Quinta-feira, 26 Abril, 2018

GLENN UNDERGROUND GU Archives 12″

€ 13,95 12″ (2018 reissue) Groovin

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Terça-feira, 22 Outubro, 2013

K-ALEXI The Dancer 12″

€ 9,50 12″ K Klassik

[audio:http://www.flur.pt/mp3/KK001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KK001-2.mp3]

Glenn Underground, Ian Pooley RMXS.


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Terça-feira, 22 Outubro, 2013

GLENN UNDERGROUND Service 12″

€ 11,50 12″ Strictly Jaz Unit Muzic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SJU12R09-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJU12R09-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJU12R09-3.mp3]

+ Ricardo Miranda RMX


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Quarta-feira, 10 Julho, 2013

GLENN UNDERGROUND July 12 1979 CD

€ 14,95 CD Strictly Jaz Unit Muzic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SJUCD004-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJUCD004-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJUCD004-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJUCD004-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SJUCD004-5.mp3]

12 de Julho de 1979 foi a data em que aconteceu a “Disco Demolition Night”, um evento planeado para coincidir com o encontro de baseball entre os Chcago White Sox e os Detroit Tigers. Esse evento dentro do evento foi instigado por um DJ de rádio, Steve Dahl, farto, como tantas outras pessoas, da sobre-exposição da cena Disco na segunda metade dos 70s. Tudo no Disco servia para marketing de produtos e chegou-se a um ponto insuportável que, paradoxalmente, foi o que permitiu a longevidade da cultura de dança tal como a experimentamos ainda hoje. Nessa noite queimaram-se pilhas de vinil e gritou-se “Disco sucks!” em regime de tumulto mais ou menos preocupante. Glenn Underground, um dos nomes clássicos da era deep house dos 90s, assinala com este álbum a sobrevivência da boa influência Disco, que para muita gente ainda significa apenas e só uma bola de espelhos, roupas “engraçadas”, Boney M e Village People (o que se viu no Pavilhão Atlântico há uns anos). GU mostra a relação profunda entre Disco e House, um género nasce a partir do outro, desenvolve autonomia mas presta homenagem sempre que possível. Uma faixa como “Going Bananas (Gorilla Disco)” tem as cordas, o Espaço, a cadência, a atmosfera que ligam Rinder & Lewis em 77 a Faze Action em 97 e a algo que ainda perdura. Álbum que espalha uma brisa suave, não tanto nostálgico como protector, extremamente musical e destinado a virar as cabeças de quem se viciou em house nos 90s ou a conquistar novas cabeças cansadas da óbvia formatação daquilo que de mais massificado se produz hoje em dia para dançar. Sem desculpar os anos 90, quando aconteceu nova sobredosagem e formatação na cultura de dança, 20 anos depois da data no título deste álbum, foi também lá (90s) que se segurou bem perto da raiz esta semente que ainda dá fruto.

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Sexta-feira, 26 Março, 2010

V/A Rick Wilhite presents: Vibes New & Rare Music part A

€ 8,50 12″ Rush Hour  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RH111A1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RH111A1-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RH111A1-3.mp3]

Seria muito fácil, em 2010, ter um disco da Rush Hour em destaque todas as semanas. Esta editora holandesa é, sem dúvida, das que mais respeito merece pela dedicação não só a sons novos mas a arqueologia inspiradora (Ron Hardy e Virgo são exemplos recentes), e o seu ritmo de lançamentos tem sido alucinante nestes primeiros meses do ano. Rick Wilhite é conhecido pela sua colaboração com Theo Parrish, Kenny Dixon Jr. e Marcelus Pittman no colectivo 3 Chairs mas o seu nome aparece aqui como dono de uma loja de discos em Detroit chamada Vibes. Este maxi é a primeira de quatro partes (mais tarde reunidas em CD) com música dos seus amigos e de pessoas em cujo talento acredita, é simultaneamente uma homenagem da Rush Hour ao seu trabalho de divulgador (a Rush Hour também é uma loja) e, com música que ascende a este nível, reafirma-se a actual preponderância estética da produção house americana em relação à europeia que, em demasiados dos seus melhores exemplos, mais não é do que uma tentativa (muito ou pouco honesta, confirme os casos) de se manter perto de um som original que vem do lado de lá do Atlântico. Marcelus Pittman, Glenn Underground e Vincent Halliburton espalham o seu cool em três faixas de dimensões complementares: Pittman parece sempre mais sério na sua austeridade rítmica, mas o seu groove tem de ser sentido com calma para se acreditar o quanto é bom; Glenn Underground soa ao mesmo tempo a 4Hero, Mr. Fingers e Ron Trent com inclinação espiritual, todos os elementos coexistem para formar a originalidade do som GU, um produtor suficientemente antigo e conhecido na cena deep house para merecer inteira reverência quando a sua produção é desta qualidade; Vincent Halliburton é, deste trio, aquele que mais de perto reproduz aquilo que ficou conhecido como a essência do techno de Detroit: sintetizador a abrir espaços, linha de baixo que não ficaria deslocada num disco de jazz, beat metronómico onde assenta toda a construção. Clássico em 1990 como em 2010, sempre igual, não vamos mentir. A parte B desta série sai daqui a um mês com Theo Parrish e Ricardo Miranda, fiquem atentos.

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