Quinta-feira, 5 Abril, 2018

ROBERT AARON Starring EDWIGE Intoxication 12″

€ 9,00 12″ (EB033) Eightball Records

Exemplares originais SELADOS da edição original norte-americana de 1994 / Original 1994 US release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

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Intoxication (Junior’s Translucent Mix)
Intoxication (Robert’s House Mix)

Junior Vasquez já não era novidade em 94, ano de edição deste maxi (o seu projecto Ellis-D chega atrás aos 80s), mas assina duas misturas para “Intoxication”. A Trnaslucent Mix captura todo o balanço dos primeiros anos da house, com uma linha de baixo que define quase sozinha o groove; o instrumental simplifica essa versão, retirando a camada vocal para exibir o groove puro, com cortes rápidos de orgão em estilo muito UK; em destaque, também, a House Mix de Robert Aaron, profunda, sexy, com a voz principal alta na mistura, cortada de acordo com o ritmo, orgão mais presente também, e um clima de sensualidade que apanha pelo coração quem acredita que na pista de dança se devem exercer emoções íntimas à frente de toda a gente. “I must have your love”. Clássico, claro.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 5 Abril, 2018

VASHTI BUNYAN Just Another Diamond Day LP

€ 19,95 LP (2018 reissue) Branch Music

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Quarta-feira, 4 Abril, 2018

BASIL KIRCHIN I Start Counting! LP

€ 22,50 LP Trunk

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“O Despertar de Uma Adolescente” é um título bem mais sugestivo do que “I Start Counting”, filme de 1970 de David Greene. Quando editoras como a Trunk ou a Finders Keepers começaram o seu ciclo de reedições, ou edições exclusivas, de bandas-sonoras das décadas de 1960 e 1970, o som que se ouve neste “I Start Counting” era bem mais comum do que no ciclo de reedições actuais. O cruzamento entre folk britânica e jazz/easy listening proporcionaram uma série de odditties, canções de malícia com o pecado de festim pagão sempre à espreita. As canções – pop – de “I Start Counting” desfrutam desse estado da composição para filmes dessas décadas, com uma magia que ainda hoje cheira bem. O tema principal, “A New Day”, cantado por Lindsey Moore, carrega a inocência que se inveja e a candura da pop pastoral que ficou perdida algures. Claro que essa é a abertura, depois Basil Kirchin explora – como habitual – a sua pasta a experimenta a seu bel-prazer (e voltando à beleza das canções pop também, “Two Friends” é um hino da inocência). Como complemento a esta edição, Jonny Trunk desencantou um disco inédito, a banda-sonora que Kirchin gravou um documentário de início dos anos 1980 chamado “Third World”.

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Quarta-feira, 4 Abril, 2018

ELECTRIC INDIGO 511593 CD / 2LP

€ 10,95 CD Imbalance Computer Music

€ 21,50 2LP Imbalance Computer Music

Electric Indigo passou por praticamente toda a história da implantação do techno na Alemanha, sobretudo desde que iniciou uma carreira como DJ em 1989. Manteve alguns anos a sua editora indigo:inc já neste século (nenhuma edição desde 2009), mas a sua produção conhecida data pelo menos de 93, num split com DJ Hell. Trabalhou na Hardwax, e respirou e ajudou a transformar toda a cena de Berlim, apesar de ser de Viena. Na Imbalance Computer music apresenta “511593″, que pode ser descrito da mesma forma que os seus concertos ao vivo: “multi-channel avant-garde electronic music”. Na linha do que se pode chamar pós-techno, uma herança da IDM dos 90s incrementada com a tradição dubstep, mais adiante, o álbum espelha muito do que tem sido defendido e praticado por Monolake / Robert Henke: encontrar aquela zona perfeita de comunicação entre a vanguarda e o clube, afinação de frequências, definição clara de espaço. São os mesmos princípios aplicados a uma criatividade própria que, apesar de não resultar em tantas edições como seria de esperar, dada a longevidade, sintetiza neste álbum, de forma poderosa, uma atitude transformadora da música electrónica que ganhou expressão mais consequente com a tecnologia disponível pouco antes do ano 2000.

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Quarta-feira, 4 Abril, 2018

TRANSLLUSION The Opening Of The Cerebral Gate CD / 3LP

€ 6,95 CD Tresor

€ 24,50 3LP Tresor

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Continuando (encerrando?) o período de atenção a James Stinson (The Other People Place, Lab Rat XL, etc.) e Drexciya, recuperamos este álbum de 2001 a propósito da recente reprensagem em vinil triplo de “The Opening Of The Cerebral Gate” (de cujo stock aguardamos ainda confirmação). O som parece provir de bem mais longe do que 2001, toda a carga tecnológica aqui soa basilar, respeitante a códigos muito antigos. Ainda firmemente enraizado na cultura electro, Transllusion vagueia um pouco para o lado, mantendo a reconhecível cadência perfeitamente sincopada da caixa de ritmos e complementando-a com sequências extremamente sintéticas e mais próximas de um certo psicadelismo do que outros projectos de James Stinson. Óptima fantasia robótica válida para a eternidade ou, pelo menos, até deixar de ser fantasia, parece-nos.

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

JAN JELINEK Loop-Finding-Jazz-Records CD / 2LP

€ 12,50 CD (2018 reissue) Faitiche

€ 21,50 2LP (2017 reissue) Faitiche

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A -scape de Stefan Betke construiu no virar do século uma outra ideia de dub profundamente enraizada numa matriz etérea e aérea e não tanto terrestre e eléctrica. Este primeiro álbum de Jan Jelinek em nome próprio, no ano de 2001, avançava numa via paralela ao dub techno, retirando desde logo o ênfase na batida (como a Chain Reaction fazia) para investir em texturas e exploração controlada de erros digitais (glitch). O vanguardismo e, simultaneamente, conforto de “Loop-Finding-Jazz-Records” mantêm-se intactos, a noção superior de melodia extraída do cantar subtil das máquinas, o ambiente aquático, ligeiramente quente e recolhido, proporciona uma experiência quase táctil. Eis um álbum presente na loja quando abrimos em 2001 e, se a vossa geração não era consciente na altura ou se por algum acaso o falharam, não deixem de venerar este trabalho de um dos grandes modificadores da música electrónica deste século.

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

BIGGA BUSH Melody & Electronics EP 12″

€ 10,50 12″ Jahmoni

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Há mais de uma década que não se conhecia no mercado um single de Bigga Bush (Rockers Hi-Fi). Segunda edição da Jahmoni destacada esta semana, um disco de 2017 que prolonga a ligação conhecida de Glyn Bush com o dub mas de uma forma que não tinhamos ainda ouvido. “Mangrove Monkey” parece ligar bateria pós-punk, skank reggae e baixo rolante drum & bass; “Sounds & Blues” é mais tradicionalmente digidub; “Dash Way Com”, sempre a partir de uma base bem grave, aproxima-se de um flow livre de jazz e broken beat, enquanto “Footsie Index” reduz techno a pouco mais de uma batida pulsante, palmas dispersas e oscilações de synth muito cavernosas – no sentido antigo do termo, super analógico. Há forças livres a trabalhar nesta música, dir-se-ia independentes de quem a cria.

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

DJ MARCELLE / ANOTHER NICE MESS Psalm Tree 12″

€ 11,95 12″ Jahmoni

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Alguns dos grooves de clube mais ao lado que temos escutado. DJ Marcelle é uma figura histórica do underground, mantém um programa de rádio há 25 anos, agora a partir de sua casa em Amesterdão. Ela mistura com três pratos e não fixa qualquer limite. Dois álbuns que refere como importantes: Slits “Cut” e The Fall “Grotesque”. Nada disto faz ter uma ideia sobre o som, e neste terceiro maxi para a Jahmoni (Berlim), DJ Marcelle baralha noções de dub num composto de percussão, palavras soltas e uma faixa inteira com a batida invertida. É um gospel muito pessoal, aparentemente nascido de um caos voluntário: “Psalm 3, Verse 4: To Sing Along” junta batidas e um baixo bem grave sempre constante em pouco mais de 2 minutos desconcertantes. Nonsense, risco, regras próprias (ou zero regras). Fresco!

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

TYNDALL Traumland LP

€ 17,50 LP (2018 reissue) Bureau B

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Segundo álbum catalogado de Tyndall, ainda na Sky records 8onde editaram, aliás, quatro LPs). Infinito padrão cósmico germânico da época (1981), com referências que podemos reconhecer de Kraftwerk mas também de Cluster. Som extremamente sintético e espacial, em linha com a extrema necessidade de futuro que muita música procurava exprimir nesses anos. Nada de espectacular a assinalar num álbum que, apesar disso (mania de esperarmos sempre avanços radicais), mantém um nível melódico e harmónico muito consistente. Queremos dizer com isso que Tyndall não cederam ao obviamente popular mas aproximaram-se bastante de uma ideia abstracta de pop que, especialmente nos 90s, teve continuação forte com nomes dedicados como Schlammpeitziger. Ainda ouvimos pioneirismo nestes grooves.

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

CLARICE JENSEN For This From That Will Be Filled CD / LP

€ 15,95 CD Miasmah

€ 18,50 LP Miasmah

O violoncelo de Clarice Jensen soará familiar, o seu nome menos. Andou anos como um fantasma em trabalhos de outros (Jóhann Jóhannsson, Stars of the Lid, Owen Pallett ou Max Richter), o seu violoncelo aparece em editoras como a Deutsche Grammophone, Kranky, Warp, Matador, Brassland, Domino, Merge, Jagjaguwar, Domino ou 4AD e é a directora artística do American Contemporary Ensemble, colectivo que se dedica a interpretar peças contemporâneas do século XX e XXI. Anos no fundo, em 2018 chega-se à frente com um álbum que faz arrepiar o pêlo. “For This From That Will Be Filled” impõe uma dinâmica entre o som acústico e o electrónico, utilizando expressões clássicas do violoncelo e explorando através de efeitos, loops e variações de velocidade as possibilidades do instrumento. O ouvinte fica nas mãos de Jensen ao longo da viagem. O efeito vence pelo imediato, há uma dopagem de anti-drone nas suas composições: porque quando a viagem parece estática, Jensen surpreende com variações melodiosas que transportam o momento para outro lugar. A música medita, os ouvidos também, as constelações que vai criando nos momentos mais estáticos crescem enquanto a mente está presente num ou noutro detalhe que se ouviu há minutos e que ainda parece ressoar: é só fantasia. Uma fantasia de pureza, de pura noção do que é o seu campo de composição e de como trabalhar nele. E quando algo é acumulado, o que cresce nessa prisão rasga a ideia de tensão: a música de Jensen vive livre, arejada e encantadora. O escuro é o escuro do céu, povoado pelas estrelas. Torna-se necessário desligar as luzes. E respirar a beleza das coisas apresentadas assim, belas e vivas. Estreia assombrosa.

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Terça-feira, 3 Abril, 2018

VILLA ABO Magnetic Moves 2LP

€ 24,95 2LP (2018 reissue) Dark Entries

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O mundo ácido é tentacular e expansivo como o fenómeno no filme “Annihilation”, empurra o seu método cada vez mais para a frente e para fora. Há 20 anos que Villa Abo, um dos pilares da editora Börft, manipula noções de techno e de house com base num passado industrial que está na génese da editora, e “Magnetic Moves” foi uma cassete editada em 2016, agora transposta para vinil. O alfabeto e a gramática estão definidos, Villa Abo usam-nos de forma rudimentar para manter viva uma chama que por vezes parece chegar-nos da Idade da pedra, ao ritmo a que tudo muda em torno de nós. Vão ouvir.

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Terça-feira, 27 Março, 2018

JAY U EXPERIENCE Enough Is Enough LP

€ 18,50 LP (2017 reissue) Soundway

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De “Reggae Deluxe” a “Baby Rock”, este álbum de 1977 percorre um caminho de identificação com a música negra muito assertivo na década de 70. A Nigéria foi, de facto, um território central para muitas experiências, assimilação de influências norte-americanas e britânicas e criação de uma fértil indústria musical não apenas centrada em Fela Kuti e na sua corte mas numa profusão de talento aparentemente sem fim à vista. Os solos carismáticos de sax nas faixas de puro groove como “Get Yourselves Together” aproximam o LP de uma estética jazz-funk em que a bateria aparece totalmente subserviente ao sopro. No entanto, nada nesta máquina pára, o processo rítmico não cessa de marcar o tempo. “Baby Rock” termina o disco numa linha sentimental que pode chegar a Jimi Hendrix.

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Terça-feira, 27 Março, 2018

V/A Gumba Fire: Bubblegum Soul & Synth Boogie In 1980s South Africa CD / 3LP

€ 12,50 CD Soundway

€ 26,50 3LP Soundway

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Ainda próximo de outra compilação focada em música de dança electrónica produzida na África do Sul (“Pantsula”, da Rush Hour), “Gumba Fire” expande a ideia para três LPs, em vinil, e um resultado talvez mais ambicioso e conseguido. A expressão Bubblegum podia ser uma qualificação displicente aplicada a música para todos os efeitos pop, mas acontece que era um termo usado na África do Sul para classificar música produzida na ressaca Disco. Bubblegum pressupõe algo descartável e artificial e se, com má vontade, é muito fácil assim considerar esta música, é também fácil prestar-lhe atenção e receber prazer das nuances, dos synths de época, cowbells e vozes em cântico que convocam uma medida exótica de pop suficientemente diferente do hábito ocidental e do Hemisfério Norte. Não deixa de ser, também, matéria de reflexão, a quantidade de edições que parecem procurar uma pureza, inocência e rudeza enconrada – por motivos vários – em música de outras latitudes, no que pode também facilmente ser considerada como espécie de sobranceria branca trazida pelo aborrecimento com as fórmulas habituais. Tudo isso transcende o prazer proporcionado por esta música e a sensação forte de sermos expostos a documentos bem vivos de uma maneira de estar mais descontraída do que a média.

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tracklist CD
1. The Survivals – “My Brother”
2. Stimela – “Mind Games”
3. Hot Soul Singers – “Hlala Nami”
4. Zoom – “Wayawaya”
5. Ashiko – “Gumba Fire (Madlakadlaka)”
6. Monwa & Sun – “Heartbeat”
7. Ntombi Ndaba – “Do You Trust Amajita?”
8. The Black Five – “Selallane”
9. Starlight – “Picnicing”
10. Zasha – “Hayi Ngodlame”
11. Sabela – “Africa”
12. Condry Ziqubu – “She’s Impossible”
13. General Peter Maringa – “Listen To Me”
14. Zasha – “Arrow Dub”
15. Ozila – “Wola Wola”

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Quinta-feira, 22 Março, 2018

SCHLUSS 28 LP

€ 16,50 LP Sky Walking

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A editora Sky Walking continua a cruzar a zona incerta entre jazz e electrónica improvisada, e no seu curto catálogo não foi ainda tão incisiva como em “28″. Movimentos irrepetíveis que recuperam a ética livre do punk de laptop do ano 2000, surpresa constante no acompanhamento (nosso) destes sons sem conclusão aparente. Toda a consequ~encia, e por isso também todo o prazer, está no percurso imprevisível, na oscilação entre calma e nervosismo, muito amálgama de Lithops com Black Dice com Farmers Manual. Todos eles trilharam caminhos a partir de um ground zero sónico, e assim soam Schluss. Nada está previsto, nada está concretizado, nem em ideia, até ligarem as máquinas. Excelente LP de música desafiadora.

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Quarta-feira, 31 Janeiro, 2018

THE DURUTTI COLUMN The Guitar And Other Machines 3CD / 2LP Factory Benelux

€ 16,50 3CD Factory Benelux

€ 23,95 2LP Factory Benelux

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De uma certa forma, este álbum de 1987 pode ser comparado “It Seems” (1988), de Colin Newman. Ambos evidenciam uma alteração no som de base dos respectivos músicos, alteração essa claramente decorrente da tecnologia da época. “The Guitar And Other Machines” apresenta um som mais brilhante, notório em faixas como “Arpeggiator” ou “What Is It To Me (Woman)”, por exemplo. A diferença de som no álbum acaba por decorrer do relacionamento pessoal entre Tony Wilson da Factory e Vini Reilly, quando, dois anos antes, o primeiro ofereceu ao músico alguns instrumentos electrónicos. Iniciou um novo processo de aprendizagem, preocupado em diferenciar a sua sequenciação em relação à dos New Order. Mas Vini Reilly é totalmente reconhecível neste upgrade produzido por Stephen Street (The Smiths, etc.), até porque mantém a simplicidade das atmosferas, a fragilidade da voz, o dedilhar especial da guitarra como marcas inalienáveis do seu estilo. Edição expandida que restaura as faixas-bónus do CD original e inclui uma série de gravações da época, inéditas e também editadas noutros discos (o EP “Greetings Three”, por exemplo).

CD tracklist:

Disc 1
1. Arpeggiator 2. What It Is to Me (Woman) 3. Red Shoes 4. Jongleur Grey 5. When the World 6. U.S.P.7. Bordeaux Sequence 8. Pol in B 9. English Landscape Tradition 10. Miss Haymes 11. Don’t Think You’re Funny 12. Dream Topping 13. You Won’t Feel Out of Place
14. 28 Oldham Street 15. LFO Mod 16. Catos con Guantes

Disc 2
1. Florence Sunset 2. All That Love and Maths Can Do 3. San Giovanni Dawn 4. For Friends in Italy 5. Our Lady of the Angels 6. Red Shoes (VR vocal) 7. Song for Les Preger
8. For Rebecca 9. Final Cut 10. When the World (Newson Mix) 11. Arpeggiator II 12. Pol in AB
13. 30 Oldham Street 14. When the World (Soundtrack) 15. Our Lady 16. White Rabbit
17. When the World (Version)

Disc 3
1. Prayer (live) 2. Arpeggiator (live) 3. Our Lady of the Angels (live) 4. Pol in B (live)
5. Miss Haymes (live) 6. For Mother (live) 7. Requiem (live) 8. Jacqueline (live) 9. Elevator Sequence (live)  10. The Missing Boy (live) 11. When the World (live) 12. Tomorrow (live)
13. English Landscape Tradition (live) 14. Bordeaux Sequence (live)

2xLP tracklist:

Disc 1
A1. Arpeggiator A2. What It Is to Me (Woman) A3. Red Shoes A4. Jongleur Grey
A5. When the World A6. U.S.P. B1. Bordeaux Sequence B2. Pol in B B3. English Landscape Tradition B4. Miss Haymes B5. Don’t Think You’re Funny

Disc 2
C1. Arpeggiator (live) C2. Our Lady of the Angels (live) C3. Pol in B (live) C4. Miss Haymes (live) D1. When the World (live) D2. English Landscape Tradition (live) D3. Bordeaux Sequence (live)

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Sábado, 5 Abril, 2014

PASSION Roll-A-Rock / Shake-n-Skate 12″

€ 9,00 12″ Passion Records (LP#19 520559)

OUVIR / LISTEN:
Roll-A-Rock
Shake-n-Skate

Exemplares originais da edição norte-americana de 1980 / Original 1980 US release. Sound clips and sleeve not from actual copy.

Dwight York teve uma vida, no mínimo, muito complexa. Quando descobrimos “Shake-n-Skate” tivemos a certeza de que aqui estava o melhor tema roller-disco de sempre! Quer dizer, oiçam o clip e chorem! Sem qualquer elemento perturbador, sem excessos, a canção é accionada por um motor primordial, para usar um cliché nosso dizemos que “bebe da fonte original”. A dose exacta de funk e disco numa música 100% física conduzida por vozes femininas imperativas e, a anunciar os breaks, um sintetizador modulado segundo “Trans Europe Express” e cantos de “Shake!” ainda mais irresistíveis do que nos Bombers. Poder-se-ia dizer EVIL com alguma leveza, mas quando se lê mais sobre Dr. York perde-se a leveza. Só três coisas, a acreditar no cruzamento de informações várias disponíveis na net (claro): condenado em 2002 por abuso de crianças, líder de vários cultos desde os anos 60, actualmente cumpre uma pena superior a 100 anos de prisão. Leiam mais aqui.
“Roll-A-Rock”, no lado A do maxi, mantém facilmente os padrões, mas a superioridade de “Shake-n-Skate” é evidente. Temos exemplares selados da prensagem norte-americana. Apanhem isto.

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