Quinta-feira, 10 Janeiro, 2019

ROTER STERN BELGRAD Massa EP 12″

€ 12,50 12″ TAL


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Quinta-feira, 10 Janeiro, 2019

WILDFLOWER Wildflower LP

€ 18,50 LP Ill Considered Music


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Quinta-feira, 10 Janeiro, 2019

ILL CONSIDERED An Ill Considered Christmas 2LP

€ 27,95 2LP Ill Considered Music


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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

INFINITI (JUAN ATKINS) Skynet 2LP

€ 22,50 2LP (2018 reissue) Tresor

OUVIR / LISTEN:
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O som de Juan Atkins, aqui em 1998, encontrou um nível de elegância que os tempos de Model 500, por definição, não permitiam. “Electric Circus” recorda o modelo, numa época em que o ressurgimento electro estava em plena marcha (a Breakin Records, de Ed DMX, começara um ano antes, por exemplo). A visão futurista de Atkins mantém-se intacta, o mapa de um tempo que ainda não parece ser bem o nosso – “Postcards From The Future” junta tons de electro, techno minimal e uma certa house espiritual para uma reflexão discreta sobre a Humanidade. Não faltam momentos geniais de cruzamento de sensibilidades e pura magia sintética, como em “Body Oil” ou no swing multicultural de “Coffeeshop Connection”, quente, preciso e emotivo. Aquele groove em blips é demasiado precioso. Mesmo quando a produção sai mais rápida e incisiva, Infiniti consegue filtrar todo e qualquer peso desnecessário que outros produtores (até Jeff Mills, ocasionalmente) optam por deixar a bordo. Clássico moderno.

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

JEFF MILLS Waveform Transmission Vol 3 2LP

€ 22,50 2LP (2018 reissue) Tresor

OUVIR / LISTEN:
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Já não as fundações mas sim a matéria sólida, inventada e aperfeiçoada. Terceiro volume na série “Waveform Transmission” (Jeff Mills gravou igualmente o primeiro, Robert Hood o segundo), numa época absolutamente crucial na evolução da editora Tresor, de Berlim, segurando a sua conexão privilegiada com Detroit. Mills alterna entre a sua marca de techno punitivo, avançando sem cessar a um ritmo acima da capacidade imediata de apreensão, e um passo mais pausado que nunca chega a ser house, ainda que “Condor To Mallorca” transporte linha de baixo para isso. Funk de máquinas com conceptualização radical logo expressa no título da primeira faixa: “The Extremist”. Jeff Mills a ser Jeff Mills, já então no topo da sua arte.

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

SERPENTE A Noiva 12″

€ 11,95 12″ Tormenta Electrica

Quatro esquemas de ritmo super complexos, espécie de ferramentas para dj com alcance a estender-se ao free jazz e ao minimalismo clássico (o phasing de Steve Reich, por exemplo). Arranca em glória com “Approach”, mood ritualista que puxa por uma soltura, para não dizer desmembramento, do corpo. O techno enganador de “Crença” anula eficazmente o seu próprio movimento, como se colocasse obstáculos a cada (com)passo; mais para o final, deixa tombar a pilha erguida num monte de escombros bem suave. A gaguez mais notória em “Bless” espelha, de algum modo, uma das faixas de Sam Kidel que comentamos esta semana, com matéria diferente – em vez de vozes, pequenos fonemas de percussão e até, quase parece, de contrabaixo, aglomeram-se num ajuntamento progressivamente mais caótico que encontra certa libertação na batida 4/4 que se segue. No final, “Bless” ameaça jungle para Serpente, de novo, puxar a própria rédea numa manobra de contenção que transforma esta faixa no momento mais difícil de acompanhar em todo o disco. Se é verdade para todas as restantes três composições, por puro prazer, é nesta que o uso de auscultadores se impõe, por pura necessidade de entendimento.

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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

SZUN WAVES New Hymn To Freedom 2LP

€ 20,95 2LP Leaf

Quando as coisas se alinham há muito pouco que se pode fazer. 2018 foi o ano em que o mundo se reconciliou com o jazz britânico, discos, destaques e motivações por novos nomes levaram a que se criasse um novo olhar, ou uma nova forma de olhar, pelo jazz que se faz no Reino Unido. Foi #1 na The Wire (Sons Of Kemet), reencontrou fórmulas de Madlib (Kamaal Williams) ou desfilou em ondas que assimilam a electrónica da Leaf com o New Age. “New Hymn To Freedom” foi ficando para trás nos nossos destaques: uma primeira edição que esgotou muito rapidamente é, em parte, responsável por isso. Projecto a três, Luke Abbott no comando, mais Jack Wyllie e Laurence Pike, os Szun Waves fundem as aberturas new age de Suzanne Ciani com paisagens com o rigor de um Murcof inicial, abrindo montanhas, criando passagens de rios. ”New Hymn To Freedom” é bastante auto-explicativo, quando aprendemos que todas as seis faixas no álbum resultam da improvisação dos três músicos em conjunto, sem edição ou acrescentos. Luke Abbott, Jack Wyllie e Laurence Pike tocam, entre eles, áreas tão diversas como jazz, clássica, ambiental e techno. Sem constrangimentos de género, não estão também obrigados a fazer desfilar referências óbvias de qualquer dessas áreas, preferindo, em conjunto, encontrar pontos de intersecção de onde resultam novas coisas. Nessa busca, nada soa deslocado ou despropositado. Synth, sax e bateria seguem algumas coordenadas de jazz espiritual, tão depressa integrado num salão de vistas largas como numa densa floresta, observando as necessárias diferenças de ritmo e atmosfera. A dados momentos “New Hymn To Freedon” desprende-se do impacto jazz inicial e depressa se torna numa corrente de ideias, onde os movimentos vão confluindo sempre na mesma direcção, em harmonia. Por vezes a bateria desaparece e a música dos Szun Waves parece um filme, um confluir de imagens em cores esbatidas, neutras, simples, com um conforto de lã.  


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Quarta-feira, 9 Janeiro, 2019

AMOR Sinking Into A Miracle LP

€ 21,50 LP Night School

Ouvimo-los há dois anos e há medida que o tempo foi passando, foram-se desenvolvendo para uma espécie de LCD Soundsystem escocês. Combinação improvável de músicos, Richard Youngs, Paul Thompson (baterista dos Franz Ferdinand), Luke Flower e o músico de jazz Michael Francis Duch, os AMOR experimentam o disco, via uma Escócia arrasada pelos Golden Teacher. “Sinking Into A Miracle” resolve em álbum as soluções apresentadas pelos 12, mais impactantes, dançáveis. O álbum talvez seja menos dançável, preocupado em equilibrar-se nos momentos de breaks e permanecer aí em bicos de pés, com uma ginástica fantástica. Um milagre? Só se não andarmos atentos ao que acontece musicalmente na Escócia.


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Segunda-feira, 7 Janeiro, 2019

CHARLES BRADLEY Black Velvet CD / LP

€ 11,95 CD Daptone

€ 19,95 LP Daptone

€ 20,95 LP (coloured vinyl) Daptone

Praticamente um ano após a morte de Charles Bradley, a Daptone resolveu colocar cá fora um álbum que reconstrói um possível quarto álbum, dois anos após “Changes”. “Black Velvet” conta com a Menahan Street Band a tomar conta dos instrumentos, assumindo uma consistência prática ao longo dos temas, dando ao disco uma solidez efectiva de álbum, longe de uma possível manta de retalhos. Talvez onde se sinta mais essa dispersão é nos temas, nas temáticas, em si, ou na forma inesperada como aparece uma versão de “Heart Of Gold” a meio do disco. Há mérito em “Black Velvet” sair agora, porque existe mais como um álbum presente, que procura canções ainda frescas e torna viva a voz de Charles Bradley, correndo o risco de passar mais despercebido do que se fosse uma compilação de temas que ficaram para trás, editada daqui a largos anos. A explosão da voz de Bradley ainda está aqui, “Black Velvet” eterniza-a nos nossos ouvidos.


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Terça-feira, 1 Janeiro, 2019

HIRO KONE Pure Expenditure LP

€ 18,50 LP Daïs

€ 20,50 LP (clear vinyl) Daïs

A sistematização dos beats deste pós-pós-industrial, de músicos que reformatam as deixas de Coil e reencontram no século XXI uma forma de existir, têm criado soluções interessantes para impasses na electrónica actual. Hiro Kone sacrifica uma resolução para um possível problema com uma consciência perfeita de que o que faz é música de sistema, sistemática, repetitiva, por vezes ornamental a si própria. Esse lado ornamental torna a electrónica de Hiro Kone, nova-iorquina nascida Nicky Mao, numa força da natureza, interagindo simultaneamente com os lados bons e maus da força: gostamos de acreditar que, conscientemente, mais com os bons. “Pure Expenditure” vai-se revelando como um álbum que explora a hipnose por via da repetição, que quer encadear o ouvinte por esse ritual: a repetição, a repetição, a repetição. Sem ser exactamente uma coisa estruturada, mas algo mais que se sente devido às ideias coesas e sólidas que existem em “Pure Expenditure”. É música lúcida presa num colete de forças. Sintética, sintetizada, absorvente e pronta a explodir.  


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Quinta-feira, 27 Dezembro, 2018

SAM KIDEL Silicon Ear LP

€ 17,50 LP Latency

Kidel, de Bristol, aplica algumas técnicas exteriores à música para, em primeiro lugar, conceptualizar a sua abordagem. Em seguida, prossegue para a organização sonora. Em “Silicon Ear”, Sam Kidel descreve o seu trabalho como uma espécie de hacking virtual, compondo a partir de plantas reais do Google Data Center. A percepção do espaço através desse instrumento da arquitectura resulta, aqui, em 12 minutos de exploração na qual o factor aleatório não parece menor. Numa espécie de mash-up Autechre / Mark Fell, o autor produz no limiar da música de clube e da vanguarda laptop mais experimental. “Live @ Google Data Center” foi apresentado em Tóquio, e “Voice Recognition DoS Attack” foi desenvolvido para uma proposta que chegou de Melbourne, recorrendo a software de reconhecimento de voz para subverter, precisamente, a funcionalidade de distinção de vozes individuais através de fonemas tão curtos que bloqueiam o reconhecimento. Composição mais cortada, imprevisível e solta, com base nos ritmos que resultam do caos de vozes.

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Segunda-feira, 19 Novembro, 2018

RS PRODUÇÕES Bagdad Style 12″ Príncipe

€ 12,50 12″ Príncipe

Narciso e Nuno Beats são o núcleo de produção, aqui, numa crew que tem talento adicional no MC Pimenta, DJ Nulo e Farucox. Da Bagdad das notícias nacionais, ali na Rinchoa, afinam o seu estilo eclético, no ponto, tão fácil com house como tarraxo e variações entre e para além desses estilos mais reconhecíveis. Ressonância metálica em muitas das batidas, criando climas mais impessoais, industriais e tesos. “Bagdad Style” vem na força de várias actuações de membros da crew, sobretudo Narciso, nas noites Príncipe no Musicbox, em Lisboa, ainda e sempre – desde 2012 – um centro de pesquisas que a editora utiliza para observar esta música incrível em acção e que os DJs / produtores utilizam para testar bombas e subir as skills de nível em território neutro. Nova Outra Lisboa.

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Sábado, 25 Agosto, 2018

ELpH vs COIL Worship The Glitch CD / 2LP

€ 12,50 CD (2018 reissue) Dais

€ 28,95 2LP (2018 reissue) Dais

€ 32,95 2LP Vinil colorido (2018 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN:
Worship The Glitch

A palavra glitch tornou-se o símbolo da música electrónica baseada no erro, na falha, tão vanguardista no final do milénio, tão presente e definidora dos tempos (nunca é de mais referir que a música de Oval sonorizou um anúncio de perfume da Armani). Uns anos antes do facto, Coil usavam já a palavra em tom devocional, a falha como merecedora de respeito e, até, contemplação. Também como metodologia, quando se tornou evidente que alguns acidentes técnicos podiam ser provocados. Assim, em 1995, este álbum assinala uma nova fase no percurso de Coil, cuja máxima expressão aconteceria com “Time Machines” em 1998. O nome ELpH representa a entidade que parecia manifestar-se durante as gravações de “Worship The Glitch”, quando os Coil começaram a explorar mesmo a sério a composição digital através de computador. Aconteciam erros que não conseguiam explicar, e então formou-se a ideia de que algo acontecia para além da vontade do grupo, algo exterior, talvez superior. O som etéreo neste álbum, claramente artificial, assemelha-se por vezes, de facto, a uma tentativa de comunicação por parte de um espírito incorpóreo, aumentando o interesse na narrativa fantástica que somos convidados a completar. Composto de excertos, esboços, melodias semi-transparentes que parecem chegadas de outro tempo, abafadas, “Worship the Glitch” exerce enorme fascínio esotérico nesta espécie de encontro entre Cluster menos pop, a BBC Radiophonic Workshop e um certo universo cândido relacionado com programas infantis nos 70s. Bizarro, pacífico, bom.

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Terça-feira, 17 Abril, 2018

COIL presents BLACK LIGHT DISTRICT A Thousand Lights In A Darkened Room CD / 2LP

€ 12,95 CD (2018 reissue) Dais

€ 32,50 2LP Vinil colorido (2018 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN:
Red Skeletons, Die Wölfe Kommen Zurück, Refusal Of Leave To Land, Stoned Circular I & II, Green Water, Cold Dream Of An Earth Star

Na senda de “Worship The Glitch”, Coil prosseguem a exploração de ambientes aparentemente intocados por mão humana, facilitando – e procurando, como sempre fizeram – ligações ao Oculto, agora com Drew McDowall apenso ao duo John Balance e Peter Christopherson. Adornado por uma capa típica de Steven Stapleton (Nurse With Wound), “A Thousand Lights In A Darkened Room” não parece oferecer muita luz, a sensação que fica é, aliás, de uma intensa procura de luz, de uma nervosa iluminação apontada para certos cantos onde se ouvem coisas a acontecer. O desenrolar da música faz com que ela soe tão surpreendida com o seu próprio rumo tanto quanto nós estamos ao concordar com esta viagem. Se não era já notório, aqui Coil envolvem-se ainda mais no seu próprio manto, abandonando as conotações de “música industrial” das quais nunca parecem ter sido totalmente separados pelo mundo exterior. Fascinante e perturbante como o são certos sonhos bizarros que não conseguimos contextualizar, são no fundo algumas cabeças humanas em voo livre, pegando e largando referências, construindo com os excertos uma nova realidade. Riquíssimo período criativo, toda a década de 90 na existência dos Coil.

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Quarta-feira, 21 Fevereiro, 2018

P. ADRIX Álbum Desconhecido MLP

€ 11,95 MLP Príncipe

OUVIR / LISTEN:
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Adrix vai parecer aos ingleses como um produto de influência doméstica, uma vez que ele está baseado em Manchester há 3 anos. Misteriosos são os caminhos da batida de Lisboa. Em “Bola De Cristal”, a linha de baixo pode lembrar UK mas os pratos são de outro continente e o elemento de tarraxo infiltrado no meio do espaço sónico é também indubitavelmente outra geografia. O fluir nervoso da linha de baixo nas faixas neste mini-álbum é talvez o elemento que unifica a assinatura do Produtor Adrix. Tudo o resto é extraído da sua interpretação muito pessoal de kuduro e é livre de constrangimentos. Um ambiente quase romântico como o de “Estação De Queluz” parece reescrever a atmosfera da Linha de Sintra para uma experiência de melancolia e saudade. Essa reforçada em “Tejo”, cujo corte de guitarra bem claro pode ser uma verdadeira ode à tradição sem precisar de samplar melodias de Carlos Paredes. “Álbum Desconhecido” encerra a explicação de si mesmo no sentido em que a produção de Adrix não é bem comparável nem com o catálogo anterior da Príncipe nem com material editado com o qual tenhamos contactado. Que força, aqui.

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