Sexta-feira, 18 Maio, 2012

STURQEN Raia CDR

STURQEN Raia

€ 4,95 CDR Edição de Autor  ENCOMENDAR

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Na entrada – “In” tem pouco menos de um minuto -, recebemos um choque eléctrico que, embora não nos dê senão um formigueiro nos sentidos, tanto nos põe em alerta como nos deixa curiosos. Quando “Ummus” nos trespassa com os seus singelos dois minutos, estamos conquistados com uma electrónica que parece escolher os sons certos para os colocar nos lugares certos. Não será de estranhar esta exactidão, porque Sturqen exercitam as suas actividades – discos, peças sonoras, remisturas – desde 2009, crescendo desde “Piranha”, a estreia, na Kvitnu – editora de Kiev que recentemente lançou “Filament” de Vitor Joaquim. “Raia”, contudo, é o primeiro disco fora da Kvitnu, e habita um espaço diferente do anterior “Praga”. Ao contrário deste, “Raia” parece mais atento a fenómenos eléctricos que não rítmicos, deixando que ondas e tensões façam todo o trabalho. Talvez o techno repleto de fagulhas lhes dê mais adeptos imediatos, mas é no conforto deste cenário de ambientalismo de alta-voltagem que parecem estar as verdadeiras ideias de futuro de David Arantes e César Rodrigues enquanto Sturqen.

Também disponível:
STURQEN “Praga”, CD Kvitnu – 8.95 eur


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Sexta-feira, 18 Maio, 2012

LAUREL HALO Quarantine CD / LP

€ 15,50 € 11,95 CD Hyperdub

€ 17,50 € 14,50 LP Hyperdub

OUVIR / LISTEN:
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Há a tentação de vacilar quando uma editora como a Hyperdub começa a dominar a cena, dando-nos clássicos imediatos antes sequer de os ouvirmos. Mas, até agora, a editora dirigida por Kode9 tem sabido manter o seu catálogo original – Burial há-de ser sempre o pico da montanha -, como procurar oxigená-lo com a ida ao mercado, contratando alguns vencedores em campeonatos menos competitivos. Esta última jogada tem ajudado, sobretudo, a editora a fugir do jugo do dubstep e da bassmusic, criando um catálogo que, só este semestre, se aproxima da perfeição – mais uma vez, Burial é fundamental para esse desempenho, mas também Hype Williams coloca fasquias bem altas. Laurel Halo aparece na Hyperdub depois de um cabaz de música espalhado por singles, cassetes e ficheiros nos últimos dois, três anos. Laurel Halo canta, o que faz de “Quarantine” pop? Talvez, mas as canções são tão imponentes quanto a música incrível que as serve. “Thaw”, o terceiro tema, é a primeira obra-prima do álbum, gelando-nos com uma perfeitíssima canção embalada por uma imponente atmosfera palpitante. Mas “Quarantine” ganha-nos o coração pelo todo, por uma noção de continuidade assombrosa, por toda a sua electrónica onírica que raramente nos parece digital e pela lírica que se desfaz em poeira por cada vez que é cantada. Há quem já tenha anunciado um dos discos do ano; agora que ouvimos “Quarantine”, temos a certeza que é um dos mais especiais e um símbolo intenso para uma ideia muito precisa de pop futurista. Excelente!

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 18 Maio, 2012

FENSTER Bones CD / LP

€ 14,95 € 11,95 CD Morr  ENCOMENDAR

€ 15,50 € 12,50 LP Morr  ENCOMENDAR

EM BREVE: Data a confirmar

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Tal como alguns dos projectos recentes da Morr, da pop electrónica que lhe fez alguma fama saltou para alguns projectos que ilustram o mais recente caminho da pop… digamos, alternativa. E o alternativo viveu – ainda vive? – em Brooklyn, Nova Iorque e arredores, e é de lá, através dos Animal Collective ou Grizzly Bear, que vem a forma original para muitos dos grupos que tentam crescer sob a mesma agitação. Os Fenster são alemães, de Berlim, mas parte do truque desvenda-se pela nacionalidade de metade do duo: J.J. Weihl é norte-americana. Mais revelador é ser de Nova Iorque. A outra metade é Jonathan Jarzyna e representa a 100% a capital germânica. Há mais pessoas em Fenster, mas são robots na verdade. E se a geografia conta para alguma coisa, eis o resumo simplista de um projecto que procura assumir-se de colagem de objectos, como um scrapbook sonoro de sonhos pop e fantasias indie, de atmosferas juvenis e baladas emocionais. Um arraial imenso de instrumentos e não-instrumentos fazem de “Bones” um disco que quer soar a um clássico sem o querer ser. E ainda bem.


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Sexta-feira, 18 Maio, 2012

HISS GOLDEN MESSENGER Poor Moon CD

€ 15,50 € 12,50 CD Tompkins Square  ENCOMENDAR

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Hiss Golden Messenger é um intrigante trocadilho e nome de código para as actividades de MC Taylor, embora não seja um homem de se isolar quando compõe a sua música – sozinho, só em palco. Isto porque “Poor Moon” é um exuberante e luxuriante álbum, repleto de arranjos no sítio certo, demonstrando um raro sentido pop para algo que se arruma imediatamente na prateleira folk. Regularmente comparado a Bill Callahan ou Bonnie “Prince” Billy, preferimos lembrar-nos da elasticidade rock de Townes Van Zandt ou Jason Molina. Mas também do blues, porque “Poor Moon” chora também por essas estradas. Ou seja, o grande esplendor dos vários espaços abertos da América, por alguém que sabe bem o significado de etnomusicologia, ou não fosse um académico, com méritos firmados no mundo das faculdades, sobre o tema “folklore”. Terceiro álbum como Hiss Golden Messenger em parceria com Scott Hirsch, seu cúmplice também no anterior projecto Court & Spark (1999-2006).

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Sexta-feira, 18 Maio, 2012

ASTRID High Blues CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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Nem tudo na Rune Grammofon vem da Noruega. Astrïd chegam de França, depois de um passado com mais de uma década, mas com uma leve discografia e um anonimato intrigante por estas bandas. É para isso, então, que se preferem editoras maiorzinhas: “High Blues” promete o melhor Astrïd de sempre, tentando que o título seja eloquente, somando as imensas coisas que por aqui correm. A começar o álbum, um longo tema de 21 minutos que nos engana no arranque para depois explicar o porquê dos blues no título. Pensem em blues, tal como eles existem nos No-Neck, por exemplo. “Erik S.”, o segundo tema, coloca alguma melancolia satie-niana em ambiente campfire. “Suite” parece ter Faust perdido no deserto, enquanto “James” é um deslumbrante e cinematográfico passeio guitarrístico de sangue latino. “Bysimh”, a fechar, dá-nos 11 minutos de celebração circular de câmara numa espécie de folk neo-clássica. “High Blues” soa-nos a muitas décadas diferentes, mas raramente esta dispersão tem resultados tão serenos.


NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

JACKMATE Sixteen Minute Testemony / Wolfen 12″

€ 8,50 12″ Phil E  ENCOMENDAR

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Duas faixas do seu álbum “The Prodigal Son” para a – em tempos – promissora Resopal, na época (2003) guardiã de uma certa tradição old school que nunca veio realmente a deixar brilhar. Um lado house compassado com piano jazzístico em modo percussivo, todo o resto do groove bastante americano, “Sixteen Minute Testemony” não tem realmente 16 minutos mas desenvolve todo o poder house em um terço do tempo. “Wolfen” parece partir de Farben (Jan Jelinek) para uma construção progressivamente menos abstracta e movida por uma linha de baixo que, em vez de gerar groove, coloca mais uma camada de ambiente.

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

LONE Crystal Caverns 1991 12″

€ 8,50 12″ R&S  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RS1203-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RS1203-2.mp3]

Lado A retirado do seu novo álbum “Galaxy Garden”, uma continuação da metamorfose Bass em algo totalmente não contemporâneo, o que é bom. Stabs e breaks rave com alguns gritos para energia extra, mas este dificilmente seria um hino nesses tempos porque a estrutura soa demasiado complexa para um apelo acéfalo directo. No lado B há um ataque ácido com o factor cartoon potenciado pela gaguez em modo “Flat Beat”. Apitos, cowbells e harmonias Isolée do virar de século juntam-se para uma festa em que toda a gente faz coreografias com os braços. Feliz.

 

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

MOHN Mohn CD

€ 14,95 € 12,50 CD Kompakt

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A espectacular criatividade de Wolfgang Voigt continua a gerar discos com frequência. Aqui em colaboração com Jörg Burger (The Modernist) para uma série de composições que quase se diria originadas a partir do corpo de Gas (o seu projecto mais reconhecido), com resquícios de uma certa tradição ritual / industrial dos 80s (Autopsia, por exemplo) e, mais atrás, uma inesperada linha sintética de baixo muito semelhante a Jean Michel Jarre quando em plena forma na segunda metade dos 70s. Escutar o disco na íntegra é como ser testemunha da passagem de nuvens cujas formas parecem familiares. Como elas, também a música em “Mohn” não mantém a mesma forma durante muito tempo. Para acentuar o lado soturno basta referir um título como “Ambientot”, cruzamento directo das palavras Ambient e Tot (“Morto”, em alemão). Paradoxalmente, esta faixa é aquela em que a melodia mais obviamente se destaca, exercendo uma atracção que parece conduzir ao fim da linha.

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

APHEX TWIN Selected Ambient Works Volume II 2CD

€ 21,95 2CD Warp

OUVIR / LISTEN:
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Aphex foi sempre a estrela improvável do circuito electrónico, nunca cedendo a produzir os sons de massa mas por alguns instantes casualmente alinhado com eles. Por isso foi grande logo aos 20 anos e, com 23, reunia mais um lote de faixas ambientais de data incerta (muitas provavelmente ainda gravadas nos 80s quando era teenager). Há múltiplas variantes no som que ouvimos neste volume de “Selected Ambient Works”, de Erik Satie a Conrad Schnitzler, Tangerine Dream, Sakamoto (banda sonora de “Merry Christmas Mr. Lawrence”), dub, industrial e uma vibe espacial ameaçadora como em “Alien”, o filme, quando não se sabe o que acontece a seguir. Obra majestosa pela sua afirmação estética que alcança incólume o presente e pode ser detectada nas camadas e camadas de abafo que se escutam, por exemplo, em editoras como a Tri Angle e em certas coisas da Not Not Fun. Mas Aphex Twin estava sozinho, como Criador, e foi a partir dessa posição que se tornou lenda. Como que a prová-lo, o seu logotipo tradicional aparece na capa, meio sumido, em superfície metálica corroída ou rocha muito antiga. Ele já lá estava.

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

V/A The Ballad Of Genesis And Lady Jaye – Music From The Motion Picture CD

€ 15,50 € 9,50 CD Sweet Nothing

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Fabuloso documentário de Marie Losier, seguindo, sobretudo, a vida e amor de Genesis P-Orridge em torno da sua companheira e musa Lady Jaye, enquanto ambos tentaram consolidar o seu projecto pandrógeno de se fundirem num corpo dúplice. Recebeu muitos elogios e galardões – foi, inclusive, vencedor do IndieLisboa de 2011 -, e a sua banda sonora aparece também à superfície, ou não estivéssemos a falar de uma obra sobre música, também. Há quase uma vintena de temas retirados dos vários universos que Genesis habitou para além dos Throbbing Gristle – Psychic TV, PTV3 e Thee Majesty – que ajudam quase a mimetizar as sensações que temos com o filme, entre as composições ambientais aos torpedos industriais, passando pelas palavras e declamações do próprio. Passeando por estes temas, não só se tem a imagem da riqueza brutal que existe neste mundo pós-TG, como é um ponto de partida para percebermos parte importante e insubstituível da história da música desalinhada dos últimos anos. Essencial, tanto quando pode ser essencial uma compilação.

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CD: 01. “Coucou” Unknown 02. “I Love You I Know” Genesis Breyer P-Orridge, Lady J, Bryin Dall, Alice Genese, Psychic TV / PTV3 03. “BB” Psychic TV / PTV3 04. “I Am Making A Mirror” Psychic TV / PTV3 05. “Milk Baba” Psychic TV / PTV3 06. “Maybe It Smells Good or Bad” Genesis Breyer P-Orridge, Bryin Dall 07. “Boys are Girls and Girls are Boys” Psychic TV / PTV3 08. “The Truth” Thee Majesty 09. “Wisdom” Thee Majesty 10. “The Final War (Bleak Box Mix)”Lady Jaye, Genesis Breyer P-Orridge, Bryin Dall, Derek Rush 11. “Soul Searching” Genesis Breyer P-Orridge, Derek Rush 12. “White Nights” Psychic Tv13. “Mother Jack (A Children’s Story)” Psychic Tv 14. “New York Story” Psychic TV / PTV3 15. “Alien Brain (Edit)” Psychic TV / PTV3 16. “Kiss Me (Maggot Brain) (Edit)” Psychic TV / PTV3 17. “The Thin Garden” PsychicTV / PTV3 18. “Demilitarized Ozone (Edit)” Tony Conrad, Genesis Breyer P-Orridge, Edley ODowd 19. “The Orchids” Psychic TV

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

ARIL BRIKHA Deeparture In Time – Revisited 2CD

€ 17,50 € 13,50 2CD (Reedição) Art Of Vengeance  ENCOMENDAR

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Original de 1999 na Transmat, de Detroit. Aril Brikha recebia na Suécia e transmitia de volta tudo o que havia aprendido com Juan Atkins, Kevin Saunderson e Derrick May, um pouco o mesmo princípio que estes já haviam seguido com os Kraftwerk e outros europeus. “Deeparture In Time” é também próximo da mesma escola techno de Robert Hood. Dub techno mais cintilante e menos soturno do que se tornou mais tarde norma, acrescentado nesta reedição de um CD adicional. No total são 20 faixas de ciência espacial sofisticada mas simultaneamente tão perto quanto é possível de um padrão techno reconhecido por toda a gente.

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Quinta-feira, 17 Maio, 2012

SECRET CIRCUIT Nebula Sphynx / Parascopic Rope 12″

€ 10,50 12″ Beats In Space  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BIS002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BIS002-2.mp3]

Secret Circuit aqui em firme território Future Times (oiçam o beat), mas Ed Ruscha tem ideias próprias. Ele gravou como Laughing Light Of Plenty para a Whatever We Want e agora está em outra casa-forte nova-iorquina: a Beats In Space de Tim Sweeney. House cósmico e psicadélico, como Gavin Russom e Delia Gonzalez com beat. “Parascopic Rope” soa mais distante, uma jam africana nas estrelas, Gala Drop e Legowelt numa cabeça só.


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