Segunda-feira, 4 Fevereiro, 2019

MICACHU Taz & May Vids MLP

€ 15,95 MLP Demdike Stare

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Terça-feira, 22 Março, 2016

IMMERSION Analogue Creatures 10″

€ 9,95 10″ Swim

[audio:http://www.flur.pt/mp3/VWM50-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/VWM50-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/VWM50-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/VWM50-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/VWM50-5.mp3]

Colin Newman (Wire) e Malka Spigel (Minimal Compact) não gravavam como Immersion há mais de 15 anos. Nada, pelo menos, editado. “Oscillating” foi, em 1994, um álbum importante na cena ambiental que se construía em torno das raves e da cultura associada. Formas líquidas, outras etéreas, muita flutuação, espaço aberto, materiais sintéticos. Mas depois de “Low Impact” (1999), é apenas com “Analogue Creatures” que chegam notícias novas. Cinco faixas de repetição minimalista, situadas entre o ambientalismo electrónico mais cósmico e as vagas de drone acústico mais ligadas a música contemporânea arrojada. No equilíbrio entre ambas as plataformas acontece o som de Immersion, germânico q.b. (“Shapeshifters”) e até, em “Organic Cities”, quase no tom de “Our Darkness” (Anne Clarke), para quem se lembra. Qualquer fetiche analógico que pudesse levar este disco a fechar-se hermeticamente é amenizado pelo notório trabalho melódico e atmosférico. Um pequeno épico.

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Terça-feira, 22 Março, 2016

NURSE WITH WOUND Soliloquy For Lilith 3CD / 4LP

€ 22,50 3CD BOX United Dirter

€ 54,95 4LP BOX United Dirter

[audio:http://www.flur.pt/mp3/UJ666-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/UJ666-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/UJ666-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/UJ666-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/UJ666-5.mp3]

“Soliloquy For Lilith” já era, na sua forma original de triplo LP, em 1988, uma obra de longo alcance. Estranha, mesmo no contexto da já de si estranha discografia de Nurse With Wound. Steven Stapleton e Diana Rogerson, ou apenas o primeiro, ou ambos junto com colaboradores, já haviam produzido vários álbuns nas margens do rock, industrial, colagem e música concreta, sempre sem que se conseguisse fixar uma direcção demasiado definida, como é normal procurar-se quando se reflecte sobre uma banda, artista ou projecto. Neste sentido, “Soliloquy For Lilith” é mais um dos caminhos misteriosos de Nurse With Wound, aqui imersos em drone, algo que pode partir da ideia de um mosteiro budista até uma sessão experimental com instrumentos de cordas e arco utilizados de forma musicalmente menos convencional. O âmbito deste álbum é suficientemente largo para simular um grande vazio dentro do qual nos debatemos, ou com a nossa consciência ou com a simples (simples?) imponderabilidade de vaguear, flutuar pelo Espaço. O tom pode ainda ser sepulcral, o que lhe confere uma aura de religiosidade que alguns, certamente, aceitarão como natural. A descoberta maior, dizem, está sempre dentro de nós.

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Terça-feira, 22 Março, 2016

SALLIM Isula CD

€ 16,50 CD Cafetra

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CFR022-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CFR022-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CFR022-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CFR022-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CFR022-5.mp3]

Olhamos para Portugal e para as diferentes gerações das últimas décadas (esqueçamos, por momentos, que uma geração tem 25 anos, mais coisa menos coisa) e há algo que aconteceu com a Cafetra, pelo menos em Lisboa (é aquilo que presenciamos e vivemos) que é uma raridade em Portugal. Sim, sempre existiram miúdos (agora os Cafetra já não são assim tão miúdos) a fazerem música. Esses também falavam sobre os questões da idade e essas coisas. Mas na Cafetra sempre existiu um lado não romântico, um contornar das questões pop nucleares, de fazer como manda o livro, e criar a sua própria cena. E conseguiram. E já andam por aqui há muitos anos. E é natural que ao fazerem isso chamem a atenção de outras pessoas, de pessoas que se reconhecem naquilo que fazem e, assim, criaram um espaço para descobrir uma quantidade de talento, para inspirar pessoas a explorarem isso e, melhor, a perderem a timidez de não existir um lugar para si. Isto a propósito de Sallim, um nome que não estava presente no boom da Cafetra, mas que nos últimos tempos se tem feito ouvir. Depois de edições em CD-R, “Antes Que Se Vá Embora” e “Sallim” (ambos também disponíveis), apresenta agora o seu primeiro álbum dito a sério. Gravado e misturado por Leonardo Bindilatti, que faz parte do gangue (e já havia feito o mesmo com “Alfarroba” das Pega Monstro), “Isula” é um disco que não só vem preencher um vazio que existe no mercado editorial português, mas que é um fresco no modo de apresentar canções, lá está, cantadas em português. A escrita de Sallim é límpida e clara, a sua voz é calma e às vezes é qualquer coisa de anjo. Guitarra e voz essencialmente, é escusado dizer que há lugares comuns com outros singers-songwriters da actualidade e não só, mas tal como grande parte dos lançamentos da Cafetra – só para não se arriscar a dizer todos – é algo indiferente a essa ideia de influência. É conteúdo próprio, sem uma natural preocupação de se parecer qualquer coisa e, sim, soar a essa coisa estranha de se ter pouco mais de vinte anos e falar sobre os seus problemas. De forma presente, vivida, imaginada – quando Sallim entra num mundo de fantasia é maravilhoso e a sua escrita é um roteiro perfeito para esses lugares -, sem os lugares comuns do romantismo importado. E essa coisa das canções reflectirem experiências que estão desassociadas de referências é algo que também expõe o seu talento, a sua diferença – e indiferença – em relação ao resto. Faz uma coisa só sua. E faz muito bem. E é um disco lindíssimo, do início ao fim, nas suas onze canções, que ficam logo no ouvido – não é exagero – à primeira audição. Não se pode passar ao lado de uma voz assim, de uma atitude tão inocente e transparente. E, claro, de um álbum que a qualquer momento coloca o ouvinte noutro lado, num lado bonito, do qual não se quer voltar.

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Segunda-feira, 21 Março, 2016

MARK LECKEY Dream English Kid 1964-1999 AD MLP

€ 18,95 MLP The Death Of Rave

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RAVE016-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RAVE016-2.mp3]

Em 2012 a The Death Of Rave lançou-se com uma edição do som do vídeo de Mark Leckey, “Fiorucci Made Me Hardcore”. Em 2016 Mark Leckey regressa à editora com outra banda-sonora, à falta de melhor designação, desta vez para a peça “Dream English Kid 1964-1999AD”. É um período de trinta e cinco anos e, mais uma vez, o limite são os 1990s mas desta vez em vez de trabalhar uma memória presencial que é depois editada, o trabalho aqui é uma busca de Mark Leckey pelas suas recordações, pelas coisas que fizeram parte do seu imaginário – e que encontrou em diversos tipos de média das mais diversas formas – antes de se tornar um artista reconhecido. 35 anos de memória explorados através de som, distorcidos, trabalhados com o blur das lembranças reunidos com os espasmos da cultura popular de parte da segunda metade da década do século XX, mais centrada no Reino Unido, mas não exclusivamente. Outra obra-prima de som e um reflexo daquela tensão pré-milenar que hoje, lá está, faz parte da memória. Mas quem não se lembra?

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Segunda-feira, 21 Março, 2016

SWANS Love Of Life LP

€ 26,50 LP (+ poster + mp3) (2015 reissue) Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/STUMM384-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM384-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM384-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM384-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM384-5.mp3]

Um ano após “White Light From The Mouth Of Infinity”, Swans prosseguem uma via semelhante de equilíbrio entre escuridão e luz. Talvez o título “Love Of Life” pudesse sugerir um certo tipo de orientação mais pacífica mas não é isso que se verifica. Swans chegam mais ao formato canção mas não por um caminho muito tradicional. São estendidos alguns mantras que, muito mais tarde, encontraremos em forma aumentada e magnífica , por exemplo, no álbum “To Be Kind”, mas aqui está uma visão do rock, em 1992, que mantinha o peso do passado e quase o unia a um som shoegaze – de novo, o som da bateria, o seu eco, é muito importante nessa definição. Enquanto o grunge acontecia, Swans cantavam “And all across America the poison fires glow” (“God Loves America”).

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Segunda-feira, 21 Março, 2016

SWANS White Light From the Mouth Of Infinity 2LP

€ 31,50 2LP (+ poster + mp3) (2015 reissue) Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/STUMM377-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM377-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM377-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM377-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM377-5.mp3]

Em 1991, os Swans saíam, de certa forma, das profundezas do rock que tinham inventado uma década antes. “White Light From The Mouth Of Infinity” exercita uma subida até que suficientes raios de luz pacifiquem a música. Os momentos mais abrasivos do passado, aqui com um boom de bateria muito característico da época (e transversal a vários géneros) são geridos de forma a conviverem com uma outra fase que, no mesmo período, Michael Gira e Jarboe atravessavam com o projecto Skin. Como é claro, a voz de Gira é sempre capaz de mistificar e, mesmo quando a tempestade sónica abranda em seu redor, ela mantém o poder de nos deixar sempre alerta.

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Segunda-feira, 21 Março, 2016

XI V 12″

€ 9,95 12″ Sex Tags Mania

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MANIA28-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MANIA28-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MANIA28-3.mp3]

XI descodifica-se, aparentemente, como colaboração entre PE (DJ Fett Burger?) e SVN, exemplificando mais um dos muitos cruzamentos que uma série de produtores com base em Berlim exercitam em diversas editoras (também, por exemplo, a SUED e a Acido). Ouvimos três faixas de ambiência house, com algum ácido a acontecer mas de uma forma quase gentil, sugerindo viagens bem arejadas que aconteciam nos tempos em que o futuro da música de dança ainda pairava no ar (90s, não foi asim há tanto tempo). “V”, “VI” e “VII” simulam uma cápsula de conforto, dentro da qual podemos observar as vistas largas, do lado de fora. Não tanto música para dançar mas música para mover.

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Segunda-feira, 21 Março, 2016

ASIS Part 3 12″

€ 8,95 12″ Wania / Sex Tags

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SIS-3-1.mp3]

Trip ambiental de quase 15 minutos em típico modo “natureza artificial”. ASIS evoca os tempos mais brutos da electrónica e conjuga esse toque laboratorial com as intenções bem posteriores (década de 90) de fornecer o som certo para descomprimir após uns pedaços passados na pista de dança principal. No entanto, “Part 3″ exige de nós bem mais do que apenas ficar à escuta. O percurso não é limpo nem direito e o nosso ritmo tem necessariamente de se ir adaptando, porque, à semelhança do que acontece em “2001: Odisseia No Espaço”, tão depressa estamos ao nível da terra como no meio de mecanismos ainda não inventados, lá em cima. Desafiante. Forte.

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Quinta-feira, 17 Março, 2016

TRANCE FRENDZ An Evening with Ólafur Arnalds and Nils Frahm LP

€ 16,95 LP Erased Tapes

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ERATP081LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP081LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP081LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP081LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ERATP081LP-5.mp3]

O material aqui incluído é pela primeira vez editado em vinil, depois de ter feito parte da edição de “Collaborative Works”, resultado de umas sessões improvisadas entre Oláfur Arnalds e Nils Frahm. Dessas sessões foi feito um vídeo (pode ser visto aqui) e o material incluído nesta edição em vinil também pode ser ouvido no filme. Tudo foi gravado em 28 de Julho do ano passado em Berlim, numa sessão de oito horas, em que improvisaram pela noite dentro: e embora haja muito em comum entre os dois, há uma procura na sessão de explorarem território que lhes era pouco familiar. Os temas aqui presentes são excertos dessa sessão, não editados. São cerca de trinta e cinco minutos de uma candura fabulosa e com a clarividência habitual de Arnalds e Frahm.

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Terça-feira, 1 Março, 2016

THE TAPES Selected Works 1982-1992 2LP

€ 21,95 2LP Ecstatic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ELP017-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELP017-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELP017-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELP017-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ELP017-5.mp3]

A editora de Alessio Natalizia (Not Waving) pega no trabalho dos irmãos Giancarlo e Roberto Drago e edita-o pela primeira vez em vinil, numa edição valiosa, com boas liner notes, que servem não só para enquadrar a posição dos irmãos em relação à música mas também justificar as suas acções e aquilo que procuravam durante o período em que começaram a criar música e aquele em que se concentra esta compilação. Este “Selected Works 1982-1992” é mais um pedaço do industrial que se tem de descobrir, cheio de ideias concretas que por vezes não são suficientes para se chamarem “músicas” mas experiências sem medo que absorvem o ouvinte e concentram o que de melhor existia neste carácter experimental na electrónica deste período. Apesar de ser material solto, é coerente, estética e narrativamente, há um prazer contínuo pela experiência nos Tapes e uma procura de fórmulas simples que entreguem as suas ideias na perfeição. Sente-se a ausência de medo em arriscar e isso é um catalisador da criatividade que existe em todos – sim, TODOS – os temas desta compilação. É um daqueles nomes que se lia nos livros mas nunca se chegava a ouvir. Agora é possível, numa edição primorosa. Assim vale a pena.

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Sexta-feira, 26 Fevereiro, 2016

V/A Science Fiction Dancehall Classics 3LP

€ 30,50 3LP On-U Sound

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ONULP129-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP129-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP129-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP129-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ONULP129-5.mp3]

Presented by Trevor Jackson. Inc. download card + 7 bonus tracks.

Trevor Jackson percorre o catálogo mais arrojado da On-U Sound em busca daqueles momentos (e são muitos) de transcendência, em que o significado de Dub alcança muito para além do que os cientistas originais desenvolveram. A forma como vários projectos da On-U-Sound, geralmente ancorados em Adrian Sherwood, fizeram avançar a arte do dub, é um impressionante testemunho de trabalho realizado a partir do estúdio, com formações variáveis de músicos, ideias cruzadas entre vários dos projectos e um sem número de regras novas que, pura e simplesmente, não existiam antes. Missing Brazilians, Dub Syndicate, African Head Charge e outros traziam África para o punk e vice-versa, desviando muito trânsito para a Jamaica e, ao mesmo tempo, conseguindo entrar num cenário de música industrial que, na época, talvez já não fosse tão hermético e confrontacional mas que nem por isso perdia o tom de revolução. “Science Fiction Dancehall Classics” reúne alguma da mais estranha música de dança produzida nos 80s. E quando a mensagem não era política, era sónica. Isso já fornecia muita coisa para reflexão.

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A1. Missing Brazilians – Ace Of Wands
A2. Dub Syndicate – Over Board
A3. African Head Charge – Off The Beaten Track
A4. Creation Rebel & New Age Steppers – Chemical Specialist
B1. Suns Of Arqa – Asian Rebel
B2. The Chicken Granny – Quit The Body
B3. African Head Charge – Stebeni’s Theme
B4. Neneh Cherry & The Circuit – Dead Come Alive*
C1. Tackhead – Now What?**
C2. Keith LeBlanc – Move
C3. Fats Comet – Dub Storm**
D1. Voice Of Authority – Stopping And Starting
D2. African Head Charge – Latin Temperament
D3. Mark Stewart + The Maffia – The Wrong Name And The Wrong Number (DJ Battle)
E1. Singers & Players – Kunta Kinte Dub*
E2. Bim Sherman – Melody Dub**
E3. Shara Nelson & The Circuit – Aiming At Your Heart Pt.2**
F1. Playgroup – Forty Winks**
F2. New Age Steppers – Radial Drill
F3. Little Annie – 77 Emerging Strips*

Additional tracks on Download card:

01. New Age Steppers – Animal Space
02. Alan Pellay – Parasitic Machine
03. Atmosfear – When Tonight Is Over (Us Thunder Mix)**
04. The Circuit – Loudspeaker (Alternate Version)*
05. Fats Comet – Dee Jay’s Program
06. Dub Syndicate – Drilling Equipment
07. Missing Brazilians – Quicksand Beach Party

*Indicates unreleased track
**Indicates track never issued before on CD or Digital

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Quinta-feira, 17 Dezembro, 2015

SWANS White Light From The Mouth Of Infinity / Love Of Life 3CD / 3LP

€ 20,95 3CD (2015 reissue) Mute

€ 56,50 BOX 3LP (2015 reissue) Mute

[audio:http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/CDSTUMM377-5.mp3]

Em 1991, os Swans saíam, de certa forma, das profundezas do rock que tinham inventado uma década antes. “White Light From The Mouth Of Infinity” exercita uma subida até que suficientes raios de luz pacifiquem a música. Os momentos mais abrasivos do passado, aqui com um boom de bateria muito característico da época (e transversal a vários géneros) são geridos de forma a conviverem com uma outra fase que, no mesmo período, Michael Gira e Jarboe atravessavam com o projecto Skin. Como é claro, a voz de Gira é sempre capaz de mistificar e, mesmo quando a tempestade sónica abranda em seu redor, ela mantém o poder de nos deixar sempre alerta.
Um ano após “White Light From The Mouth Of Infinity”, Swans prosseguem uma via semelhante de equilíbrio entre escuridão e luz. Talvez o título “Love Of Life” pudesse sugerir um certo tipo de orientação mais pacífica mas não é isso que se verifica. Swans chegam mais ao formato canção mas não por um caminho muito tradicional. São estendidos alguns mantras que, muito mais tarde, encontraremos em forma aumentada e magnífica , por exemplo, no álbum “To Be Kind”, mas aqui está uma visão do rock, em 1992, que mantinha o peso do passado e quase o unia a um som shoegaze – de novo, o som da bateria, o seu eco, é muito importante nessa definição. Enquanto o grunge acontecia, Swans cantavam “And all across America the poison fires glow” (“God Loves America”).
CD triplo em digipak gordo e caixa negra, edição de luxo com três LPs.

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Quinta-feira, 26 Novembro, 2009

OMAR-S / SHADOW RAY Oasis Collaborating – Album II CD / 2LP

€ 14,95 CD FXHE

€ 21,50 2LP FXHE

Regresso a Omar-S com o que, na prática, é o seu terceiro álbum em cerca de um ano, e o segundo em colaboração com Shadow Ray. Após a Era Clássica que durou até meados da década de 90, e correndo o risco de generalizarmos, apenas Carl Craig, Moodymann e Theo Parrish continuaram a ser consistentes na sua produção. O som de Detroit passou para o outro lado do Atlântico e produtores como Kirk DeGiorgio ou Stefan Robbers da Eevolute ou, em tempos mais recentes, a Delsin, a Clone e a Rush Hour, sempre nos Países Baixos, mantiveram o espírito em música que, nos melhores exemplos, conseguia o perfeito compromisso entre atmosfera e ritmo. A nova escola de Detroit é hoje revitalizada por Omar-S e a sua editora FXHE, anunciando sem vergonha neste disco: “This album contains the Motown minimal sound.” Tendo sido o primeiro disco com data de 2006 a entrar na loja, vimos nele uma promessa para o futuro e ouvimos a fusão entre Carl Craig e Theo Parrish da melhor maneira possível: o som é tratado ao pormenor, com respeito pelo espaço, o minimalismo não significa o mesmo que na Alemanha e a herança Soul que Moodymann sempre cultivou encontra em Omar-S um novo prolongamento. Existem ainda ecos de Artificial Intelligence da Warp (especialmente Polygon Window) em «Oasis Twenty Two» e o Jack de Chicago em certos temas que puxam a batida para máximo destaque. Quase tudo referencial e sempre com o twist certo para ser novo.

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