Segunda-feira, 13 Abril, 2015

BIOSPHERE / DEATHPROD Stator CD

€ 15,50 € 12,95 CD Touch

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Não é um formato muito apreciado – por nós e, achamos, pelo público em geral. Mas um disco assim, com uma divisão tão clara, traz outras leituras que podem ser atraentes. Biosphere e Deathprod juntam-se sem se juntarem em “Stator”, evitando o óbvio: um duo de músicos electrónicos. Tal como fizeram no longíquo ano de 1998, no fabuloso “Nordheim Transformed”, quando homenagearam o pioneiro norueguês que tanto lhes deve ter ensinado. Há, como é de esperar, um equilíbrio saudável em “Stator”, com ambos os músicos a jogarem pela mesma cartilha sonora, embora cada um mergulhe as profundezas de modo diferente. Ambientalismo profundo, feito de zeros e uns, profundamente alterado e manipulado pelas mãos certas na produção de Helge “Deathprod” Sten, com Biosphere a caminhar pelo lado mais pulsante e vibrante da dupla, enquanto o elemento dos Supersilent prefere uma maior abstracção vinda do largo campo da electroacústica. Ambiental sombrio de classe, feita por quem faz isto tudo acima de suspeita.

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Quinta-feira, 15 Março, 2012

DEATHPROD Morals And Dogma CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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Nas últimas semanas fomos falando das reedições de Deathprod com algum entusiasmo. Destacámos a obra-prima absoluta que é “Treetop Drive” – a estreia de Helge Sten, imagine-se -, e ainda o assombroso “Imaginary Songs From Tristan Da Cunha”. Ou seja, música de 1994 e 1996, respectivamente. Depois destes álbuns, o trabalho de e como Deathprod voltou-se para a produção, para Supersilent, e só em 2004 prosseguiu a sua discografia com este “Morals And Dogma”. Quatro temas, longos, que nos embarcam novamente para um percurso feito de negras neblinas ambientais, uivantes e claustrofóbicas, em que a morte nem sempre é uma figura subliminar deste enredo. É menos esmagador, musicalmente, porque menos óbvio. Algum do esplendor aqui é feito por indução quase inconsciente, através de ambientalismo de alta gravidade e inércia. “Morals And Dogma” é, dos três álbuns de Deathprod, o menos conceptual, deixando que os quatro temas divaguem em quatro direcções diferentes, se bem que tanto “Tron” como “Cloudchamber” fechem o círculo magnificamente. Juntem aos vossos Supersilent estes três álbuns de Deathprod e um dos mais importantes produtores e músicos destes tempos estará convenientemente bem presente na vossa colecção de discos.


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Sexta-feira, 17 Fevereiro, 2012

DEATHPROD Treetop Drive CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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A edição original deste álbum, saída na dBut em 1994, há muito que desapareceu dos escaparates e vive inflaccionada no mercado paralelo. A Rune Grammofon chegou a incluí-la numa caixa negra intensa e salivante em 2004, mas agora está disponível como objecto separado e nós também gostamos desta opção. Porque, sem desprimor para a restante obra de Deathprod – e… há algum disco mau? -, este “Treetop Drive” é uma obra-prima. É a estreia de Helge Sten nos discos, com vinte e poucos anos. Mas já aqui se notavam algumas das suas valências que lhe têm sido úteis para firmar fama também como produtor: atenção ao detalhe, pressão e volume sonoros, ambiental pesado e alguns dos melhores drones que podemos encontrar por aí. As três partes de “Treetop Drive” são soberbas, circulares, repetitivas, com passada segura, crescente, hipnotizante. O tema final, “Towboat” afunda-se em drones, rangendo os dentes em aço corroído por uma muralha de corrente eléctrica controlada. Parece demoníaco e esmagador, mas a verdade é que isto tudo é música para os nossos – e vossos – ouvidos. Parece absurdo “Treetop Drive” ter quase vinte anos, mas esta estreia de Deathprod consegue quase envergonhar Ben Frost.


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Sexta-feira, 17 Fevereiro, 2012

DEATHPROD Imaginary Songs From Tristan Da Cunha CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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“Imaginary Songs…”, tal como “Treetop Drive”, é uma peça perdida do passado. É o segundo álbum de Deathprod, de 1996, e foi, curiosamente, o trabalho de licenciatura em Arte de Helge Sten, inspirado na vida – ou na falta dela – na ilha remota de Tristão Da Cunha, a meio do Atlântico Sul. O álbum divide-se em duas partes: a primeira, com quatro pequenas e interligadas faixas que evocam a aridez da ilha, recorrendo a field recordings e à sua mistura com sons e instrumentos rarefeitos pelo desgaste da Natureza. Parecem retratos fantasmagóricos, cheios de imperfeições e neblina, em que tudo parece ser a inversão do mundo de Deathprod. Depois, “The Contraceptive Briefcase II”: peça de 30 minutos, agora em alta definição sonora, entre theremin, drones e coro, lentamente evolutiva, lentamente penetrante, rapidamente cativante. Viajamos entre a pesada atmosfera nórdica e uma certa levitação épica orquestral sem nunca nos sentirmos agitados pelas inseguras águas da música de Helge Sten. O norueguês tinha 25 anos e mostrava, para além de qualquer dúvida, a importância que tinha e viria a ter na música contemporânea.


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Sexta-feira, 7 Agosto, 2009

ON (SYLVAIN CHAUVEAU, STEVE HESS & DEATHPROD) Your Naked Ghost Comes Back At Night CD

€ 16,50 € 11,95 CD Type

Será a crise que está a fazer com que hajam mais projectos colectivos, colaborações e participações? Este ano está a ser magnífico, com muitos discos inesperados, que juntam músicos e produtores que deverão estar a pensar que é no esforço cooperativo que suplantarão a distracção de todos nós. Este disco faz isso facilmente: Sylvain Chauveau encontra-se em estúdio, durante 2003, com Steve Hess, dos Pan American, para irem sobrevoando o mar em direcção ao horizonte infinito. Sim, são influências da capa de “Your Naked Ghost Comes Back At Night”. Mas esta viagem em altitude constante é abruptamente mergulhada nas profundezas pela produção e moldagem sonora do enorme Helge Sten, que com este disco encerra para sempre o nome de combate Deathprod. Eis um trio com elevadas potencialidades de nos esmagar, não acham? E parece tudo tão simples, de facto, com pesadas camadas de ambientalismo, ora em movimentos ascendente, ora em descida vertiginosa, a deixar-nos em constante alerta. Para ouvir à noite, porque é nessa altura em que este disco nos poderá mesmo aterrorizar.


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