Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

EXQUISITE CORPSE Inner Light CD

€ 11,95 CD (KK 107 CD) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1993 / Original 1993 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Cantadora, Shadowplay, Calling The Quarters, Inner Rhythm, Passage

“Inner Light” parece avançar mais para dentro de uma experiência ritual, em linha com o design da capa, em linha com a sedução sentida por outras definições culturais fora da Europa Ocidental. Quem viveu com um mínimo de paixão esse flow dos tempos, a necessidade premente de descoberta do outro e, mais importante, do Eu, entende a direcção simultaneamente plural e unidireccionada que motivava muita produção electrónica em torno do circuito rave. “Calling The Quarters” mantém a linha de baixo exploratória que conhecíamos de “Dream Night Dance Music”, enquanto a sample de voz repete “beauty all around me”, a tradução literal do sentimento de pertença a um organismo vivo, a Terra, Gaia. “Inner Rhythm”, a faixa-título, acrescenta ácido moderado e outra marca do tempo: os cantos étnicos cortados para sobrepõr à batida. “Cantadora” assume papel central enquanto motivador rítmico num esquema não 4×4, alterando os movimentos do corpo, e “Shadowplay”, com a força da linha de baixo, progride em relação ao “progressivo”. “Passage” acaba o álbum como espécie de simulação de ritual de passagem em direcção a outra existência. Neste sector, a música era claramente um veículo para outras paragens..

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

EXQUISITE CORPSE Dream Night Dance Music CD

ESGOTADO / SOLD OUT CD (KK083CD) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1992 / Original 1992 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
BKS, Etoile, Sacrifice, Elevator, Sitting In A Tree (Time Flies)

Primeiro álbum num percurso relativamente curto de Robbert Heynen. Gravado quando quando ainda fazia parte de Psychick Warriors Ov Gaia, “Dream Night Dance Music” concentra o poder naturalista de PWOG num álbum cristalino, enamorado – como era próprio da época – de outras latitudes e sons na época considerados “tribais”. No entanto, enquanto muita da house tribal na década de 90 viria a significar batucada incessante assente num kick extra pesado, Exquisite Corpse ocupava-se em abrir vista para a natureza de uma forma mais contemplativa, utilizando o baixo frequentemenmte como recurso melódico (“Etoile”, por exemplo), somando camadas de melodia sobre a grelha de percussão. Na confusão entre house, techno e trance, é este último género e – digamos – a filosofia de vida a ele subjacente, que prevalece enquanto denominador comum. A evolução tranquila de cada faixa, a elegância no equilíbrio entre batida e ambiente, fazem com que o álbum permaneça na sua própria dimensão, não cruzando com a multidão de discos que serviam os clubes nesses anos. “Sitting In A Tree (Time Flies)” resume na perfeição todas as linhas de força nesta estrutura, vagueando com prazer pelo espaço aberto na composição rítmica e, quando “Elevator” encerra o disco, é com total certeza de uma rota inspiradora e pacífica. Favorito nosso desde 1992, não exageramos. Forte e perfeito, incólume após N mudanças de paradigma na música de dança.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PWOG Record Of Breaks CD

ESGOTADO / SOLD OUT CD (kk118 cd) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1995 / Original 1995 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM:
Record Of Breaks

O álbum é praticamente justificado com o incrível “A Kind Of Prayer”. 17 minutos de contenção, numa fase (1995) em que PWOG concentram e até antecipam algumas linhas definidoras do que viria a ser o techno minimal e a exploração do erro na electrónica mais vanguardista de final de século, ligando-a com algum pioneirismo na música concreta de algumas décadas antes. “A Kind Of Prayer” materializa e faz evaporar a pista de dança, em sequências alternadas de ritmo e ambiente, completando uma jornada etno-techno futurista nunca ouvida. Os 15 segundos Eraserhead de “Revelation” são revistos e repetidos mais três vezes ao longo do álbum, sob outras formas, enquanto interlúdios que fazem um certo reset na sequenciação de faixas. “Sheap?” parece partir de uma base semelhante a Aphex Twin em “Selected Ambient Works II”, imaginando-se banda sonora para a lenta deriva de continentes; “Kraak” (12 minutos) é a outra grande afirmação em “Record Of Breaks”, delineando uma estrutura minimal na qual evoluem uma pressão metálica que serve como ambiente e o mantra familiar da agulha que repete o ruído que existe no final de um lado de vinil. Zero romance, nesta faixa, mas toda a paixão de uma abordagem científica ao som. Zero naturalismo, tudo máquina. Após nova “Revelation”, “Thru” completa a trilogia “True / “Truth” (noutra zona do disco) em aproximação estética a universos muito desligados da pista de dança e que identificamos mais com a grandiloquência de certas expedições quase clássicas em editoras como a Mego. “Record Of Breaks” parece efectivamente partir a década de 90 em duas partes, precisamente no seu meio, em 1995.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PWOG Kraak MCD

€ 9,95 MCD (kk130 cds) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1995 / Original 1995 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Kraak 3

“Kraak”, que também conheceu outras versões tratadas por Coil, Mark Broom e Plastikman, tem aqui três variações produzidas por PWOG em pleno drive minimalista industrial. O compasso irredutível de qualquer das versões não parece oferecer qualquer tipo de luz na pista de dança. Na verdade, na apresentação ao vivo contemporânea (1995), PWOG mantinham-se na obscuridade, meras silhuetas em frente a um écran enorme só com imagens de estática e chuva televisiva nos antípodas do flower power rave ainda forte na época (vídeos com paisagens sintéticas, vida sintética, cores fortes). Coragem e determinação nesta edição abrasiva cuja única garantia na pista é a total alienação.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PWOG Peel Session CDS

€ 9,95 CDS (KK091) KK Records

Exemplares originais SELADOS da edição belga de 1994 / Original SEALED 1994 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Pull, Break, Dust

Tempos gordos de diversidade, quando um projecto com a natureza de PWOG podia gravar uma sessão para John Peel. O fantástico “Pull”, na abertura, recupera a força rítmica de “Psychick Rhythms” (1993) na sua versão mais ácida, um mergulho privilegiado na motorização de caixa-de-ritmos que ficou como sua. Incrível trance quebrado de 9 minutos. “Break” pega no mesmo padrão desse disco de ferramentas, estende pelos mesmos 9 minutos mas em modo descarnado, com a batida e acessórios a brilhar intensamente num tom de psicadelismo rítmico caleidoscópico. “Dust” penetra num vazio espacial seguro pelo ritmo constante de um risco que já parece antecipar “Kraak” (1995). Paisagem abstracta com partes de Médio Oriente e partes de zero gravidade dentro de um grande tubo metálico.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PSYCHICK WARRIORS OV GAIA Out Now! MCD

€ 11,50 MCD (kk 117 cds) KK Records

Exemplares originais da edição belga de 1994 / Original 1994 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Out Now!, SA Track 1, SA Track 2

Numa fase em que PWOG transitavam pela MTV e algumas publicações-chave no Reino unido, o video de “Out Now!” promovia o símbolo da Cruz Psíquica no meio do que provavelmente eram mensagens subliminares de sublevação contra o conformismo. 6 minutos seguros de techno com linha de baixo vintage a correr em pista separada da batida, óptimo! “SA Track 1″ e “SA Track 2″ complementam a pujança contracultural com dois momentos de house mais universais (as cordas na Track 2 podem ou não fazer lembrar “Erotica” de Madonna), cheios de harmonias clássicas, até marketing clássico no design da capa. Os breaks no ritmo são PWOG tradicional, tal como os sopros falsos que acrescentam frescura à melodia. Único flirt, talvez, com um mercado pop.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2018

PSYCHICK WARRIORS OV GAIA Obsidian (Organically Decomposed) MCD

ESGOTADO / SOLD OUT MCD (KK090mcd) KK Records

Exemplares originais SELADOS da edição belga de 1992 / Original SEALED 1992 Belgian release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Obsidian (Deconstructure), Patience (First Step), Challenge (Kala Mix)

EM BREVE / SOON

“Patience (First Step)” segura um ritmo em shuffle (só popularizado no techno quando a Kompakt tomou conta, quase uma década mais tarde), pancada seca e linha de baixo semi-ácida que faz borbulhar o fundo; “The Challenge (Kala Mix)” revisita as duas partes no alinhamento do primeiro álbum “Ov Biospheres And Sacred Grooves: A Document Ov New Edge Folk Classics”, também de 1992, naquele espírito trance que começava a autonomizar-se com o projecto Exquisite Corpse que saiu de PWOG. Bom! No entanto, nada ultrapassa em prazer os 20 minutos de “Obsidian (Deconstructed)”, extensão para mais do triplo da duração do original (também do mesmo álbum). O longo crescendo, antes de se ouvir batida, é uma sequência absolutamente encantadora, ajudada pela voz sumida de Timothy Leary, um pouco guia nesta imersão numa das mais incríveis experiências de fuga psicadélica na música de dança dos 90s. Celebratória de um abraço à Natureza, da abertura de olhos em relação a novos estados de consciência, da comunhão entre mentes que se entendem na pista de dança sem trocar uma palavra, esta desconstrução de “Obsidian” cria, ainda hoje, uma narrativa que desejamos habitar, talvez mais do que nunca. Lindo de morrer, mas para viver.

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Quarta-feira, 2 Março, 2016

PURR Heartburn & Heartbreak LP

€ 10,00 LP Madagascar (MAD010)

Exemplares originais SELADOS da edição original belga de 1990 / Original Belgian 1990 release. SEALED! Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Heartburn & Heartbreak, Two Storeys Up, Phonies

Começar pelas referências? OK. Andrew Hulme (O Yuki Conjugate) é o produtor. Tom Fazzini e Mark Sedgewick formavam A Small, Good Thing, activos antes mas também nos primeiros anos da editora Leaf. Se há álbum de canções pop desformatadas que confunde a cabeça quanto a uma classificação mais exacta, é este. As vozes livres, ao sabor dos requerimentos de cada canção, lançam o tom do álbum para vários locais diferentes. No tema-título, a voz chega do Além, com efeito e tremor; em “Pitbull” ouvimos a mesma voz arrastada que aparece noutras canções do álbum, como alguém severamente rouco – em “Phonies”, por exemplo. Esta canção demonstra bem o mundo bizarro de Purr, ao mesmo tempo, funky, pop e de meter medo como se o narrador fosse um lobisomem. Mesmo sentimento em “Two Storeys Up”, semelhante a “Twist” dos Tones On Tail mas bem mais fora, não apenas pela voz meio mal-disposta mas pelo modo como evolui de número rápido de dança de salão “rock n roll” para uma espécie de big band. O resto do álbum está repleto de canções improváveis que, com aparente facilidade, fazem acreditar que é possível existirem ainda áreas por mapear, na pop. Se calhar em 1990 isso era plena verdade, talvez não tanto hoje em dia. Exemplares selados, absolutamente novos, deste álbum desafiante.

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2012

BA 25+ Split LP

€ 15,00 LP KK Records (KK035)  ENCOMENDAR

Exemplar original de 1989 em óptimo estado.

Electrónica / Industrial. Elementos de Klinik, Insekt e outros projectos industriais belgas. Limitado a 1051 exemplares.




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Terça-feira, 13 Novembro, 2012

LASSIGUE BENDTHAUS Render Audible – U.S. Remixes MLP

€ 10,00 MLP KK Records (KK127)  ENCOMENDAR

Exemplar original de 1994 em excelente estado.

Techno / Acid. Uwe Schmidt / Atom Heart. 6 faixas remisturadas pelo próprio do álbum “Render”.

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=VZl9Jb7HeRg?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=aEfsJ9PoPW0?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>




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Quinta-feira, 14 Abril, 2011

UNIT MOEBIUS Status 2LP

unit moebius

UNIT MOEBIUS Status

€ 18,00 2LP KK Records (KK150)  ENCOMENDAR

Exemplares originais de 1996 em excelente estado.

[audio: http://www.flur.pt/mp3/KK150-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KK150-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KK150-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KK150-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/KK150-5.mp3]

Quase contemporâneo do incrível “Disco LP” (1995) e um testemunho da vitalidade underground de Unit Moebius, eternamente referidos como Underground resistance europeus. A sua dedicação ao techno, não apenas à música como ao empenho na resistência, ao modo como se ocultavam, às festas em que apareciam, tudo contribuiu para uma aura quase mítica, e a verdade é que os seus discos mais importantes são muito raros e muito caros. O som, em “Status”, está algures no eixo Roterdão (mais pesado) – Detroit (mais espacial). Alguns momentos como “Zipper” ou “Bixly” são também próximos do que Atom Heart fazia em Frankfurt no período 90-94 para a POD Communications. “Binky Boy” podia entrar no alinhamento de “Disco LP” – funk de máquinas vintage. “Biosoft”, “Ecology” e “Monitor” transportam o paraíso analógico que ainda hoje é mantido vivo por alguns produtores como Arne Weinberg. Com algumas malhas mais pesadas (Roterdão!) como “Penetrator” (óbvio) ou “The Hulk” (óbvio!), o álbum fica definitivamente ancorado como documento importante de um tempo e de uma estética rude na abordagem à música de dança. Equivale a uma entrada fundamental numa enciclopéida, sem a qual o todo seria mais confuso de entender. Há um pequeno problema com os exemplares que arranjámos: apesar de estarem quase novos, o vinil tem uma ligeira ondulação nos lados 1 e 3, sobretudo, embora isso em nada afecte a audição. Pode, quanto muito, incomodar um DJ na hora da mistura. Obrigado ao Joaquim por ter tornado esse problema bem menos grave do que era originalmente.


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Sexta-feira, 11 Fevereiro, 2011

Line Up Oona “Casserole 1 + Casserole 2″ – EXEMPLARES ORIGINAIS em stock

casserole

LINE UP OONA
Casserole 1 + Casserole 2
12″ Madagascar / KK Records – 5 eur
Exemplares originais de 1989 em óptimo estado

Como acontece em todos os géneros, também o New Beat rapidamente sofreu com a popularidade e multiplicavam-se discos semelhantes, oferecendo pouca excitação a quem procurava a diferença. Pode sempre argumentar-se que quem procura a diferença num género não gosta realmente desse género, mas preferimos pensar que todos os géneros são bons nas mãos de quem tem algo para dizer. Line Up Oona editaram apenas um maxi (que se saiba) e a sua conotação com o New Beat apenas reforça a individualidade da música que ouvimos. “Casserole” tem produção de Luc Van Acker, histórico na cena independente belga, músico e produtor muito visível na década de 80. As duas versões no disco são completamente diferentes entre si: lado A com o kick que conhecemos de outras produções de Van Acker como Three Angry Poles ou Danceable Weird Shit, tarola com som metálico, baixo muito marcado em tom pós-punk (que aqui também significa funk) e vozes em coro a fazer lembrar uma ideia de girl groups femininos dos anos 40. Combinação muito bizarra, distante de qualquer outro disco de New Beat e, na verdade, de qualquer outro disco que tenhamos ouvido. A versão no lado B elimina quase todos os ângulos excepto o baixo, para estender um tapete ambiental em crescendo, dramático, antecipando, de certa forma, o que seria mais comum na década seguinte com o nome Ambient Dub (subgénero da cena chill-out pós-rave). Se procuram pop completamente desmarcada, com formulário por preencher, “Casserole” é um disco certo. Oiçam os clips. Exemplares novos de armazém, muito ligeira ondulação no vinil não afecta de modo algum a audição e apenas preocupará DJs muito stressados no momento da mistura.

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MAD002-1.mp3]
[audio:http://www.flur.pt/mp3/MAD002-2.mp3]


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