Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

PEIXE:AVIÃO Peso Morto CD

€ 9,95 CD PAD

Se dúvidas houvessem, bastaria comparar a entrada de “Peso Morto” com o disco homónimo de 2013: na altura, “Prismas” entrava declaradamente numa estrutura rock, enquanto que “Engrenagem” arranca suave e electricamente durante um minuto para depois se deixar engolir por um borbulhar electrónico, old school, que parece substituir a bateria tradicional. A voz, essa, aparece apenas quase a um terço do tema. Ou seja, a banda de Braga parece ir, cada vez mais, em direcção ao instrumental, deixando a voz, a arma de Ronaldo Fonseca, cada vez mais diluída no som do colectivo. “Torto” ou “Pés Em Falso”, que tão potentemente termina o novo álbum, ilustram como essa mesma voz pode servir outros objectivos superiores para além das palavras e como na dose certa é tão essencial quando a sua invisibilidade. Ao vivo, percebemos este reequilíbrio de forças, com o plano de palco a colocar o “cantor” num plano recuado face a todos os outros músicos, deixando à nossa vista como “Peso Morto” desenha o novo som da banda, entregue a um amor sem paralelo com as máquinas, mesmo quando coexistem com os instrumentos tradicionais, ampliando-os e distorcendo-os. E, no entanto, o milagre acontece quando sentimos que a pop não definha perante o peso da electrónica, e a electricidade continua tão cortante quanto possível. Talvez seja por isso que a voz é ainda importante nesta equação, para humanizar e dar corpo ao mergulho que vão fazendo para a escuridão das suas máquinas. Foi um salto ambicioso e muitíssimo arriscado, mas “Peso Morto” consegue demonstrar que é preciso colocar a fasquia lá no topo para se olhar para cima. Só o tempo o dirá, mas este pode ser mesmo um dos pontos altos da pop alternativa em Portugal. Para verem como este laboratório funciona, procurem, a partir de hoje no site da RTP, o programa “No Ar”, para os ver ao vivo na Antena 3.

“É uma banda rock a transformar-se, evidentemente, em banda sonora. Os filmes, esses, ainda hão de vir”
EXPRESSO, 4/5

“Disco de espanto que os confirma cada vez mais como grupo instrumental com voz que constrói a sua música a partir de escombros do rock.”
PÚBLICO 4,5/5

“Estamos perante um dos melhores discos da música nacional dos nossos dias.”
ALTAMONT

“O caminho dos Peixe:Avião vai negro. E isso é uma coisa boa”
OBSERVADOR

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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

NIAGARA 2013-2014 CDR

€ 4,95 CDR Ascender

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19 faixas retiradas do arquivo no Castelo Niagara. Os subterrâneos são o sítio para estar, e isso nada tem de sombrio. Os anos 2013-2014 foram ontem, mas o brilho histórico que a música transmite parece provir de bem mais além. Faixas rudes de house/techno a servir o momento, improvisações que se sentem, semi-edits às vezes. Os cortes são rudes, em várias das faixas, porque a gravação analógica em 4 pistas dispara um reverse (audível no final de algumas faixas, não é defeito). Além disso, quando termina termina, não há entradas nem saídas, só o momento presente. Niagara a meio caminho entre eles como produtores e eles como DJs.


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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

NIAGARA Escola De Condução CDR

€ 4,95 CDR Ascender

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ASCCDR04-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASCCDR04-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASCCDR04-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASCCDR04-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASCCDR04-5.mp3]

Experiências sem batida, esboços com ADN de Niagara, recolhidos também do período 2013-2014 (ver CDR “2013-2014″), dispersos por hardware informático provavelmente em desuso. Muitas referências afectivas pairam à nossa frente ao ouvir isto. Material cósmico mas também algum borbulhar electrónico mais proveniente das entranhas do equipamento. O estilo de Niagara resumido em pequenas peças (são 17, no total) que, por partes, vão compondo a figura. Baixa fidelidade, calor, energia – de novo – afectiva e confortável. O espaço que ocupam em 2016 não é de mais ninguém, e o ano praticamente acabou de arrancar. #orgulho


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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

SUZANNE KRAFT Talk From Home LP

€ 15,50 LP Melody As Truth

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Suzanne Kraft é, na verdade, Diego Herrera. Para a editora Melody As Truth, de Jonny Nash, grava este álbum pausado, atmosférico, recordando Brian Eno na ponte entre pop e ambiental com Ibiza ao fundo. O álbum abre grandes espaços, também numa certa tradição quase-New Age da década de 80, oferecendo um óptimo catálogo paisagístico a quem retribuir com atenção. “Talk From Home” atravessa o ar sem esforço, contando em 7 faixas uma aventura errante que nos faz evadir com prazer, como os bons livros de viagens em terras exóticas. Para casa, já.


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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

DON CHERRY & JON APPLETON Don & Jon 7″

€ 10,50 7″ Cacophonic / Finders Keepers

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CACK4506-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CACK4506-2.mp3]

Em 1970 Don Cherry e Jon Appleton gravaram o álbum “Human Music” em conjunto, numa altura em que Don Cherry se afastava um pouco das convenções do jazz e andava a experimentar um pouco mais entre o jazz e outros géneros (é por esta altura que colabora, por exemplo, na banda-sonora de “Holy Mountain”). Os dois temas reunidos neste 7” são inéditos e encaixam na perfeição no contexto da época e daquilo que Jon e Don concretizaram juntos no álbum acima referido. É uma fusão perfeita entre electrónica e jazz, ambos os temas são experiências sonoras que quebram convenções e que se colocam nas fronteiras de outros géneros, e experiências na electrónica, que seriam populares – ou, melhor, que agora são populares graças às descobertas – na década de 1970.

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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

MASAHIKO SATO Belladonna LP

€ 17,50 LP Finders Keepers

OUVIR / LISTEN:
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“Belladonna Of Sadness” é um filme de culto de anime de meados da década de 1970, numa altura em que a animação, de um modo geral, desafiava algumas convenções do género e introduzia temas mais adultos. E uma coisa que é evidente neste período, através de álbuns que temos vindo a descobrir na última década, é que a quebra de convenções passava por todos os detalhes, incluindo a música. O que é espantoso neste “Belladonna” de Masahiko Sato é os cantos inesperados a que cada tema nos leva. Não se trata de quebrar convenções, mas de jogar com o inesperado, oferecer uma espécie de género diferente em cada canto, como algo que pudesse servir o propósito do filme ao invés de obedecer a uma regra homogénea de banda-sonora. Por isso neste “Belladonna” ouve-se jazz, psicadelismo, folk, canções pop com um travo de trabalho orquestral típico de filmes. É um mundo mágico, um que nos faz exasperar por uma década em que, realmente, existia uma liberdade natural e não um sentimento forçado para estar desligado das regras. E essa liberdade sente-se neste “Belladonna”, bem como a criatividade que inspira a exploração de lugares mágicos. E este é um álbum cheio deles.

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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

SPIDER KING Shot To Pieces LP

€ 18,50 LP Cache Cache / Finders Keepers

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CACHE015LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CACHE015LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CACHE015LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CACHE015LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CACHE015LP-5.mp3]

A Finders Keepers dedica regularmente um espaço nas suas edições para música britânica, especialmente a Manchester, cidade com a qual a editora tem algumas afinidades. “Shot To Pieces” é mais uma relíquia das obscuridades, gravado entre 1979 e 1983 é um complexo grupo de canções entre o jazz e o punk, demasiado limpinho para se juntar ao pós-punk mas suficientemente estranho para se juntar a um grupo de descobertas dos últimos anos, que nos foram apresentados pela Staubgold, como os Family Fodder e os 49 Americans. “Shot To Pieces” joga com os arquétipos da canção pop da altura e, tal como acontece com os 49 Americans, joga com o clima pop que era popular nos arredores daqueles anos e distorce os temas que eram cantandos usando bases instrumentais reconhecíveis. E com um nome como Spider King, torna-se inevitável associar a ideia de aranha e de alguém que realmente teceu a sua teia em todos os lados, concentrando em cada canção sumo suficiente para sumarizar uma época. Uma época que, já de si, era rica em fazer nascer coisas como Spider King. É mais um nome um e mais um inevitável a descobrir deste período.

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Terça-feira, 23 Fevereiro, 2016

GOLDEN TEACHER First Three EPs CD / LP

€ 16,95 CD Golden Teacher

€ 23,50 LP (+CD) Golden Teacher

Só mesmo para relembrar o óbvio: aqui está uma banda que parece agregar quase toda a música rítmica de que gostamos, como uma aparição de corpo sólido que não vem apenas assombrar mas até empurrar e tombar para cima de nós. São os três primeiros EPs reunidos, porque entretanto descatalogados, e que fizeram crescer a reputação de Golden Teacher, especialmente quando disparados nos incendiários concertos ao vivo. “Like A Hawk” mantém-se emblemático do espírito negro da banda, desviado para um lado místico onde a catarse pode produzir-se naturalmente. Há momentos em que SPK e Liaisons Dangereuses aparecem do éter, mas é no todo que Golden Teacher mostram a poderosa unidade que são. Obrigatório outra vez. E o LP traz junto o CD

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Terça-feira, 23 Fevereiro, 2016

THIS HEAT This Heat LP

€ 25,50 LP (2016 reissue) Modern Classics

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MCR916-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MCR916-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MCR916-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MCR916-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MCR916-5.mp3]

40 anos. É realmente difícil conceber que a música presente no primeiro álbum dos This Heat começou a ser concebida há quatro décadas. O álbum viria a ser editado apenas em 1979, mas o que acontece começou a ser registado no início de 1976 e, para celebrar esse acontecimento, a Light In The Attic via a chancela Modern Classics Recordings resolveu reeditar pela primeira vez em vinil parte da discografia dos This Heat, uma década depois da fabulosa caixa “Out Of Cold Storage”, que fez um bom trabalho em reunir a discografia da banda. Afirmar que o som dos This Heat é único pode ser um cliché, mas é um cliché do qual muito poucas bandas se podem orgulhar. São um fenómeno no contexto da música popular e a forma como exploraram o som é especial, especial até em relação ao período em que tudo se desenvolveu e que hoje se mantém intacto como inovador, inspirador e absolutamente intacto e resistente ao factor tempo: mantem-se actual, não no sentido intemporal, mas no sentido de que é música tão fora de qualquer contexto que poderia ter surgido em qualquer época. Mas começou a nascer há quarenta anos e embora “This Heat” seja apenas uma parte da imensa criatividade que apresentaram ao mundo, é um pilar essencial para os compreender e entender toda a música que se fez desde então (não é um exagero). O ritmo, o minimalismo, o cruzamento entre pop e música concreta nunca mais foram os mesmos depois dos This Heat aparecerem.

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Terça-feira, 23 Fevereiro, 2016

DJ FETT BURGER Burger Trip 12″

€ 9,95 12″ Mongo Fett

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FETT202-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FETT202-2.mp3]

Número 2 na Mongo Fett, autonomia de DJ Fett Burger dentro da família Sex Tags. Dá uma grande viagem. Ou melhor, duas. Bongolândia maravilhosa enquanto se segue pela pista no mato, cheia de blips que simulam a vida selvagem. São 9 minutos + 12, não é muito viável conter estas explorações em menos tempo. O lado A termina com minuto e meio de ambiência artificial, desligando a mente da terra. O lado B arranca nesse modo, a mistura chama-se “Meme” e tudo regressa como antes, de forma que aos ouvidos parece o espelho do lado A, até a batida soa meio invertida. Desta vez a descida ambiental faz-se em 4 minutos. Muito fora. Sempre bom, não mentimos.


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Segunda-feira, 22 Fevereiro, 2016

SORDID SOUND SYSTEM In A Year Of 13 Moons 12″

€ 11,95 12″ Invisible Inc

[audio:http://www.flur.pt/mp3/INVINC04-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INVINC04-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INVINC04-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INVINC04-4.mp3]

Tanto quanto se percebe, Sordid Sound System são residentes no estúdio Green Door, em Glasgow, onde gravam, entre outros, Golden Teacher (difícil, fugir-lhes, hoje em dia). Em 4 faixas ouvimos Ácido Menor (porque não muito explícito), variações de kraut, Suicide, Head Hunters, tudo metido junto com equipamento analógico do estúdio, em sessões after-hours. Directo no alvo, para quem se interessa pela cena de Glasgow representada por GT e Optimo, por exemplo, aquela linha de devassidão estilística ancorada no pós-punk enquanto período que fez a ponte entre os 70s e 80s. É bravo.


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Segunda-feira, 22 Fevereiro, 2016

LIZZY MERCIER DESCLOUX Suspense CD / LP

€ 16,50 CD (2016 reissue) Light In The Attic

€ 26,50 LP (2016 reissue) Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA140-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA140-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA140-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA140-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA140-5.mp3]

O percurso de Lizzy, nestes cinco álbuns reeditados pela Light in the Attic, parece correr sempre ao alcance de mais pop. Desta vez gravado nas Ilhas Britânicas, o álbum mantém o tom exótico de outrora, embora mais orientado para um formato menos arrojado, certamente fruto de nova produção e da ausência de Michel Esteban, companheiro de Lizzy, produtor e génese da ZE Records. Os 80s estavam quase a fechar e o som não mente. Um dos melhores exemplos desse som “brilhante”, europeu mas viajado, encontra-se em “2 Femmes A La Mer”. Um dos trunfos é, ainda e sempre, a dificuldade em posicionar a música de Lizzy Mercier Descloux num contexto pop, porque, sendo por esta altura (1988) bem acessível, não se pode dizer que seja comercial.

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Segunda-feira, 22 Fevereiro, 2016

LIZZY MERCIER DESCLOUX One For The Soul CD / LP

€ 16,50 CD (2016 reissue) Light In The Attic

€ 26,50 LP (2016 reissue) Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA139-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA139-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA139-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA139-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA139-5.mp3]

Manhattan, Bahamas, Áfica do Sul e, agora, Rio de Janeiro, para este álbum gravado em 1986, o mais convencional que ouvimos de Lizzy Mercier Descloux. Ainda assim, a sua maneira de interpretar alguns standards soul/jazz é suficientemente descentrada, descontraída, para retirar qualquer carga extra de tristeza ou melancolia que os originais possam ter. “Sound Of Leblon” é quase a única instância em que a localização é traída, apesar de isso não passar do título, porque a música é a perfeita junção da Lizzy de “Mambo Nassau” com a mais recente propensão para canções, e pouco tem de explicitamente brasileiro. “Let’s get It On”,de Marvin Gaye, quase fecha o disco em modo soft de actuação em casino. Isso é bizarro.

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Segunda-feira, 22 Fevereiro, 2016

LIZZY MERCIER DESCLOUX Zulu Rock CD / LP

€ 16,50 CD (2016 reissue) Light In The Attic

€ 26,50 LP (2016 reissue) Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA138-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA138-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA138-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA138-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA138-5.mp3]

Lizzy Mercier Descloux mudava de local a cada novo disco. Três anos após “Mambo Nassau”, o local é África, a inspiração chega de outras paragens. Assente em canções menos loucas que o seu predecessor, “Zulu Rock” segue o trilho solar de “mambo Nassau”. Para quem se motiva com a dica, pensem em “Graceland” de Paul Simon um pedaço mais à esquerda, com elefantes falsos criados pelos sopros, muito swing africano, coros, alternância entre as línguas francesa e inglesa, uma experiência levada a cabo por quem se abria às cores do mundo, longe dos fumos das grandes cidades ocidentais.


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Segunda-feira, 22 Fevereiro, 2016

LIZZY MERCIER DESCLOUX Mambo Nassau CD / LP

€ 16,50 CD (2016 reissue) Light In The Attic

€ 26,50 LP (2016 reissue) Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA137-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA137-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA137-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA137-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA137-5.mp3]

Já estava um pouco implícito em “Press Color”, este tom tropical mais solto. Quase desde logo percebe-se que Wally Badarou toca no álbum, dando-lhe aquele brilho sintético de pop global tão identificado com uma certa cultura mais descontraída nos anos 80. Os textos são bastante livres, muitas vezes a voz de Lizzy solta apenas fonemas que pontuam, motivam ou acompanham o ritmo. No Wave ao Sol, “Mambo Nassau”. Canções desconjuntadas que não parecem sequer tentar prender-se a qualquer léxico. Magnífico álbum exótico de pop atirado de 1981 até aqui.


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Quinta-feira, 26 Novembro, 2015

NIAGARA Ascender 001 12″

€ 9,95 12″ Ascender

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ASC001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASC001-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASC001-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ASC001-4.mp3]

Niagara mantêm um nível de produção intenso, isso não é novidade para nós, mas o que faz sempre pensar que são um nome especial na cena (não apenas nacional) é a visão muito particular que têm da música de dança, meia parte laboratório de quem analisa as coisas ao microscópio e meia parte atelier onde realmente se colocam as mãos no equipamento que faz, que produz música. O seu output é tanto, actualmente, que faz todo o sentido começarem a carimbar (literalmente) os seus discos com selo próprio, Ascender. A estrutura viva dos seus sons nunca falha em deixar uma impressão duradoura, seja nos momentos em que há criaturas repetitivas a manifestarem-se (como no motivo principal em “SEE”) ou quando abrem directamente para a pista de dança universal (como em “Beto”). Boas memórias de tudo aquilo que já ouvimos deles e também do futuro que este maxi desvenda, tudo colado em 4 composições que levam toda a gente para cima. LOVE.

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