Sexta-feira, 6 Setembro, 2013

NEO TANTRIK Intervisions 2LP

€ 17,50 LP (Ed. Limitada) Pre-Cert Home Entertainment

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Cada disco da Pre-Cert Home Entertainment parece uma desculpa para colaboração. A editora fundada por Andy Votel e pelos Demdike Stare é fascinada por coleccionar sons, os discos que edita fogem aos padrões e canalizam neles uma espécie de nova ideia que afunila partes de library, partes de field recordings e uma espécie de resquícios de um qualquer estudo de folclore/música tradicional. É estranho e parece um conceito quase-religioso / seita, porque é um fenómeno localizado e que não tem tem outras pessoas a trabalhá-lo de uma forma tão concentrada como este grupo de pessoas. Neo Tantrik é formado por Votel, Jane Weaver (sua mulher), Sean Canty (Demdike Stare) e N. Racker e o que aqui transmitem é o resultado de algumas apresentações ao vivo que fizeram. É um resultado deliciosamente abstracto e as breves participações de Jane Weaver ajudam a colocar este disco num local mais terreno quando comparado com outros lançamentos da editora. É fantástico como tudo é tão controlado, assombroso e premeditado. Óptima surpresa.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 5 Setembro, 2013

1991 LP

€ 17,50 € 15,50 LP Astro:Dynamics

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No último ano e meio tem-se assistido frequentemente a um fenómeno que replica um pouco o que se passou no início do século com o noise, mas desta vez mais virado para o techno / new age e para as imensas variantes que daí têm nascido. Este é o primeiro álbum de 1991 e, à semelhança de outros que editou, esta é a sua incarnação em vinil, depois de ter circulado pelas cassetes. “1991” não é tão techno como os seus outros lançamentos, é uma espécie de viagem pela madrugada sobre a influência de Oneohtrix Point Never, com temas mais curtos que cumprem uma ideia de dança exausta com textura de imaginário dos anos 1980. Simultaneamente é algo decadente (“Fabric Of Space” é fascinante nesse enquadramento), como se dissesse que é impossível esta música expandir-se pois é uma espécie de memória de uma memória. Sabemos que isto não parecem coisas positivas, mas oiçam para desfrutar o deleite que é este disco. Ficamos mais apaixonados após cada audição.

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Terça-feira, 3 Setembro, 2013

LAUREL HALO Behind The Green Door 12″

€ 8,50 12″ Hyperdub

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O que nos tem chegado aos ouvidos é que aquilo que Laurel Halo tem apresentado ao vivo nos últimos tempos está mais próximo do que poderemos ouvir em “Behind The Green Door” do que do óptimo “Quarantine”. Acreditem quando dizemos: ainda bem. Ao longo dos últimos anos tem-se tentado colar uma certa moda de “mulheres-synth-música-de-dança” e por mais que isso tenha algum peso em quantidade, pouco reflexo teve em qualidade. Houve excepções, claro, como também houve muitos exemplos de como a parte “mulheres-synth” até era correcta (“Quarantine” e alguns trabalhos de Stellar Om Source mostram isso), a parte de dança é que saía um bocado ao lado. Este “Behind The Green Door” é a confirmação tardia do hype e, provavelmente, agora muita gente não vai prestar atenção. Fazem mal. Não só é um dos melhores maxis editados na Hyperdub nos últimos anos, como é um dos que mais temos gostado de ouvir neste ano: os quatro temas estão todos lá em cima. Entre house, rave e a synthwave descontrolada, Laurel Halo parece que encontrou um lugar só seu neste disco, que tanto faz lembrar algum trabalho de Kyle Hall, como Sleeparchive ou Terrence Dixon. Os beats são fortíssimos e corajosos e há qualquer coisa de contínuo neste som: os temas não se fecham em si. É como se aquilo que sempre quisemos nos fosse de repente entregue. Excelente.

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Terça-feira, 3 Setembro, 2013

GREG BEATO PMA 12″

€ 9,50 12″ L.I.E.S.

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Depois de um banger na editora Apron de Funkineven, americana total agora na L.I.E.S. – Greg vem de Miami, a L.I.E.S. é de Long Island, a provar em modo Forte a vitalidade do underground norte-americano na música de dança de que os próprios norte-americanos parecem pouco querer saber. Na verdade, quem quer saber disto senão nós e alguns espíritos vagabundos espalhados neste mundo (e em Lisboa também, que nós sabemos)? Beato pode não ter o nome mais incrível, na língua portuguesa, mas também por isso mesmo encarna a continuação de um acto quase religioso, não apenas de devoção mas de transmissão de uma linha de pensamento, um código de acção, uma espécie de conjunto de princípios morais. House que, como fruta rija e sempre vital, nunca cai da árvore, dura o suficiente para ferir uma cabeça, ainda em estado bruto (este pessoal não tem muito gosto por limpar o ruído). Expressão importante. Ver neste disco um regresso ao passado é estar a perder o significado mais relevante: pé fincado na porta da modernidade que tudo faz para se fechar sobre todos os modelos que declara obsoletos. Underground Resistance.

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Segunda-feira, 2 Setembro, 2013

HARLEQUIN 4′s Set It Off 12″

€ 8,00 12″ white label

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SET001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SET001-2.mp3]

Original 1988 white label NM!
Bunker Crew Mix + US Dub Mix.

Strafe via Harlequin 4s num exemplo de promiscuidade muito praticada na música de dança durante os 80s. “Set It Off” original é de 1984, mais dramático, sério, e Harlequin 4s avançam em 1985 e mais remisturas e versões aparecem aqui e ali até esta edição de 88 juntar Bunker Crew já em plena era house. Ainda mais diferente do original de Strafe, mais festivo, cânticos que parecem dirigir uma coreografia, freakout de piano e longos minutos de pancada de caixa-de-ritmos e acompanhamento afro-latino para molharmos tudo de suor e prazer. “We’re all out to play!”. A versão “US Dub” mistura algo que pode ser Moodymann com “Trouble Funk Express” (Trouble Funk). Mucho gusto. Imperdível.

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Segunda-feira, 2 Setembro, 2013

DJ AARDVARCK The Second Groove 2 The Same Nation 12″

€ 7,00 12″ Djax-Up-Beats

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Original 1993 release NM!

Arranque de Aardvarck em 93 com um disco perfeito de verdadeiro tribalismo da selva escura, tanto quanto isso pode acontecer num contexto rave. Brilhante programação de ritmo, minimalismo duro na evolução das quatro faixas que não fazem a menor concessão às regras do jogo a não ser quando, por instantes, o beat 4/4 fica solto em “Swamp”, que fecha o EP. Na abertura ouvem-se porcos (“Immapig”) mas podiam ser rugidos ameaçadores na selva. Muito fora e obrigatório para quem faz deste tipo de arqueologia o permanente Graal da sua pobre vida de cidadão moderno. “Somewhere” consegue unir Liquid Liquid e a Trax numa absoluta felicidade rítmica. Puro, como se nunca tivessem misturado químicos na água. Tão puro e tão real, de um modo que bate a própria fantasia.

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Quarta-feira, 28 Agosto, 2013

ALBERICH Machine Gun Nest: Cassette Works Vol 0 LP

€ 17,50 LP (Edição Limitada) Hospital Productions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HOS394-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS394-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS394-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS394-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS394-5.mp3]

Kris Lapke é amigo próximo de Dominick Fernow e tem editado ultimamente com outros nomes (Bronze Age é um deles), algo que é hábito no grupo que anda a gerir toda esta reconstrução do industrial. Como Alberich tem editado, sobretudo, na Hospital Productions, fundamental para entender isto que anda a acontecer e, de certa forma, os nomes mais importantes desta cena andam à sua volta. “Machine Gun Nest” é um dos discos mais pesados, dentro do género, que foram lançados neste ano. Não por ser algo completamente além-fronteiras, mas porque aceita tomar riscos e joga no limite entre ritmos que funcionariam num tema de dança e ruído que cria uma ponte interessante com muito do bom noise/industrial britânico dos anos 1980. Mais fabuloso ainda é que não soa a nada que tenha saído recentemente dentro do género, Alberich não é um mero operário de máquinas (por alguma razão, Fernow diz que só agora vai editar o seu primeiro álbum a sério como Vatican Shadow) e faz com que o seu coração se sinta: parece reproduzir-se ao ritmo das máquinas e tudo em volta ser algo que o seu corpo conduz. Demolidor (“Open Warfare” é um hino do género em 2013), eficaz e vai ajudar a quebrar a ideia de que esta música no contexto actual é algo estanque. Essencial!

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Quarta-feira, 28 Agosto, 2013

RASHAD BECKER Traditional Music Of Notional Species Vol. 1 LP

€ 19,95 LP (Edição Limitada) PAN

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PAN34-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAN34-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAN34-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAN34-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAN34-5.mp3]

Honestamente, é difícil explicar a quem está um bocadinho fora toda a antecipação que existia em volta deste disco de Rashad Becker. Talvez um pouco se consiga explicar – e perceber – devido ao seu trabalho: Becker trabalha na Dubplates & Mastering, é provável que grande parte dos discos de electrónica/experimental que se tenham ouvido nos últimos anos tenham sido masterizados ou pós-produzidos por ele. A Dubplates é o sítio de referência para estes “acabamentos” no que diz respeito à música electrónica e não é por acaso que os discos que passam por lá façam referência a isso mesmo. Afinal, acaba por lhes dar um som característico. “Traditional Music Of Notional Species” era esperado precisamente por ser o disco de Rashad Becker e havia curiosidade para saber o que poderia sair daqui, de um engenheiro de som, habituado a trabalhar com pormenores e a fazer disso a sua vida. A expectativa era grande e foi superada. O que é mais admirável neste disco é como é um disco super-consciente, nada acontece por acaso e os sons encadeiam-se de uma forma apaixonada, sem contrastes, tudo parece ter uma estrada construída entre si para fazer total sentido. É não é um disco de “música tradicional” nem de “field recordings” mas de sons que parecem habitar um vazio na música electrónica, partes ambíguas que ficam esquecidas e que Becker estica e orquestra em forma de movimentos convulsivos de dança. Em parte, é uma visão um pouco à frente, porque é uma espécie de folk de uma electrónica que não existe, é música que parte de uma memória que não pode ser percepcionada e que por isso não tem efectivamente um passado. E tal como foi um desafio fazer este disco, é igualmente enriquecedor ouvi-lo. Causa frequentemente arrepios e é, muito sinceramente, algo de novo. É música sem lugar, quase como se fosse bom estar preso num aeroporto. E esta música de lugar algum conquista-nos. Simplesmente obrigatório.

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Quarta-feira, 28 Agosto, 2013

MARINA ROSENFELD P.A. / Hard Love LP

€ 16,50 € 9,95 LP (Edição Limitada) Room 40

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RM452-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RM452-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RM452-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RM452-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RM452-5.mp3]

“P.A. / Hard Love” é um disco que nasce da colaboração entre Marina Rosenfeld, Okkyung Lee e Warrior Queen. É uma junção estranha e, de certo modo, é mais encostada ao mundo das artes do que propriamente ao território musical e, na mesma linha, mais indicada ao universo de meados dos anos 1990 do que propriamente à actualidade. Dizemos isto porque por vezes é estranho relacionar as frequências geometricamente bem definidas de Rosenfeld com a voz de Warrior Queen. Mas é óptimo funcionar e o disco de certa forma relacionar-se bem com o seu conceito: até a capa ajuda, o tom quase-futurista-datado estabelece uma boa relação com o som que aqui se ouve. É um disco exigente porque parece fora do seu tempo, não pelo som, mas pela ideia. Rosenfeld ultrapassa eficientemente essa ideia (logo no primeiro tema, onde os três funcionam distintamente ao mesmo tempo), convencendo-nos de que o que nos vai entrar nos próximos trinta minutos é um acontecimento realmente especial. E é, não temos oportunidade de ouvir muitos discos assim nos últimos tempos, que contemplem e deixem respirar diferentes atmosferas, onde o que acontece nos nossos ouvidos parece uma instalação, algo tão distante quanto próximo.

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Quarta-feira, 28 Agosto, 2013

WANDA GROUP Masculinity Is A Wonderful Thing LP

€ 13,95 LP Where To Now

Vão continuar a ouvir-nos dizer durante mais uns meses: “Piss Fell Out Like Sunlight” é um dos nossos discos favoritos de 2013. O techno que Wanda Group desenvolveu nesse disco na Opal Tapes não soa a nada que esteja a ser feito neste momento. E é natural que tenhamos partido com um entusiasmo cego para este “Masculinity Is A Wonderful Thing”. E ainda bem que o fazemos, porque é uma espécie de complemento ideal para o disco da Opal, é o relaxamento após o lado cru/seco que desenvolveu nos dois temas que havia apresentando no trabalho anterior. Há uma faceta menos maquinal aqui, digamos que nada acontece de forma imprevisível, faz tudo parte de uma cadeia de ideias que se processa de um modo muito natural e que já topámos ser um dom natural de Louis Johnstone. Mas enquanto esse encadeamento era funcional e perfeito mas imprevisível em “Piss Fell…” aqui é lógico e certeiro. Vale a pena estar atento ao que Johnstone fizer no futuro. Mais um grande capítulo na sua curta história.

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Quinta-feira, 15 Agosto, 2013

ELVIS PRESLEY Pocketful Of Rainbows (Alternate Take) / Crawfish (Alternate Take) 7″

€ 6,50 7″ Fryers

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FRY-021-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FRY-021-2.mp3]

Quando Elvis canta “Crawfish” nos primeiros minutos do filme “king Creole” é um momento especial. Ele está à janela, na rua passa uma vendedora de lagostim, o dueto é perfeito. Caraíbas, tom sulista, músculo rock & roll e sentimento. “Fresh and ready to cook”. Já “Pocketful Of Rainbows”, normalmente associado ao álbum “G.I. Blues” de 1960, é a clássica canção de afastamento da dor amorosa que a todos aflige num momento ou outro. Um bolso cheio de arco-íris mantém o Senhor Quebra-Amor ao longe. Nestas duas canções temos Elvis Presley perfeito, cristalizado num ideal ao mesmo tempo confortável, americano, mas também exótico e “ousado” (para os padrões da época). São dois lados de uma moeda, duas faces de Elvis, mais tarde dirigido para o abismo mas aqui ainda numa trip irresistível de esperança e aventura.

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Terça-feira, 13 Agosto, 2013

NOLEIAN REUSSE Airborne EP 12″

€ 10,95 12″ Black Tekno

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BKTK002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BKTK002-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BKTK002-3.mp3]

Noleian Reusse está inscrito como um dos nomes importantes na pedra que regista as melhores ideias house. “Black Tekno” começou por ser um título e passou a ser o nome da sua editora, com um programa de regeneração de fórmulas antigas (mas sólidas). Entre Jamal Moss (que o introduziu na cena através da editora Mathematics) e, digamos, James Holden, “Airborne” progride em velocidade de cruzeiro com três faixas sóbrias, talvez as mais sóbrias que ouvimos de Noleian Reusse. “Musing” mostra um pouco da percussão “descascada” de discos anteriores, com um círculo de luz a delimitar o alcance. Mas “Hang Time” e “To See You Again” reforçam mais a luz a partir de uma visão de pássaro acima da confusão toda cá em baixo.

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