Quinta-feira, 11 Julho, 2013

PASCAL COMELADE El Pianista Del Antifaz CD

€ 12,50 CD Because

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BEC5161394-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BEC5161394-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BEC5161394-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BEC5161394-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BEC5161394-5.mp3]

Com uma discografia quilométrica, que vai até ao dealbar dos anos 80, Pascal Comelade tem sido quase sempre um músico de som único e intransmissível, reconhecido imediatamente sempre que usa os seus instrumentos infantis. E embora não seja o único músico a usar um piano de brincar ou uma corneta de plástico, talvez não haja mais ninguém que use tão bem este tipo de instrumentos menos dignos. Tem editado na Because – etiqueta francesa que alberga tanto os Klaxons, Justice como Daft Punk -, e este é o primeiro álbum a solo desde “A Freak Serenade”, de 2009. Depois desse houve um punhado de álbuns em colaboração, e em 2013 este “El Pianista Del Antifaz” traz de volta Pascal Comelade e uma grande troupe de animadores e músicos. Electrizante e contagiante, apetece dizer a cada tema: quer seja nos momentos de explosão latina, como quando nos abraça para uma serenata. Elegantemente produzido, nada do que gostamos de Comelade está cá em falta – temos as suas conhecidas valsas, o futurismo anacrónico, e uma felicidade que só este tipo de fanfarra qualificada nos parece dar. Sempre bem-vindo, este Pascal.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

MANUEL MOTA + JASON KAHN Espírito Santo CD

€ 12,95 CD (limitado a 250 ex.) Mazagran

A história musical de Lisboa, a que interessa, tem passado nos últimos anos pela Avenida da Liberdade. Não falamos do Tivoli ou São Jorge, que também têm concertos, em modo esporádico e para públicos mais alargados e automáticos. É num local menos nobre, e em ruína, que pertence a um banco – leiam novamente o título deste álbum -, que diversos acontecimentos têm animado algumas das nossas noites. Entregue a vários artistas até que outros voos determinem o futuro do edifício, é na cave que os amantes de música experimental têm convergido. O local é sombrio mas reserva uma acústica formidável – quase cisterna -, convidando a concertos regulares e a gravações. Num dia de Outubro, em 2009, Manuel Mota juntou-se a Jason Khan para uma sessão de guitarra com percussão e sintetizador analógico. De Mota já dissemos tudo e quem o conhece sabe o detalhe do seu dedilhar, sempre em contenção soberba de som e emoção, de Kahn apenas dizemos que cumpre o respeito pelo espaço da guitarra e, também, pelo espaço à volta. Como sempre, a acústica é o terceiro elemento sonoro, e aqui sente-se como ambos os músicos conseguem tecer um som comum, unido pela reverberação. Dois temas documentaram brilhantemente este acontecimento para nós. Óptimo.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

TOM JOHNSON Orgelpark Color Chart CD

€ 12,95 CD Mazagran

Em Amesterdão, o Orgelpark não é um parque verde ou jardim; é um centro de artes, ocupando Parkkerk – uma igreja centenária, restaurada em 2005. Tem quatro órgãos fenomenais, o que faz deste local um ponto central para organistas, apesar de terem outro tipo de concertos na sua programação. Em 2010, o grande Tom Johnson ocupou os quatro órgãos para esta gravação, compondo uma viagem verdadeiramente hipnótica através da nota Dó, pelas diversas oitavas dos instrumentos. São longos minutos de completa espiritualidade musical, longe de religiões e outros significados, deixando-nos estarrecidos pela lenta e inexorável marcha de uma nota apenas. Numa altura em que Ernstalbrecht Stiebler parece ganhar alguma notoriedade, é bom ver Tom Johnson reforçar a importância da verdadeira música minimal com esta fulgurante criatividade, deixando o seu cunho pessoal também neste século. Imponente.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

KEVIN DRUMM Imperial Distortion 3LP

€ 31,50 LP Hospital Productions

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Existe “Selected Ambient Works Vol. II” de Aphex Twin e depois existe “Imperial Distortion” de Kevin Drumm. Drumm nunca teve – e provavelmente nunca terá – o culto e a aceitação comercial de Richard D. James, mas o trabalho que tem desenvolvido há mais de uma década coloca-o no altar dos grandes da electrónica. “Imperial Distortion” é o seu álbum mais mítico e também um dos mais difíceis de arranjar. Já teve algumas reedições, já esgotou imensas vezes, mas a sua qualidade, actualidade e sentido de oportunidade mantém-se. Não falamos no trabalho de Aphex Twin por acaso, mais do que criar uma reunião de excelência de temas ambientais, Drumm fê-lo sem a via condensada e formatada de canção de Aphex Twin (mal nenhum nisso). E isso é, à sua maneira, eloquente e genial. “Imperial Distortion” não é composto por peças “ambient”, é um veiculo para Drumm distorcer alguma da sua música e caminhos por onde passou: há noise – e o noise também pode ser ambient – como nunca ouvimos; há library music com músculo; há drone; e há um sentido de industrial, mais metafísico do que outra coisa qualquer. Só que nada disto se sente, nada disto está ali para nós agarrarmos. São sentimentos esparsos que a música solta através do seu movimento, faíscas que saem de cada pensamento que Drumm solta (oiçam “More Blood And Guts” com atenção e acreditem que não vão querer ouvir mais nada durante a vida inteira) e que constroem a distopia aqui presente. O disco todo é uma paisagem a acontecer à nossa frente, uma banda-sonora para o apocalipse mais lento de sempre: porque nunca vai acontecer. “Imperial Distortion” está tão consciente disso, desse não acontecimento, que se consegue elevar acima das imagens e daquilo que queremos construir com ele. Tem cinco anos e durante esses cinco anos são inúmeros os discos incríveis que existem graças a “Imperial Distortion”. É um marco na música electrónica e um dos discos mais bonitos, à sua maneira, deste século. Essencial é pouco, este é daqueles que mudam uma vida.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

KAT EPPLE & BOB STOHL Sanctus Spiritus LP

€ 17,95 LP Pre-Cert Home Entertainment

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Há algum tempo que não tínhamos novidades da Dead-Cert, uma das editoras onde Andy Votel (Finders Keepers) canaliza e partilha as suas descobertas. Esta tem sido mais dedicada à electrónica e de certa forma vive em paralelo com algumas edições da Finders Keepers. “Sanctus Spiritus” não é uma reedição como os anteriores lançamentos, mas uma colectânea de temas escolhidos por Votel representativos da dupla Kat Epple & Bob Stohl, dois músicos que compuseram para Carl Sagan e fizeram peças para planetários e documentários. A descrição do seu trabalho por si só desmonta o que fizeram: electrónica cósmica / progressiva. Não muito por onde escolher para os documentários para televisão dos anos oitenta. “Sanctus Spiritus” é mais um disco para os apaixonados do género, principalmente aqueles que apreciam os resultados de sons de ambientes mais caseiros e uma mistura aconchegada de elementos acústicos com electrónica. Quando Kat Epple & Bob Stohl conjugam isso para usufruto cósmico é realmente especial. Não é tanto nos seus momentos mais progressivos, onde é claramente new age e datado. Contudo, os momentos bons superam os maus (em qualidade e quantidade) e tornam “Sanctus Spiritus” em mais uma recolha absolutamente essencial por Votel & co.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

Ü Great Dose Of Monotonous Techno LP

€ 16,50 LP Digitalis

Depois de há sensivelmente um ano a Digitalis ter reeditado Frak, a editora norte-americana volta-se outra vez para os sabores techno nórdicos dos anos 1990, regressando à Börft, mas desta vez pegando numa cassete de Ü (Joel Brindefalk). Sem desrespeitar o trabalho da Digitalis, é uma pena que catálogos como os da Börft precisem de ser absorvidos por rótulos e catalogações para serem descobertos e engolidos por tendências: isto porque, mais do que noutros casos, o catálogo da Börft foi sempre adequado, influenciador e incólume às modas. E estas reedições acabam por mostrar como certos rótulos são essenciais para a sobrevivência de alguma electrónica, não só a actual, mas principalmente a do passado. O que antes era techno, agora é outra coisa qualquer e isso desperta a curiosidade. A música, essa, resiste. E “Great Dose Of Monotonous Techno” mantém-se, após estes anos todos, como quarenta minutos desligados da realidade, máquinas que constroem um som fluente mas que é frequentemente inesperado. Brindefalk cria atmosferas descontroladas com uma total imprevisibilidade em relação àquilo que vamos ouvir nos trinta segundos seguintes. O que importa realmente aqui é a fluência com que tudo acontece, há cortes na música, sim, mas o som conduz-se por uma ética sensorial que se conjuga com as emoções do ouvinte. É, er…, “groove mental”. Música mutante mas fixa nas suas raízes techno. Os noventa criaram tanta electrónica de excelência.

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http://api.soundcloud.com/tracks/93064575

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

400 BLOWS Declaration Of Intent 12″

€ 6,00 12″ Illuminated Records (ILL3012)

Exemplares originais de 1984 em excelente estado!

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=jGYfI9cU69Y?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>

400 Blows acompanharam naturalmente a transição do pós-punk para a cena industrial e, mais tarde, para um formato house já como Moody Boyz. Mai para a frente ainda, Tony Thorpe explorou outros beats com a editora Language (liga a à SSR). Neste período, porém, 400 Blows estavam próximos de A Certain Ratio, 23 Skidoo ou Shriekback num tipo de som abertamente devotado ao Funk, incorporando larga influência de dub, alguns ritmos latinos, orientais e africanos Música essencialmente percussiva e que retirava da sombra um género mais enfiado em questões político-sociais e desencanto nos anos Thatcher e Reagan. Não que isso desaparecesse da mensagem, foi a música que se tornou mais extrovertida e dançável, foi uma tentativa (conseguida) de fusão com uma realidade (a dos clubes para dançar) habitualmente associada ao que se chamava genericamente “música comercial”. Pareciam universos irreconciliáveis mas, algures, alguém sempre desmistificou essa ideia e procurou o melhor dos dois mundos. Oiçam parte da versão mais dub, em cima, para uma visão de comunhão.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland III / III 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-3.mp3]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland II / III 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262B-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262B-2]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland CD

€ 15,50 € 12,50 CD Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-5.mp3]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Segunda-feira, 8 Julho, 2013

COLA & JIMMU Enigmatic CD

€ 12,50 CD Herakles Records

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HRKL-001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HRKL-001-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HRKL-001-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HRKL-001-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HRKL-001-5.mp3]

Nicole Willis & Jimi Tenor, casal produtivo há muitos anos, apresentam um álbum de base house com a voz soul de Cola e os sons analógicos característicos de Jimmu. Duas canções para 2013, logo, em “369 Grind” (junção perfeita da vibe hedonista Disco com a cena house NY com a qual Jimi Tenor andou metido via Maurice Fulton) e a balada house crepuscular “Tombstone”, um tom grave de cemitério como cenário para um encontro. Logo a seguir, “So Refined” celebra o (mesmo?) encontro à mesa de um restaurante com ostras no prato e a companhia um do outro. Não se esqueçam que eles são um casal e a letra pode bem ser verdade. Um toque de autotune em “Brooklyn Girl”, com Nicole a relembrar as suas origens, será sempre uma rapariga de Brooklyn em qualquer parte do Mundo. Raízes. “Enigmatic” parece pensado para ser um álbum médio, “nada de especial”, sem modernidade forçada a justificar estatuto pop contemporâneo. São Nicole e Jimi a trabalhar juntos e quem os segue vai sentir que este álbum flui maravilhosamente, não necessita de se posicionar de forma a ter cabeça e ombros acima de outros com ajuda de plataformas de marketing. É o que é, um manifesto de honestidade. Nós gostamos muito.

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Segunda-feira, 8 Julho, 2013

PRINS THOMAS Bobletekno & Flau Pappadans Versions 12″

€ 8,50 12″ Full Pupp / Sex Tags

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FPST-2-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPST-2-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPST-2-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPST-2-4.mp3]

“Bobletekno” em duas versões dub finlandesas por Kambo Super Sound, puxando numa delas o som de melódica Augustus Pablo para o Norte da Europa. Nada de especialmente memorável. Plus One faz a outra remistura em compasso Disco-house aberto, vistas largas, algumas cordas a sustentar o ambiente, de novo nada de transcendente, apenas uma boa malha para fazer crescer um set. AGORA, quando chega a vez de DJ Fett Burger mexer em “Flau Pappadans”, uma cena meio house descarnada meio kraut do álbum “Prins Thomas 2″, ele vai transformar o que era um esqueleto (embora um belo esqueleto) num corpo robusto com cabeça psicadélica cheia de criatividade a acontecer. Incrível e, além disso, simboliza da melhor maneira possível esta aliança de poder norueguesa entre a Full Pupp (editora de Prins Thomas) e a Sex Tags (editora de Sotofett e Fett Burger).

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Segunda-feira, 8 Julho, 2013

DJ SOTOFETT King-Phat’s-Mix-Choons of PRINS THOMAS’ Bobletekno 12″

€ 8,50 12″ Full Pupp / Sex Tags

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FPST-1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPST-1-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPST-1-3.mp3]

So-to-fett. Continua a ser o seu ano. Depois do que fez com música de Simoncino em “Diggi-Dubbi-Tripp-Mixes” agora é sobre um original de Prins Thomas que executa magia. House baleárica em quase 15 minutos de viagem pela linha de costa (escolham a vossa favorita). No lado B ouve-se uma versão mais curta e mais dub e ainda uma outra para simular a cadência das ondas do mar dentro da nossa cabeça, com gaivotas a entrar e sair da mistura. “Pacific State” na memória, deixamos os braços tombar e ficamos a olhar para o Sol a desaparecer no horizonte limpo. É bonito demais? Se calhar é.

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Quinta-feira, 7 Março, 2013

SOFT FOCUS Soft Focus LP

€ 20,95 LP Sähkö

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PUU37-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU37-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU37-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU37-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU37-5.mp3]

Um dos grandes discos de quase-electrónica que nos chega antes da Primavera mas que parece já anunciá-la. Harpa, flauta, vários tipos de percussão, orgãos, contrabaixo e múltiplos outros instrumentos electrónicos e acústicos, a lista é grande. Que se passa aqui? Junção de Jimi Tenor no seu fato de explorador do universo jazz mais astral, juntando algumas ambiências que se conhecem de temas especiais nos seus discos com algo que pode ser comparado a Alice Coltrane (harpa + jazz parece resultar inevitavelmente no seu nome). Mas Jimi não está sozinho: neste projecto é acompanhado por Lary 7 (longa experiência na construção e adaptação de instrumentos musicais) e Mia Theodoratus. Nenhuma parte deste disco, desde a concepção à prensagem utilizou meios digitais. Produção em Nova Iorque, prensagem em Helsínquia, tudo cuidado ao pormenor. Este poderia ser um disco perdido de Library Music. O som é quente e acolhedor, meditativo, uma viagem pausada por um mundo que pode ser real ou imaginário, em ambos os casos habitável e até desejável. Campestre, espacial, um disco de interiores mas que se confunde com a Natureza. Devidamente aprovado pelo Ministério de Audiologia dos KREV.

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