Quinta-feira, 14 Julho, 2016

ERIC COPELAND Black Bubblegum CD / LP

€ 15,95 € 10,95 (-32%) CD DFA

€ 23,50 LP (Limited pink vinyl) DFA

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Se formos ao início deste século encontramos os Black Dice a criar coordenadas para a ligação entre o rock e a electrónica que definiriam muito que viria a seguir. Depois definiram margens entre o techno e o rock e por aí continuaram. Nas suas carreiras a solo, Eric Copeland é o que se tem aventurado mais e melhor. “Black Bubblegum” é do ano passado e maturou bem ao longo dos últimos meses e veio à memória depois de vermos a actuação dos Black Dice no mais recente Out.fest. A música de Eric sempre habitou em territórios estranhos, mas nunca aterrou numa ilha de boogie do futuro. “Black Bubblegum” é um fabuloso salto pop em relação a outros trabalhos seus e à medida que o tempo passa, há a certeza de que não merece ser menosprezado nem passar despercebido. Vale a pena dar um salto de uns meses e redescobrir esta maravilha que mistura tropical, cocktails e bungee jumping.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 14 Maio, 2015

DELIA GONZALEZ In Remembrance CD+DVD / LP+DVD

€ 20,95 CD+DVD DFA

€ 32,95 2LP+DVD (+ mp3) DFA

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A nossa pele ainda se eriça quando pensamos em “Days Of Mars”, um dos discos mais queridos quando a DFA era o epicentro de alguma coisa. Fora do reino dos LCD e da aura James Murphy, o álbum de Gavin Russom e Delia Gonzalez atirou-nos para outros mundos e desde então ficámos sintonizados na dupla. De Russom é fácil perceber por onde circula, mesmo que nos confunda, mas de Gonzalez a sombra é menos evidente. Dedicou-se a outras funções artísticas e este “In Remembrance” oficializa o tipo de projectos que tem abraçado. Criado para ser uma banda sonora para dança, mas através da projecção de filmes, foi um trabalho lento, de 5 anos, onde se dedicou a outros acabamentos: piano solo, quatro temas, em brincadeira séria sobre as escalas, crescendo em forma circular e algo repetitivo – diabos nos levem se não há fantasma de Steve Reich lá pelo meio. No final dos andamentos, as camadas parecem sobrepor-se e “Days Of Mars” reaparece na nossa vida, por breves momentos. O ADN é uma coisa tramada. O modo perfeito para saborear esta obra é vendo também o DVD que está nesta edição – apanhem a versão em LP se gostam de coisas bonitas e generosas -, e aproveitar as remisturas (incluídas no CD e no LP) dos quatro temas por Bryce Hackford, um produtor techno de Nova Iorque que puxa o tapete sem nunca nos deixar cair. Uma alegria voltar à música de Delia Gonzalez e “In Remembrance” é um óptimo disco que volta a atirar-nos para zonas inesperadas.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 18 Dezembro, 2014

SLIM TWIG A Hound At The Hem CD / LP

€ 16,95 CD DFA

€ 21,95 LP DFA

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Que valente surpresa. Mais uma, do passado esquecido. Aliás, este passado nem sequer foi esquecido porque nem chegou a existir. Max Turnbull, actor e músico, um canadense com amor elevado pela pop angulosa e bizarra, é Slim Twigs – ou US Girls, com a sua esposa Meg Remy -, editando sozinho este disco, conceptual, – inspirado em “Lolita” de Nabokov e “A Histoire De Melody Nelson” de Gainsbourg – em 2010 porque mais ninguém o quis fazer, apesar de toda à gente à sua volta o achar digno de altíssimo voos. Recebeu as habituais cartas enviesadas, porque demasiado complexo, porque demasiado difícil, porque demasiado diferente do que as pessoas querem ouvir: e o disco quase ficou esquecido. Mas graças à DFA, ei-lo para que o ouçamos e percebamos como é tão especial. Com arranjos de Owen Pallett, Max parece um Bobby Conn armado em Edwyn Collins com tiques de Scott Walker, soando ao futuro imaginado nos progressivos anos 70. Sim, confuso, porque é suposto isto ser um brutal nó de estilos, tempos e ritmos, com muitas coisas fora de lugar, estranhas e perversas, mas, surpresa!, tudo brilha como uma bola de espelhos deformada, e tudo nos entusiasma como algo incrível que experimentamos pela primeira vez. Uma absoluta maravilha!

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 5 Agosto, 2011

DESCOBERTAS EM CASA – Discos esquecidos em stock – parte 3

Como acontece frequentemente com arrumações, descobrem-se coisas boas de que já não nos lembrávamos. Neste caso, coisas de que achamos que vocês já não se lembram. Começámos a mostrar algumas, na perspectiva de que a música em que acreditamos não tem de ser (e não é) terrivelmente actual. Preços mais convidativos para facilitar a decisão : )

laj and qualkerman delia gonzalez & gavin russom

DELIA GONZALEZ & GAVIN RUSSOM
El Monte / Rise (DFA Rmx)
12″ DFA - 8.50 eur 5 eur

LAJ AND QUAKERMAN
Vinyl Frontier
12″ Hairy Claw – 8.50 eur 6 eur

2004: ainda faltava um ano para “The Days Of Mars”, o álbum de Delia Gonzalez e Gavin Russom que tanto celebrámos na altura. A convocação da energia celestial que “El Monte” sugere, ainda, mantém o seu poder celebratório como uma oração que exige braços levantados para o Céu. É tão bom assim. Todos os mais distintos fantasmas de língua alemã que dominaram o Cosmos nos anos 70 são sugados e reconvertidos em nova energia (vale a pena escutar a versão completa aqui). “El Monte” é também uma imagem de local místico por onde as almas precisam de passar a caminho do Nirvana. No lado B, DFA reformulam “Rise” com o tradicional beat associado a LCD Soundsystem, mantendo a expansividade do original bem controlada no enquadramento rítmico que nos faz marchar no tom certo. Ainda assim, é música para grandes espaços.
2007: na Hairy Claw (uma das editoras do pequeno império de Steve Kotey) reaparece uma faixa fundamental na cena disco-house dos 90s: “Vinyl Frontier” e “Lust In Space” tinham aparecido pela primeira vez num maxi da Kami Khazz (editora portuguesa gerida por Pedro Tenreiro e Rui Miguel Abreu), disponível apenas em white label. Esta é, para todos os efeitos, uma reedição. O beat 4/4 constante é enriquecido por percussão afro-latina, bleeps e pulsares alienígenas que tornam a música num assunto sério na pista de dança. Tão minimal quanto uma faixa desta natureza consegue ser sem desvirtuar o groove. brilhante. Duas versões disponíveis no disco. “Lust In Space” foi construída com base num instrumental dos Voyage e assegura o mesmo nível de minimalismo de “Vinyl Frontier”. Tudo bom.

El Monte / Rise (DFA Rmx)
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA2132-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA2132-2.mp3]

Vinyl Frontier
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-2.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/HC06-3.mp3]


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Quinta-feira, 21 Julho, 2011

DESCOBERTAS EM CASA – Discos esquecidos em stock – parte 1: Japão

Como acontece frequentemente com arrumações, descobrem-se coisas boas de que já não nos lembrávamos. Neste caso, coisas de que achamos que vocês já não se lembram. Vamos começar a mostrar algumas, na perspectiva de que a música em que acreditamos não tem de ser (e não é) terrivelmente actual. Preços mais convidativos para facilitar a decisão : )

J.O.Y.
Sunplus
12″ DFA – 9.95 eur 5 eur

Recuar até 2004 significa entrar numa época em que a cena electro já precisava de um pontapé para fora, e a DFA continuava a apontar o caminho certo, com um catálogo quase infalível desde “Losing My Edge” (LCD Soundsystem) e “House Of Jealous Lovers” (The Rapture) dois anos antes. J.O.Y. é barulho alegre feito por K.U.D.O. e Tagaki (Major Force, Mo’ Wax) com a voz de Yoshimi (Boredoms). Combinação 100% japonesa garante quase sempre coisa diferente. “Sunplus” é uma interpretação peculiar do cenário Gang Of Four (oiçam a guitarra) com a voz teen de Yoshimi a transmitir insurreição pop. Na versão DFA do outro lado, o beat é naturalmente mais regular, várias BPMs acima do que normalmente se mistura nas pistas de dança mas no alvo quando precisam de agitar o ambiente num set ou pular em casa enquanto se embonecam para sair de casa.

JAPANESE SYNCHRO SYSTEM
Check It Spread It
12″ Life Line – 8.95 eur 6 eur

2006. Uma série respeitável de maxis no mesmo ano catapultaram Japanese Synchro System para total visibilidade, culminando aqui com duas remisturas de Carl Craig. De novo, visão japonesa ao serviço das mais-valias na música de dança. O original de “Check It Spread It” impõe um feel tribal com palmas jack e canto em língua japonesa que, aqui, acrescenta (e de que maneira) à energia da música. Acompanhem a voz numa constante subida de tom para desaparecer e ficar um beat lento, como hoje é standard na cena house mais “dope”, assistam ao som de pássaros que ajudam à descida antes do final. Carl Craig trabalha duas versões: uma mais esquelética, capturando o sentimento tribal com jogos de percussão minimalistas e a voz utilizada para dar incitar o corpo como numa arte marcial. A segunda versão ocupa um lado inteiro e é o perfeito acompanhamento para o primeiro maxi de Tres Demented – percussão em cima, os mesmos disparos marciais de voz, uma evolução feroz até uma motorização techno perfeitamente arrasadora e imperativa. O disco inclui uma folha com a letra em japonês e respectiva tradução inglesa que termina dizendo “Believe in your way And blaze forward”. Imperdível.

Sunplus
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA1235-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/DFA1235-2.mp3]

Check It Spread It
[audio:http://www.flur.pt/mp3/LL1042-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/LL1042-2.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/LL1042-3.mp3]


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Sexta-feira, 4 Fevereiro, 2011

LCD SOUNDSYSTEM The London Sessions CD

lcd-soundsystem-london-sessions

€ 12,95 CD EMI  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/9494452-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/9494452-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/9494452-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/9494452-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/9494452-5.mp3]

Pode ser encarado como homenagem póstuma a John Peel, talvez um dos poucos heróis que James Murphy não homenageou explicitamente. Gravado ao vivo num estúdio no Sul de Londres em Junho de 2010, este conjunto de canções representa os três álbuns da banda em modo profissional de quem já tocou em conjunto muitas vezes. Em vez de um resultado desapaixonado e polido, ouvimos LCD em plena posse da sua energia teen ironicamente desmentida pelas letras de James Murphy que, por esta altura, já todos conhecemos razoavelmente bem. Neste contexto de gravação, a voz de Murphy soa mais discreta no meio dos instrumentos que asseguram o groove. Nunca uma banda que gastasse demasiado tempo em excursões para o desconhecido, LCD voltam a demonstrar aqui a sua concentração no sumo vital de uma experiência rock: velocidade, emoção, decibéis (ao seu modo), ritmo e a tentativa de capturar um momento que, para toda a gente que os viu ao vivo, vale para sempre. Será agora o fim ou este disco assinala um novo começo?

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Sexta-feira, 21 Maio, 2010

LCD SOUNDSYSTEM This Is Happening CD / 2LP

lcd soundsystem

€ 13,95 CD DFA  ENCOMENDAR

€ 20,95 2LP DFA  ENCOMENDAR

A ser verdade, este é o terceiro e último disco de LCD Soundsystem. Não custa perceber o porquê e imaginar que isto faça sentido na cabeça de James Murphy. Além do cliché “acabar em ouro”, há outra coisa que convém lembrar do músico que deu referências e influenciou como ninguém a zona mista entre a música pop e de dança na última década: os LCD foram um meio para também ele explorar as suas referências e influências. E há um momento em que elas se esgotam e esse parece ter chegado. “This Is Happening” é esse último passo, o fecho de um ciclo de três discos que marcaram os anos em que passaram e, acima de tudo, marcaram uma época. Os LCD/DFA (a editora de Murphy) mudaram a forma de muitos ouvirem música. Foi a DFA que abriu duas das avenidas mais movimentadas da década ao editar, bem no início, Rapture e Black Dice, duas bandas tão diferentes que serviram para abrir horizontes na criação futura e, acima de tudo, mostrar a todos nós que géneros díspares, numa altura em que a internet já nos trazia o mundo para casa, podem viver confortavelmente debaixo do nosso tecto e dentro da nossa cabeça. Dito isto, James Murphy continua a apontar ao centro das questões com as letras que escreve para as canções de LCD – caso mais flagrante é “You Wanted A Hit”, oiçam com atenção esse desabafo. “Drunk Girls” e “Pow Pow” são, por excelência, as canções para desbundar em cima da cama, “All I Want” é tão “Heroes” (David Bowie) que até se imagina a voz de Bowie, e o todo mostra um conjunto de canções que solidificam a mitologia LCD, que consiste em chamar as coisas pelos nomes no meio de uma indústria de artifícios. “This Is Happening” é um disco pessoal de uma banda com uma visão enternecedora e genuína da sua posição no universo. Se for realmente o último álbum de LCD Soundsystem, vamos ter saudades, porque Murphy se assemelha ao amigo distante que vamos passar a ver ainda menos.

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Sexta-feira, 9 Outubro, 2009

YACHT See Mystery Lights CD

€ 13,95 CD DFA  ENCOMENDAR

História quase tão boa que parece inventada: “I Believe In You, Your Magic Is Real” é assumidamente uma versão lo-fi dos LCD Soundsystem. Com o seu ar descomprometido face a essa posição, conquista por ter uma atitude segura face à evidente acusação de plágio. Ou seja, há ideias próprias na cabeça de Jona Bechtolt. “Summer Song” começou por ser uma quase brincadeira do músico, que enviou a canção à DFA como uma espécie de tributo a James Murphy, à sua influência e a tudo aquilo que lhe reconhecemos. Gostaram, editaram com o selo DFA no Verão passado e, por mais fácil que seja dizê-lo, “Summer Song” é uma canção tão bem disposta, leve e simples, que se agarra a chavões como “canção perfeita para o Verão” com unhas e dentes. Neste ano há “See Mystery Lights”, prolongamento do anterior “I Believe In You, Your Magic Is Real”, que é como dizer que a noção pop de Jona Bechtolt está ainda mais aperfeiçoada. Ou seja, já não é tão LCD mas mais Yacht. Feliz por ser adolescente, festivo, completamente gratuito e com uma mão cheia de canções que agarram à primeira e ficam naquele “sempre” relativo: “The Afterlife”, “It’s Boring”, “Psychic City”, “We Have All We Ever Wanted” e a já referida “Summer Song”. Tudo tão imediato, inesperado, como dizer que este é o melhor álbum de sempre. Exagero mais do que justo quando se ouve “See Mystery Lights”, porque não é todos os dias que o optimismo está já ali, ao virar da esquina.

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Quarta-feira, 9 Setembro, 2009

STILL GOING Spaghetti Circus 12″

stillgoing_spaghetticircus

€ 8,50 12″ DFA  ENCOMENDAR

A nova era começou, alegadamente, com “Rushing To Paradise” de House Of House. Metade de House of House é também metade de Still Going (a outra metade é Eric Duncan – Rub N Tug, Dr. Dunks, etc.) e, se estiverem a ler isto antes da noite de 5a feira 10 de Setembro de 2009, apanhem Liv Spencer a passar discos no Lux. “Spaghetti Circus” concentra muita coisa boa numa longa faixa vocal impossivelmente contagiante. Com claros traços de Hi-NRG, pega de modo muito feliz na herança de Patrick Cowley (menos), Bobby Orlando mas, mais especificamente, em tom e atitude, nos épicos ainda inultrapassáveis de Frankie Goes To Hollywood (“Two Tribes”, “Relax” e “Rage Hard”). Still Going têm ainda a experiência dos tempos em que a cena garage imperava em Nova Iorque (cidade em que vivem). Tudo junto resulta numa monumental e deseperada canção entre disco, house e soft rock. “Untitled Love”, no lado B, tem uma discreta linha de baixo que, mais em cima, poderia ser Cerrone ou, mais actualmente, Lindstrom, e com base no groove sintético polvilhado de guitarra, revela-se uma canção em que a voz parece estar no extremo oposto de “Spaghetti Circus”. Incluída também a versão instrumental. Essencial.

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Terça-feira, 30 Junho, 2009

BLACK METEORIC STAR Dominatron / Anthem 12″

€ 8,50 12″ DFA


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Terça-feira, 30 Junho, 2009

BLACK METEORIC STAR Death Tunnel / World Eater 12″

€ 8,50 12″ DFA


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