Quarta-feira, 31 Outubro, 2018

DAVID SYLVIAN Dead Bees On A Cake (Expanded Edition) 2LP

€ 32,95 2LP (2018 reissue) Virgin

OUVIR / LISTEN:
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Longo, muito longo (12 anos) período sem um álbum a solo, mas David Sylvian continuou a gravar (por exemplo com Robert Fripp e Hokger Czukay) e a envolver-se na criação artística de uma outra forma. As instalações que produziu com Russell Mills (1990) ou, mais tarde, Fripp (1994) cumpriam uma vocação que conduzia Sylvian a uma abordagem mais total da sua música, como um portal para o auto-conhecimento. Quando “Dead Bees On A Cake” saíu, em 1999, o músico perseguia uma via espiritual, deixava-se guiar num processo de auto-descoberta focado na libertação dos medos através da Iluminação. “Come find the meaning of the word inside of me”, logo na primeira canção do álbum, “I Surrender”. Sylvian mantém a mestria nos ambientes etéreos, suspensos, cristalizados em momentos incríveis de “Secrets Of The Beehive” (o álbum anterior, de 1987), incorporando a direcção que ele próprio confessou mais o interessar, desde então: atmosferas e texturas ganham terreno sobre elementos rítmicos. Com Marc Ribot, Steve Jansen, Ryuichi Sakamoto, Ingrid Chavez (a sua esposa de então) e Talvin Singh no núcleo duro das gravações, David Sylvian convocou ainda os espíritos de John Lee Hooker e John Cage, através de samples (em “Midnight Sun” e “Pollen Path”, respectivamente), chamou a América, onde fixou residência, mas também a Índia, onde procurava inspiração para as suas transformações íntimas. Álbum íntimo, como soam todos os seus. Quatro faixas que falharam a edição original, disponíveis nesta reedição pela primeira vez em vinil, feita para o Record Store Day 2018 (então em vinil branco, agora o tradicional preto).

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Terça-feira, 26 Junho, 2018

DAVID SYLVIAN / HOLGER CZUKAY Plight & Premonition / Flux & Mutability 2CD / 2LP

€ 18,50 2CD (2018 reissue) Grönland

€ 26,50 2LP (2018 reissue) Grönland

OUVIR / LISTEN:
Plight (The Spiralling Of Winter Ghosts)
Premonition (Giant Empty Iron Vessel)
Flux (A Big, Bright, Colourful World)
Mutability (“A New Beginning Is In The Offing”)

Depois da reedição da caixa “Cinema”, nova aventura em redescoberta do catálogo de Holger Czukay. Desta vez o que brotou do seu nascimento com David Sylvian, em finais da década de 1980, quando se juntaram para uma colaboração em “Rome Remains Rome” e a coisa se estendeu para dois álbuns, “Plight & Premonition” (1988) e “Flux & Mutability” (1989), 40 + 40 minutos de música ambient, voluptuosamente experimental e cinematográfica, de gestos que têm tanto de expressionistas, vagos, como cinematográficos. Seja no catálogo de Czukay ou de Sylvain, estes dois discos representam um dos momentos mais mágicos e enigmáticos da carreira de ambos. Virtudes de uma ambivalência de clima de fim de guerra-fria, da dissipação do medo e da incerteza do que é viver além-muro. Mistério e sedução de mãos dadas, fumo, neblina e um raiar de luz com algumas das respostas mais únicas que a música em registo ambiental alguma vez proporcionou. Pop orquestral em homenagem à estática e ao silêncio. Os trinta anos de ontem até hoje só tornam isto mais maravilhoso e urgente.

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Quinta-feira, 27 Novembro, 2014

DAVID SYLVIAN There’s A Light that Enters Houses With No Other House In Sight CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

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Não contem com David Sylvian para uma agenda certinha de edições e concertos. Esses dias acabaram, há muito, e hoje sente-se que o que o inglês faz move-se pelo puro interesse genuíno que tem pela música e pelas artes que o rodeiam. Desde que começou a sua carreira a solo que percebemos que são também as pessoas à sua volta que o motivam a criar: músicos, sobretudo, mas pintores, fotógrafos, escritores. Este novo álbum de Sylvian é sobretudo uma homenagem a Franz Wright, poeta norte-americano, filho de outro notável da poesia, James Wright. “Kindertotenwald”, livro de 2011, fornece as palavras, ditas pelo próprio Franz Wright, para serem musicadas por composições ambientais tremendas, transpirando uma claustrofobia benigna, um piano sublime de John Tilbury e as habituais malhas eléctricas-digitais da guitarra de Fennesz. Não há pausas, embora haja uma subtil mudança de movimentos nos 65 minutos desta peça. O contínuo só é quebrado pela voz de Franz Wright que, às vezes, nos relembra a presença de Burroughs na cultura musical de há 20 anos. De facto, só isso interrompe a absoluta magia levitacional desta obra que mostra, debaixo das palavras, o detalhe da escrita musical, cada vez mais intuitiva e sublime, de David Sylvian. A presença da voz de Wright parece arrumar este disco numa zona particular da discografia de Sylvian, mas não sigam tendências: este é um álbum fantástico de alguém que não tem dado nenhum passo em falso desde que criou a sua Samadhi. Essencial, claro.

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Quinta-feira, 31 Julho, 2014

DAVID SYLVIAN / ROBERT FRIPP Damage CD

€ 14,50 CD (2014 reissue) DGM

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“First Day” tinha sido uma valente surpresa em 1993 e quase ninguém pareceu chocado com a ideia de um rapaz dos 80 se juntar a um rapaz dos 70. Tanto Fripp como Sylvian tinham, contudo, muito em comum e não é de estranhar que depois de “Gone To Earth” se tenham juntado para adicionarem uma valente torrente eléctrica do primeiro à pop arrumadinha do segundo. E, a julgar pelos relatos, o sucesso da empreitada também apanhou de surpresa ambos os músicos e, como é normal nestas coisas, a estrada serviu para legitimar tudo o que tinham feito no disco e “algo mais”. “Road To Graceland” foi o nome da digressão e esta gravação é feita com excertos do seu fim. Que novidades aparecem aqui? Várias, e todas elas interessantes. A principal é a voz de Sylvian, em plena e soberba forma, sem as rugas acrescentadas em estúdio para suportarem a electricidade de Fripp. “Damage” prova o que se sabe, que Sylvian tem voz para todos os registos. Outro aspecto importante é o modo como os temas, embora sejam fiéis aos originais, parecem ser mais honestos, mais autênticos, espelhando sempre o modo incrível como este grupo de músicos encarou estes concertos. Embora se tenham perdido minutos em alguns temas – o que é pena, mas ao vivo o relógio anda de modo diferente -, há extras como “Gone To Earth” e “Wave”, tocados em todo o seu esplendor, e “Every Colour You Are” de Rain Tree Crow, por exemplo, ajudando a que “Damage” consiga sair um pouco da redoma de “The First Day”. Um grande disco que, não por acaso, é ao vivo.

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Quinta-feira, 31 Julho, 2014

DAVID SYLVIAN / ROBERT FRIPP The First Day CD

€ 14,50 CD (2014 reissue) DGM

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Em 1993, “The First Day” foi uma surpresa como todas são: inesperada. Depois de ter feito um percurso que caminhava assumidamente para o ambientalismo, com “Plight And Premonition” e “Flux + Mutability”, sobretudo, em 1988 e 1989, respectivamente, em colaboração com Holger Czukay, David Sylvian volta a colaborar com Robert Fripp depois de se terem encontrado em “Gone To Earth” em 1986 e, também, depois de ter recusado aparecer como vocalista nos King Crimson. Agora a duo, voltam as canções e aparece uma maior insistência no poder de fogo rock de Fripp, embora sejam muitos os momentos que se auto-inflamam com electricidade mas depois procurem um mantra que, porque não, estabelece a correcta bissectriz entre funk e o progressivo. “First Day” é também um disco que divide tempos: Sylvian faria deste momento uma pausa para preparar a família e “Dead Bees On A Cake”, o primeiro álbum a solo desde “Secrets Of The Beehive”. Embora esta aventura seja claramente resultado de um trabalho a dois, é Fripp quem parece mover o ritmo e a intensidade de “First Day”. Sylvian parece corresponder com o que sempre fez bem: cantar e arranjar o tempo certo para as suas músicas – uma qualidade intrínseca da música progressiva e talvez por isso este casamento tenha tido este resultado explosivo. Nem Sylvian nem Fripp precisariam das suas carreiras salvas por este álbum, mas a verdade é que há aqui música que não aparece em mais lado nenhum. E Sylvian raramente falhou um passo.

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Quinta-feira, 7 Fevereiro, 2013

STEPHAN MATHIEU & DAVID SYLVIAN Wandermude CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

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Acreditem no que vos dizemos: é tão, tão bonito ouvir os primeiros segundos de “Wandermüde”. Para quem tem e ouviu tantas vezes “Blemish” de David Sylvian, é como voltar a sentir na pele uma obra-prima absoluta envolta numa espécie de névoa que a memória deixa trespassar. Sylvian decidiu entregar as partículas sonoras de “Blemish” a um dos músicos que melhor trataria delas: Stephan Mathieu é um dos mais interessantes estetas da reconversão electrónica, trabalhando muitas vezes em regime electroacústico, partindo de sons naturais e analógicos. Depois de um concerto no festival Punkt em que o alemão remisturou um concerto de Sylvian – “Plight And Premonition”, em 2011 -, o convite parecia mais que justificado para retrabalhar “Blemish” para ser uma banda sonora para uma aplicação da Samadhi para iPad. Mas o trabalho de Mathieu acabaria por ser tão rico e inventivo que “Wandermüde” teve que existir como um álbum com princípio, meio e fim. E não há muito mais a dizer: Mathieu é um esteta fenomenal da música ambiental e “Blemish” é um dos álbuns mais importantes das últimas décadas; o arriscado resultado podia não ter sido este, mas dificilmente seria algo que não honrasse os pergaminhos dos seus autores. Um disco emocionante. E por isso imprescindível.

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Sexta-feira, 23 Novembro, 2012

JAN BANG & ERIK HONORÉ feat. DAVID SYLVIAN
Uncommon Deities CD

€ 16,50 € 12,50 CD Samadhisound  ENCOMENDAR

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O festival Punkt, na pequena cidade de Kristiansand, na Noruega, é conhecido por construir concertos de remistura que acontecem pouco tempo depois dos originais. De uma sala para outra, o ambiente transfigura-se em algo inesperado, alimentado por uma série de alquimistas que prezam a ideia da reutilização e do sampling e da improvisação – não são poucas as vezes em que os concertos secundários se tornam os mais interessantes da noite. Jan Bang, figura administrativa do Punkt, é, claro, um dos estrategas normais dessas acções de reciclagem sonora – a sua participação num concerto de remistura de Jon Hassell fê-lo, até, entrar na sua banda ao vivo por uns anos. E como músico empenhado em transfigurar a música que ouvimos, é um convidado regular nas estatégias oblíquas que David Sylvian vai fazendo na sua Samadhi. “Uncommon Deities” é uma reinvenção de uma instalação audiovisual de David Sylvain para o festival Punkt de 2011, feita por Jan Bang e Erik Honoré – cofundadores do evento. No local, uma série de pinturas de Atsushi Fukui eram preenchidas no espaço pela música de Sylvian. A edição em CD não contém essa banda sonora funcional, mas é uma reinterpretação da atmosfera da galeria em Kristiansand, remisturada e amplificada por novas composições com alguns dos músicos originais e, sobretudo, pela inclusão de Arve Henriksen e Sidsel Endresen, para além das palavras do próprio David Sylvian. Toda a magia recorrente das edições da Samadhi está aqui nesta obra – Sylvian tem sabido como ninguém construir uma família numerosa de músicos muito distintos mas com ligações umbilicais a um universo coeso e quase sempre deslumbrante. Quando não temos novos álbuns do ex-Japan, vamos tendo estas quase-obras de Sylvian que nos dão quase tanto para ouvir que nos esquecemos dos seus verdadeiros autores. Paisagens electro-acústicas delicadas, ricas de pormenores, entre a suave canção encantatória ou a carícia literária das palavras, num mundo que tanto parece organizado como entregue à sorte instintiva do improviso. Continua a vir desta editora a melhor música do mundo. E por isso é que há uma edição de luxo para tentar representar melhor “Uncommon Deities” na sua inteira forma.

 

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Sexta-feira, 23 Novembro, 2012

JAN BANG & ERIK HONORÉ feat. DAVID SYLVIAN
Uncommon Deities CD+LIVRO

€ 55.50 € 49,50 CD+LIVRO Samadhisound  ENCOMENDAR

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O festival Punkt, na pequena cidade de Kristiansand, na Noruega, é conhecido por construir concertos de remistura que acontecem pouco tempo depois dos originais. De uma sala para outra, o ambiente transfigura-se em algo inesperado, alimentado por uma série de alquimistas que prezam a ideia da reutilização e do sampling e da improvisação – não são poucas as vezes em que os concertos secundários se tornam os mais interessantes da noite. Jan Bang, figura administrativa do Punkt, é, claro, um dos estrategas normais dessas acções de reciclagem sonora – a sua participação num concerto de remistura de Jon Hassell fê-lo, até, entrar na sua banda ao vivo por uns anos. E como músico empenhado em transfigurar a música que ouvimos, é um convidado regular nas estatégias oblíquas que David Sylvian vai fazendo na sua Samadhi. “Uncommon Deities” é uma reinvenção de uma instalação audiovisual de David Sylvain para o festival Punkt de 2011, feita por Jan Bang e Erik Honoré – cofundadores do evento. No local, uma série de pinturas de Atsushi Fukui eram preenchidas no espaço pela música de Sylvian. A edição em CD não contém essa banda sonora funcional, mas é uma reinterpretação da atmosfera da galeria em Kristiansand, remisturada e amplificada por novas composições com alguns dos músicos originais e, sobretudo, pela inclusão de Arve Henriksen e Sidsel Endresen, para além das palavras do próprio David Sylvian. Toda a magia recorrente das edições da Samadhi está aqui nesta obra – Sylvian tem sabido como ninguém construir uma família numerosa de músicos muito distintos mas com ligações umbilicais a um universo coeso e quase sempre deslumbrante. Quando não temos novos álbuns do ex-Japan, vamos tendo estas quase-obras de Sylvian que nos dão quase tanto para ouvir que nos esquecemos dos seus verdadeiros autores. Paisagens electro-acústicas delicadas, ricas de pormenores, entre a suave canção encantatória ou a carícia literária das palavras, num mundo que tanto parece organizado como entregue à sorte instintiva do improviso. Continua a vir desta editora a melhor música do mundo. E por isso é que há uma edição de luxo para tentar representar melhor “Uncommon Deities” na sua inteira forma.

 

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Quinta-feira, 8 Março, 2012

DAVID SYLVIAN A Victim Of Stars 1982-2012 2CD

€ 14,95 2CD Virgin  ENCOMENDAR

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Quando se é fã, uma compilação destas tem tanto de inútil como de irresistível. Se se é fã da música de David Sylvian, é impossível não ter quase todos os discos da sua longa carreira. Ao mesmo tempo, qualquer desculpa para ouvir alguns dos seus clássicos e ter mais um disco do ex-Japan é mais do que atraente. “A Victim Of The Stars” recupera, pela mão da Virgin – que detém quase todo o seu espólio – algumas das estrelas mais cintilantes da carreira a solo, entre 1982 e 2012. Se é verdade que estas coisas servem para rentabilizar arquivos, quem na Virgin decidiu fazer este duplo CD fez mais do que é suposto, pois recorreu aos anos recentes e às edições da Samadhi do próprio músico. Assim, tanto quanto é possível, esta é uma compilação correcta e completa, não deixando de lado os soberbos álbuns “Blemish” ou “Manafon”, por exemplo. “Forbidden Colours” ou “Orpheus” não ficaram de fora, claro, o que ajuda a que “A Victim Of The Stars” tenha cotação máxima em qualquer escala. O resto é quase tão magistral. A cereja do bolo é “Where’s Your Gravity”, o esperado inédito (de colheita recente) que encerra a compilação. Essencial para todos e para sempre.

CD1: 01. Ghosts (Remix) 02. Bamboo Houses 03. Bamboo Music 04. Forbidden Colours 05. Red Guitar 06. The Ink In The Well 07. Pulling Punches 08. Taking The Veil 09. Silver Moon 10. Let The Happiness In 11. Orpheus 12. Waterfront 13. Pop Song 14. Blackwater 15. Every Colour You Are 16. Heartbeat (Tainai Kaiki II)

CD2: 01. Jean The Birdman 02. Alphabet Angel 03. I Surrender 04. Darkest Dreaming 05. A Fire In The Forest 06. The Only Daughter 07. Late Night Shopping 08. Wonderful World 09. The Banality Of Evil 10. Darkest Birds 11. Snow 12. White in Appalachia 13. Small Metal Gods 14. I Should Not Dare 15. Manafon 16. Where’s Your Gravity?

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Sexta-feira, 27 Maio, 2011

DAVID SYLVIAN Died In The Wool – Manafon Variations 2CD

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€ 16,50 € 14,50 2CD Samadhisound  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SOUNDCDSS021-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SOUNDCDSS021-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SOUNDCDSS021-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SOUNDCDSS021-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SOUNDCDSS021-5.mp3]

“Manafon” fora criado, em 2009, dentro do campo da improvisação, com a ajuda musical de dezenas de ilustres figuras do jazz e da experimentação sonora. Na altura elogiámos a voz e interpretação de Sylvian por sujeitar-se, entre aspas, a música tão pouco pop e adequada a canções. Denotando um contínuo fascínio pela aventura, o músico inglês escolhe o oposto da improvisação ao aliar-se às partituras para cordas de Dai Fujikura. Mas “Manafon” não é apenas transformado numa versão de câmara – aliás, o cruzamento das diferentes mutações é alucinante: alguns temas de “Manafon” são orquestrados por Fujikura para serem utilizados como samples para novas composições de Jan Bang e Erik Honoré, e há novas versões da equipa de “Manafon”. Música nova, portanto. E um segundo disco que nos oferece David Sylvian inédito, com John Butcher, Arve Henriksen, Gunter Muller, Toshimaru Nakamura, Eddie Prévost e o Elysian Quartet sob direcção de Dai Fujikura a interpretarem uma peça que viveu como instalação na Bienal das Canárias de 2008/2009. Mais Sylvian – e sobretudo deste calibre – nunca é Sylvian a mais.

 

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Sexta-feira, 12 Novembro, 2010

DAVID SYLVIAN Sleepwalkers CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

Enquanto não recebemos o próximo álbum de David Sylvian – está prometida para início de 2011 uma espécie de revisitação a “Manafon” em parceria com o compositor Dai Fujikura -, o músico inglês recupera uma colecção limitada de canções que ilustram algumas das cumplicidades que tem mantido com músicos bem distintos, em semelhança com o que tinha feito com “Everything And Nothing” há 10 anos. Talvez o mais consistente dos seus affairs recentes seja Nine Horses (com Burnt Friedman e o seu irmão Steve Jansen), e por isso justificam-se os três takes neste disco. Mas a restante lista é impressionante e só falha por não ser enciclopédica – ficaram de fora algumas importantes histórias nesta última década. “Sleepwalkers” começa de modo irrepreensível, com um extra nascido de Manafon brilhantemente animado pela bateria armadilhada de Martin Brandlmayr dos Radian. Joan As Police Woman faz dueto em “Ballad Of A Deadman”, num tema com Steve Jansen; “Angels” é um asfixiante exercício desencantado de spoken word, dedicado à sua filha, com Arve Henriksen, Jan Bang e Erik Honoré; “World Citizen” com Sakamoto simplifica-se com uma versão de Chasm; “Five Lines” avança com muita antecipação aquilo que poderá ser, então, o próximo álbum de Sylvian com Dai Fujikura; “Transit” é domínio trademark de Fennesz; e mais um punhado valente de canções que parecem cada vez mais viver apenas na cabeça de David Sylvian, independentemente das ajudas que tenha. Esta sua capacidade de adaptação e altruísmo musical tem sido, talvez, uma das principais razões da recorrente importância que as canções do ex-Japan continuam a ter. Poderia não interessar muito ouvir uma compilação destas e esperar pelo próximo álbum, mas o que está aqui são 16 temas, quase todos canções, que vendem ideias e bom gosto como não encontramos em mais lado nenhum.

Uns temas levantam ideias, outros sublinham experiências anteriores. Mas por todos correm fortes marcas de personalidade que, mesmo perante outros, David Sylvian acaba inevitavelmnente por registar na música que faz. Magnífico!” 5/5 in SOUND + VISION

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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

NINE HORSES Wonderful World CDS

€ 7,50 € 5,95 CDS Samadhisound

“Wonderful World” é o primeiro tema da estreia de Nine Horses e mereceu depois o single e a companhia de outro tema de “Snow Borne Sorrow” e um inédito – “When Monday Comes Around”.


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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

NINE HORSES Snow Borne Sorrow CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

Nine Horses, propondo um novo grupo na sua carreira, com o irmão Steve Jansen e Burnt Friedman, traz à baila o modo como David Sylvian nunca deixou de procurar a companhia perfeita para as suas ideias musicais. Lembramo-nos como Jon Hassell brilha em “Brilliant Trees”, ou como Robert Fripp é crucial em “Gone To Earth” ou como o ambientalismo deu uma volta no trono com as suas aventuras com Holger Czukay, ou ainda como Fennesz aparece no raio de luz intensa que foi “Blemish”. Nine Horses propõe novas latitudes, novos sons, em que Burnt Friedman passa a ser a directriz principal. Canções – sempre – em surpreendente imponderabilidade.


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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

NINE HORSES Money For All MCD

€ 11,95 € 8,95 MCD Samadhisound

Nada de estranho esperarmos que da cabeça de David Sylvian e Burnt Friedman não nasçam hipóteses múltiplas para a música que fazem. Não quer dizer que “Snow Borne Sorrow” não tenha ficado acabado, mas por cada porta fechada abrem-se muitas outras. Friedman foi, naturalmente, o mais voluntarioso e para o single – que acabou por não ser um single apenas – de “Money For All” juntou 4 versões para 4 temas do álbum. Generosidade e possibilidades sem limites.


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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

DAVID SYLVIAN / RYUICHI SAKAMOTO World Citizen MCD

€ 16,50 € 8,95 MCD Samadhisound

“World Citizen” foi o reencontro de dois velhos amigos, e nesta edição há espaço para se tentar todos os lados possíveis para a canção – 4 versões diferentes, feitas por Sylvian e Sakamoto, e ainda uma versão com um pé em terreno minado com a digitalia de Ryoji Ikeda.


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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

DAVID SYLVIAN The Good Son vs The Only Daughter – The Blemish Remixes CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

Depois do KO ao primeiro assalto com “Blemish” – a tal obra-prima recente de Sylvian -, é altura de voltar ao disco com o tradicional álbum de versões. É melhor que o original? Impossível, pois o mundo teria acabado nessa altura. Mas há aqui matéria muito interessante para fecharmos o assunto com alguma dignidade. Nem poderia ser de outro modo, pois a lista de convidados para a festa inclui sumidades como Ryoji Ikeda, Burnt Friedman e Akira Rabelais, e há ainda outros menos importantes mas merecedores de destaque – Readymade FC, Sweet Billy Pilgrim, Yoshihiro Hanno, Tatsuhiko Asano ou Jan Bang & Erik Honoré. O outro lado do espelho.


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Terça-feira, 29 Setembro, 2009

DAVID SYLVIAN Blemish CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound

Obra-prima incontornável, “Blemish” expõe a voz e a arte de David Sylvian num terreno novo e fértil, e o resultado é estrondoso. Atraído pela música de Fennes(especulamos nós), o ex-Japan estende um tapete ambiental feito de milhares de fragmentos e partículas acústicas e digitais para depois conseguir espantar-nos com o confronto vocal. Não há muitos discos assim, e soube muito bem que tenha sido David Sylvian a tentar o quase impossível. Quem sabe, sabe, pelos vistos. “Blemish” é, sem hesitação, um disco para estar no top desta década.


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Sexta-feira, 25 Setembro, 2009

DAVID SYLVIAN Manafon CD

€ 15,95 € 12,50 CD Samadhisound  ENCOMENDAR

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“Manafon” é, à partida, um trabalho de uma enorme coragem. David Sylvian parece dominar de tal modo as suas canções e a sua voz que seja qual for o cenário musical o resultado é sempre empolgante e surpreendente. Não foi preciso ouvirmos a obra-prima “Blemish” para termos a certeza do que falamos – bastou escutar “Secrets Of The Beehive” ou “Gone To Earth” para termos a prova que depois dos Japan os horizontes musicais de Sylvian estavam totalmente em aberto. Mas é sobretudo depois de “Blemish”, em que a sua pop mergulha na electrónica fenneziana, que percebemos que, independentemente do formato, a inspiração estaria longe de secar. A ponte para “Manafon” poder-se-á estabelecer com a participação de Derek Bailey em “Blemish” – o tapete improv não merecia nenhum medo para David Sylvian e em 2009 é esse o novo cenário para mais um álbum. Apesar de já ter tido Fripp, Hassell, Czukay ou Sakamoto como conspiradores próximos, quem diria há uns anos que os músicos convidados seriam Werner Dafeldecker, Burkhard Stangl, John Tilbury, Evan Parker, Marcio Mattos, Keith Rowe, Otomo Yoshihide, Franz Hautzinger ou Sachiko M? E o milagre nasce mesmo da voz de David Sylvian, com oito canções e um instrumental que se fundem na perfeição aos ambientes fragmentados e exigentes desta empreitada colaboracional. Pelo risco assumido e pelo resultado obtido, “Manafon” é um objecto musical centralíssimo neste ano de 2009, e caberá a todos julgar se merece ou não as devidas condecorações. Não se pode fugir a um disco assim. Enorme e único.

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Sábado, 5 Setembro, 2009

DAVID SYLVIAN Manafon CAIXA CD + DVD + LIVRO + ILUSTRAÇÕES

€ 15,50 € 12,50 CD+DVD+LIVRO+ILUSTRAÇÕES Samadhisound  ENCOMENDAR

CD “Manafon”
DVD documentário “Amplified Gesture” (55 minutos – trailer aqui) e versão 5.1 de “Manafon”
LIVRO de capa dura (com as letras do álbum e ilustrações de Atsushi Fukui e Ruud van Emper)
LIVRO de capa dura (acompanha o documentário “Amplified Gesture”, com introdução por Clive Bell e textos e fotos de todos os participantes – Otomo Yoshihide, Sachiko M, Evan Parker, John Tilbury, Werner Dafeldecker, John Butcher, Keith Rowe, Eddie Prévost, Fennesz, entre outros)
ILUSTRAÇÕES assinadas por Atsushi Fukui e David Sylvian
CAIXA exterior revestida a tecido

“Manafon” é, à partida, um trabalho de uma enorme coragem. David Sylvian parece dominar de tal modo as suas canções e a sua voz que seja qual for o cenário musical o resultado é sempre empolgante e surpreendente. Não foi preciso ouvirmos a obra-prima “Blemish” para termos a certeza do que falamos – bastou escutar “Secrets Of The Beehive” ou “Gone To Earth” para termos a prova que depois dos Japan os horizontes musicais de Sylvian estavam totalmente em aberto. Mas é sobretudo depois de “Blemish”, em que a sua pop mergulha na electrónica fenneziana, que percebemos que, independentemente do formato, a inspiração estaria longe de secar. A ponte para “Manafon” poder-se-á estabelecer com a participação de Derek Bailey em “Blemish” – o tapete improv não merecia nenhum medo para David Sylvian e em 2009 é esse o novo cenário para mais um álbum. Apesar de já ter tido Fripp, Hassell, Czukay ou Sakamoto como conspiradores próximos, quem diria há uns anos que os músicos convidados seriam Werner Dafeldecker, Burkhard Stangl, John Tilbury, Evan Parker, Marcio Mattos, Keith Rowe, Otomo Yoshihide, Franz Hautzinger ou Sachiko M? E o milagre nasce mesmo da voz de David Sylvian, com oito canções e um instrumental que se fundem na perfeição aos ambientes fragmentados e exigentes desta empreitada colaboracional. Pelo risco assumido e pelo resultado obtido, “Manafon” é um objecto musical centralíssimo neste ano de 2009, e caberá a todos julgar se merece ou não as devidas condecorações. Não se pode fugir a um disco assim. Enorme e único.







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Sexta-feira, 28 Agosto, 2009

DAVID SYLVIAN When Poets Dreamed Of Angels DVD

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€ 24,95 DVD Woodstock Tapes

“Blemish”, um dos melhores discos da sua carreira, um dos melhores discos desta década, um favorito a clássico de todos os tempos por quem gosta muito de Sylvian. “Fire In The Forest”, para além de ser uma das canções de “Blemish” (o tal tema que teve a música feita a meias com Fennesz), também foi o nome com que o músico inglês baptizou a sua digressão que em 2004 percorreu meio mundo. “When Poets Dreamed Of Angels” regista em DVD um desses concertos, ocorrido em Tóquio, no Hitomi Memory Hall da Showa University, a 24 de Abril. David Sylvian viajou nesse ano com Steve Jansen (teclados e percussão) e Masakatsu Takagi (projecções) e juntos passearam por “Blemish” e por algumas das canções mais, digamos, acústicas do repertório – de “Secrets Of The Beehive” a “Bees On The Cake”, passando por “The First Day” e um inédito – “Blue Skinned Gods” que nos escapa ao radar Sylvian. Música sublime – nunca tem soado a menos que isso – e uma gravação simples mas eficaz e profissional – feita pelos senhores da alta-definição da japonesa NHK. Sim, a edição não é oficial, mas também é verdade que Sylvian faltou ao seu concerto em Lisboa há uns anos. Não percam!

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

1. Blemish 2. The Good Son 3. The Only Daughter 4. The Heart Knows better 5. She Is Not 6. Late Night Shopping 7. Fire In The Forest 8. When Poets Dreamed Of Angels 9. Cries And Whispers 10. Blue Skinned Gods 11.Praise 12. Maria 13. Wasn’t I Joe? 14. World Citizen 15. Jean The Birdman

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