Quinta-feira, 25 Outubro, 2018

Ø & PANASONIC Sähkö: The Movie Soundtrack EP 12″

€ 12,50 12″ Sähkö

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Sons de arquivo (1994/95) gravados para acompanhar o filme de Jimi Tenor, da mesma época, chamado simplesmente “Sähkö: The Movie” porque, originalmente, não lhe foi dado nenhum título pelo autor. Documentário experimental sobre a influente editora finlandesa que introduziu Pan Sonic (então Panasonic) e Jimi Tenor na cena internacional, sonorizado aqui com todo o rigor glacial que encontramos nos discos a solo de Mika Vainio como Ø e também em álbuns de Panasonic como o primeiro, “Vakio”. Interpretação pessoalíssima, este som é ainda um standard do techno minimal, bem antes de este se banalizar como género. A clareza quase científica dos sons é ajudada pela composição espartana que privilegia frequências e tons em vez de melodia e batida mais comuns. Quase tudo inédito, aqui, embalado na habitual arte grayscale da Sähkö. Momentos fugazes de intimidade e uma experiência quase subaquática para recordar Mika Vainio, entretanto desaparecido, ainda um dos grandes na música electrónica dos últimos 25 anos.

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Quinta-feira, 25 Outubro, 2018

BATO BATO Bato Bato LP

€ 17,50 LP Bato Records

Poucas vezes o termo “baleárico” foi tão ajustado como para este disco gravado entre Topanga (Califórnia) e Maiorca (ilhas Baleares) por D. Julian Smith e Henrik Jacobsson. Os espaços abertos por esta música formam um híbrido de jazz (a que não é alheia a participação do trompetista Nestor Casas Oché), pós-rock, ambientalismo e ciência de breaks, tudo consolidado por arranjos detalhados de enorme musicalidade e garra latina na percussão (“Frustrado Poor el Sol”, por exemplo). Lembra Studio / Dan Lissvik, a ambiência geral das compilações de Psychemagik e alguma outra produção com ouvido no transcendente. Grooves curtos, quase sempre abaixo dos 3 minutos, suficientes para uma marcha pela natureza pontuada pelas gravações de campo que se entrecruzam com a música durante todo o álbum. Termina com o literal “Completa Transición” a delinear batidas que mais esperaríamos encontrar num disco de soul / hip hop. 300 exemplares numerados e carimbados à mão.

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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Aluminum Tunes (Switched On Volume 3) 3LP

€ 34,95 3LP (2018 reissue) Duophonic

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Aluminum Tunes

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Refried Ectoplasm (Switched On Volume 2) 2LP

€ 28,95 2LP (2018 reissue) Duophonic

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Switched On LP

€ 25,95 LP (2018 reissue) Duophonic

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Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Switched On (Volumes 1-3) 4CD

€ 27,95 4CD Duophonic

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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