Sexta-feira, 27 Julho, 2012

PRINCIPLES OF GEOMETRY
Burn The Land & Boil The Oceans CD

€ 16,95 € 12,50 CD (Edição Limitada) Tigersushi  ENCOMENDAR

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Sempre criticámos as referências fáceis que levam as pessoas a pegar em discos sem terem razão consciente para isso. Mas é verdade que também nós acabamos por cair na mesma ratoeira. Bom, não será bem ratoeira. Para nos desculparem, façam o favor de chamar a isto “facilitador de escolha”. Porque, no fundo, no fundo, há um niquinho de verdade quando se fazem comparações – tem mais a ver com a técnica que com a subjectividade. Quando a Tigersushi edita este disco dizendo que é uma espécie de resposta francófona aos Boards Of Canada, o assunto é, para além de irritante, inverosímil. Mas, digam lá se isto não desperta curiosidade? Manipulação 1, Verdade dos factos 0. Pessoas genéricas no meio da Natureza só nos fazem ainda mais lembrar dos Boards Of Canada, e se o primeiro tema só serve para descolar… ao segundo excerto de “Burn The Land…”, o vocoder e uma indução ao hipnotismo atira-nos para o exemplo em questão, mas a narrativa parece ir com mais balanço e intencionalidade, lembrando mais o metal dos robots que a carne humana – estão a perceber a referência a Daft Punk? Contudo, a dupla de franceses gosta da nostalgia espacial, por vezes cósmica, de tons vintage, e é por isso que tudo volta a lembrar-nos de Boards Of Canada. Se tem alguma a coisa ver? Não. Há ainda artificialismo disco, embalo balerárico e candura pop para nos obrigar a fazer o resto do exercício a pé. O resto da paisagem é pura geometria épica que nos troca as voltas. (Edição limitada em digipak de tamanho DVD.)


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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

FIRE! with OREN AMBARCHI In The Mouth – A Hand CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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Agora é a vez de Oren Ambarchi. Os Fire! – o trio de Mats Gustafsson (sax), Jonah Berthling (baixo) e Andreas Werliin (bateria) -, continua a sua caminhada de colaborações, depois de uma valente luta com Jim O’Rourke. Visto agora à distância, era óbvio que faltava uma guitarra para fornecer toda a energia que um falso power trio merece ter. Parece quase um sacrilégio alguém desejar energia quando Mats Gustafsson está num dos vértices do triângulo, mas Oren Ambarchi, uma espécie de guerreiro versátil da sua guitarra, preenche bem os espaços vazios deste galopante projecto. Feito das farpas de uma pequena digressão pela Inglaterra, “In The Mouth” parece fazer incorporar o guitarrista com uma legitimidade que nem sempre testemunhamos nestas colaborações. Ouça-se, sobretudo, “And The Stories Will Flood Your Satisfaction (With Terror)” para entender como este quarteto soube encontrar o plano certo para se impor no campo das possibilidades. No final do álbum, depois de uma hora de jazz cósmico electrificado, “I Am Sucking For A Bruise” mostra como Ambarchi pode influenciar o quarteto a ir ao encontro da sua linguagem. No final são 70 minutos de estupenda adrenalina.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

DANA BUOY Summer Bodies CD

€ 15,50 € 12,50 CD Lefse  ENCOMENDAR

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“Do Things” de Dent May afigurou-se-nos como um dos álbuns de Verão do ano. Pop doce, redonda e feliz, um clássico, como havia sido prometido nos seus discos anteriores e, finalmente, agora cumprido. “Summer Bodies” chega-nos como o disco a arrumar na mesma secção da estante de Dent May, talvez imediatamente depois, tal é o semblante de alegria solarenga (e de corpos tonificados) que desenha. E são as coordenadas tropicais aquelas que mapeiam o primeiro disco em nome próprio de Dana Buoy, responsável pela percussão de Akron/Family. Longitudes feitas de afro-beats, reggaeton, mas é talvez quando os sintetizadores, a guitarra e a bateria tomam conta e a synth pop aveludada toma as rédeas que “Summer Bodies” encontra o seu lugar ao sol.


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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

CONRAD SCHNITZLER Zug reshaped and remodeled by Ricardo Villalobos & Max Loderbauer LP

€ 14,50 LP M=Minimal

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Talvez o significado mais corrente de “Zug”, na língua alemã, seja “Comboio”, e isso foi obviamente o que Conrad Schnitzler tinha em mente ao compor “Zug” em 1978. Pode funcionar como uma versão minimalista de “Trans Europe Express” – a experiência da viagem e o som das rodas de metal nos carris está presente, se bem que sonicamente sugere alguma distância em relação à nossa posição de ouvintes, como se nos Kraftwerk viajássemos de janela aberta e, aqui, estivéssemos confortavelmente sentados num compartimento quase insonorizado. O som mais proeminente é o do apito que aparece e desaparece, provocando uma constante tensão e incerteza sobre o que se passa lá fora enquanto o comboio prossegue a marcha. Villalobos e Max Loderbauer sobem de velocidade na sua Aktion-Mix, dirigindo a composição por meio de um beat insistente que abafa ainda mais o som mecânico para provocar um estado de hipnose ao longo de quase 20 minutos em que uma noção de comboio substitui a realidade – já não sabemos se estamos de facto a bordo. Mais distantes ainda na segunda remistura da dupla, a Sorgenkind-Mix. Um título perturbador que em 15 minutos traz para a nossa cabeça todos os sons intestinos do comboio, relegando para último plano o confortável ritmo das rodas nos carris. O CD conclui-se com a junção de duas outras remisturas já editadas em vinil no ano de 2010 a partir da fusão Schnitzler-Villalobos-Loderbauer: Pole conduz um dub espectral, sim, mas bastante menos aterrador, em que a sirene deixa de perfurar tão claramente os nervos para se assemelhar quase ao tradicional trompete de Jon Hassell; Borngräber & Strüver executam a transição entre os 70s e hoje, colocando a viagem numa época mais ou menos precisa: os austeros anos 80, identificados pelo ritmo marcial. dub, rock, ácido e industrial numa concentração de 10 minutos que não deixa nunca esquecer a seriedade do projecto.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

MISSION OF BURMA Unsound CD

MISSION OF BURMA
Unsound
CD Fire

LP Fire

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Considerada uma das grandes bandas do pós-punk norte-americano, os Mission Of Burma voltaram há uns anos do tradicional hiato de quem nasceu nos 80s. Na altura da sua extinção, grandemente explicada pela lesão auditiva do seu guitarrista, tinham lançado dois petardos na cena – um EP e o seu primeiro e único álbum – no meio da convulsão agitada do punk, mexendo com a cena de Boston como mais nenhuma outra banda o fez. A história ficou escrita com músculo, muito músculo, e quando as circunstâncias começaram a desenhar um reencontro, foi também inevitável esperar novas músicas para novos álbuns. De repente, os concertos esgotados começaram a pressionar a banda para dar algo novo aos seus fãs (antigos e novos), e a partir da ligação à Matador, os originais começaram a chegar. Nunca desapontaram, mesmo que o epicentro das referências esteja a 30 anos de distância. Em 2012, agora na omnipresente Fire, “Unsound” parece dizer que não haverá morte para os Mission Of Burma. Não é preciso ter muita sorte para apanhar um tema deste álbum que sintamos que perpetua tudo aquilo que achamos necessário para continuar a fazer sentido ouvirmos Mission Of Burma nos dias que correm. Possivelmente, “Unsound” é para pessoas com coração rock com cicatrizes – da saudade, sobretudo -, mas temas como “Second Television” ou “Semi-Pseudo-Sort-Of-Plan” podem mostrar como há chamamento para outro tipo de públicos mais aprumados. Mas não esperem nada para além de um baixo que deita fagulhas metálicas e doses generosas de electricidade. Incrivelmente bom.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

JHEREK BISCHOFF
Composed CD / LP+CD

€ 15,50 € 13,50 CD Leaf

€ 15,50 € 13,50 LP+CD Leaf

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Não são todos os discos que têm introduções assim. Quarenta e seis segundos de esplendor orquestral, demasiado intenso para se esgotar assim, ao fim de menos de um minuto. “Eyes” sossega-nos por trazer o calor do ensemble de volta e espanta-nos por ter David Byrne. É o ex-Talking Heads que confessa que tem muitos pedidos para colaborações mas que raramente acontece o deslumbre: “I was knocked out by Jherek’s music”, disse. Eis um caso feliz, em como a música, e apenas a música, abre as portas que se quiserem. E talvez tenha sido esse mesmo processo, de espantar as pessoas unicamente pela qualidade da sua música, que Jherek usou para ter ainda, neste álbum, a participação de Caetano Veloso, Nels Cline, Carla Bozulich, entre muitos outros. De repente, vindo da penumbra, não há dúvidas: Jherek Bischoff assola-nos com um detalhe de escrita e arranjos que aparecem uma ou duas vezes em cada década. “Composed” pode ter a desculpa de ter sido fruto de um trabalho de ourives que levou sete anos da sua vida – eis um verdadeiro primeiro álbum -, mas não pode ser acidente que haja tanto dramatismo, tanta riqueza, tanta luxúria neste conjunto de canções que muitas vezes parecem saídas daqueles tempos em que nomes como Van Dyke Parks faziam os seus clássicos soarem imediatamente a eternas gemas. Inicialmente compostas como canções para ukelele, rapidamente se colocaram em bicos de pés com arranjos orquestrais dourados à Stephen Sondheim, mostrando uma ambição pop épica que nos faz lembrar Sufjan Stevens. As colaborações podem ajudar a vender este disco, mas esse pode ser o mais injusto motivo para nos deleitarmos com “Composed”. Uma surpresa absoluta e um álbum para marcar 2012 sem qualquer dúvida.

Ainda disponível:
JHEREK BISCHOFF & DAVID BYRNE “Eyes” (Ed. Limitada e numerada) – 7.95 eur 6.50 eur

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

S.F.V. ACID
S.F.V. #2″ CD / MLP

S.F.V. ACID
S.F.V. #2
CD Post Present Medium – 11.50 eur
MLP Post Present Medium – 19.95 eur

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Chegámos a SFV Acid através de “New West Coast”, há coisa de um ano, altura em que imediatamente associámos o trabalho de Zane Reynolds a uma espécie de extensão americana dos Hype Williams por via de uma escola Ariel Pink. Era um álbum desconexo, com temas que tanto eram acid, como exploravam aquele lado r&b melodramático dos Hype Williams. Ficou-nos na memória, sobretudo por estar um pouco fora da realidade da dança-indie norte-americana da actualidade, mas também por dar uma abada a tudo o que do género estava a acontecer (Tri Angle, por exemplo). Passou-se um ano e muita coisa mudou, SFV Acid saiu do anonimato e tornou-se num dos nomes mais interessantes a sair desta escola de música de dança, editou um maxi na 100% Silk que é de longe um dos melhores desde os primeiros lançamentos da editora. “#2” é o seu regresso à Post Present Medium, precisamente depois de “New West Coast”. Mas há muita coisa a separar os dois lançamentos, este álbum é composto por ideias mais sólidas e coerentes, constrói uma narrativa e não é tanto um boião de ideias a fervilhar, como acontecia com “New West Coast”. “#2” é acid-house por via do melhor que vai acontecendo nos últimos tempos. Não há costela de house 90s manhoso a acompanhá-lo, só uma dose de influências boas e confluências de géneros que afastam a possibilidade de um som genérico. É o tipo de ousadia que nos faz lembrar Heatsick, Helm e até Ital dos dois primeiros maxis. Só que muito mais focado.


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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

ANIMAL COLLECTIVE Honeycomb / Gotham 7″

€ 6,50 7″ Domino

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RUG477-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RUG477-2.mp3]

“Honeycomb / Gotham” foi revelado há cerca de dois meses, num site onde se poderia ouvir online os dois novos temas dos Animal Collective. Esse site tem também servido como apoio para as novidades em relação ao novo álbum da banda, “Centipede Hz”, que vai sair já no início de Setembro. A grande novidade do décimo disco (sim, dez!!!!) dos Animal Collective é que a formação completa volta a estar reunida, algo que não acontecia desde o álbum de 2007, “Strawberry Jam”. Estes dois temas do 7”, respeitando a tradição, não serão incluídos no novo álbum, são sim uma espécie de adiantamento do que está para vir. E, também como é tradição, os temas que costumam sair entre álbuns não são propriamente uma amostra daquilo que está para vir (se fosse diríamos que é um disco mais na lógica de “Strawberry Jam” do que de “Merriweather Post Pavilion”). Mas por aquilo que ouvimos há cerca de um ano, quando actuaram no CCB (e aí sim, a tradição costuma dizer que os temas que tocam ao vivo antes do lançamento dos álbuns, costumam estar presentes nele), vem aí grande disco. Amostra ou não, “Honeycomb / Gotham” cumpre aquele jeito dos Animal Collective de editarem só coisas muito boas. Os EPs, singles, são apenas peças mais soltas de um talento inesgotável. Obrigatório, como sempre.

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

JAHILIYYA FIELDS Unicursal Hexagram 2LP

€ 18,50 2LP L.I.E.S.

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LIES011-1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES011-1-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES011-1-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES011-1-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES011-1-5.mp3]

Música para os ouvidos em mais do que um sentido. Álbum não-house numa das editoras house mais celebradas do momento, a Long Island Electrical Systems (exibe sempre orgulhosamente nos rótulos a silhueta de Long Island). Perfeitamente alinhado com muito do que acontece hoje em dia em editoras como a Digitalis ou a Spectrum Spools, explorações no além-Espaço continuadas a partir dos escritos de músicos sobretudo activos nas décadas de 70 e 80. Como chamar futurista a um disco feito dessas referências? É preciso ver que há pelo menos uma década que ninguém consegue mexer consequentemente nos parâmetros das máquinas sonoras de imaginar Futuro. Nesse sentido, são ainda os sons sacados de máquinas que já foram ao Espaço e regressaram aqueles que mais impressionam pela solidez das suas imagens (isso mesmo: imagens). Matt Morandi transmite de forma irrepreensível toda essa cultura num disco apropriadamente embalado em sentidos esotéricos que a nossa cabeça vai descodificar da forma que melhor corresponder ao desejo interior de cada um. Não percam.

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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

PAL+ The Forest / Inside 12″

€ 8,50 12″ One Eyed Jacks

OUVIR / LISTEN:
CLIP1CLIP2CLIP3

Estreia dourada de Pal+ (Portugal) na editora dos Photonz, um híbrido de bass & breaks com energia cósmica e um cartão de apresentação clássico desde o primeiro minuto. IDM, ácido escondido, dub e poder rítmico em duas faixas que só acrescentam qualidade ao catálogo One Eyed Jacks. Snuff Crew puxam por esse poder rítmico numa remistura fetichista para “The Forest” chamada Drum Jam. Bonito. E o rótulo é desenhado, como sempre, pelo Márcio Matos.


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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

PAMPIDOO / TAPES “Pampidoo / Tapes” 7″

PAMPIDOO / TAPES
Ghetto Rock / Brain Hunger Riddim
7″ Meeuw Muzak – 6.95 eur

Jackson Bailey (Tapes), de Londres, produz o histórico Pampidoo, com a voz triturada pelo efeito – fica a parecer uma espécie de gremlin agitado, não exactamente simpático mas sem querer mal a ninguém. Produção nos limites do clássico a fazer lembrar o período de consolidação do dancehall digital na segunda metade dos 80s. Londres era, na verdade, um centro activo com alguns estúdios de produção a ombrearem com a terra-mãe da Jamaica. Sintam bem o instrumental: passado e futuro coesos, mesmo muito coesos.

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MM041-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MM041-2.mp3]

 


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Sexta-feira, 27 Julho, 2012

MAX D Orgies Of The Hemp Eaters 12″

€ 9,95 12″ Future Times  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FT013-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FT013-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FT013-3.mp3]

Maxmillion Dunbar de volta na Future Times, uma editora da qual nunca conseguimos desviar a atenção desde o primeiro disco (precisamente de Max Dunbar, em 2008). É uma interpretação psicadélica e ligeiramente tripada do legado analógico da música de dança, neste maxi de Max D mais orientada para house. Pormenores ricos, construção cuidada, o groove nunca descuidado e, no tema-título, linha de baixo literalmente em respeito ao que acontecia de espectacular a meio dos 90s.


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Quarta-feira, 25 Julho, 2012

GARY HIGGINS Red Hash CD / LP+7″

€ 15,50 € 12,95 CD Drag City

€ 18,95 € 16,50 LP Drag City

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DC295CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC295CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC295CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC295CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC295CD-5.mp3]

O nome de Gary Higgins ganhou contornos míticos um pouco depois de ouvirmos a versão de Ben Chasny para “Thicker Than A Smokey”, tema de abertura deste “Red Hash”, disco único na carreira de Higgins, editado em 1973 (houve um segundo, já neste século, editado também pela Drag City, mas não faz parte da história-mito). Reeditado primeiro em CD, seguiu-se uma edição em vinil com um 7″ que continha duas canções que eram bónus no CD (“Don’t Ya Know” e “Last Great Sperm Whale”), mas depressa esgotou. Agora, sensivelmente quatro anos depois, a Drag City resolveu presentear-nos com mais cópias dessa edição LP+7″ – uma das grandes recuperações folk das inúmeras recuperações folk que nos passaram à frente dos olhos nos últimos 12 anos. Higgins não é só “Thicker Than A Smokey” (embora toda aquela onda hippie-meio-desolado-perdido-charrado (ou sabe-se lá mais o quê) esteja aí com uma presença edificante), existe mais uma mão cheia de canções para voltarmos regularmente a “Red Hash”: “Cuckoo”, “Telegraph Towers”, “Windy Child”, “Stable The Spuds” e “Unable To Fly”. Sólido representante de um tempo que desapareceu da escrita de canções.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quarta-feira, 25 Julho, 2012

ARIEL PINK’S HAUNTED GRAFFITI Baby 12″

€ 7,50 12″ 4AD  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BAD3227-1.mp3]

“Baby” de Donnie & Joe Emerson é uma das canções de 2012. Primeiro surgiu numa versão em “Black Is Beautiful” de Dean Blunt & Inga Copeland; depois ficámos a conhecer o original através de “Dreamin’ Wild”, óptima reedição pelas mãos da Light In The Attic, agora é a vez de Ariel Pink conquistar-nos com a sua versão, combinando com Dam-Funk a fórmula para uma das grandes versões deste ano. “Baby” encerra “Mature Themes” (o próximo disco de Ariel) e é daquelas canções que parecem ter sido escritas para serem interpretadas por Ariel, enquanto síntese de um estado de espírito criativo que o ilumina actualmente. “Baby” não é demonstrativo de “Mature Themes” (vem aí disco incrível), mas o modo como Ariel despe uma canção que no original já está praticamente nua (é muito frágil) é apaixonante, quase como súmula do seu momento actual de elevação. Um maxi só para “Baby”. Às vezes as grandes canções têm de se ouvir sozinhas.

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Quarta-feira, 25 Julho, 2012

LES RALLIZES DENUDÉS Heavier Than A Death In The Family 2LP

€ 30,50 € 13,95 2LP Phoenix

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ASH2LP3037-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASH2LP3037-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASH2LP3037-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASH2LP3037-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASH2LP3037-5.mp3]

Os Les Rallizes Dénudés são como que um “objecto” estranho. Durante décadas foram vítimas de um culto excessivo por parte de uns quantos coleccionadores, nome praticamente desconhecido porque nunca tiveram realmente uma edição oficial e tudo o que se poderia encontrar eram edições com um carácter mítico de registos ao vivo compilados por uns quantos aficionados. Foi sempre assim, em crescendo, como um passa-palavra que quando chegou à internet rebentou. Em parte deve-se a Julian Cope (um dos tais apaixonados por Les Rallizes Dénudés) que sempre lhes deu atenção no seu site e um especial lugar no seu livro dedicado ao rock japonês “Japrocksampler”. Depois disso, o número de edições aumentou consideravelmente, começaram a surgir edições de discos há muito descatalogados e bootlegs de bootlegs. “Heavier Than a Death In The Family” é um desses casos, recuperado pela Phoenix, uma editora de bootlegs essencialmente japoneses, que nos tem feito chegar uma série de discos das décadas de 70/80 difíceis de encontrar em qualquer formato. “Heavier…” é um dos álbuns mais míticos dos Les Rallizes Dénudés, gravado essencialmente em 1977 (um dos temas é registado em 1973), onde constam alguns dos temas mais míticos de Mizutani Takashi (o mentor do projecto). A sequência do primeiro LP é especialmente feliz, “Strong Out Deeper Than The Night”, “The Night Collectors” e “Night Of The Assassins” tocam de seguida, quarenta minutos de música abençoada, onde o mau registo das gravações mais o reverb pesadíssimo combinam num groove único, singular nos registos captados dos Les Rallizes Dénudés. Das reedições mais essenciais dos últimos anos, agora com um preço incrível.

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