Quinta-feira, 17 Março, 2016

ALEX PUDDU feat. EDDA DELL’ORSO In The Eye Of The Cat CD

€ 18,95 CD Schema

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SCEB934-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB934-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB934-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB934-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB934-5.mp3]

O fascínio pelo universo das bandas sonoras dos anos 1970, a forma como interpretavam o jazz e integravam elementos de funk e soul, existe praticamente desde o momento em que essas bandas-sonoras começaram a acontecer. Gerações seguiram-se, o fascínio cresceu, dobrado pela coexistência dessa música com outros géneros e a forma como entrou neles (basta pensar nos sucedâneos do trip hop, por exemplo). Por isso é normal que uma editora como a Schema, que tem editado muitos discos desse período vocacionados para a exótica e para a library, encontre em Alex Puddu alguém com a vocação necessária para criar um disco desses na nossa contemporaneidade. Tanto pelo seu fascínio por esse universo como por se dedicar à criação de sons que funcionam como bandas-sonoras para filmes que não existem. E “In The Eye Of The Cat” até evoca esse universo pelo título. A música corresponde na perfeição, com um toque de revivalismo bem apurado para o século XXI.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

PIERO UMILIANI Psichedelica CD / LP

€ 18,95 CD (2016 reissue) Schema

€ 25,50 LP (2016 reissue) Schema

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SCEB931-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB931-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB931-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB931-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SCEB931-5.mp3]

É certamente o artista de quem mais temos falado nos últimos meses. E merece. A onda de reedições do seu trabalho é um pequeno milagre. Há vários Umilianis, mas conseguimos facilmente colocar aquilo que recebemos em três grupos: a electrónica mais arrojada, experimental, com um piscar de olho na música de dança moderna; o easy listening colado ao jazz (sendo “Continente Nero” o melhor exemplo); e as suas explorações no campo da library. A Schema tem-se dedicado mais a este fascículo e as selecções têm sido primorosas. Este “Psychedelia” é mais um conjunto de canções de experiências entre a library e o easy listening, com temas com óptimos nomes como “Hippies #1” e “Hippies #2” e há por aqui uma versão do clássico “Mahna Mahna” dos The Muppets (“Vive La Sauna Svedese”). Imperdível.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

CAVERN OF ANTI-MATTER Void Beats / Invocation Trex CD

€ 15,50 CD Duophonic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DUHFCD33-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DUHFCD33-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DUHFCD33-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DUHFCD33-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DUHFCD33-5.mp3]

Equipa saborosa: Tim Gane e Joe Dilworth (ambos dos Stereolab), Sonic Boom, Holger Zapf, Jan St. Werner e Bradford Cox. Tudo gente com uma ligação honesta, na sua “outra” música, com o krautrock e é por isso que logo nos primeiros minutos dos treze de “Tardis Cymbals” ouve-se Neu!. Mas há mais, “Void Beats / Invocation Trex”, o segundo álbum dos Cavern Of Anti-Matter evoca uma ligação muito próxima de uma fusão de electrónica com ritmo e jazz que já não se ouvia há algo tempo: lembramo-nos logo dos Stereolab, claro, mas há aqui uma desenvoltura mais técnica, e um cruzamento com outros universos, como o dos Goblin, e uma ideia de música de ficção científica do futuro que hoje é rara ouvir: é um conceito que parou um pouco nos 1980s e que foi por diversas vezes replicado mas poucas com uma visão de século XXI. E os doze temas deste álbum oferecem essa visão de futuro no presente, bem conseguida e organizada. Delicioso.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

CHIMURENGA RENNAISSANCE Girlz With Gunz MLP

€ 12,95 MLP (+ mp3) Glitterbeat

[audio:http://www.flur.pt/mp3/GBEP030-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBEP030-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBEP030-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBEP030-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBEP030-5.mp3]

Mini-álbum sacado a partir do turbilhão imenso que uma situação de guerra provoca, “Girlz With Gunz” parece focar-se no que ainda hoje é, largamente, um contrassenso: mulheres com armas. A partir de um núcleo centrado em Tendai Maraire (Shabazz Palaces), e Hussein Kalonji são articuladas as artes de resistência que movem também outros nomes como THEESatisfaction, por exemplo. Disco muito complicado, puxando guitarra do Congo, batida do Zimbabwe, arranjos sintéticos na linha de Shabazz, um flow aéreo, metido em eco, usado como mais um som e não tanto como voz distinta, apesar de desencadear desde logo uma torrente de mensagens sociais e políticas onde, às tantas, até se escuta a palavra “Portugal”. Vanguarda da música urbana política.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

BAUMANN / KOEK LP

€ 16,95 LP (2016 reissue) Bureau B

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BB217-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB217-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB217-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB217-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB217-5.mp3]

Força sempre poderosa, a que propulsiona este som em direcção ao desconhecido. Álbum sem editora em 1978, misturado nos estúdios de Conny Plank, respeita todas as indicações na auto-estrada cósmica germânica dessa década. É um disco pesado, os sons não pairam simplesmente, afirmam-se como construtores dinâmicos de um novo mundo, em acção bem visível, bem física. Apenas “Gamabol” se refugia nos confins da ambiência, algures entre Kraftwerk de “Radio-Activity” e, 15 anos antes, a nova New Age pós-techno. No fim, “Sequencer-Roll” é uma demonstração, no estilo clássico dos primeiros Moogs, de como a electrónica pode servir para reproduzir (aparentemente sem paixão mas frequentemente com humor) outros géneros mais estabelecidos, mais clássicos. Aqui, sem qualquer dúvida, um riff gigante de rock n roll.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

MARC HOLLANDER / AKSAK MABOUL Onze Danses pour Combattre La Migraine LP

€ 16,95 LP + mp3 (2015 reissue) Crammed Discs

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CRAM011LP-5.mp3]

Numa época em que o acesso à informação é mais facilitado do que nunca, é com alguma incredulidade que se repara – e basta navegar nas redes sociais e perceber os likes – de como a cabeça das pessoas continua tão tacanha. Isto para dizer que – por incrível que pareça – hoje é mais difícil fazer-se um disco tão variado, arriscado e exploratório como este “Onze Danses Pour Combattre La Migraine” como em 1977. E uma das razões para voltarmos tanto ao passado, tanto às reedições, ou redescobertas, é precisamente esta vontade de explorar, este encontro com música que não encaixa em grupinhos: ainda existe, mas por inúmeras razões, em menor escala. E há um charme imenso naquilo que Marc Hollander e Vincent Kenis concretizam neste disco, seja pelo desejo de fundir vários géneros e derrubar uma certa barreira que existia com a música étnica – estávamos em 1977 – ou pela liberdade com que discursam na electrónica sem medo de parecerem ingénuos. E quando são ingénuos, logo a seguir entregam outra dose de ingenuidade (há muitas em “Onze Danses…”), e logo a seguir outra, e às tantas percebe-se que isso é o charme deste disco, é a frase de engate, uma estrutura que não recusa a experimentação com algumas barreiras e que tanto toca no minimalismo como no rock progressivo daquela década. E à medida que o disco corre entende-se que não é easy listening, library, jazz ou electrónica, é o que é. Às vezes tem groove, outras vezes tem uma criança insuportável a cantar (e, acreditem, é encantador, de uma certa forma), outra vezes fala de um futuro qualquer que não aconteceu. É um disco ilimitado, refinado e sem grande vontade de se enfiar em convenções. Que irreverente.

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Segunda-feira, 14 Março, 2016

DIETER MOEBIUS Blotch LP

€ 17,50 LP (2016 reissue) Bureau B

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BB209-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB209-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB209-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB209-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB209-5.mp3]

Há uma sensação de fonte inesgotável no trabalho a solo dos elementos de Cluster. Mas se Roedelius tende a ficar mais fixo em torno de piano clássico, Moebius (falecido em 2015) explorava sem cessar as possibilidades da electrónica, desde as fronteiras mais avançadas da pop até aos confins do universo abstracto. “Blotch” data de 1999 e baseia-se em estruturas de loops para oferecer a quem ouve, a partir do conforto de uma certa repetição, vistas mais largas do que seria de prever de um compositor / músico com 30 anos de muita criatividade. Masterização de Tim Story, ele próprio com uma sólida carreira mais ligada à música ambiental, a reedição de “Blotch” chega direitinha para o nosso bloco já vasto de sensações electronicamente induzidas.

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Segunda-feira, 14 Março, 2016

D. MOEBIUS Nurton LP

€ 17,50 LP (2016 reissue) Bureau B

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BB210-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB210-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB210-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB210-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BB210-5.mp3]

Um dos aspectos que manteve Dieter Moebius relevante mesmo no século XXI é o modo como o seu som se mantém, de certa forma clássico. Isto quer dizer “rude”, pouco polido, não soa de forma alguma a qualquer tentativa de actualização de uma sonoridade que moveu montanhas no passado. Mas “Nurton” até é bastante Cluster em espírito. Faixas relativamente curtas, mantendo, genericamente, uma duração de canção, sustentando narrativas muito fortes, incrivelmente carismáticas. Incrível, também, observar momentos como “Flag”, em que uma espécie de intromissão da música de dança torna tudo ainda mais estranho. Muito importante reter que é um disco de 2006, uma época já demasiado avançada para se esperarem surpresas realmente agitadas. “Nurton” soa decididamente como um dos melhores álbuns de Dieter Moebius, e isso era totalmente imprevisível antes de o escutar. Respeito.

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Terça-feira, 23 Fevereiro, 2016

THIS HEAT Health & Efficiency 12″

€ 21,50 12″ (2016 reissue) Modern Classics

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MCR918-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MCR918-2.mp3]

Depois do álbum homónimo, o segundo lançamento dos This Heat foi este “Health And Efficiency”, um EP com dois lados substancialmlente diferentes e que mostram a forma como o grupo entendia a música e os processos de criação e a importância em trabalhar muitas vezes apenas com som, com ideias de som, que depois se manifestavam de diferentes formas nos trabalhos próximos do convencional, da canção. O tema que dá título ao EP é um canção que enche mundos e que faz lembrar a vários níveis – guitarra, a forma como as vozes entram, certas cadências – aquilo que os Sonic Youth fariam no final da década de 1980. A meio dos seus oito minutos quebra essa dinâmica e entra num loop extasiante, uma queda eterna para um minuto final que parece pertencer a outra canção. O lado B, “Graphic/Varispeed” é um drone, tocando em aspecto que já havia sido explorado no álbum homónimo dos This Heat.

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Sexta-feira, 19 Fevereiro, 2016

V/A / MOODYMANN DJ-Kicks CD / 3LP

€ 14,95 CD !K7

€ 32,50 3LP !K7

[audio:http://www.flur.pt/mp3/K73227-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/K73227-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/K73227-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/K73227-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/K73227-5.mp3]

Moodymann anunciou claramente que esta não é uma compilação para diggers, e assim encontramos na lista de faixas nomes como Flying Lotus, Les Sins (Toro Y Moi), Cody Chesnutt, Nightmares On Wax, Little Dragon e outros geralmente fora do campeonato de obscuridades que associamos a Moodymann, Theo Parrish e outros DJs de Detroit. Mas independentemente disso Moodymann mantém um nível forte de militância na mensagem que passa através da música e, além disso, várias das faixas são edits seus, o que torna esta compilação bem mais especial. Canções, beats, blackness, melodia, groove, Moodymann entrega uma selecção para toda a gente, não há grande margem para alienação.

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CD (mixed):
01. Yaw – Where Will You Be
02. Cody ChesnuTT – Serve This Royalty
03. Dopehead – Guttah Guttah
04. Jitwam – Keepyourbusinesstoyourself
05. Talc – Robot’s Return (Modern Sleepover Part 2)
06. Beady Belle – When My Anger Starts To Cry
07. Shawn Lee feat. Nino Moschella – Kiss The Sky
08. Jai Paul – BTSTU
09. Flying Lotus feat. Andreya Triana – Tea Leaf Dancers
10. Nightmares On Wax – Les Nuits
11. Rich Medina feat. Sy Smith – Can’t Hold Back (Platinum Pied Pipers Remix)
12. Julien Dyne feat. Mara TK – Stained Glass Fresh Frozen
13. Little Dragon – Come Home
14. Andrés feat. Lady – El Ritmo De Mi Gente
15. Fort Knox Five feat. Mustafa Akbar – Uptown Tricks (Rodney Hunter Remix)
16. Daniel Bortz – Cuz You’re The One
17. José González – Remain
18. Big Muff – My Funny Valentine
19. Les Sins – Grind
20. Tirogo – Disco Maniac
21. SLF & Merkin – Tag Team Triangle
22. Joeski feat. Jesánte – How Do I Go On
23. Kings Of Tomorrow feat. April – Fall For You (Sandy Rivera’s Classic Mix)
24. Soulful Session, Lynn Lockamy – Hostile Takeover
25. Anne Clark – Our Darkness
26. Peter Digital Orchestra – Jeux De Langues
27. Noir & Haze – Around (Solomun Vox)
28. Marcellus Pittman – 1044 Coplin (Give You Whatcha Lookin 4)
29. Lady Alma – It’s House Music
30. Daniela La Luz – Did You Ever

3LP
A1 Yaw – Where Will You Be
A2 Flying Lotus feat. Andreya Triana – Tea Leaf Dancers
A3 Les Sins – Grind
B1 Noir & Haze – Around (Solomun Vox)
B2 Julien Dyne feat. Mara TK – Stained Glass Fresh Frozen
B3 Jitwam – Keepyourbusinesstoyourself
C1 Dopehead – Guttah Guttah
C2 Talc – Robot’s Return (Modern Sleepover Part 2)
C3 Peter Digital Orchestra – Jeux De Langues
C4 Jai Paul – BTSTU
D1 Beady Belle – When My Anger Starts To Cry
D2 Daniel Bortz – Cuz You’re The One
D3 Joeski feat. Jesánte – How Do I Go On
E1 Nightmares On Wax – Les Nuits
E2 SLF & Merkin – Tag Team Triangle
E3 Lady Alma – It’s House Music
F1 Tirogo – Disco Maniac
F2 Kings Of Tomorrow feat. April – Fall For You (Sandy Rivera’s Classic Mix)
F3 Soulful Session, Lynn Lockamy – Hostile Takeover

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Sexta-feira, 4 Dezembro, 2015

ONEOHTRIX POINT NEVER Garden Of Delete CD / 2LP

€ 14,95 CD Warp

€ 23,50 2LP Warp

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WARPCD266-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD266-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD266-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD266-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WARPCD266-5.mp3]

Há que tirar o chapéu a Daniel Lopatin. Ao longo dos seus dez álbuns a solo (este é o seu segundo na Warp) que nunca se acomodou ao conforto que um desses lançamentos lhe proporcionou. Viajou com os tempos, sim, e soube ler os momentos para trabalhar de modo ideal aquilo que na altura fazia sentido ler na electrónica. E enquanto o fazia soube saltar para o futuro e entregar manuais que oferecem uma leitura sobre o passado da electrónica mas também sobre um futuro que apenas existe na sua cabeça. Há outros como ele, como James Ferraro, mas Lopatin enquanto Oneohtrix Point Never foi sempre mais claro nessa imagem e, até certo ponto, mais tangível e inovador numa escala mais compreensível. “Garden Of Delete” é um disco mais fácil do que o anterior, não porque faça cedências, mas porque os sons que explora são, de certa forma, mais amigáveis. Mesmo a estranheza de “Ezra” é quase pop e para o final abre-se com aqueles momentos festivos clássicos de Lopatin. É um álbum onde se volta a ler muita electrónica, com um desejo quase enciclopédico de fazer caber aqui anos e anos de história e dar algum sentido ou, talvez mais correcto, um peso histórico. E faz, novamente, da maneira desprendida e incrivelmente sintética a que sempre nos habitou. Tudo fica fácil com Lopatin.

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Quinta-feira, 10 Setembro, 2015

DAWN OF MIDI Dysnomia CD / 2LP

€ 12,50 CD Erased Tapes

€ 22,95 2LP Erased Tapes

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ERATP068CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP068CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP068CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP068CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP068CD-5.mp3]

Estamos a escrever sobre um álbum de 2013, vejam bem. “Dysnomia” é uma daqueles discos que nasceram no lado errado da cama, fora de tempo, e depois ficam meses e anos a conquistar as pessoas, devagarinho, até chegar a alguém que não acredita que música assim exista sem que faça um enorme estrondo. Esta justiça tardia tem outros exemplos muito conhecidos, o que prova que de facto há demasiada música por aí mas a que vale a pena chega-nos sempre aos ouvidos. Ou quase sempre. (E que a errada ocupa demasiado espaço à nossa volta.) Portanto: Marrocos, Índia e Paquistão em piano, contrabaixo e bateria, um trio cujas bissectrizes dos seus lados encontram Nova Iorque onde este trio – Amino Belyamani, Aakaash Israni e Qasim Naqvi, respectivamente – luta arduamente por um lugar ao sol. Talvez tenha vindo mascarado de “primeira parte” durante uma digressão esgotada de Nils Frahm pelos Estados Unidos no ano passado: público rendido, crítica rendida e uma reedição na Erased Tapes no saco. Nove temas, em corrente invencível, ritmo galopante e respiração techno, mas feito com alguns dos pressupostos que os Necks ofereceram ao mundo há muito tempo. Há um motor avassalador que parece alimentado por electricidade, mas há muito coração também, e é nesse espaço onde coabitam o melhor desses dois mundos que jaz toda a atração que temos por estes Dawn Of Midi. Não percam esta inebriante surpresa.

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Quinta-feira, 31 Janeiro, 2013

KIKI GYAN 24 Hours In A Disco 1978-1982 CD / 2LP

€ 17,50 € 12,95 CD Soundway

€ 22,50 € 16,50 2LP Soundway

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SNDWCD047-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SNDWCD047-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SNDWCD047-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SNDWCD047-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SNDWCD047-5.mp3]

Mais uma semana, mais uma bomba africana ressuscitada pela Soundway. Disco Sound por todo o lado por Kiki Gyan e a sua K.G. Band. Afrobeat longe daqui mas toda a percussão que se espera de Disco produzido por africanos está presente. Kiki era, no entanto, famoso por ser teclista, comparado a Stevie Wonder e outros gigantes mundiais do teclado. Esta compilação reúne algum do seu melhor material (ele foi também músico de sessão em Londres), não falha uma única vez, são momentos feel-good repetidos em todas as faixas. Talvez contagiado pelo que acontecia na Nigéria no período que este álbum abarca, e apesar de ser originário do Gana, Kiki aborda Disco e todos os valores de produção com mestria. Som profissional, voz e mistura de instrumentos no equilíbrio certo. Espectáculo.

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