Quarta-feira, 7 Maio, 2014

MOODYMANN Sloppy Cosmic / Hangover 12″

€ 13,95 12″ KDJ

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“Sloppy Cosmic” é retrabalhado a partir do álbum de 2014, numa versão mais compacta e uniforme, no que continua a ser um dos mais imaginativos momentos de música produzidos por Moodymann. “Hangover” é material inédito, prometendo avançar durante 3 minutos, sustentando um compasso dramático em que a voz de Charlotte OC solta palavras em tom de desejo. Quando o avanço realmente se dá, a faixa abre para uma canção reforçada pelo resto das palavras e por uma linha de baixo quase guitarra surf. Termina com um bang, claro. O disco inclui bilhete para uma festa no Northland Roller Rink, Sábado, 24 de Maio, 2014. Em Detroit, claro.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

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Sexta-feira, 21 Setembro, 2012

MOODY Why Do U Feel 12″

€ 18,50 12″ KDJ

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O título “I Got Werk” pode ser primeiro entendido como uma expressão de felicidade por ter um emprego nos tempos que correm, mas fica claro logo no início que, fundamentalmente, Moodymann fala de outro tipo de trabalho quando diz “Get in the car baby, i got work for you”. É um banger de pista com tudo o que Moody faz bem: house, festa a acontecer nas camadas mais distantes da mistura de som, funk e aquele toque característico de perversão. A música acaba demasiado cedo, é só isso. Pouco mais de 4 minutos deixam muita vontade. Menos tempo ainda na segunda faixa do mesmo lado, uma incrível versão de “Born To Die” (Lana Del Rey) em que Moody corta as frases para fazer novos significados ou simplemente jogos rítmicos com fonética. A propulsão do baixo é quase “Can’t Be Funky” de Bush Tetras, ouvimos a mesma festa no fundo da mistura (ver faixa anterior) e a voz de Lana Del Rey regressa para deixar marca indelével nesta nova canção em 2012. A pausa estratégica que Moody faz após a voz mal ter acabado de arrancar é demasiada para o coração. O tema é curto, talvez não passe de um exercício promovido a produto final, mas não tem comparação, neste momento. “Why Do U Feel”, que ocupa todo o outro lado e uns respeitáveis 7 minutos, utiliza a mesma técnica de sedução que “Born 2 Die”, um constante recomeço no ritmo e na voz, sempre sugerindo novas possibilidades até o beat se tornar seguro. Moody arrisca bastante nestas suas faixas de clube, embora aqui se trate claramente de uma canção soul triste que, sem querer, acaba solitária num canto de um clube. Moodymann permanece rei no seu terreno.

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Sexta-feira, 28 Maio, 2010

MOODY Ol’ Dirty Vinyl MLP

€ 15,50 MLP KDJ

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Novo Moodymann destinado ao estatuto de raridade e, acreditem, novo disco para definitivamente ter na colecção se o vosso pensamento vai para discos que resistem às investidads passageiras (mas persuasivas) da música do momento. Mais ênfase na voz do que é costume, quase sempre (quando é o próprio Kenny Dixon Jr a cantar) em tom sarcástico ou desligado de grande emoção que não seja a certeza de que vai conseguir o que quer. Disco, jazz, rock, electrónica na zona da BBC Radiophonic Workshop (em choque com “Headhunters” de Herbie Hancock) e ainda uma faixa de clube meio ácida que vai devastar, arranjos muito particulares de Moodymann sempre reconhecíveis em muito pouco tempo. “Ol’ Dirty Vinil” deixa também muito pouca margem para banalidades por parte de quem aspira a um estatuto de produtor house.

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Quarta-feira, 18 Março, 2009

MOODY Anotha Black Sunday MLP

moody-anotha-black-sunday

€ 17,50 MLP KDJ

Ainda em modo de nome curto (na capa só aparece Moody), Kenny Dixon Jr. segue de perto o recente “Det.riot ’67″ com outro mini-álbum de música que, quase desde que a agulha toca no vinil, reconhecemos como dele. Lado A parece uma jam de jazz gravada ao vivo e tratada posteriormente em estúdio. Grooves soltos e experiências sónicas (sempre o som da multidão), atitude militante na sua ‘blackness’ e até um título como “…During Soundcheck” a fazer crer que há muito de espontâneo nestes takes gravados com garra. O lado B começa a derreter tudo com Jose James na voz, um lamento sexy entre jazz e deep house, com quebras e swing suficientes para poder durar para sempre. O disco termina com outro tema vocal (Nikki-O), muito em linha com coisas que se ouviram em “Black Mahogani 2″ – mais atmosferas íntimas e coisas que quase só se percebem se forem ditas ao ouvido. Boss. E para todos vocês que não gostam de discos, Moody escreveu uma mensagem especial na capa interior.

 

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Sexta-feira, 23 Janeiro, 2009

MOODY Det.riot ’67 MLP

moodymann-detriot67

€ 15,95 MLP KDJ

O poster A3 no interior mostra como Moodymann é “freeki”, se isso não era já aparente quando se ouve a maioria dos seus discos. Reduzido na capa para Moody, o nome traduz bem as emoções intensas passadas pela música. Referindo-se aos motins em Detroit (1967), com samples da época, o disco é político de outras formas, até no sleaze que domina as duas faixas de dança: “Freeki Mutha F ucker” declara que “that’s what you are”, os beats e o groove são tão à esquerda quanto possível quando se quer que as pessoas dancem house; “Hello 2morrow” relembra o que foi incrível em Stardust e no melhor da cena francesa que filtrava Disco através da house, mas não há qualquer revivalismo implícito, isto é uma corrente autónoma que vibra com as ondas de choque do próprio big bang soul e disco. Os signos do Zodíaco desfilam sobre as habituais conversas de fundo nos discos de Moodymann e 3 Chairs (parece sempre que há uma festa a acontecer no estúdio), que por vezes interrompem sem cerimónia a música. Complicado de explicar mas, se quiserem sentir a fonte, apanhem antes que desapareça.

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