José Feitor “As Raças Humanas” em stock

Quinta-feira, 23 Julho, 2009
Categoria: Novidade
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as racas humanascanibal

JOSÉ FEITOR
As Raças Humanas
FANZINE Imprensa Canalha – 6.95 eur

José Feitor é o editor da Imprensa Canalha, integra o colectivo Chili Com Carne e é uma das forças motrizes por detrás da Feira Laica. Antes disso havia o Zundap e deixou saudades. Em 2009 há “As Raças Humanas”, último tomo de uma trilogia iniciada com “O Mundo Dos Insectos” e que continua em 2007 com “Animais!”. Aqui, Feitor parte de um texto de Ernest Granger, publicado em 1924, que passava em revista as raças humanas à luz das ideias da época – com surpresa, algumas delas continuam estranhamente em voga. É uma edição cuidada de 150 exemplares apenas, de 32 páginas cada, entre a cor e o preto e branco. Do estirador à impressora, acabando na mesa de montagem, Feitor segue todos os passos das suas edições, que cuida com verdadeiro esmero. O resultado está aqui e salta à vista. 2009 vai a pouco mais de metade, mas “As Raças Humanas” é ponto alto no que a edições diz respeito. Mais de José Feitor em www.escroque.blogspot.com

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RSD09 – Questionário #73

Segunda-feira, 27 Abril, 2009
Categoria: Destaque
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Este inquérito é uma forma de celebrarmos o Dia da Loja de Discos, assinalado a 18 de Abril e internacionalmente conhecido como Record Store Day. Cliquem no link acima para saber de que outras formas celebrámos o dia e quem nos ajudou.
11 perguntas quase só sobre discos. Muitas respostas. Muito obrigado a quem acedeu em partilhar os seus gostos connosco. Publicaremos tudo neste blog em ritmo RSD até ao final do mês de Abril e, após, de forma mais descontraída. Amor e paz para todos.

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JOSÉ FEITOR
Professor, Ilustrador e editor

Um disco que tenha sido muito importante (e já não seja) + razão.
“The Beginning of The Enz”, dos Split Enz. Foi o primeiro vinil que comprei e ouvia-o vezes sem conta aos 14 anos. Neste momento não sei sequer se ainda o tenho. Teria que confirmar. Mas não o esqueci (de qualquer forma, esquecer o pop progressivo dos irmãos Finn é tarefa árdua).
Um disco que seja muito importante agora + razão.
“Requia”, do John Fahey. É um dos meus discos preferidos para trabalhar, embora não o ponha muitas vezes a tocar no atelier por medo de represálias dos colegas…
Um disco irresistível mas que o resto do mundo acha que é mau.
Hummm… “Del Amitri”, dos Del Amitri.
A capa de disco favorita?
“Shopping Trolley”, sem dúvida. Por razões difíceis de objectivar, mas provoca-me um prazer imenso. Trata-se apenas de um boneco infantil num quadrado amarelo vivo (tenho o vinil). Tentem encontrá-lo na net, se conseguirem.
Mais CD ou mais vinil? Porquê?
Mais CD por questões práticas (não ter que me levantar tantas vez para mudar, por exemplo), mas a predilecção vai inteira para o vinil, pela sua dimensão estética e pela sua natureza mais imperfeita (e, claro por razões relacionadas com a história da minha melomania, já que cresci com o vinil – o cd veio depois).
Qual o primeiro disco que se lembra de comprar e onde foi?
O tal dos Split Enz, na Almedina, em Coimbra (quando ainda tinha discos).
Qual o último disco que comprou?
“18 Monkeys On A Dead Man’s Chest”, do David Thomas & Two Pale Boys.
Qual o disco que irá comprar de certeza, em 2009?
Gostava de completar a minha discografia dos Half Man Half Biscuit em vinil. Não ando muito em cima das novidades…
Qual é o artista mais representado na colecção?
John Fahey ou os Mekons, teria que contar.
De que artista tenta comprar todos os discos, bons e maus?
John Fahey. Ou os Camper Van Beethoven, mas desses já tenho todos.
Que projectos tem em mãos actualmente?
A preparação de 3 edições da Imprensa Canalha, o meu próximo fanzine, a ida ao festival Crack, as próximas Feiras Laicas…

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