Quinta-feira, 28 Janeiro, 2016

KODE9 Nothing CD / 2LP

€ 15,50 € 11,95 CD Hyperdub

€ 23,50 2LP Hyperdub

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HYPCD003-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HYPCD003-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HYPCD003-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HYPCD003-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HYPCD003-5.mp3]

A Hyperdub nunca foi uma proposta feliz. Frequentemente energética, catártica (as associações ao footwork, essencialmente), mas até os álbuns de Cooly G passam uma melancolia que já parece fazer parte da “mensagem” da editora. Em Burial isso é óbvio, tal como nos discos que Kode9 gravou com The Spaceape. “Nothing” parece resumir no título a perspectiva de futuro que a lente de Kode9 mostra. O conceito do álbum está ancorado num hotel imaginário, totalmente automatizado, vazio de pessoas e, tal como outros trabalhos de Steve Goodman (Kode9), destina-se à reflexão sobre a contemporaneidade tecnológica, urbana e, em última análise, social e humana. É difícil dissociar esta música de tais reflexões, e podemos saltar directo para o título ambíguo da última faixa: “Nothing Lasts Forever”, querendo dizer que nada dura para sempre mas, também, que o Nada dura para sempre. O ruído parece de chuva forte, e aí podemos interpretá-lo como quisermos. “Nothing”, o álbum, constitui em si um novo híbrido entre as credenciais dubstep e a incorporação de footwork num contexto esotérico e não de rua, como a expressão original de Chicago. A música é quase sempre tensa, feita de mudanças rápidas, e chega mesmo a sugerir um destino condenado à marcha lenta de uma procissão das almas, no remake de “9 Samurai” agora chamado “9 Drones”. É o futuro?

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , , , / / Comentar: aqui »

Quinta-feira, 7 Janeiro, 2016

FLOATING POINTS Elaenia CD

€ 15,95 CD Pluto

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FPCD01-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPCD01-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPCD01-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPCD01-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FPCD01-5.mp3]

Floating Points anda a cruzar zonas de jazz, broken beats, pós-rock e até Four Tet via Fridge (bom, pós-rock). Oiçam “Silhouettes” ou “Peroration Six”, por exemplo, onde a batida manda aquele estilo livre. Noutras faixas ouvimos encaixes de composição que levam a música para um nível de luxo mais polido: “Argente”, “Thin Air”, “Nespole”. Cabe à faixa-título sair da cápsula e andar pelo Espaço, são 7 minutos perto do centro do disco que instalam a paz. Pode encontrar-se em Floating Points um paralelo com Vakula, por exemplo, no modo como ambos procuram distanciar-se da música de dança mais funcional para adoptar linguagens mais livres, em ocasiões mesmo com formato de banda. “Elaenia” aponta mais densidade na música de Floating Points, não porque necessite de credibilidade ou “seriedade” mas porque o caminho de exploração na música começa frequentemente na cabeça e esta tem humores que nem sempre são fáceis de interpretar. Respeito.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , / / Comentar: aqui »

Quarta-feira, 6 Janeiro, 2016

LARAAJI Ambient 3: Day Of Radiance CD / LP

€ 12,50 CD (2014 reissue) Glitterbeat

€ 16,95 LP (+CD) (2014 reissue) Glitterbeat

[audio:http://www.flur.pt/mp3/GBCD027-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBCD027-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBCD027-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBCD027-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBCD027-5.mp3]

A ascenção quase automática que esta música induz nunca é esbatida por escuta excessiva (este registo celestial de Laraaji é positivamente inesgotável para ouvidos e mente), antes se encontram diferentes enquadramentos que, por sua vez, geram diferentes narrativas. Mais forte do que mera música meditativa, “Day Of Radiance” mistura misticismo, minimalismo, Oriente, camadas irreais de atmosfera e uma noção de ritmo assente no transe (como deve ser). Tom muito metálico e brilhante nas três partes de “The Dance”, e algo que se pode descrever como líquido e “desagregador” (deixar escorrer) nas duas partes de “Meditation”. Flui tudo muito naturalmente numa época – 1980 – em que a música tinha meios técnicos suficientes, a uma escala individual, caseira até, para cumprir as longas viagens espirituais sugeridas por alguns visionários na década de 60. Vários discos fundamentais na cultura ambiental / New Age foram gravados no início dos 80s e talvez “Day Of Radiance” tenha encontrado um lugar natural nesse período em que Brian Eno (produtor deste álbum) já tinha inciado a sua série “Ambient” como libertação da música e quadro limpo para a mente. Laraaji, soando a Laraaji, é sempre Casa. E se Casa é onde estamos, então assim estamos sempre LÁ.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , / / Comentar: aqui »

Quinta-feira, 31 Dezembro, 2015

LLOYD COLE 1D Electronics 2012-2014 LP

€ 16,50 LP Bureau B

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BB211-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB211-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB211-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB211-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB211-5.mp3]

Mais do que encarar este álbum como um disco de sobras do projecto de Lloyd Cole com Hans-Joachim Roedelius (ver aqui), a atitude correcta é escutá-lo como fruto da curiosidade e progresso musical de Cole, que aqui se autonomiza na sua dedicação à música generativa depois de muito estudar e praticar. Por vezes, como em “Ken-O”, parece pisar o território IDM ambiental que projectos como Isan dominavam nos 90s, fazendo passar um sentimento pastoral muito real. Também quando os sons e timbres soam tão íntimos como uma pequena caixa de música no quarto de uma criança vintage. Ah: algo de Jeremy Dower, também, e da sua música imaginária (e sintética) de salão, uma das propostas que, no virar do milénio, amenizava a aspereza da música electrónica de então. No entanto, apesar de todas as referências que possamos querer aplicar a “1D Electronics”, o que verdadeiramente é importante, bonito, e musicalmente relevante, é o modo pessoal como Lloyd Cole aborda a sua expressão individual através da electrónica que, podemos arriscar, está nuns certos antípodas superficiais do formato pop/rock que o celebrizou nos 80s. Belo álbum.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , / / Comentar: aqui »

Quinta-feira, 31 Dezembro, 2015

THE MISSING BRAZILIANS Warzone LP

€ 23,50 LP (2015 reissue) On-U Sound

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ONULP34-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP34-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP34-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP34-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP34-5.mp3]

Uma experiência verdadeiramente incrível nos limites do dub. Adrian Sherwood at the controls! Todo o exotismo que se pode imaginar num cruzamento entre percussão Nyabinghi, distorção semi-industrial, ciência de estúdio, pós-punk e Oriente. Uma das faixas mais desregradas chama-se “Frequency Feast”, o que fornece boa pista sobre o conteúdo. Este álbum desfaz qualquer noção de fumo e languidez que ainda se possa colar ao dub, mesmo aquele produzido pela On-U Sound, substituindo a atmosfera clássica por viagens muito arriscadas numa interpretação iconoclasta do formato. Tudo incrível, neste LP que, aos nossos ouvidos, não encontra paralelo em nenhum outro disco editado antes nem depois. Génio de Sherwood, Annie Anxiety e elementos de duas bandas da casa: African Head Charge e Dub Syndicate. Quase inclassificável, e o “Quase” é escrito só um pouco por medo de exagero irreflectido.


NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , / / Comentar: aqui »

Terça-feira, 29 Dezembro, 2015

ERIC COPELAND Jesus Freak LP

€ 14,95 LP L.I.E.S.

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LIES064-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES064-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES064-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES064-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LIES064-5.mp3]

Na L.I.E.S., Eric Copeland parece ter vontade de organizar o caos que conheciamos dos Black Dice. Os sons estão lá, mas os processos rítmicos (e de groove!) redireccionam a matéria para algo que se pode dançar numa pista. É fascinante ouvir como a aparente desorganização encaixa nos detalhes, fixando um caminho construído tanto de samples como de improvisação que soa bruta. Não há uma tentativa de “fazer techno” ou “fazer house” (a não ser que se considere o bafo e compressão de “Multiball” como house), tudo deriva dos processos de Copeland, sempre com a dissonância como boa aliada do ritmo que nunca quer exactamente pertencer a um local específico. Imaginem os Niagara ainda mais desviados do centro, com pinturas de guerra. Não descrevemos aqui música agressiva, mas selvagem no sentido livre, entusiasmante, do termo? Isso sim.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , / / Comentar: aqui »

Sábado, 26 Dezembro, 2015

GALA DROP Nova 12″

€ 11,95 12″ Golf Channel

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CHANNEL061-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CHANNEL061-2.mp3]

Niagara, Tiago RMXS

Não custa dizê-lo: este 12″ representa com uma perfeição muito elevada o que tem sido a produção de música de dança em Lisboa na segunda década deste século. Existem no activo outros actores importantes, mas a concentração destes três nomes mapeia um percurso que ajuda a distinguir mais claramente Lisboa de outros centros. Gala Drop, em si, cumpriram em Lisboa uma função análoga à de LCD Soundsystem em Nova Iorque, que foi a união de dois circuitos – rock e dança – que pouco cruzavam ou, pelo menos, passaram a cruzar-se de forma verdadeiramente natural e descomprometida. Tiago, como co-fundador da banda ainda antes da sua fase, digamos, rítmica, transporta com total autoridade esse legado, puxando aqui “Nova” para aquela área híbrida que a sua música tão bem personifica: disco, house, techno e até, nesta instância, broken beat, mas isso parece-nos que foi Tiago a saber aproveitar muitíssimo bem o rico jogo percussivo de Afonso Simões nos GD e dar-lhe uma espinha dorsal que este, em toda a sua maleabilidade rítmica, persiste em não manter. Como bónus, um “tss tss tss” de boca a pontuar a batida :) Niagara saem por momentos da sua cápsula de improvisação controlada, muito reconhecível através dos seus sons e estruturas – oiçam qualquer disco deles desde o CDR na Dromos – e acompanham, diriamos com total discrição, o groove de Gala Drop lado a lado, como se os três Niagara fossem um só músico convidado que parece sobressair, sobretudo, quando a banda acalma a marcha no bloco central da faixa. Como dizem, “win-win”.


NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , , / / Comentar: aqui »

Terça-feira, 22 Dezembro, 2015

CORI JOSIAS Takin’ It Straight + dub 12″

€ 8,00 12″ Sire (29665-0)

Exemplares originais SELADOS da edição americana de 1983 / 1983 US press. SEALED with small promo cut! Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Takin’ It Straight (dub)

Há um traço neste disco que liga a banda de Rick Wakeman aos Visage, Mike Oldfield e fica mais gordo naquele período 1982-83 em que se experimentavam muitas coisas em Inglaterra, após o sucesso da pop electrónica, que em certa medida pegou no declínio Disco para activar uma cultura de dança que se pudesse chamar local. Falamos dos produtores de “Takin It Straight”, músicos de sessão e compositores, e também de Cori Josias, a voz. John Luongo remistura o lado A, a meio caminho de Hi-NRG (só não é porque as BPMs são mais lentas), mas é no lado B instrumental que a magia de época que adoramos se manifesta. Baixo sintético seco, um tom ligeiramente épico nas pontes onde falta a voz que conduz ao refrão, uma malha robotizada de brilho optimizado na pista de dança. Clássico.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , , / / Comentar: aqui »

Sexta-feira, 11 Dezembro, 2015

PIERO UMILIANI Continente Nero LP

€ 16,50 LP (2015 reissue) Omnicron

OUVIR / LISTEN:
Oasi, Rivoluzionari, Preparativi, Piffero Africano, Nuove Realta

Originalmente editado em 1975, “Continente Nero” é um disco sublime de jazz/electrónica/exótica. As cópias que recebemos não são originais – queriam! – mas de uma reedição não oficial que nos surgiu à porta e fomos incapazes de recusar. Já conhecíamos o disco, a qualidade do som pareceu-nos suficientemente boa para apostar. Primeiro porque este ano foi particularmente prolífico em reedições – oficiais e não – de discos de Umiliani, dos seus mais diversos campos de actuação e correctamente adjectivados e sintonizados com a sua história e influência. “Continente Nero” é um paraíso do início ao fim. Não é uma questão de nos transportar para algum lado, mas da música evocar um lugar de não-pertença e de criar uma combinação única entre jazz, electrónica e música folk. O som ligeiro facilita a entrada no disco. Que é em si bastante fácil, mas quando se esmiuça há momentos ridiculamente complexos e que estão para além da paisagem agradável da exótica ou da library music. E tal como outros discos de Umiliani de que falámos nos últimos meses, há todo um lado de que isto é algo que não é, soa a uma coisa mas é outra, parece-se com isto mas afinal é aquilo. Até quando vai directo ao jazz (em “Nuovi Fermenti”) há um embalo que nos faz afastar dos rótulos e aceitar isto apenas como música de paisagem, música ambiente. Música ambiente perfeita, uma espécie de descrição do paraíso ao longo de dezasseis temas. Uma pérola.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , , , / / Comentar: aqui »

Sexta-feira, 4 Dezembro, 2015

RIONEGRO Rionegro 2LP

€ 19,95 2LP Cómeme

[audio:http://www.flur.pt/mp3/COMEMELP06-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/COMEMELP06-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/COMEMELP06-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/COMEMELP06-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/COMEMELP06-5.mp3]

Sano, Matias Aguayo and Gladkazuka reúnem-se para uma interpretação de música original da América Latina ao seu modo divertido, ligeiramente bêbedo mas, não se enganem, totalmente respeitoso e, mesmo, consequente. Não há nada de falso ou pretensioso aqui, estas são as raízes que movem a família de músicos / produtores / DJs da Cómeme, uma editora que assume uma espécie de curadoria dos ritmos tropicais de além-Atlântico para correctamente os transpôr para outras linguagens. Desde uma abordagem mais tradicional como “Carruseles” a algo artificial (quase surf industrial) como “Negro Empelota”, o que nos agarra sempre nos bons discos da Cómeme é a força da mensagem original transmitida por personalidades que, através da música, mantêm uma garra do Velho Mundo. “Llego El Don” anuncia em passo mais lento a chegada de alguém importante, com uma solenidade própria, transportada do álbum “The Visitor” (Matias Aguayo). A via latina é fascinante, neste serviço, e aqui entramos num álbum que, em teoria, é de versões, mas na prática não parece necessitar do coração de ninguém para existir.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , / / Comentar: aqui »

Sexta-feira, 4 Dezembro, 2015

BILL ORCUTT & JACOB FELIX HEULE Colonial Donuts LP

€ 16,50 LP Palilalia

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PAL-039LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAL-039LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAL-039LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAL-039LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAL-039LP-5.mp3]

A capa é um mosaico de tatuagens de Bob Marley, o título é “Colonial Donuts” e não existe grande relação entre as duas coisas. Mas a capa é incrível. E o título também. O disco prossegue o registo de Bill Orcutt desde que começou a editar a solo há uns anos. Contudo, desta vez não está sozinho, mas em duo, com o baterista Jacob Felix Heule. Guitarra e bateria, o registo afasta-se daquela intimidade que os discos de Orcutt a solo carregam; a sua guitarra tem um som mais seco do que o habitual que entra em sintonia com o da bateria. Mas o som da guitarra de Orcutt é uma novidade, cria frases mais curtas e livres, que mantém a intensidade e o carácter espontâneo desta sua fase da carreira, mas que batem como socos, fortes e menos espaçados no tempo. Isso não causa surpresa, surpreende é ouvir-se e sentir-se tanto neste registo em duo. Há muito que não recebíamos edições directamente da editora de Bill Orcutt, por isso, aproveitem: o stock é muito limitado.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

PLEASE NOTE: Item always subject to stock and price confirmation

Artigos relacionados


/ / Etiquetas: , , , , , , , / / Comentar: aqui »