Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

JOHN WIZARDS John Wizards CD / LP

€ 15,50 € 12,50 CD Planet Mu

€ 19,95 € 14,95 LP Planet Mu

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ZIQ336CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ336CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ336CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ336CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ336CD-5.mp3]

Tomem nota destas palavras: este pode ser bem o disco mais febril do ano. O que isso quer dizer? Muita coisa; mas vamos tentar explicar algumas. John Wizards vem da Cidade Do Cabo, na África Do Sul, um local que por muita música que faça nascer nunca nos dará o que outras cidades e latitudes oferecem. Preguiças ocidentais, naturalmente. Mas John Wizards é John Withers, decerto um abastardamento do nome ao longo do seu trajecto – parece que esta música começou em Maputo, antes de terminar na ponta sul do continente negro. Com Withers está Emmanuel Nzaramba, ruandês, também um viajante, músico, cantor. Conheceram-se por encontrão, falaram de música e prometeram resultados. Mas bastou um telemóvel perdido para o encontro demorar um ano até ser concretizado em 2012 quando descobriram que ambos viviam na mesma rua. Ouviram The Congos, as novas músicas de Withers, e começaram John Wizards, um caldeirão incrível de ingredientes muito improváveis, que decerto dariam um repasto estragado não fosse a incrível imaginação de todos os músicos que acabariam por participar neste álbum. À vezes parece ser a versão do lado de cá de Vampire Weekend, tem funk de Lagos, tem ingenuidade electrónica arrebatadora, a pitadazinha Shangaan – tudo feito com a velocidade de um zapping pelos intervalos comerciais de todas as televisões africanas – dica: Withers escreve jingles para TV. Podia ser um álbum perdido em África dos 49 Americans, por exemplo. Ou um outro grande disco de Musci & Venosta se a originalidade de “Messages & Portraits” tivesse durado até ao século XXI. Uma estreia do tamanho de África. Absolutamente a não perder.

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Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

V/A Sorrow Come Pass Me Around: A Survey Of Rural Religious Black Music CD

€ 15,50 € 12,50 CD Dust-To-Digital

Canções gospel e espirituais, escutadas fora do contexto religioso, sem a pressão da igreja. O que significa que a emotividade solta-se e a música toma conta de tudo. A acção decorre entre 1965 e 1973, a maioria das canções são acompanhadas à guitarra e testemunham, numa cápsula temporal, os blues primitivos. Era assim que as comunidades negras do sul dos Estados Unidos se uniam, numa extensão às suas actividades religiosas. A música, transversal, universal, como fundamento da nossa humanidade. Como sempre, edição reforçada com um livro e textos que explicam todo o contexto.


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Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

V/A Qat, Coffee & Qambus – Raw 45s From Yemen CD

€ 15,50 € 12,50 CD Dust-To-Digital

Não deverá haver palavra mais popular no Iémen que Qat: todos os dias, à tarde, a população pára para mascar a planta que cresce em todo o país. É como tomar um café, embora neste caso seja um café muito forte. Também por isso é ilegal nalguns países, e também por isso no Iémen é a uma parte forte da sua cultura. E da música, como não podia deixar de ser. Este disco mostra-nos música vocal e para oud feita ‘under the influence’, mostrando o quanto África contagia o seu ritmo, embora estejamos num país de fundamento árabe. Compilado por Chris Menist, DJ, escritor e músico, autor de “Sound Of Wonder” na Finders Keepers, bem como “The Sound Of Siam”, na Soundway, e “Thai? Dai!” também na Finders. Leiam sobre o seu record digging radical neste artigo óptimo do Guardian.


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Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

V/A Luk Thung: Classic & Obscure 78s From The Thai Countryside CD

€ 15,50 € 12,50 CD Dust-To-Digital

Os títulos podem ser meio crípticos, mas os subtítulos dizem tudo. David Murray viajou pela Tailândia, entrando nos cofres do esquecimento, para recuperar alguns dos melhores discos de 78 rotações do país. Houve espaço para clássicos, mas também para música obscura mas não menos importante – o que para ouvidos menos treinados poderá dizer que o festim é total, sem fronteiras. Funk asiático, da década de 50 e 60, nunca reeditado fora do seu formato original, cautelosamente recuperado e abundantemente explicado no livrinho que acompanha o CD.


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Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

V/A Kassidat: Raw 45s From Morocco CD / LP

€ 15,50 € 12,50 CD Dust-To-Digital

€ 22,50 € 18,95 LP Dust-To-Digital

“Kassidat” significa poesia, em árabe. É um dos ingredientes essenciais na canção marroquina, apesar da variedade de estilos que se pode encontrar ao longo de todo o país. Esta compilação recolhe seis longos e ultra-hipnóticos singles, retirados da chamada Época De Ouro musical de Marrocos. No final dos anos 50 e durante mais de uma década, este país do norte de África encontrou um canal intenso de produção musical, editando 45s com canções que tanto brotavam das montanhas como das grandes cidades. Uma produção e consumo quase desgovernado que deixou pérolas berber e árabes como as que se ouvem aqui.


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Quinta-feira, 26 Setembro, 2013

KRAFTWERK Neon Lights 12″

€ 42,00 12″ (Vinil Luminoso) Capitol Records

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=KqmGZ_6LaUw?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ma8IgxHcAoE?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=MHHv4u8Vomw?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>

Exemplares originais de 1978 em excelente estado! / Original 1978 UK release. NM!

“Neon Lights” é a balada de Kraftwerk, uma declaração de amor ao néon que ilumina a cidade, uma visão romântica da modernidade e do progresso, totalmente estranha aos formatos habituais de celebração do Novo (geralmente urgentes, histéricos, arrogantes, definitivos). Esta canção atravessa décadas numa nuvem de luz vaporosa, como Stardust em cima da sua nuvem (lembram-se do video para “Music Sounds Better With You”?) mas com movimento lento, conquistador de alma e coração, omnipresente. Quase 9 minutos de hipnotismo sintético elevado a arte do som. “Neon Lights” é retirada do álbum “The Man Machine” (1978), tal como “The Model”, a terceira faixa neste maxi. Provavelmente a canção pop electrónica mais conhecida de sempre, e ainda sentimental, nostálgica (já o era na época, como épossível?) e denunciadora do glamour ao serviço do consumo. Brilhante. pelo meio, “Trans Europe Express” é incluído nesta edição inglesa de 1978, outro momento definidor dos Kraftwerk e também de muita da música electrónica que se veio a produzir depois disso. De novo a celebração da tecnologia e também da Europa, se quisermos interpretar a expressão “Trans-Europe” como símbolo do livre-trânsito que a União Europeia veio, mais tarde, a concretizar com maior plenitude (Kraftwerk brincam com isso ao seu modo, quanto cantam “meet iggy Pop and David Bowie”). O som das rodas de metal nos caminhos-de-ferro une assim o passado ao futuro. Apenas música superlativa nesta edição original (não é uma reedição) verdadeiramente luminosa com vinil que brilha no escuro. Se nunca tiveram um objecto destes na mão, basta saberem que o devem deixar acumular luz junto a um candeeiro, por exemplo, e depois observar o resultado quando desligam o candeeiro e ficam às escuras. Conceito perfeito aplicado a um disco perfeito.

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Quarta-feira, 25 Setembro, 2013

CABARET VOLTAIRE Archive #828285 Live 3CD

€ 25,50 € 23,95 3CD Intone

[audio:http://www.flur.pt/mp3/INTONECD8-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INTONECD8-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INTONECD8-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INTONECD8-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INTONECD8-5.mp3]

A revista Wire de Setembro 2013 dedica 7 páginas à História da banda de Sheffield, a única que fez correctamente toda a transição desde o som industrial e punk da década de 70, passando por electro-funk modelado a partir de James Brown (têm um maxi chamado “James Brown”), chegando ao momento house (remisturados por Marshall Jefferson, também) em plena forma, a partir do qual Richard H. Kirk prosseguiu com mais convicção a solo (Sandoz, etc.) e com Parrott em Sweet Exorcist (nome definidor do som bleep da Warp). Não há elogios que cheguem. São uma das poucas bandas, e até talvez a única, cujo som sobrevive quase intacto em termos de consequência, nunca se deixando tombar para dentro dos clichés do industrial que tornam a maioria dos nomes importantes da época bastante anacrónicos quando escutados agora. Esta recolha de três concertos (Liverpool 1982, Sheffield 1982 e Toronto 1985) já não inclui Chris Watson, elemento fundador da banda e parte integrante dos processos mais experimentais nos primórdios dos Cabaret Voltaire, mas não é por isso que as gravações que escutamos (de boa qualidade sonora) perdem importância. Quem não conhece pode tentar imaginar o cenário ao vivo e o contexto de uma banda que utilizou a imagem (multimedia) como parte importante da sua actividade. Tiveram capas concebidas por Neville Brody (o mesmo designer que concebeu a imagem icónica da revista Face), fundaram uma editora de video chamada Doublevision (que também editou discos) e usaram de forma alucinante, traduzida para video, a técnica de cut-up celebrizada por william Burroughs na escrita. Samples de noticiários, política da época, Stephen Mallinder com a sua entrega vocal carismática, sussurrante, linhas de baixo gordas, dub, ambiência e uma extraordinária junção de qualidade e produtividade. Procurem os álbuns originais, todos imaculados incluíndo “Groovy, Laidback And Nasty” em 1990, mas para uma visão abrangente e realista podem perfeitamente começar por aqui, não vão perder clássicos como “Gut Level”, “Diskono”, “Yashar”, “Crackdown” nem “Sensoria”.

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Quarta-feira, 25 Setembro, 2013

JIMI TENOR & IMPOSTOR ORCHESTRA Exocosmos LP

€ 19,50 € 17,50 LP Sähkö

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PUU-38-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU-38-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU-38-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU-38-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PUU-38-5.mp3]

“Big Entry” e “Tiny Free Bird” são os números extrovertidos, aqui. Quase tudo o resto é um exercício de detalhe íntimo, ou antes, vários exercícios gravados com várias outras pessoas ao longo de mais de uma década (2000-2012). Que o conjunto forme um todo coeso talvez só se tenha revelado mais recentemente a Jimi Tenor. Assunto de família, com a capa a ser concebida pelo inexcedível Tommi Grönlund da Sähkö. Jimi contribui também com a foto do reverso mas, sobretudo, com a sua visão musical que desce de Sun Ra em Saturno e, através do lado escuro da Lua, atinge a Finlândia e todos os outros locais onde Jimi habitou e gravou. No caso de “Exocosmos” as coisas aconteceram em Barcelona, Lahti e Helsínquia. No espírito do recente projecto Soft Focus, o álbum parte de uma matriz espiritual, por vezes quase meditativa (nada como a flauta para sugerir ideais), mas aqui abre-se campo para electrónica do Espaço, improvisação jazz e alguns sons mais comuns no mundo da electroacústica. Fílmico, sugestivo, doce e assustador, sempre brilhante, “Exocosmos” eleva ainda mais a posição de Jimi Tenor como uma das grandes personalidades na música produzida ao longo dos últimos 20 anos. Qualquer música.

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Quarta-feira, 25 Setembro, 2013

DONATO DOZZY Plays BEE MASK CD / 2LP

€ 15,50 € 12,50 CD Spectrum Spools

€ 21,95 2LP Spectrum Spools

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SP029CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SP029CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SP029CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SP029CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SP029CD-5.mp3]

Bee Mask e Donato encontraram-se no Japão, onde ambos estavam a tocar, e o que começou por ser uma proposta para remistura de “Vaporware” terminou num resultado mais ambicioso, formando um álbum inteiro. A Spectrum Spools mantém ouvido atento à electrónica contemporãnea recebida da herança cósmica dos 70s, 80s e, porque não, dos 90s (Atom Heart, a Fax e toda a cultura ambiental pós-rave), e Donato Dozzy já tinha mostrado o alcance do seu trabalho no celebrado projecto Voices From The Lake, visão expansiva do techno. Aqui, ele aplica essa visão ao que Bee Mask já tinha imaginado como espacial e grandioso – “Vaporware” original tem mais de 13 minutos. Dozzy joga com velocidade, timbres e tensão permanente, neste álbum que alimenta o ser cósmico que todos mais ou menos contemos em nós. Deixar correr.


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Quarta-feira, 11 Setembro, 2013

JODY FINCH Jack Your Big Booty (Remix) 12″

€ 12,50 12″ Let’s Pet Puppies

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LPP006-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LPP006-2.mp3]

Mais música ácida de 1986/87, clássica frase de ordem “Jack Your Big Booty” em cena mais quebrada por Derrick Carter, bom estilo Freaks. Pausas, ácido, repetição monga de palavras mas, no lado B, instrumental limpo de voz, com toda a acção mecânica a disparar os botões certos no cérebro. Mais do mesmo e mais BOM do mesmo, teve de ser reeditado apenas 4 anos após a edição anterior. Hardcore.


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Sexta-feira, 16 Agosto, 2013

HANK JACKSON Deposit 12″

€ 11,50 12″ Mister Saturday Night

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MSN006-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MSN006-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MSN006-3.mp3]

Mister Saturday Night, aqui, vai contra o suposto (contra o que sugere o próprio nome). Talento de Brooklyn numa amálgama de distorção, beats de garagem, groove industrial e pesado. Os 90s no kick, a pista de dança de um bunker (bom, o Tresor inicial) como bom cenário, mais um exemplo da escola de formação underground, novo recente paradigma para dar de novo a volta a isto tudo. Em par com as coisas mais abrasivas da L.I.E.S., este é um disco que pode ser limpo com lixa e soar ao mesmo. Exagero. Só procuramos a melhor frase de fecho : ) Em Brooklyn dança-se estranho, mas dança-se como em Lisboa. Nada a recear.

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Terça-feira, 9 Abril, 2013

3 CHAIRS Demi Gods 12″

€ 17,50 12″ 3 Chairs

[audio:http://www.flur.pt/mp3/3CH07-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/3CH07-4.mp3]

Neura techno, ácido, jazz e suavidade de Detroit em regresso nunca menos que genial dos quatro (não são três) que ajudam a construir o sempre evolutivo núcleo duro da melhor música de dança: Theo Parrish, Rick Wilhite, Kenny Dixon Jr. e Marcellus Pittman. Não interessa o quanto andem pelo mundo em busca de comparação porque tudo fica a perder, neste nível. Pode perder por pouco, mas perde sempre. Ideias novas sempre na próxima esquina, pequenas acções de formação interna para os sons perceberem até onde podem ir, benção do deus da criatividade (e longevidade criativa) entregue a um quarteto de reis coroados e ciclicamente reinstituídos.


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