Quinta-feira, 17 Julho, 2014

BILL FAY GROUP Tomorrow Tomorrow And Tomorrow CD

€ 17,50 € 12,50 CD Durtro Jnana

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Incrivelmente, acabaria por ser David Tibet, dos Current 93, o resgatador de Bill Fay. Para a história tínhamos dois álbuns – “Bill Fay”, de 1970, e “Time Of The Last Persecution”, de 1971 -, mas o destino acabaria por enterrar mais um grande escritor de canções por falta de vendas. Empurrado, por isso, para sair da Deram/Decca, que entretanto retirou do mercado ambos os discos, afastou-se da música apenas para regressar no final da década de 70. Mas o destino voltou a pregar uma partida e as novas gravações apenas seriam escutadas pelo público exactamente nesta edição, em 2005 – um disco nascido graças à redescoberta dos primeiros álbuns em 1998, em CD. É nesse momento que se percebe a grandeza das suas canções, e talvez seja por isso que Tibet tenha finalmente juntado as peças de arquivo que estavam planeadas para ser o terceiro álbum. Agradeçam muito a Tibet. No final dos 70, Bill Fay trazia a escrita dos anos 60, mas depois da década do progressivo, outros ventos sopravam nas suas canções. As gravações duraram 4 anos, e talvez por isso se sinta o organismo a desenvolver, lentamente, mas sempre com o desejo de nos esmagar com uma complexidade rara na música de então. Podemos olhar para a música e identificar o punk, o kraut, a new-wave, etc, mas depois temos estes personagens – como Robert Wyatt, por exemplo – que parecem erguer um léxico tão próprio que rasgam divisões e géneros. É por isso que ouvimos esta música e parece-nos durar para sempre. Obra-prima!

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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

A WINGED VICTORY FOR THE SULLEN Atomos VII MLP

€ 17,50 € 12,50 MLP (+ download) Erased Tapes

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A contagem decrescente já ecoa nos vários pisos do edifício da Flur. Muitos anos depois do álbum de estreia – Setembro de 2011, vejam bem! -, Adam “Stars Of The Lid” Wiltzie e Dustin O’Halloran preparam o segundo filho da sua magnífica união, dando-nos um 12” com três temas. Um deles estará no CD/2LP em Outubro (banda sonora retrabalhada para uma peça de dança de Wayne McGregor), mas os outros dois momentos valem o investimento: “Minuet For A Cheap Piano Number One” é uma sobra do álbum de estreia, uma doce e melancólica (adjectivo óbvio, sim) dança em câmara lenta que nos vai parando o sangue no corpo, cheia de notas de piano abandonado e estática desoladora entre as teclas; “Atomos VII (Greenhouse Re-Interpretation)” é uma versão de 15 minutos do primeiro tema deste disco, com camadas de Inverno islandês a serem lançadas e destapadas por Ben Frost (mas podia ser Tim Hecker) sobre filigrana acústica em crescendo. Tudo simples e tremendamente eficaz. Como dizíamos no início, as saudades eram muitas, e este disco – apenas em vinil transparente, e posto cá fora em quantidade limitada – vai ter mesmo que chegar até Outubro.

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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

ORCAS Yearling CD

€ 14,95 € 11,95 CD Morr Music

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Se não perderam a estreia homónima, há 2 anos, então terão como nós toda a vontade de ouvir o segundo álbum deste projecto de Benoit Pioulard e Rafael Anton Irisarri, dois músicos que habitualmente encontramos na secção da electrónica, sub-divisão ambiental. Juntos fazem música pop que junta imagens pastorais de uns Boards Of Canada como se fossem inundadas por um aluvião shoegaze controlado. As canções de “Yearling” são feitas de poeira e grão saturado, nascem depois da música instrumental descolar, e são sustentadas pela pequena electricidade estática que aguenta uma aparente formação pop/rock. Se há música e pop perfeita para o calor, é esta. Tem clima soalheiro, irradia conforto, e nota-se que existe profundo prazer na música destes dois. Sendo a verdade, isso sente-se do lado de cá.

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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

SPAIN Sargent Place CD

€ 15,50 € 12,50 CD Glitterhouse

[audio:http://www.flur.pt/mp3/GRCD786-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GRCD786-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GRCD786-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GRCD786-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GRCD786-5.mp3]


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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

PLASTIKMAN Ex CD / 2LP

€ 15,95 CD Mute

€ 26,95 2LP (+ download) Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM370-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM370-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM370-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM370-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM370-5.mp3]

“Ex” foi gravado ao vivo em Novembro de 2013 no Guggenheim, Nova Iorque, e aprofunda o lento reacordar de Plastikman ao longo dos últimos anos, simbolizado pela trilogia de maxis “Nostalgik” (2004 a 2007). Richie Hawtin virou o século em nome próprio e “Ex”, segundo ele próprio, é um mergulho no passado para explorar a incerteza do futuro. O evento no Guggenheim fez parte de um desfile Raf Simons, retirando Plastikman a um ambiente de clube e criando a possibilidade de interacção com outras expressões artísticas que interessam Hawtin. O corte na capa (tanto em CD como em vinil) sugere o poster do “Alien” original, sugere que algo está para ser revelado. “Ex” retoma o pulso ácido de outrora, a caminhada seca dos beats, a densa atmosfera alienígena, polindo algumas superfícies para uma experiência Minus já dos anos 2000. “Exhale” termina o disco com um lamento ácido quase sentimental, completando um percurso que dispara a nossa imaginação para muito longe daqui.

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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

CAN Future Days CD / LP

€ 16,50 € 9,95 CD (reissue 2007) Spoon / Mute

€ 23,50 LP (reissue 2014) Spoon / Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CDSPOON9-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSPOON9-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSPOON9-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSPOON9-4.mp3]

1971, 1972 e 1973. “Tago Mago”, “Ege Bamyasi” e “Future Days”. Muitas vezes colocados como os três discos de referências dos Can, noutras como três dos discos da quase-imaculada discografia dos Can, fase Damo Suzuki e talvez a mais exploratória da banda: o que estava antes sentia-se como mais rock, o que acontece nestes três anos é intenso e especial, e em cada disco vemos cada um dos músicos a experimentar algo de diferente e a fazer-nos ouvir o seu instrumento de eleição como algo de novo. Por causa disso, e não só, há uma liberdade real nesta fase dos Can, porque a voz, o à-vontade ou o modo de estar crazy-loco de Suzuki permitia que a coisa rumasse para qualquer lado e que Suzuki fosse capaz de a encontrar. “Future Days” é o último álbum desta fase e aquele que durante anos foi mais difícil de encontrar em vinil (chegámos a ter uma edição bootleg há uns anos) e que teve a merecida reedição recentemente (há pessoas aqui no estabelecimento que esperavam por isto há mais de uma década), numa altura em que os álbuns dos Can estão novamente a ser reeditados neste formato. “Future Days” é um disco especial, na carreira dos Can não há outro que soe assim ou que sequer se aproxime. É, e é fácil e inevitável dizê-lo, um disco do futuro, que descobre e constrói o caminho de muita música ambiente que viria a ser feita décadas depois. Mas, simultaneamente, é um disco de jazz, pop, funk, é fácil associá-lo a outra coisa quando se desmonta o seu som e se procura nos pormenores. E é, também, até à altura, o álbum mais acessível dos Can e, provavelmente o mais imediato. A sua estranheza é quase exótica e joga-a como um trunfo desde os primeiros sons. É difícil escolher um disco favorito, ou até um disco favorito dos Can, mas este é daqueles que teria de ir para a ilha deserta.

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Quinta-feira, 17 Julho, 2014

MATTHEWDAVID In My World CD / LP

€ 13,95 CD Brainfeeder

€ 18,50 LP Brainfeeder

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Fundador da Leaving Records (que editou “Tragedy” de Julia Holter) e, por vezes, companheiro de armas de Sun Araw, MatthewDavid dá-nos em “In My World” um som que está no meio do Autre Ne Veut do primeiro álbum e de Mayer Hawthorne. Há muito de soul e r&b aqui, mas há sobretudo um desvio natural, ou evolução, da pop de alguns nomes que foram importantes nos últimos anos (Ariel Pink e Panda Bear, por exemplo). Mas enquanto nesses há um desejo de confluir na pop, MatthewDavid parece criar pequenas fracções de vários géneros dentro das suas músicas, quase em modo fractal e comprimido ao bom jeito dos beats criados por esta geração. “In My World” tem a sua glória pela forma como bebe as várias tendências de L.A. – passado e presente – e as conduz como um maestro com o seu próprio vocabulário.

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Terça-feira, 15 Julho, 2014

LORD TUSK Escape From Babylon EP 12″

€ 10,50 12″ Levels

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Lord Tusk chega como o martelo de Thor, com um estrondo no chão. Beats lá do fundo do túnel do tempo, suspensos entre industrial e cósmico; e suficientes claps sintéticos, marcha de beatbox e linha de baixo arrastada para uma entrada directa num patamar clássico. A dupla “Sharkey’s Night” / “Sharkey’s Day” tem especial impacto marcial, seguindo um rumo direito como um blindado que nunca se desvia dos muros e sebes que aparecem no caminho. Material para submissão e créditos extra como DJ quando Dean Blunt se apresenta ao vivo. Muita fantasia sintética a rolar aqui neste disco gloriosamente fora de tempo. Lento e esmagador, bom.

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Sexta-feira, 11 Julho, 2014

FLEXI / BLENDI / ADOPO Wirr1 12″

€ 8,95 12″ Atelier

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Parceria perfeita com outro disco que nos chega na mesma semana, Lord Tusk. Produtos de uma motivação sónica semelhante, movimento na sombra. Flexi e Blendi ocupam o lado A, entre DAF, Suicide e Gerhard Potuznik do final do século; lado B com Adopo x2, base enrolada de synth e linha de baixo apressada, marcha industrial sem o peso excessivo e, logo a seguir, toques numa guitarra à distância, com gritos abafados de esforço físico, tudo confinado a uma marcha analógica para lá do techno e com certeza para lá de qualquer pista de dança, como uma seta dirigida sem visão para um túnel. Sabe-se lá o que pode acontecer. Quatro pedaços obrigatórios de memorabilia actual, novo testamento do poder evocativo, do poder – ponto final – de um som electrónico que procura incessantemente abrir espaço impulsionando-se para fora, em vez de procurar abrigar-se no meio da fila de espera para entrar no clube.

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Quinta-feira, 5 Junho, 2014

RODRIGO AMADO MOTION TRIO & PETER EVANS Live In Lisbon LP

€ 16,50 LP (lim. 300) NoBusiness

[audio:http://www.flur.pt/mp3/NBLP75-1.mp3]

Já se consegue olhar para a improvisação portuguesa sem uma lupa. Nos últimos anos, são vários os nomes – uns mais consagrados que outros; uns mais novos que outros – que ajudam a posicionar a nossa música no panorama global. Mas se alguns nomes são já importantes, ainda nos falta um punhado de agrupamentos sólidos que mostrem percursos extensos e discografia relevante. Se RED Trio começa a ser um dos mais viajados projectos portugueses, o Motion Trio de Rodrigo Amado talvez seja um dos mais ambiciosos e consistentes. Com Miguel Mira em violoncelo e Gabriel Ferrandini em bateria, Amado não só criou um trio robusto e equilibrado, como consegue deixar uma porta aberta para diálogos exteriores, criando novas unidades, igualmente equilibradas. Um dos diálogos mais insistentes tem sido com Jeb Bishop – ao vivo e no excelente “Burning Live” – mas em 2013 o Motion Trio abriu o seu palco a um iluminado: Peter Evans. O encontro acabar-se-ia por dar em dois palcos – no Teatro Maria Matos e no estúdio Namouche – e desses dois acontecimentos nasceriam agora dois lançamentos, diferentes e, ao mesmo tempo, complementares. De certo modo, tudo está melhor arrumado em “The Freedom Principle”, talvez porque dois dias antes, no concerto do Teatro Maria Matos, o quarteto expôs alguma da sua fúria ao vivo, diante do público – e o jazz, sabemo-lo bem, funciona de modo muito diferente nesse contexto. Ambos os lados/temas mostram as explosões e as dinâmicas dessa noite, com “Conflict Is Intimacy”, sobretudo, a oferecer-nos dois sopradores de fôlego infinito, ancorados numa secção rítmica também incansável e generosa. Não é normal vermos uma edição dupla deste género, mas a gestão discográfica de Amado tem sido exemplar e estas duas aventuras com Peter Evans dão-nos um panorama interessantíssimo sobre o saxofonista, o seu trio e o processo de trabalho com colaborações. Por último, referência ao LP, editado numa tiragem única de 300 exemplares e com uma capa muito bonita do pintor Manuel Amado, pai de Rodrigo.

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Quinta-feira, 9 Janeiro, 2014

ASMUS TIETCHENS Biotop LP

€ 16,50 € 13,95 LP Bureau B

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BB141-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB141-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB141-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB141-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB141-5.mp3]

Os primeiros álbuns de Asmus Tietchens transportam toda a magia e imprevisibilidade da ultra-criatividade germânica na década de 70. Um misto de Conrad Schnitzler e Cluster, pop desviada do centro para circular em passo robótico numa linha de montagem imaginada. “Biotop”, editado originalmente em 1981, marca o início de uma série dedicada ao Tempo, em modo abstracto de reflexão sobre o que veio e o que estaria para vir. Ambiente pastoral alemão, Residents (“Geisei Des Monats”), melodias de primeira idade, mecanismos complexos e uma fundação industrial que reflectia a atitude punk que os Cabaret Voltaire já haviam ensaiado em Sheffield. As faixas funcionam como monólogos ou, também, pequenas histórias contidas em limite de canção. Regras sintéticas totalmente a abrir caminho a um futuro já muito tangível e no entanto ainda impossivelmente longínquo.

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Quinta-feira, 9 Agosto, 2012

BIG STRICK presents… Resivior Dogs CD

€ 18,95 € 10,50 CD 7 Days Entertainment

[audio:http://www.flur.pt/mp3/884501735933-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/884501735933-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/884501735933-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/884501735933-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/884501735933-5.mp3]

História longa com Omar-S e um percurso sozinho que começa a ser muito importante para que Detroit continue solidamente no mapa musical. Big Strick avança uns pontos na característica house ao mesmo tempo “armada e perigosa” e sentimental, aqui recebendo a herança da soul clássica que alimentou espiritualmente muitas famílias nas décadas de 60 e 70. Do Espaço até bairros pobres bem próximo do chão, “Resivior Dogs” é um dos impressionantes álbuns de house no século XXI, fiel à tradição de Detroit em unir passado e futuro numa linha coerente e consequente, importante testemunho da vitalidade desta Cena Que Não Morre. Big Strick, Generation Next (filho), Omar-S e Reckless Ron, todos contribuem som para este álbum de família.

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