Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Aluminum Tunes (Switched On Volume 3) 3LP

€ 34,95 3LP (2018 reissue) Duophonic

OUVIR / LISTEN
Aluminum Tunes

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Refried Ectoplasm (Switched On Volume 2) 2LP

€ 28,95 2LP (2018 reissue) Duophonic

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Terça-feira, 23 Outubro, 2018

STEREOLAB Switched On LP

€ 25,95 LP (2018 reissue) Duophonic

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CLIP1CLIP2CLIP3CLIP4CLIP5

Há dois tipos de pessoas: as que compraram os “Switched On” na altura e as que estavam à espera destas reedições. Pode também haver um terceiro grupo: as que desconheciam por completo estas compilações e agora vão ficar a conhecer. Em qualquer um dos grupos só há boas pessoas. O que importa é – como se fosse preciso – confirmar a importância dos Stereolab no panorama musical pop da década de 1990. Pop, porque sim, rock porque não; krautrock poderia ser, mas colocar os Stereolab exclusivamente fora de um dos grandes grupos da música popular é desligado da importância que tiveram para criar uma montanha de ligações entre pop, electrónica, música cósmica, o shoegaze impossível dos My Bloody Valentine, o shoegaze heroinómano dos Spacemen 3, o shoegaze vital dos Jesus & The Mary Chain, a vitalidade de uma banda como os Can surgirem nos anos 1990, talvez sem o corta-e-cola das suas sessões, mas com a virtude da divisão e de criação por cima de cada um dos elementos. Vamos meter as coisas assim: os Stereolab são das bandas mais vitais dos anos 1990. E sim, nós sabemos que existiram para lá dos 1990. E vitais porque na altura souberam passar ao lado da multiplicidade de “pós-qualquer-coisa” que existiu durante os 1990 ou de não cederem ao histerismo da música de dança. Os Stereolab só cederam ao bom gosto. E se os seus álbuns são objectos completos de documentação de uma década, as compilações que os Stereolab foram organizando tiveram a aptidão – mesmo na altura – de mostrar que quando as peças se juntam tudo faz um sentido maior. Os três “Switched On”, editados originalmente em 1992, 1995 e 1998 são compilações de EPs, lados Bs, raridades, que os Stereolab colocavam subtilmente fora dos álbuns. Subtilmente porque quando se ouvia, na altura e agora – AGORA -, percebe-se que isso foi tudo parte de um plano para nos enganar. Como é que qualquer canção daqui pode estar fora de um álbum? Ou, por via dos maus hábitos da indústria que se arrastam para o consumidor, secundarizado para um formato menor? Os “Switched On” também não contam necessariamente uma história de uma fase, as canções de cada uma das compilações fazem parte de um grande grupo, que seriam sempre um álbum em qualquer banda que não os Stereolab. Porque os Stereolab andaram mesmo a brincar connosco. Mas nunca esconderam as suas canções de nós, os “Switched On” estiveram sempre aí. Agora só estão mais disponíveis, em vinil e numa caixa que reúne as três compilações. Isto não é essencial. Isto é história. E quando a história é contada de uma forma tão bonita, com canções tão eloquentemente dóceis, vulneráveis, elaboradas e, caramba, LIVRES como as dos Stereolab, é história com h grande. O mesmo h grande que estaria em essencial se essencial se escrevesse com h.


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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

FLEXTONE 10th Anniversary Box: Flextone plus Unreleased Material 2CD

€ 17,95 2CD (RI 023CL) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da reedição de 2004 / Original 2004 re-release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM ORIGINAL (CD 1) / LISTEN TO ORIGINAL ALBUM (CD 1)
Flextone

As 15 faixas extra no segundo CD desta reedição não precisam sequer de ser invocadas para justificar a mesma. Trata-se de material não usado nos álbuns ou versões diferentes (como o estudo para “Silver Sound”, uma outra edição da Rather Interesting que vocês deveriam ter). “Flextone” é um dos primeiros discos em que Atom TM coloca no terreno o seu funk sintético, em que a carga de batida se encontra com uma galeria de discretos ambientes etéreos. Primeiros passos, em 1994, de um léxico pessoal 1000 vezes actualizado de forma brilhante nos anos seguintes. Espreitem sem reservas o nosso stock Rather Interesting. Esta é a reedição de 2004, numerada e assinada.


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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

DATACIDE Ondas CD

€ 16,50 CD (RI 040) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Holy Microwave
Good Vibe
Onsurf (Hello Mr. Wilson!)
Eternal Frequency


Em 96, Uwe Schmidt e Tetsu Inoue já traziam no currículo três Datacide (“I”, “II” e “Flowerhead”), mas “Ondas” representa uma outra avenida, em consonância com a presença forte, na época, da exotica, lounge e easy listening na pop e na música de dança. Burt Bacharach, Les Baxter, Martin Denny e, até, a exotica pop de Brian Wilson (há aqui uma faixa chamada “Onsurf (Hello Mr. Wilson!)”. “Ondas” reinventa de facto a postura em relação ao revivalismo “easy”, não só através de uma certa distância digital que dá à música uma qualidade de miragem mas também reforça a nostalgia, que deixa de ser palpável como outros eram na época (crooners a imitar crooners ou secções de cordas a imitar clássicos) para se assumir mais abstracta e, com isso, universal. Além disso, as faixas, relativamente longas, são quebradas por diversos ambientes no mesmo espaço, mudando abruptamente de tom (“Holy Microwave” é um excelente exemplo). Álbum magnífico para escutar com rigorosa atenção, para aceder devidamente a um “mundo de prazer”.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

MONO TM Mono Trademark CD

€ 16,50 CD (RI 038) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Tag Layer, ArhythmAttack, Urbanative, Cruel Channel, ‘E’ Stands For Electro

Este era o álbum electro de Atom TM, na época. No entanto, como em todos os muitos álbuns conceptuais na Rather Interesting, o formato não é fechado. É, até, bastante livre. O ponto de partida parece ser, logo desde a capa, um tributo à cultura b-boy recebida à distância. As faixas, relativamente longas, apresentam quebras abruptas, viragens bruscas e alterações de clima suficientes para reclamarem frequentemente a vizinhança do jazz. O sabor extremamente sintético dos grooves é explorado exaustivamente nas mil faces de “ArhythmAttack”, demonstrando a versatilidade da composição digital em mãos sábias. A improvisação em blips a partir dos 7 minutos de “Cruel Channel” coloca esta música no lado aprazível da Vanguarda. A sinfonia quebrada de “E Stands For Electro” chega ao fim dos seus 8 minutos com a tradicional voz de Mac nos CDs da Rather Interesting a proclamar “and-you-are-stupid-if-you-have-not-sampled-this-clap”.

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

BROWN Brown CD

€ 16,50 CD (RI 036) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Brown


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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

SILVER SOUND 60 CD

€ 18,50 CD (RI 031) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1995 / Original 1995 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
60


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Sexta-feira, 6 Outubro, 2017

MACHINE PAISLEY Machine Paisley CD

€ 13,95 CD (RI 035) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR ÁLBUM COMPLETO / LISTEN TO FULL ALBUM
Machine Paisley

Não é apenas o facto de, na época (1996), Atom Heart / Uwe Schmidt trilhar um percurso sem paralelo. Um álbum como “Machine Paisley” ainda está muito sólido na sua própria posição. Esta música não só não fica datada como, ainda hoje, apresenta soluções muito futuristas. Partindo de uma teia jazzística extremamente complexa, com camadas sobre camadas de pormenores diminutos sempre a acrescentar dimensões ao corpo sonoro, o disco explora uma espécie de Exotica sem fronteiras, sem barreiras, com base no que aparenta ser uma base vagamente latina. Uwe Schmidt estava baseado em Santiago do Chile e caminhava, álbum a álbum, para a as extravagâncias latinas que foram Los Samplers e Señor Coconut, só que é precisamente na medida que apresenta em “Machine Paisley” e nesse período que o génio se manifesta sem igual. Só é possível sentir o alcance deste seu universo com uma audição atenta aos detalhes (auscultadores, por exemplo). Mesmo nas faixas em que, num primeiro plano, tudo soa concreto e extremamente fluorescente, há que procurar todos os sons mais suaves que coexistem sob a superfície. Brilhante.

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Sexta-feira, 16 Dezembro, 2011

DREXCIYA Journey Of The Deep Sea Dweller I CD

€ 14,95 CD Clone Classic Cuts

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CLIP1CLIP2CLIP3CLIP4CLIP5

Drexciya simbolizaram a ideia de Afro Futurismo nas análises de Kodwo Eshun, foi elaborada uma mitologia, definido um plano de acção e, frequentemente, a ideia Drexciya correspondia mais às definições de um culto do que propriamente um projecto musical. É preciso conhecer um pouco das circunstâncias da época (início dos anos 90), perceber a importância de Underground Resistance, a importância da revolução electrónica numa era pre-internet onde rave e cyberpunk eram dois conceitos essenciais na resistência. Na sua série Classic Cuts, a Clone concentra-se agora em Drexciya, apresentando a primeira parte de uma recolha de música essencial a partir das masters originais. A ciência electro (houve quem chamasse “real electro” quando, há 10 anos, o electroclash deturpou a noção) tem tudo de laboratorial, no som e na abordagem. Tem tudo de plano subterrâneo e, nos melhores exemplos, excita a imaginação em direcção ao futuro. Em vez de soar anacrónico, Drexciya continua a assinala um mundo pouco agradável onde a utopia ainda não se realizou, e é incrível percebermos como esse mundo é mais tangível agora do que no período 1989-1993 (fim da URSS – eleição de Clinton), quando a esperança na Nova Ordem Mundial era relativamente pura. Música e política? Não precisa de ter mensagem explícita, não precisa sequer de ter letras. Vinil disponível dentro de algum tempo, pré-reserva aconselhada. Embalagem alongada em formato DVD.

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