Segunda-feira, 21 Janeiro, 2013

V/A Into The Light: A Journey Into Greek Electronic Music Classics & Rarities 1978-1991 2LP

2LP Into The Light

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Compilação para chorarmos um bocadinho de história e pouparmos imenso trabalho com este mergulho intenso na música electrónica grega de 1978-91, um autêntico baú para se compreender muito do que se tem feito com sintetizadores (na pop, disco, ambiente e na reinvenção do kosmische) nos últimos anos. Ao todo são doze temas numa edição bem cuidada e seleccionada, com muito terreno de obscuridade: que nos permite evitar a lógica Vangelis (também sempre bem-vinda, mas essa é relativamente fácil de conhecer) e a sua família. Trabalho de ouro. É quase angustiante sentir que as coisas boas chegam quase todas no final do ano :)

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Sexta-feira, 14 Dezembro, 2012

VLADISLAV DELAY Kuopio CD

€ 17,50 € 13,95 CD Raster-Noton   ENCOMENDAR

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Os primeiros sons de “Kuopio” parecem dizer que Delay ajustou as suas máquinas para a Raster-Noton. Uma ligeira batida exume algumas regras da casa de Alva Noto, mas o som simula também aquele bafo orgânico tão característico do finlandês. Mas se é verdade que o início parece dar-nos uma mudança de rumo, depressa o som de Delay impõe-se e voltamos a estar num terreno seguro e confortável. É incrível estarmos para aqui novamente a dizer maravilhas de um disco de Vladislav Delay – a sua face Luomo parece ser, nesta altura, a que menos nos entusiasma -, mas disco após disco – e já são muitos! -, somos deslumbrados pelo poder das suas ideias, e de como estas se podem explicar sempre de maneira diferente. Voltando ao álbum, a tensão rítmica é de tal modo inebriante que só pensamos na autoridade matricial do grande Mark Fell. Desse ponto de vista, este é um disco que não se perde – no bom sentido – em ambientalismos, procurando em vez disso definir novos padrões techno, menos derivativos e mais certeiros. Mais do que ser um excelente disco, “Kuopio” traz algumas óptimas novidades ao som de um dos nossos músicos favoritos. Essencial para quem se sente próximo da música de Vladislav Delay.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

ONEOHTRIX POINT NEVER Rifts 3CD

€ 19,50 3CD Software  ENCOMENDAR

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Já falámos três vezes de “Rifts” nas nossas newsletters. Quando tivemos a primeira remessa do duplo, quando o colocámos no topo dos melhores discos do ano – apesar da sua natureza compilatória -, e depois quando reapareceu em nova tiragem depois de alguns anos sem o termos. Eis a quarta e merecida vez. “Rifts” em versão tripla, arrumando de modo definitivo o arranque da carreira magistral de Oneoxtrix Point Never. “Betrayed In The Octagon”, “Zones Without People” e “Russian Mind”, os três primeiros álbuns do projecto, dispostos como devem estar, em cada disco, para nosso conforto. Ainda assim, alguns extras da anterior versão voltam a estar aqui – splits, singles, cassetes, cdr. Mas há mais seis raros temas que nunca tiveram reedição. Se ainda não têm a anterior versão, esta é mesmo a não perder, pois a carreira de Oneohtrix Point Never é irrepreensível de fio a pavio.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

SCOTT WALKER Bish Bosch CD+LIVRO

€ 14,50 CD+LIVRO 4AD

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Esperar um álbum de Scott Walker tem-se tornado um hábito para quem gosta da sua música. Com toda a questão da reclusão e errância já colocada de lado – o documentário “30th Century Man” de 2006 já tinha explicado como a falta de informação para a imprensa se transforma automaticamente em mitologia walkeriana-, a espera tem sobretudo a ver com o meticuloso e laboratorial processo de trabalho que Scott Walker imprime às suas obras. Aproveitemos ao máximo as imagens que saem das sessões de estúdio – quantos músicos revelam assim os truques do seu trabalho? – para perceber a pesquisa sonora percorrida pela equipa de músicos e técnicos. Instrumentos estranhos, raros e impossíveis parecem seguir um masterplan rigoroso para tecerem um novo cosmos musical, feito de novos sons, novas texturas, novas captações sonoras. Este laboratório parece experimental e arriscado, mas essas têm sido as peças-chave para as dramaturgias de Scott Walker desde “Tilt” – isto se não quisermos abordar a complexa estruturação rítmica de “Scott 4″. Tensão demolidora, silêncio pesado, ambiente electrificante, todo o álbum é avassalador, surpreendente e original. Passaram 6 longos anos sobre “The Drift” e Scott Walker continua a mostrar-se como um dos poucos compositores de canções que prefere rasgar o que foi feito e começar tudo de novo. Ouçam “Bish Bosch” sentados na vossa sala, com um sistema de som que não tenha colunas de um computador ou auscultadores de iPod, e preparem-se para uma viagem única e trepidante. “Bish Bosch” é mais uma obra-prima feita pelo génio absoluto de Scott Walker. Imprescindível.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

NURSE WITH WOUND A Sucked Orange / Scrag 2CD

€ 19,50 € 16,95 2CD United Dirter

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Aos poucos, sem nenhuma ordem aparente – o que também tem a sua piada -, as reedições do espólio Nurse With Wound surgem à nossa frente, repondo alguma lógica de mercado, mesmo quando este se rege pelo acaso. Na Dirter é reeditado um dos mais estranhos lançamentos do projecto de Steve Stapleton, um disco que ilustra bem todo o universo sonoro dos NWW. Funciona como uma espécie de catálogo, feito de pedaços, ideias, esboços, peças que completam puzzles desconhecidos. Na verdade, são sobras de anteriores discos, expostos com clareza e simplicidade, num processo de honestidade e transparência, revelando pontos de partida possíveis, tijolos para construções musicais que acabam por existir unicamente na nossa cabeça – uma estratégia bem ao gosto de Stapleton. Para quem anda a tentar completar – o mais possível – a discografia, eis a oportunidade irrecusável de ter este compêndio de 1989. E se esta edição era já importante, mais ainda se torna com a “oferta” de outro lançamento ainda mais raro. “Scrag!” tinha visto a luz do dia apenas em cassete, em 1987, e apesar de estar próximo da colagem sonora de “A Sucked Orange”, vai bem mais longe em termos composicionais, e foi uma surpresa descobrir esta pérola. Para fãs, e para quem sabe o que quer destas coisas.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

STELLAR OM SOURCE Image Over Image 12″

€ 8,50 12″ Rush Hour

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De Stellar Om Source esperamos tudo. Passou de diva pioneira da música cósmica como é digerida no século XXI para uma mudança mais orientada para o techno/house muito tripante. Percurso que também é muito natural em muitos músicos desta geração que cresceram com uma estrutura rock mas que face à inexistência (ou utópica inexistência) de barreiras entre tantos géneros começaram a evoluir naturalmente para a música de dança. Este disco de Stellar Om Source tardou em sair (disseram-nos em Abril que ia sair em Setembro e só chega agora no final do ano) mas valeu a pena a espera. “Image Over Image” é uma colecção de quatro temas de psych-house, alguns deles próximos da perfeição (“Club 5-7″ e “Heatwave”). Uma excelente escolha para sedimentar o lugar da Rush Hour na vanguarda desta nova escola. Depois de Inga e Dean dos Hype Williams e de Heatsick, é a vez de Stellar Om Source triunfar. E que triunfo.

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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

ANDREW BIRD Hands Of Glory CD

€ 12,50 CD Mom + Pop  ENCOMENDAR

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Menos polido, mas – também por isso – cândido e apegado a raízes mais tradicionais, “Hands Of Glory” chega-nos como complemento de “Break It Yourself”, lançado em Março deste ano, assumindo-se como um exercício que faz loop sobre as coordenadas do seu antecessor, não tanto para aprofundá-las, mas para sublinhar um desejo de regresso a casa, que aqui é ainda mais literal e tangível. Essa familiaridade vem não só da revisitação dos seus temas, mas também de outros que fazem já parte do cancioneiro americano (como “If I Needed You”, de Townes Van Zandt – parece que dirigido mais a Deus do que a um amor perdido). Há a sensação de que Bird e a sua banda desfizeram as malas e se instalaram nas margens do Mississipi e, mais do que ponto de passagem, aquele parece ser o sítio do eterno crepúsculo.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

HIEROGLYPHIC BEING The Lost Transmission 12″

€ 8,50 12″ Morphine  ENCOMENDAR

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Há anos seguidos que Jamal Moss é um verdadeiro guardião das correntes ancestrais. A sua pesquisa, técnicas e sons são absolutamente únicos e frequentemente sem compromisso algum com a pista de dança. Tanto respeito pela matriz house como pela distorção das máquinas, e o resultado, para não-iniciados, pode soar esquizofrénico. O seu som está formado há muito, pelo que não há choque para ser sentido mas sim o conforto de uma personalidade que não verga para ser sonicamente simpática. Um lado lento e pesado, as máquinas dizem o que têm para dizer, não precisamos de entender do mesmo modo que não precisamos de entender uma língua exótica para sentir emoção por músicas distantes. O outro lado (“Cosmic Bebop”) liga, na cabeça de Jamal Moss, uma tradição jazz à pulsação techno que acompanha um ritmo cardíaco ligeiramente elevado. Todo o discurso está nos entretantos, é preciso escutar como deve ser.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

PROFESSOR GENIUS Hassan 2×12″

€ 16,50 2×12″ L.I.E.S.

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Fresco ainda dos quatro maxis que editou na MMT, Jorge Velez (Professor Genius) concentra-se no fio celestial com que fez nome há alguns (poucos) anos e aproveita uma vaga temática oriental para situar a acção que construimos na cabeça ao escutar este álbum. Faixas como “The Valleys Of Paradise” recordam inevitavelmente o jogo ambiental de Delerium, um projecto paralelo dos Frontline Assembly no final dos 80s / início dos 90s. Na época a motivação era claramente o comentário político a toda a tensão no Médio Oriente, em especial desde a primeira invasão do Iraque em 1990, era uma espécie de tentativa de convivência, através do som, com paragens muito distantes e que preocupavam muitas mentes ocidentais. Apesar de a tensão na zona não ter diminuído, não parece ser pelos mesmos motivos que ouvimos em “Hassan” muitos tons orientais, até porque estes talvez apareçam mais por via de Tangerine Dream e Klaus Schulze do que por alguma razão mais tangível junto à terra. Marcos Cabral acrescenta motorização house ao remisturar uma faixa; Steve Moore e Steve Summers remisturam outras duas mas o passo já se encontra mais próximo dos originais de Professor Genius. Muita gente no Espaço, hoje em dia, talvez seja mesmo por aí que um dia vamos embora.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

THE DIGITAL KID VERSUS THE WORLD
Minor Digital Experiment CD

€ 10,50 CD Classic  ENCOMENDAR

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Luke Solomon revisita o seu antigo alter-ego (1997, por aí), procurando fechar a sua produção com este nome através de um álbum só com material novo. Na recentemente renascida Classic, este disco vem não só lembrar como esta editora foi importante mas como Solomon continua a produzir house de forma única. Pegando em soluções e técnicas usadas pelos Freaks (de que ele também faz parte), ouvimos 11 faixas excepcionais, talvez até um pouco abandonadas no singelo envelope de cartão que constitui a embalagem do disco. Ideias aparentemente inesgotáveis em música para dançar que convoca tempos gloriosos de fausto no circuito (anos 90) sem comprometer o toque vanguardista que Solomon sempre teve. Retira do passado apenas os elementos necessários de reconhecimento para a marcha em direcção ao futuro. Bom.


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Sexta-feira, 7 Dezembro, 2012

STEVE MOORE Panther Moderns 12″

€ 8,95 12″ L.I.E.S.

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Maxi adiado há vários meses, e por isso ainda tem um número de catálogo “antigo” na L.I.E.S. (010), mas, como quase todos os discos da editora, não tem pressões de data para se identificar com uma época. Steve Moore arranja três faixas discretas de subtileza meio cósmica meio trance (“Beyond Tyken’s Rift”), trabalha bem a emoção épica que alguns produtores de hoje gostam de cultivar para alargar horizontes. Não é um disco terrivelmente inovador, mas vai fazer-vos ver dragões, vulcões e imagens aéreas de extensas planícies desertas.


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Quarta-feira, 7 Novembro, 2012

PANZERPAPPA Astromalist CD

€ 16,50 € 12,50 CD Rune Grammofon

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Os Panzerpappa já têm mais de uma década de existência, mas a sua actividade discográfica tem sido reduzida e só com a sua passagem para a Rune Grammofon – uma editora que merece a nossa atenção mensal – é que tem finalmente os holofotes das gentes internacionais. Encontram este quarteto – ampliado a um grande ensemble graças aos seus muitos convidados – quase sempre na zona do rock progressivo, mas se isso está latente em muito do seu groove, é também verdade que em alguns temas o som abre-se, sobretudo quando os instrumentos aumentam em quantidade. O sentido orquestral tanto nos dá um certo sentimento Jagga Jazzist como parece ter músculo e destreza para soar a uma banda sonora imaginária. Quase sempre energético, cheio de ângulos e curvas difíceis – eis o lado prog da coisa -, os Panzerpappa já conquistaram Chris Cutler e algumas conotações aos Soft Machine (não achamos) e aos Caravan (talvez sim).


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