Sexta-feira, 16 Dezembro, 2011
Categoria: Novidade
Etiquetas: FXHE, Oasis, Omar-s, Shadow Ray

OASIS (OMAR-S + SHADOW RAY)
Collaborating – Album 1 – Remastered Edition
CD FXHE – 14.95 eur
A remasterização do álbum de 2004 de Omar S e Shadow Ray significa, quando comparamos ambas as edições, mais identidade para os sons individuais, agora em alta definição de topo. Mas, independentemente disso, este é um dos álbuns house da década, quando frequentemente nem sequer é house. Passaram apenas 7 anos mas este disco é um clássico. A aparente aridez da música é totalmente ultrapassada pelos arranjos fora do comum e o calor de muitas subtilezas espalhadas pelo groove. “Oasis Five” e “Oasis Nine” são quase inultrapassáveis, neste jogo. No segundo caso, o efeito de bola de ping pong no ritmo é das soluções mais inventivas de sampling que ouvimos em house desde o primeiro álbum de Matthew Herbert em 1996. Alguns extras como bónus e versões diferentes produzidas em 2011 intensificam (como na Loud Mix para “Oasis Fourteen”) este mundo ainda novo e vital. Aqui se encontram passado e futuro num presente sem mácula. Álbum bonito e um testemunho da alma que ainda reside em Detroit muito depois da Motown ter deixado de ser importante.
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Sexta-feira, 16 Setembro, 2011
Categoria: Novidade
Etiquetas: DJ Blend, FXHE

DJ BLEND
DJ Blend Detroit / Eclat
12″ FXHE – 9.50 eur
Como introdução / apresentação ao seu som, “DJ Blend Detroit” é um magnífico cartão de visita. O título diz o nome e a origem do autor, a música encarrega-se de toda a substância que precisamos de sentir. Produção totalmente Omar S (Blend usa as máquinas dele?), aquela materialização doce no meio de uma atmosfera rude. Uma espécie de voz sintética vai balbuciando o que não compreendemos até um cowbell atípico neste som abrir outra zona. House com poder de hipnose também no lado B, traços de dub, movimento circular de beats num compasso pausado difícil de gerir se as expectativas forem de maior intensidade. Aqui existe pouca, falando em termos de aquecimento na pista de dança, tudo amplamente compensado pela extrema elegância desta música, o seu estilo natural e todos os sons certos, nenhum supérfluo.
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Quinta-feira, 6 Janeiro, 2011
Categoria: Novidade
Etiquetas: FXHE, Kai Alce, Omar-s

OMAR S and KAI ALCE
Jive Time
12″ FXHE – 10.95 eur
Um dos nossos melhores de 2010, já tardio (Dezembro) e a lembrar que até ao ano seguinte nenhuma lista é realmente definitiva. “Jive Time” tem Kai Alce a repetir presença na FXHE. Aqui é uma colaboração com Omar S, sentimento rude em house verdadeira, um toque de ácido junto com lágrimas a cair na verdadeira balada que é “Not Phazed”; “Jive Time” e “Incognigro” mantêm as palmas jack para que não se pense que ficou tudo mole demais, tudo o resto é dub e ideias simples maximizadas com total efeito. Sem enganos e, diriamos, sem modernices decorativas. Puro e para durar.
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Também disponíveis:
ALEX O. SMITH Plesetsk Cosmodrome, 12″ FXHE 9.95 eur
ALEX SMITH (OMAR-S) Here With Me, 12″ FXHE 9.95 eur
BIG STRICK 7 Days, 12″ FXHE 9.95 eur
BIG STRICK 100% Hustler – Omar-S rmxs, 2×12″ FXHE 21.50 eur
BIG STRICK & OMAR S 1992, CD-R FXHE 14.50 eur
KAI ALCE Dirty South Dirt, 7″ FXHE 9.95 eur
KYLE HALL Plastik-Ambash, 12″ FXHE 8.95 eur
OASIS (OMAR-S & SHADOW RAY) Oasis Collaborating Album II, 2LP FXHE 16.50 eur 14.95 eur
OMAR-S (111), 2LP FXHE 19.95 eur
OMAR-S 005, 2LP FXHE 19.95 eur
OMAR-S 1 Out Of 853 Beats / Hot Ones Echo Thru The Ghetto. 7″ FXHE 7.50 eur
OMAR-S Psychotic Photosynthesis (no drum mix). 12″ FXHE 8.95 eur
OMAR-S Still Serious Nic, 12″ FXHE 8.95 eur
OMAR-S The Further You Look – The Less You Will See, 12″ FXHE 8.95 eur
OMAR-S These Complimentary Track´x, 12″ FXHE 9.95 eur
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Quinta-feira, 26 Novembro, 2009
Categoria: Destaque
Etiquetas: Big Strick, Fabric, FXHE, Omar-s

OMAR-S
Still Serious Nic
12″ FXHE – 9.95 eur 8.95 eur
Sem grande margem para falhar, o produtor de Detroit mais citado nos últimos anos como representante de uma cultura no bulshit na música de dança tem lugar cativo no coração de quem valoriza a expressão genuína e crua da house. Quando ele escreve “Motown minimal sound” no próprio vinil de uma das suas edições está realmente a querer dizer que a sua música é Soul, de um modo que para um nativo de Detroit como ele está em perfeito alinhamento com a herança deixada pela Motown (a editora mas também o nome por que é conhecida Detroit). Raramente esperado no pico de uma noite, o som de Omar-S paira na sala como se estivesse lá desde sempre e prepara eficazmente o torpor confortável de quem quer subir um pouco mais nas emoções dessa noite. Críptico e enigmático, não é nunca banal nem quando se serve de vocalistas para transmitir melhor o que considera soul.
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OMAR-S
Just Ask The Lonely
CD FXHE – 16.95 eur 12.95 eur
Reedição em digipak e com tema extra do primeiro álbum (2005). Não foi aqui que tudo começou mas é neste disco que pela primeira vez se sentiu em maior escala a visão única de Omar-S. Filtros, blips, o beat arrastado como Theo Parrish e a improbabilidade de se chamar house, sem problemas, a este salto para dentro da engenharia de som (o que Omar diz que faz). A faixa extra nesta reedição é “Track #8″, que tinha aparecido em maxi de um lado apenas. De resto, um conjunto de temas que fazem deste álbum um título fundamental na discografia que se elaborar desta primeira década do século XXI.
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BIG STRICK
7 Days
12″ FXHE – 9.50 eur
A história é que Big Strick é primo de Omar e um deles aprendeu certamente coisas com o outro, possivelmente partilhando o mesmo equipamento. A definição de house é semelhante, a pureza abstracta, a emoção na música reduzida a componentes básicos que é preciso sentir em nós também, nada é imposto e é preciso procurar o ponto de contacto porque, se não o fizermos, estes discos não vão insinuar-se em frente a nós. Discreto e brilhante.
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TAMBÉM EM STOCK:

Omar-S – Detroit “Fabric 45″ CD Fabric 15.50 eur 12.50 eur
Composto inteiramente por música sua, tal como Villalobos havia feito na sua contribuição para esta série do clube Fabric. Funciona igualmente como compilação do catálogo anterior de Omar-S e Oasis (o outro nome sob o qual grava). Excepcional alinhamento de deep house sem compromisso com o beat da moda.
Omar-S / Shadow Ray “Oasis Collaborating: Album II” CD FXHE 16.95 eur 14.95 eur
Váriações infinitas (e infinitamente boas) sobre a técnica e sensibilidade de Omar-S (aqui com um enigmático Shadow Ray, cuja existência ele não confirma nem desmente). Reminiscências da fase Artificial Intelligence da editora Warp, de um ou outro pormenor de Autechre. Mais uma vez puro ouro. Edição de 2006.
Omar-S + Big Strick “1992″ CD-R – 14.50 eur
Gravada em cassete em 1992, mixtape realmente clássica com passagem por jack de Chicago, garage de NY, boogie e electro dos 80s, Michael Jackson e Saint Etienne, aqui podemos sentir e ouvir de onde vem o que move estes dois produtores. Quase não tem hits, a menos que vocês saibam de cor toda a história da house. O som é quente, a primeira voz que se ouve diz “The password is Play” e o sentimento geral não será encontrado nos inúmeros CDs misturados que inundam o mercado e dificilmente nos incontáveis sets que enchem blogs na net.
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Terça-feira, 6 Janeiro, 2009
Categoria: Destaque
Etiquetas: Detroit, FXHE, Omar-s


Detroit é a cidade da Motown, Stooges, MC5, White Stripes, Funkadelic, Eminem, Aretha Franklin, Marvin Gaye, Kevin Saunderson, Juan Atkins e Derrick May. Todo o manual techno de Detroit é atribuído aos três últimos e tudo parecia inventado em 1990. Mas ainda houve Underground Resistance, Carl Craig e as muitas ramificações do som de Detroit encontradas na Europa. Agora Omar-S escreve num dos seus discos “I’m putting Detroit city back on the map!”
Pelo menos desde Underground Resistance que existe claramente uma ética no techno de Detroit. O trabalho social e militante de Mike Banks e amigos (Jeff Mills também foi UR) ficou como exemplo de uma atitude mantida viva na meia geração seguinte por Kenny Dixon Jr (Moodymann), Theo Parrish, Rick Wilhite, M. Pittman e Alex O. Smith (Omar-S), talvez o mais novo de todos eles. Theo Parrish vocifera mais porque dá mais entrevistas, mas Omar tem classe para seguir perto e ultrapassar, se ao menos publicassem mais palavras dele. Uma rara entrevista a circular na net revela a sua natureza conflituosa, por amor às raízes e ao verdadeiro espírito da música. Como Kenny Dixon Jr, Alex O. Smith utiliza o nome para as referências de catálogo nos discos: AOS, como KDJ. A informação escrita à mão, nos primeiros maxis, é mais um bocado de si colocado no vinil e, para entusiastas de mensagens escondidas, leiam as frases gravadas nos discos junto ao rótulo: “A.O.S is retiring soon!”, “FXHE is Detroit’s new sound – muffuka’s”, “This shit is sick!!!”, “Real right”, “Can y’all keep up with this!!”, “Traxx are german approved!”
Estas frases ajudam a descodificar uma personalidade em tiradas simples que falam de uma atitude em tudo semelhante à cena hip hop: eu estou aqui e é isto que vou fazer. E manter a coisa real parece ser o principal a que Omar aspira. Muito perto do sublime (”Psychotic Photosynthesis” é só a ponta do iceberg) há corridas de carros*, jogos video, action figures Star Wars e discos de boogie. Omar-S processa toda essa informação pop na sua cabeça e faz house que passa a ser a nova coisa a igualar. Tradição e futurismo em muito poucas palavras, quase nenhumas mesmo (os dedos de uma mão sobram para contar os temas com voz), um tecido muito fino que brilha intensamente com a luz certa e a luz certa é só um pouco de atenção extra que temos de dedicar à sua música.
Quando “Track #8″ apareceu, em 2004, foi a primeira vez que tivemos aqui um disco que toca ao contrário, de dentro para fora. E toca apenas de um lado, habitual nele, som meio industrial que faz parar o trânsito se ouvido numa pista de dança. “Psychotic Photosynthesis” sai no início de 2008, quando já não há dúvidas, dois meses depois de um maxi sem descrição numa editora classificada como “de dança”: era “Plastik Ambash” (Kyle Hall) na FXHE de Omar.
Theo Parrish diz sobre estes dois discos: “Essa merda é ridícula. Só há umas poucas pessoas em Detroit, na verdade em qualquer parte, que vêem que há espaço para editar coisas ou ideias que ainda não foram exploradas. Ele está a fazer isso. Também está a apanhar alguns artistas novos. Editou “Plastik Ambash”, do Kyle Hall. Aquilo anda para a esquerda e para a direita, o ritmo todo alterado. Ainda estou a aprender a tocar isso! É um disco lixado, fantástico. Mas ninguém anda a fazer essas coisas. Ouve-se a primeira vez e é tipo “que merda é esta?” Depois ouve-se outra vez e percebe-se que ele está lá à frente. E depois descobre-se que o tipo só tem 17 anos? É de loucos.” (Kyle Hall nasceu em 1991)
Theo sabe do que fala. Ele próprio fez alguns dos discos mais estranhos de house, e esse é também o desafio com Omar e outros DJs/produtores de Detroit: saber que o caminho pode ser mais longo e desviado do que é normal mas segui-lo na mesma, apreciar todos os minutos, porque aquilo que se ouve não é só uma sucessão de discos mas uma personalidade a ser revelada. Todos passam as suas coisas nos próprios sets, e as coisas dos amigos, é um circuito que, do exterior, parece fechado e impenetrável até se perceber que tudo o que é preciso é gostar de música, gostar da antecipação e não esperar um climax a cada 3 minutos, trabalhar progressivamente para uma festa em vez de entrar com a expectativa de ser esmagado imediatamente pelo último crescendo da moda. Amor fraterno e militância arrogante são as faces na mesma moeda. Alguém diz num dos fóruns dedicados a comentar a entrevista de Omar-S: “é por isso que não quero falar nem conhecer pessoalmente nenhum dos meus músicos preferidos.” Melhor atitude de sempre, depois de ultrapassarmos a fase de deslumbre e vontade de ligação directa com aqueles que tornam melhores os nossos dias. Descobrirmos que vários deles não têm nada para nos dizer e é melhor ficar do lado de cá a interpretar as coisas boas que nos dão. Todos os segundos de som e gramas de vinil de Omar, Theo, Pittman e a irmandade black que responde ao chamamento Superior traduzem o respeito pela verdade, dedicação e originalidade, não no sentido da originalidade por si mas no sentido do reconhecimento pessoal e íntimo de que o que se faz e se pensa tem de ser nosso, não de outros. Ouvir a música deles pode equivaler a uma lição de ética sem a teoria, só a prática, saltando todos os pormenores aborrecidos directamente em direcção ao centro que faz mexer a cabeça e tudo: o corpo e as emoções, que nunca se sabe de onde vêm. Moodymann, Theo Parrish e aposto que Omar-S (em “006″) utilizam fotografias de quando eram putos para simbolizar uma ligação às raízes e a uma pureza não contaminada por demasiada aprendizagem no mundo exterior. Mas o mundo exterior, hoje, SÓ quer Omar-S, as viagens à Europa são cada vez mais frequentes, os elogios, as lojas que querem ter os discos, e então AOS escreve em outro dos seus discos “I’m a invisible man in my county”. Quando se diz que ninguém é profeta na sua própria terra pensa-se também em “111″, álbum de 2006, listado em algumas lojas com o título “Foe Da International DJ Only”, frase para crackar o código da música mais sincera que se ouve nas pistas. Não aceitem imitações, se nunca ouviram falar de Omar-S vamos ter de repetir o que já se disse na parvoíce que é a internet: perguntem a alguém. Melhor: vão ouvi-lo. Se não gostarem, o vosso coração pode bem ter sido colocado do lado errado quando foram fabricados.
*Subaru STI (2006)
Omar-S: “É um carro de rally, ninguém sabe o que é, por isso ninguém o quer roubar, e depois é rápido como tudo e podes andar a batê-lo o dia todo numa corrida.” Mas agora é visto em fotos com o Corvette ZO6 de 2008. Como é??
obrigado a
www.infinitestatemachine.com
Omar-S “Psychotic Photosynthesis (no drum mix)” foi eleito o melhor maxi de 2008 pelo staff da Flur. Cópias ainda disponíveis ao preço de 8.95 eur.
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Domingo, 21 Dezembro, 2008
Categoria: Novidade
Etiquetas: Destaques Lust, Fotos, FXHE, Omar-s



OMAR-S
Psychotic Photosynthesis #2
12″ FXHE – 8.95 eur
Também chamada no drum mix, esta versão do original que ouvimos em Janeiro passado suspende durante 10 minutos a realidade do que é um maxi de house para criar um outro paradigma. “Psychotic Photosynthesis” não é tanto descendente de maravilhas cósmicas como “E2-E4″ (Manuel Göttsching) ou “Days Of Mars” (Delia Gonzalez & Gavin Russom) como parte da mesma matéria que originou esses dois discos. Mesma fonte, mesma proveniência, ainda que Omar-S se dedique a coisas bem mais terrenas do que nos parece que ocupem Göttsching e até Delia & Gavin. As modulações no groove mantêm a música fresca durante os 10 minutos, é o tipo de groove circular que sustém indefinidamente o interesse, porque não importa o que coloquem por cima, ele é o único real fio condutor da acção. Mas Omar espalha uma boa quantidade de detalhes ao longo do percurso, manobras de diversão psicadélicas que, tendo ou não surtido o seu efeito na cabeça de quem escuta, nunca nunca sufocam o groove. Pena não existir uma só palavra em português para definir isto.
DIREKT FROM DA SOURCE alguns títulos anteriores que voltámos a ter em stock:
Omar-S “001″ 12″ – 9.50 eur
Omar-S “002″ 12″ – 9.50 eur
Omar-S “003″ 12″ – 9.50 eur
Omar-S “Track #8″ 12″ – 9.50 eur
M. Pittman “EP” 12″ – 9.50 eur
M. Pittman “#2″ 12″ – 9.50 eur
Mais em breve.
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