Quinta-feira, 23 Janeiro, 2014

YOU CAN’T WIN, CHARLIE BROWN Diffraction / Refraction CD

€ 14,50 € 11,95 CD Pataca

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DP00114-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DP00114-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DP00114-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DP00114-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DP00114-5.mp3]

São os primeiros segundos deste segundo álbum dos You Can’t Win, Charlie Brown que provam uma das suas maiores qualidades. “After December” começa com as suas vozes num uníssono, mostrando não só a polivalência dos seus elementos, como uma espécie de grupo unido pela ajuda e amizade. Isso pode parecer transversal à música, mas “Diffraction/Refraction” é a prova como o colectivo continua empenhado em soar como uma equipa vencedora, plena de recursos e com a lição do bom-gosto bem estudada. E é esse extra que faz o colorido da sua pop, afastando-a do epicentro da neo-folk, um local cada vez mais ocupado e confuso, e onde os YCWCB parecem ter menos boas ideias para nos oferecer. No sábado passado, quase encheram o CCB, convencendo estreantes e acérrimos fãs, o que é uma boa notícia para o futuro de uma das bandas portuguesas que melhor merecia uma exposição global. Se lá fora é uma selva desconhecida, por cá os YCWCB conseguem estar no topo da nossa cadeia alimentar.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 23 Janeiro, 2014

HOTLEGS Neanderthal Man + You Didn’t Like It, Because You Didn’t Think Of It 7″

€ 5,00 7″ Fontana (6007019)

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=GHjeuRwnSJY?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=VY1wcSkYY7k?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>

Exemplares originais da edição inglesa de 1970 em excelente estado. Capa genérica / Original 1970 UK release, EXC. Sound clips not from actual copy.

Básico dos básicos. Mantra repetitivo de voz e bateria, esta muito em cima na mistura porque, afinal, este single era primeiramente suposto servir para testar um novo modo de gravar o som da bateria. Aqui ela é quadruplicada em quatro pistas e é suposto ter influenciado o som da pop a partir do momento em que o disco vendeu 2 milhões de exmplares e chegou ao 2º lugar em Inglaterra. Hotlegs foram inventados nesse momento (e com esse nome porque uma rapariga no estúdio tinha pernas fantásticas) e foram o embrião dos 10cc com Godley & Creme e as suas experiências sónicas já a serem bem audíveis em 1970 – oiçam a canção com atenção ao detalhe. A editora ainda tentou protestar porque a letra não era perceptível, mas o grupo conseguiu manter intacta a sua visão. Apesar disso, com um pouco de atenção, percebe-se claramente “I’m a Neanderthal Man / You’re a Neanderthal Girl / Let’s make Neanderthal Love / In this Neanderthal World”. Básico. Génio. Abre um certo caminho na nossa imaginação para o fantástico “Troglodyte” de Jimmy Castor.
Virem para o lado B, com “You Didn’t Like It, Because You Didn’t Think Of It”, um título programático que ainda hoje se aplica àquele tipo de pessoa que precisa de sentir que as ideias são suas para aderir a elas. Isso abre caminho a manipulação psicológica e, aqui, a um blues eléctrico tenso, ligando Eric Clapton a Peter Green. De repente já é uma balada com toda a proficiência de composição pop que se conheceu mais tarde em Godley & Creme e é especialmente óbvia em “I’m Not In Love” dos 10cc.

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Quinta-feira, 23 Janeiro, 2014

NILS FRAHM Spaces CD / 2LP

€ 11,50 CD Erased Tapes

€ 23,50 2LP Erased Tapes

OUVIR / LISTEN:
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“Spaces” é um dos grandes discos de 2013 – colocámo-lo na lista dos melhores no nosso email de final de ano. Falamos dele agora porque, tal como outros casos de sucesso de vendas, nunca conseguimos ter stock necessário para o podermos destacar. Foi preciso haver 2014 para termos discos suficientes – embora esperemos o contrário – para podermos escrever, finalmente, estas linhas sobre “Spaces”. E é curioso voltarmos a um disco que provocou tanto impacto há alguns meses. Porquê? Pela simples razão de que “Spaces” ainda está maior do que estava quando o conhecemos, mesmo quando a surpresa gigantesca da primeira audição já lá vai. E que surpresa: Nils Frahm, de quem guardamos memórias recentes quase em surdina, com “Screws” ou “Felt”, artilha-se com pianos e sintetizadores, lançando-se numa espécie de desconhecido cósmico, sem perder nunca a emotividade da sua música mais, digamos, tradicional. Lírica, sonhadora, mas também arrebatadora e impulsiva, esta é a obra-prima da sua curta mas agitada carreira, deixando no ar uma dúvida fantástica: para onde irá agora? Nós iremos com ele, claro. “Spaces” é um dos melhores discos de 2013 e um disco para ir ouvindo em 2014: segurem o vosso queixo quando o ouvirem.

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Sexta-feira, 3 Janeiro, 2014

THE STRANGER Watching Dead Empires In Decay CD / LP

€ 14,95 CD Modern Love

€ 19,50 LP Modern Love

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Quase todos os anos pregamos a mesma partida: do nada há um disco que aparece no nosso top anual sobre o qual ainda não tínhamos falado. Não é partida, normalmente deve-se a uma série de causas e consequências, neste caso prende-se ao facto de termos recebido este disco de The Stranger tarde, mas ainda a tempo de aparecer nas nossas listas do ano. Tem pouco de estranho este The Stranger, é mais um nome que Leyland Kirby usa para fazer sair a sua música e para nos conduzir até ela. A edição na Modern Love é pouco óbvia, mas percebe-se dada a ligação estreita que manteve com a editora ao longo da sua existência. E se “Watching Dead Empires in Decay” é um disco estranho na editora, também é perfeitamente aceitável que essa anomalia venha de Leyland Kirby. Não poderia ser mais ninguém. Essa propriedade, ou identidade, é uma raridade nos dias que correm, porque Kirby é distante de qualquer realidade que exista na actualidade: hoje, no passado e, arriscamos dizer, no futuro. E se os seus últimos discos, como Leyland Kirby ou The Caretaker, têm assombrado a nossa existência e a memória nos últimos anos, “Watching Dead Empires in Decay” parece uma compressão de sentimentos, evacuados para nove canções que não criam qualquer narrativa entre elas e despedaçam qualquer “momento” que se queira encontrar neste disco. Podia ser um disco de carreira, de revisitação, mas isso seria diminuir o carácter expansionista de uma obra tão singular como “Watching Dead Empires in Decay”, um tratado que sacode para o canto o techno industrial que se tem feito nos últimos dois anos e que, logo a seguir, nos dá algo “Providence Or Fat! e” : e ficamos mesmo a pensar, que raio é isto? Isto é aquilo que boa parte dos grandes discos têm, uma total apatia para com o resto e uma total entrega a um propósito, um desejo de comunicação e circunscrever em som uma mensagem que fique para o futuro. A mensagem de Kirby tem sido sempre muito clara e é quase uma provocação para a forma como se vive a música hoje em dia. É, preciso, de facto, tempo. E tempo é uma coisa que Kirby trabalha e constrói, destrói, reconstrói, vincula e faz apodrecer em grande parte dos seus trabalhos. E, se não há tempo, simplesmente não vale a pena o esforço. Não o merecemos. Isso pouco lhe interessa, porque ele sabe que quem fica a ouvir, está lá para ficar. Quando se percebe isso, sentimo-nos abençoados.

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Quinta-feira, 2 Janeiro, 2014

REZZETT Firebomb 12″

€ 12,50 12″ The Trilogy Tapes

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Parte da deriva actual para o abismo techno e industrial, o qual promete ainda bastante profundidade e adrenalina. Rezzett acrescenta fumo de Hieroglyphic Being e, em “Yayla” (faixa 3), uma vibe festiva normalmente ausente desta família de música. São três faixas que cruzam sem esforço, deslocam-se num movimento psicadélico emotivo (que quer isto dizer?) bastante para lá da pressão da pista de dança. Das duas uma: o disco vem do Espaço para o Abismo ou do Abismo para o Espaço. Nós estamos sempre no meio, o que nos dá a sorte de captar estas coisas. Yayla!


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Sexta-feira, 27 Dezembro, 2013

RON MORELLI Backpages 12″

€ 11,95 12″ Hospital Productions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HOS-406-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS-406-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS-406-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS-406-4.mp3]

Melhor do que encontrar Ron Morelli a desvendar um sucessor para as ideias de “Spit”, é ouvir mais trinta minutos de temas que seguem as linhas do álbum lançado recentemente e oferecer-nos uma versão mais extensa da magnífica “Crack Microbes”. A “Backpages” talvez falte uma história/narrativa, mas isso é substituído por quatro temas que elevam o estado do som que criou a territórios mais livres. Isto é, “Backpages” não são canções que ficaram de fora, b-sides, mas visões e experiências expandidas para outras frequências que não poderiam existir num disco tão incisivo como “Spit”. Neste formato ambíguo de um 12”/MLP pode dar-se ao luxo de editar algo tão magnífico como “Public Consumption”, um tema de synths pesados com um tom próximo do drone – mais pelo peso que vai criando, do que propriamente pelo som – e que se vai mostrando voluptuoso à medida que os minutos passam. E neste contexto mais livre, algo como “Another Hit” não fica deslocado logo a seguir: acid techno absolutamente frenético com aquela infusão L.I.E.S. infalível. Imaginem “Backpages” como aquele capítulo extra que vem com uma segunda edição, só que vem separado, para não destoar a perfeição de “Spit” e para prolongar a nossa satisfação. Perfeito.

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Quinta-feira, 31 Outubro, 2013

ROBERTO MUSCI & GIOVANNI VENOSTA Messages & Portraits CD

€ 16,50 € 11,50 CD RéR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RERMVCD1-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RERMVCD1-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RERMVCD1-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RERMVCD1-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RERMVCD1-5.mp3]

Disco milagre, obra-prima da colagem, do fusionismo, da cultura do sampler, um disco que arruma com categorias e fronteiras, dando-nos um mundo novo, novíssimo, que parece mais rico e infinito que o nosso. Não sobram muitos adjectivos depois de falarmos em “Messages & Portraits”, um CD editado em 1990 mas que reúne dois luminosos LPs com data anterior: “Water Messages On Desert Sand” de 1987 e “Urban And Tribal Portraits” de 1988. A maravilha estonteante destes discos está na sua sobriedade, quase laboratorial, da manipulação dos seus ingredientes, numa espécie de culinária molecular e infinitesimal, onde tempos e espaços parecem colidir com regras muito específicas mas dando tanta liberdade para se criar os Novos Mundos. Passados estes anos, “Messages & Portraits” parece ainda um santo graal da miscigenação, de uma utopia sonora que não deixou nem podia deixar descendentes. Um dos mais belos, especiais e obrigatórios discos de sempre.

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Sexta-feira, 11 Outubro, 2013

DON’T DJ ‘Rid.em MLP

€ 12,95 MLP Diskant

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Depois das experiências, algumas com mais de 15 anos, de Institut Fur Feinmotorik, Florian Meyer apresenta uma espécie de cerimónia ritual com tanto de James Ruskin como Shackleton. É na confluência de ritmo hipnótico, espaço para os braços descreverem movimentos amplos e excitação mental que “‘Rid.em” faz a sua magia. Jogos de diminutos desfasamentos de tempo (“Looppool”), freakout cósmico (“Black Zebra”) e uma geral convocação da repetição primária que nos move, liberta quanto possível de automatismos prejudiciais para se concentrar em libertar o elemento instintivo que, possivelmente, nos une a todos, uma vez derrubadas algumas barreiras do intelecto.

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Sexta-feira, 2 Agosto, 2013

JOHN ZORN Dreamachines CD

€ 15,50 € 12,95 CD Tzadik

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Parece injusto julgar os discos de John Zorn pelos músicos que participam, mas esta pode ser uma bem sucedida jogada de antecipação, já que é deveras complicado tentar seguir tudo o que este nova-iorquino decide compor, gravar e, para mal dos nossos pecados, editar. John Medeski, ultra-decidido em piano, Kenny Wollesen, furioso em vibrafone, Trevor Dunn, imparável em contrabaixo, e Joey Baron, all-over-the-place em bateria, formam o quarteto de serviço para continuar “Nova Express”, uma anterior composição de 2011. Dedicado e inspirado por Gyson e Burroughs, e pelas suas técnicas de corte e montagem celebrizadas no livro “The Third Mind”, Zorn joga em casa: quem conhece um mínimo da sua música sabe que não seria de agora este fascínio – Cobra ou Naked City servirão de exemplos simples. “Dreamachines” tenta seguir esse plano de trabalhos, tornando os temas elásticos, saltitando entre géneros, tempos e dinâmicas, entre o lirismo de recorte Masada e a poderosa carga jazzística; mostrando que tudo o que ouvimos só é possível – não nos cansamos de repetir – graças à exímia destreza dos geniais músicos que formam a constelação zorniana. Destaque ainda para a embalagem deste CD – a Tzadik continua a tentar não olhar a meios para valorizar as edições e vai sendo cada vez mais normal ficarmos também deslumbrados com o que vemos.

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Quinta-feira, 6 Junho, 2013

WILLIAM BASINSKI Nocturnes CD

€ 15,50 € 12,50 CD 2062

[audio:http://www.flur.pt/mp3/2062-1201-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/2062-1201-2.mp3]

1. Nocturnes (piano preparado e fita áudio de 1979-80)
2. The Trail of Tears (fita áudio e composição de 2009, usada na ópera “The Life and Death of Marina Abramovic” de Robert Wilson)

Foi uma pausa de muito tempo – quatro anos e tal -, desde o anterior e soberbo “92982″, mas muita coisa aconteceu entretanto na vida e carreira de William Basinski. A primeira, e talvez a mais importante de todas, é o reconhecimento que começou finalmente a ter com a sua obra e, mais concretamente, com a sua obra máxima “The Disintegration Loops”. A reedição – entretanto esgotada aqui na Flur, mas prometemos mais para breve – pela Temporary Residence dos “Loops” numa caixa absolutamente imponente fez muita gente questionar-se sobre a importância de uma obra que será, para sempre, uma peça central da nossa criação contemporânea. Depois, Basinski não esteve parado, pois colaborou na última peça de Bob Wilson sobre a vida de Marina Abramovic. É, aliás, parte desse trabalho que este “Nocturnes” apresenta. O outro tema, o primeiro e o principal, “Nocturnes”, são 40 minutos recuperados de uma velha gravação de 1979, quando o artista procurava ainda saciar a sua sede por experiências com fita áudio. Ecoando um piano preparado em que por vezes se sente a falta do ataque às teclas, “Nocturnes” é um fantasma negro, cheio de sombras, que rodopia diante de nós, hipnotizando-nos como sempre faz a música de Basinski. Apetece-nos colocar ao lado de “Variations For Piano & Tape” pelas razões óbvias, mas enquanto a obra de 2006 parece dar-nos a luz e sol, “Nocturnes” evoca-nos a noite e o luar. Essencial, como quase toda a produção do norte-americano.

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