Terça-feira, 7 Maio, 2019

V/A / LAUREL HALO DJ-Kicks CD !K7

€ 12,50 CD !K7


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Segunda-feira, 30 Julho, 2018

LAUREL HALO Raw Silk Uncut Wood LP

€ 19,50 LP Latency

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Disco talvez menos típico de Laurel Halo, na força de trabalho recente na banda sonora para Possessed”, do atelier de design Metahaven, e da assimilação da tradução de Ursula Le Guin para o clássico Tao Te Ching. “Mercury” coloca o piano em jogo com apontamentos discretos de percussão, num contexto jazz muito atmosférico, mas o álbum não se define, de todo, assim. O piano volta a estar na frente em “Quietude”, num contexto que parece em igual medida de improvisação e de arrojo vanguardista na música “clássica” do princípio do século XX. “The Sick Mind” prolonga a permanência nesse último cenário, enquanto “Supine” avança algumas décadas para a experimentação electro-acústica próxima das vanguardas dos 60s e 70s. “Raw Silk Uncut Wood” termina mergulhado em cordas (“Nahbarkeit”), por vezes com um alcance épico que reconhecemos de nomes como Wolfgang Voigt / Gas. Não é com certeza justo falar em afirmação de maturidade, essa expressão surge apenas pela característica mais solene da música que Laurel Halo aqui apresenta. No nosso painel, ela tem pouco ou nada a provar.

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Quinta-feira, 6 Julho, 2017

LAUREL HALO Dust CD / LP

€ 11,95 CD Hyperdub

€ 14,95 LP Hyperdub

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Fácil, perdermos o norte em plena escuta. Os avanços e recuos do som, por vezes tortuosos ao ponto da dobragem (imaginem som como plástico suave, temporariamente dobrável para depois voltar à forma original), guiam-nos ao seu modo. “Dust” é um álbum pop mas, se conhecem Laurel Halo, sabem que isso significa um mundo de outras coisas. A sua voz vagueia, sobe e desce, duplica-se, embala e transmite um semblante de tranquilidade no meio da composição bem complicada que acontece em toda a duração. “Moontalk” quase destoa, e se nos faz lembrar Chris & Cosey (curiosamente, “Arschkriecher” também), embora bem distante, é igualmente africano e oriental, algures na nossa sensibilidade. Entre ensaios de música concreta, quedas de graves e claps techno, a música organiza-se aparentemente sozinha. O ouvido segue-a. O desafio é proposto. Dificilmente vão encontrar música electrónica assim em qualquer outro universo feminino ou masculino.

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Quinta-feira, 8 Outubro, 2015

LAUREL HALO In Situ CD / 2LP

€ 13,50 CD Honest Jon’s

€ 16,50 2LP Honest Jon’s

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Laurel Halo concentra-se na sua própria interpretação da mitologia techno, como já tinha demonstrado em exemplos anteriores e também em apresentações ao vivo. “In Situ” navega as margens do Bass, sem nunca aportar, esquiva-se às amarras que por vezes parecem querer fixar o rumo, e acaba sendo um álbum brilhante de desconstrução de padrões de dança. “Leaves”, por exemplo, recorda com arrepio a fase “Multila” de Vladislav Delay, embora com o beat bem mais presente. “Drift” soa como uma ferramenta rítmica desviada do 4/4 mas que se consegue integrar num contínuo house ou techno. Tem, no entanto, demasiada complicação fervilhante de ideias para atrair uma pista de dança com vontade de apenas seguir em frente. Muitas lateralizações, em todo o álbum. Para “Shake”, vamos arriscar num híbrido de Jamal Moss com Mouse On Mars / Lithops. “Focus 1″ é, praticamente, uma peça de jazz como fariam Dego e Kaidi Tatham. Laurel Halo saiu da zona de segurança, puxa bem a memória da electrónica futurista do final dos anos 90 (muito associada à Mego e a uma certa cena de Viena que quase negava a outra cena de Viena representada por Kruder & Dorfmeister) e assenta na terra os paus bem afiados para montar tenda no presente. Óptimo regresso aos álbuns.

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Sábado, 2 Novembro, 2013

LAUREL HALO Chance Of Rain CD / LP

€ 15,95 € 11,95 CD Hyperdub

€ 17,50 € 14,50 LP Hyperdub

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Houve quem sentisse – quem escreve este texto é desse grupo – que “Quarantine” era pouco disco para estar, por exemplo, no #1 de 2012 da Wire. Ainda hoje quem escreve acha isto. Talvez o prémio tenha sido dado como uma espécie de visão, afirmando que “Quarantine” era a cortina que Laurel Halo tinha acabado de abrir: até porque, verdade seja dita, até então tinha feito pouco de realmente relevante. Aberta a cortina conseguimos ver toda a paisagem. “Behind The Green Door” foi um quebra-cabeças, porque ou seria o apontar de uma direcção que nos levaria ao céu ou um one night stand que mais tarde seria recordado como “aquele grande momento de Laurel Halo” (pelo menos para quem não foi à bola com “Quarantine”). Ouvido este “Chance Of Rain” e concluímos que foi a primeira opção. A caminhada para um campo de electrónica-techno enchido de teclados colossais que oferecem uma massa de som orgânica é qualquer coisa. Qualquer coisa porque quando ouvimos sons tão tangíveis, reais, chegam-nos de gente como Theo Parrish, Omar-s ou Pittman (claro que há mais, mas Halo estabelece uma curiosa relação com eles neste disco), ou a real-kosmische dos 1970/80s. Halo junta esses dois universos – o que não é coisa nova – para criar música de dança que soa fresca sem ser nova, autêntica e com uma pujança maior do que a música electrónica ou de dança mais rodada em circuitos alternativos. Graves que soam a graves e que na maior parte das vezes são só isso: graves. Uma linguagem livre e que revela música que quer ir mais além e que desconhece os seus limites: algo raro na electrónica digerida que se tem criado nos últimos anos. Melhor do ano? Este não deixaria ninguém aqui na loja surpreendido.

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Terça-feira, 3 Setembro, 2013

LAUREL HALO Behind The Green Door 12″

€ 8,50 12″ Hyperdub

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HDB071-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HDB071-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HDB071-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HDB071-4.mp3]

O que nos tem chegado aos ouvidos é que aquilo que Laurel Halo tem apresentado ao vivo nos últimos tempos está mais próximo do que poderemos ouvir em “Behind The Green Door” do que do óptimo “Quarantine”. Acreditem quando dizemos: ainda bem. Ao longo dos últimos anos tem-se tentado colar uma certa moda de “mulheres-synth-música-de-dança” e por mais que isso tenha algum peso em quantidade, pouco reflexo teve em qualidade. Houve excepções, claro, como também houve muitos exemplos de como a parte “mulheres-synth” até era correcta (“Quarantine” e alguns trabalhos de Stellar Om Source mostram isso), a parte de dança é que saía um bocado ao lado. Este “Behind The Green Door” é a confirmação tardia do hype e, provavelmente, agora muita gente não vai prestar atenção. Fazem mal. Não só é um dos melhores maxis editados na Hyperdub nos últimos anos, como é um dos que mais temos gostado de ouvir neste ano: os quatro temas estão todos lá em cima. Entre house, rave e a synthwave descontrolada, Laurel Halo parece que encontrou um lugar só seu neste disco, que tanto faz lembrar algum trabalho de Kyle Hall, como Sleeparchive ou Terrence Dixon. Os beats são fortíssimos e corajosos e há qualquer coisa de contínuo neste som: os temas não se fecham em si. É como se aquilo que sempre quisemos nos fosse de repente entregue. Excelente.

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Quinta-feira, 13 Dezembro, 2012

LAUREL HALO Sunlight On The Faded 12″

€ 8,50 12″ Hyperdub

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HDB068-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HDB068-2.mp3]


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Sexta-feira, 18 Maio, 2012

LAUREL HALO Quarantine CD / LP

€ 15,50 € 11,95 CD Hyperdub

€ 17,50 € 14,50 LP Hyperdub

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Há a tentação de vacilar quando uma editora como a Hyperdub começa a dominar a cena, dando-nos clássicos imediatos antes sequer de os ouvirmos. Mas, até agora, a editora dirigida por Kode9 tem sabido manter o seu catálogo original – Burial há-de ser sempre o pico da montanha -, como procurar oxigená-lo com a ida ao mercado, contratando alguns vencedores em campeonatos menos competitivos. Esta última jogada tem ajudado, sobretudo, a editora a fugir do jugo do dubstep e da bassmusic, criando um catálogo que, só este semestre, se aproxima da perfeição – mais uma vez, Burial é fundamental para esse desempenho, mas também Hype Williams coloca fasquias bem altas. Laurel Halo aparece na Hyperdub depois de um cabaz de música espalhado por singles, cassetes e ficheiros nos últimos dois, três anos. Laurel Halo canta, o que faz de “Quarantine” pop? Talvez, mas as canções são tão imponentes quanto a música incrível que as serve. “Thaw”, o terceiro tema, é a primeira obra-prima do álbum, gelando-nos com uma perfeitíssima canção embalada por uma imponente atmosfera palpitante. Mas “Quarantine” ganha-nos o coração pelo todo, por uma noção de continuidade assombrosa, por toda a sua electrónica onírica que raramente nos parece digital e pela lírica que se desfaz em poeira por cada vez que é cantada. Há quem já tenha anunciado um dos discos do ano; agora que ouvimos “Quarantine”, temos a certeza que é um dos mais especiais e um símbolo intenso para uma ideia muito precisa de pop futurista. Excelente!

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