem. Não é um disco à frente do seu tempo, é um disco do seu tempo. Para fãs.

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Terça-feira, 6 Dezembro, 2016

TUXEDOMOON Desire / No Tears CD

€ 10,00 CD Cramboy (CBOY 3070 CD)

Exemplares originais da reedição alemã de 1987 / Original 1987 German re-release. EXC. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Desire (full album)
No Tears (full EP)

Esta reedição da Crammed revisita alguns dos primeiros anos de uma das bandas norte-americanas mais europeias na música popular. “Desire” (1981) é um documento musical romântico, tem algo da perdição do século XIX, algo de cabaret vanguardista dos primeiros anos do século XX, mapeia um possível caminho de fuga às convenções do rock (que é, no fundo, ainda a base de tudo isto). Com a distância, pode apontar-se o dedo ao excesso de pretensão artística e drama, mas é precisamente dessa massa que Tuxedomoon moldaram um dos percursos mais sui generis na música independente dos 80s. Algumas passagens pela cold wave e pós-punk apenas fixam o grupo naquela época, não nesses géneros. “Incubus” liberta-se facilmente de comparações com Ultravox (fase Vienna) ou Visage; “os 7 minutos de “Desire” juntam na perfeição baixo e caixa de ritmos, a voz falada, em vez de cantada, acrescenta seriedade e estilo incrível à estética que une o todo. “So what else is new? There’s nothing new to say, nothing new to do, but you’re still breathing, just like always.” É um excerto de “Again”, reflectindo sobre ciclos da vida que também podem ser ciclos na criação, admitindo, em última instância, que a personalidade se faz apoiada em outras. O rasto do som de orgão, em várias das faixas, dá um tom mais solene, mesmo quando, em “In The Name Of Talent”, a voz já faz bem esse trabalho e a linha de baixo sintética até pareça tentar desviar o foco para uma pista de dança. Aí nos encontramos nos momentos emblemáticos do EP “No Tears” (1978). “New Machine” ecoa SPK do mesmo período e um forte tom glam na voz que soa a Bowie em lamento. “Litebulb Overkill” e o som de violino já é Tuxedomoon bem formado; “Nite And Day” é cinzento como a música contrária daqueles tempos, muito mais britânica que americana, e um toque bem bizarro é fornecido pelo orgão de feira popular, contraste total com a voz que se desfaz em desespero. “No Tears”, no fim, é O clássico synth punk, devidamente recuperado há mais de uma década nos clubes, enquanto impiedosamente entoa “No tears for the creatures of the night”. Não são discos divertidos nem têm de o ser. Poucos exemplares descobertos em armazém do CD original que saiu para o mercado em 1987.

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Terça-feira, 14 Junho, 2016

SUSSAN DEIHIM / RICHARD HOROWITZ Desert Equations: Azax Attra – Made To Measure Vol. 8 LP

€ 10,00 LP Crammed (MTM8LP)

Exemplares originais de 1986 / Original 1986 release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
ÁLBUM COMPLETO / ENTIRE ALBUM

Não é bem falsa Exotica, é genuinamente exótico de acordo com os cânones da década de 80, onde se adensaram muitos experiências com Sons do Mundo, não necessariamente oriundas de locais ocidentalmente remotos mas frequentemente, como neste álbum, com fortes ligações a outras partes. Sussan Deihim parte do Irão, via Suiça, para Nova Iorque, onde, através do seu envolvimento em artes de palco (na Suiça fez parte do Ballet Bejart) acaba por se cruzar com Horowitz. A composição electrónica deste disco contribui decisivamente para que as origens de Deihim brilhem de uma formanão afectada por considerações de localidade. Não é música iraniana mas sim uma interpretação neutra de sons globais através do filtro da experiência de Deihim e das ideias de Horowitz. O cenário poderiam ser as areias de um deserto, como sugerido pelo título e pela capa, mas na verdade é algo transnacional que se pode colocar no mesmo plano do mundo inventado por Jon Hassell e Brian Eno. “Desert Equations” mostra, no entanto, música mais expressiva e extrovertida, assinalada muito pela voz em estilo livre de Deihim. Cápsula de tempo cheia de pontos de interrogação quanto à localização precisa. Para perder o rumo.

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Quarta-feira, 20 Abril, 2016

THE HONEYMOON KILLERS Les Tueurs De La Lune De Miel LP

€ 15,95 LP (+mp3) (2016 reissue) Crammed

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A história diz tudo para bater certo. No início da década de 1970 Yvon Vromman formou em Bruxelas a banda Les Tueurs De La Lune De Miel. Mais tarde, juntou-se a Gérald Fenerberg, Jeanf Jones, Vincent Kenis e Marc Hollander (Aksak Maboul e fundador da Crammed Discs). Assim nasceram os The Honeymoon Killers, uma mistura perfeita entre a No Wave de Nova Iorque, a pop francesa da altura e jazz (embora aqui o jazz se possa relacionar directamente com a No Wave). Para coisas mais presentes do passado, os Honeymoon Killers são uma espécie de versão mais amanhada de uns Family Fodder ou de uns 49 Americans, não quer dizer que sejam melhores, mas há um requinte mais romântico nas suas músicas. Naquela esquizofrenia há uma espécie de perfeição em como fazer o cruzamento entre géneros e, de repente, completar a ideia e estrutura de uma música pop: o início de “Fonce A Mort” atira-nos logo para Liquid Liquid e, segundos depois, estamos em DNA, mas sempre com uma funcionalidade pop perfeita. Um clássico e um daqueles discos obrigatórios da Crammed finalmente reeditados em vinil.

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Segunda-feira, 18 Abril, 2016

KONONO Nº1 meets BATIDA LP

€ 24,50 2LP Crammed

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África com África, explosão. E se for em Lisboa? Já não parece novidade, mas acontece que Konono Nº1 e Batida se juntaram a Papa Juju dos Terrakota, à vocalista Selma Uamusse (oiçam-na na Flur no próximo dia 30, ao vivo) e MC AF Diaphra. Sai ritmo por todos os poros, uma máquina pulsante de regulação do corpo para uma vida intensa, extasiante, com o som meio eléctrico de Konono a pairar sobre as percussões. Este álbum soa notoriamente mais africano, contagiante, talvez menos divertido mas esta música não tem de ser “engraçada” e sim energética, positiva na acção. Vai tudo atrás. Um arraso.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

MARC HOLLANDER / AKSAK MABOUL Onze Danses pour Combattre La Migraine LP

€ 16,95 LP + mp3 (2015 reissue) Crammed Discs

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-5.mp3]

Numa época em que o acesso à informação é mais facilitado do que nunca, é com alguma incredulidade que se repara – e basta navegar nas redes sociais e perceber os likes – de como a cabeça das pessoas continua tão tacanha. Isto para dizer que – por incrível que pareça – hoje é mais difícil fazer-se um disco tão variado, arriscado e exploratório como este “Onze Danses Pour Combattre La Migraine” como em 1977. E uma das razões para voltarmos tanto ao passado, tanto às reedições, ou redescobertas, é precisamente esta vontade de explorar, este encontro com música que não encaixa em grupinhos: ainda existe, mas por inúmeras razões, em menor escala. E há um charme imenso naquilo que Marc Hollander e Vincent Kenis concretizam neste disco, seja pelo desejo de fundir vários géneros e derrubar uma certa barreira que existia com a música étnica – estávamos em 1977 – ou pela liberdade com que discursam na electrónica sem medo de parecerem ingénuos. E quando são ingénuos, logo a seguir entregam outra dose de ingenuidade (há muitas em “Onze Danses…”), e logo a seguir outra, e às tantas percebe-se que isso é o charme deste disco, é a frase de engate, uma estrutura que não recusa a experimentação com algumas barreiras e que tanto toca no minimalismo como no rock progressivo daquela década. E à medida que o disco corre entende-se que não é easy listening, library, jazz ou electrónica, é o que é. Às vezes tem groove, outras vezes tem uma criança insuportável a cantar (e, acreditem, é encantador, de uma certa forma), outra vezes fala de um futuro qualquer que não aconteceu. É um disco ilimitado, refinado e sem grande vontade de se enfiar em convenções. Que irreverente.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2012

BLAINE L. REININGER / MIKEL ROUSE Colorado Suite – Made To Measure Vol. 3 MLP

€ 10,00 LP Crammed Discs (MTM3)  ENCOMENDAR

Exemplar original de 1984 em excelente estado.

Ambiental / Clássico. Reininger era elemento de Tuxedomoon.

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=o9PHN_jhhnQ?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>




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Quarta-feira, 5 Janeiro, 2011

V/A Tradi-Mods vs Rockers Volume One 2CD

€ 17,50 € 14,50 2CD Crammed Discs  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CRAM169-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM169-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM169-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM169-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM169-5.mp3]

O som africano entrou na expressão musical europeia e norte-america há bastante tempo, diriamos desde sempre, mas em anos recentes tem sido explicitamente referido e incorporado no rock de forma muito visível. Pode falar-se em Vampire Weekend para situar, tendo em consideração que eles são a ponta de um iceberg criativo bastante mais excitante do que os seus dois álbuns. Com base na série Congotronics, que nos apresentou Konono Nº1 e Kasai Allstars, entre outros, a Crammed, editora com longa história na divulgação de música não europeia, junta uma série de nomes sensíveis à exploração de novos padrões na sua música. Deerhoof, Animal Collective, Andrew Bird, Oneida, Juana Molina, Eye dos Boredoms, mais gente do rock, da electrónica e dub, todos se sentem motivados especialmente pelo som mais eléctrico de Kasai Allstars e Konono Nº1, intensificando ou alterando o groove original para reflectir as suas abordagens pessoais.

CD 1: 01. Deerhoof vs Kasai Allstars “Travel Broadens The Mind” 02. Animal Collective vd Kasai Allstars “Quick As White2 03. Andrew Bird vs Konono Nº 1 & Sobanza Mimanisa “Ohnono/Kiwembo 04. Tussle vs Konono Nº 1 “Soft Crush” 05. Glenn Kotche vs Konono Nº 1 “Traducteur de Transmission” 06. Lonely Drifter Karen vs Kasai Allstars “Hunting on the Moon” 07. Jherek Bischoff vs Konono Nº 1 “Kule Kule (Orchestral Version)” 08. Woom vs Kasai Allstars “Enter The Chief” 09. Juana Molina vs Kasai Allstars “Hoy Supe Que Viajas” 10. Mark Ernestus vs Konono Nº 1 “Masikulu Dub” 11. Skeletons vs Sobanza Mimanisa “Kiwembo/Unstuck” 12. Jolie Holland & Joel Hamilton vs Kasai Allstars “Nyeka Nyeka” 13. Aksak Maboul vs Kasai Allstars “Land Dispute”

CD 2: 01. Shackleton vs Kasai Allstars “Mukuba Special” 02. Hoquets vs Konono Nº 1 “Likembes” 03. Micachu & The Shapes vs Konono Nº 1 “NO.K” 04. Megafaun vs Kisanzi Kongo “Conjugal Mirage” 05. AU vs Masanka Sankayi “Two Labors” 06. Alla vs Basokin “Mulu(me)” 07. Bear Bones, Lay Low vs Konono Nº 1 “Kuletronics” 08. Burnt Friedman vs Konono Nº1 “Rubaczech” 09. Oneida vs Konono Nº1 “Nombre 1!” 10. Optimo vs Konono Allstars “Wumbanzanga” 11. Bass Clef vs Kasai Allstars “The Incident At Mbuji-Mayi” 12. Eye vs Konono Nº 1 “Konono Wa Wa Wa” 13. Sylvain Chauveau vs Konono Nº1 “Makembe”

“”Tradi-Mods vs. Rockers” parece abrir uma curiosa caixa de Pandora, em que ao invés de soltar todos os males do mundo promete soltar a influência africana por todo o mundo criativo ocidental.” 4/5 in ÍPSILON/PÚBLICO

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