Quinta-feira, 14 Abril, 2016

WICKED WITCH Chaos 1978-86 LP

€ 22,95 € 14,95 LP EM Records

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EM1080LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1080LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1080LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1080LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1080LP-5.mp3]

Há razões absurdas para, por vezes, não falarmos de alguns discos. O preço é motivo para não termos certos lançamentos na nossa loja em quantidade e, por isso, não os destacarmos. E, claro, por vezes acontecem estas coisas, em que esses álbuns se encontram com um preço mais simpático nos nossos fornecedores e decidimos aproveitar para suprimir esse nosso desejo. “Chaos 1978-86” é uma paixão de longos anos, uma compilação de música bizarra feita por um Wicked Witch, criador de música que parece um ritual e que se coloca nas margens de vários géneros sem nunca soar a uma dessas coisas em específico. É demasiado louco e livre para se enfiar num género e, melhor, muito contra as normas para sequer apontar uma direcção concreta ao longo dos poucos temas desta compilação. É um abismo de talento e criatividade e é incontornável o carácter único do som que criou. É um que exige um novo tipo de dança. E vale a pena ouvirem os clips para terem uma ideia desta maravilha. É um daqueles essenciais que finalmente rematamos para estas páginas.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Quinta-feira, 14 Abril, 2016

MANUEL MOTA & AFONSO SIMÕES Live At Gordy’s 2xCASSETE

€ 12,95 2xCASSETE Gordy’s records

Formato incomum (dupla cassete) nos dias que correm mesmo numa fase em que as edições em cassete pululam por aí. Concerto da dupla Manuel Mota e Afonso Simões que desejaríamos ver mais vezes a tocar por aí e a editar: a última – e única até agora – edição conjuntar foi “Ao Vivo No Espaço Centro De Desastres” editado pela Dromos em 2010. Ou seja, seis anos passaram para ter um novo taste do que acontece quando os dois músicos se juntam, novamente num registo de concerto, mas com mais tempo de música para desfrutar e bastante diferente daquilo que se tinha ouvido na edição da Dromos. Podemos encostar esta edição a um registo mais experimental, mas a guitarra de Manuel Mota – mais solta do que habitualmente ouvimos nos seus registos a solo – encaixa num registo mais rock, com um som bastante mais livre – ajudado pela bateria de Afonso Simões – e feérico. Ao longo de uma hora e picos são construídas paisagens muito suaves com uma linguagem muito característica. Muitos minutos para matar saudades e para ouvir dois grandes músicos da lusa em acção conjunta.

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https://api.soundcloud.com/playlists/54918505


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Quinta-feira, 14 Abril, 2016

JUAN ATKINS / MORITZ VON OSWALD present BORDERLAND Riod 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR284-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR284-2.mp3]

Enquanto se aguarda pelo álbum “Transport” (mais para Maio), “Riod” traz de volta Borderland, dois mega históricos da cena techno. Forjaram juntos a aliança Berlin- Detroit ainda nos 80s e a editora Tresor continua a honrar o nobre pacto nascido na pista do clube com o mesmo nome. “Riod” oferece a viagem épica que já não dispensamos, uma monumental viagem de automóvel por auto-estradas onde se imagina o futuro. Em igual medida espacial e dub (embora facilmente se possa dizer que são uma e a mesma coisa), “Riod” fica mais instrospectivo na versão do lado B, mesnos solto, as claps mais engolidas, tudo ligeiramente mais drogado e no meio de fumo (vocês sabem) e, no entanto, com um impulso poderoso para o movimento e não para a prostração. Fechar os olhos ajuda sempre, não há margem para tropeçar.

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Quinta-feira, 14 Abril, 2016

ITAL TEK Hollowed CD / LP

€ 12,50 CD Planet mu

€ 18,95 LP Planet Mu

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ZIQ374-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ374-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ374-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ374-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ374-5.mp3]

Como se diz lá fora: “dream on”. Mas, aqui, aplica-se desde logo à música de Ital Tek e não a algo que parece inalcancável no futuro. De facto, apesar de picos como “Terminus” ou “Cobra”, este álbum é, em geral, mais cordial do que a média dos bangers na Planet Mu, editora que costuma puxar a fasquia mesmo ao ponto de tropeçarmos nela. A melodia não se esconde e os beats, não se podendo já falar de dubstep, andam próximos de algum peso, mesmo assim, mas recordam algo do que se passava na Tri Angle, editora bem mais romântica. Só para terem uma ideia.


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Quinta-feira, 14 Abril, 2016

MODERAT III CD / LP

€ 14,95 CD Monkeytown

€ 16,95 LP Monkeytown

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É festa ou não? na primeira instância o disco soa mais adulto, mais pop, cantado e contido, moderno num sentido muito europeu e, especificamente, germânico de indietrónica que o pessoal que segue, por exemplo, a Morr Music deverá reconhecer bem. parecem longe os saltos, pulos e pirotecnia comportamental da cena Modeselektor ao vivo, mas há que ver que Moderat também tem o input de Apparat – a voz de Sascha Ring soa agora mais nua e natural. Não há outro modo de chamar a esta música, hoje, que não Pop. Sem complexos.


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Quarta-feira, 13 Abril, 2016

JAMAL MOSS 4 This Is Living That Gherkin Life 2LP

€ 18,50 2LP Unknown Label

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Pois é. Viver a vida Gherkin é duro. A pequena intro que podemos fazer é dizer que Gherkin era a editora de Larry Heard, virando os 80s para os 90s. Os Gherkin Jerks (Larry Heard) gravaram para lá. Fenómeno histórico e influente para muitos putos que cresceram com house como A expressão musical que estava ao seu alcance. Jamal Moss, militante de Chicago e das estrelas, assimila esses seus anos formativos mas acrescentados de todo o saber que SABEMOS que acumulou nestes anos todos. Acompanhamos a sua música desde 2005, bomba sobre bomba, distorção e felicidade, uma jóia disfarçada de pedra rude. Este material não é tanto para a cabeça como para o corpo livre (ou que quer ser livre), desprendido das ideias de bom dançar, correctas, de copo na mão. Esqueçam isso. Pura electricidade.

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Sexta-feira, 8 Abril, 2016

LERON CARSON Lemonlime 12″

€ 13,95 12″ Sound Signature

[audio:http://www.flur.pt/mp3/SS059-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/SS059-2.mp3]

Leron Carson andou por aí espalhado numas poucas edições da Sound Signature, desde 2001, mas o shot minimal de piano em “Lemonlime”ultrapassa as outras maravilhas (algumas bem lo-fi, há que dizer). Eis como uma faixa longa, sustentada por um motivo de piano quase sempre igual,mantém uma fibra forte, entre groove de cruzeiro e quebras onde respira (ou se ausenta de todo). São 10 minutos de hipnose jack para os gangsters na pista não arranjarem confusão. Toda a gente feliz! Raparigas nem ligam ao exagero de tatuagens nos rapazes (disparate, elas na verdade gostam). Lado B chamado “Sof N Thik” legitima o que acabámos de escrever, se quisermos. É outro ambiente, dura menos tempo mas é ideal para escrever aqueles sms sentimentais de um lado ao outro do clube, ou a quem está de fora e devia lá estar ou, ainda, a quem está dentro e deveria estar fora. Detroit contemplativa, super bem.

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Quinta-feira, 24 Março, 2016

TIAGO SOUSA Um Piano Nas Barricadas LP

€ 9,95 LP Discrepant

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Não é uma compilação nem é um álbum estritamente de piano. As barricadas talvez reflictam o sentimento de resistência não só na natureza política, social de tiago Sousa, mas também no facto de não pretender restringir a sua abordagem do piano a modos exclusivamente clássicos. Assim, entre excertos de uma banda sonora passada, colaboração com Tó Trips e algumas reinterpretações de música do anterior (2009) “Insónia”. Tiago Sousa compõe uma viagem suficientemente eclética para nos fazer ver várias paisagens diversas, proporcionando a contemplação pura (“Prelúdio Nº1″ e “Almograve” não falham) mas também a dinâmica necessária, a readaptação necessária para escutarmos como deve ser “A Conquista Do Pão”, um título quase tão nobre quanto o engenho humano que permitiu alimentar o mundo. Exagero de escrita, mas bons sentimentos, acreditem. Tiago Sousa ainda e sempre no nosso radar.

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Terça-feira, 22 Março, 2016

SALLIM Isula CD

€ 16,50 CD Cafetra

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Olhamos para Portugal e para as diferentes gerações das últimas décadas (esqueçamos, por momentos, que uma geração tem 25 anos, mais coisa menos coisa) e há algo que aconteceu com a Cafetra, pelo menos em Lisboa (é aquilo que presenciamos e vivemos) que é uma raridade em Portugal. Sim, sempre existiram miúdos (agora os Cafetra já não são assim tão miúdos) a fazerem música. Esses também falavam sobre os questões da idade e essas coisas. Mas na Cafetra sempre existiu um lado não romântico, um contornar das questões pop nucleares, de fazer como manda o livro, e criar a sua própria cena. E conseguiram. E já andam por aqui há muitos anos. E é natural que ao fazerem isso chamem a atenção de outras pessoas, de pessoas que se reconhecem naquilo que fazem e, assim, criaram um espaço para descobrir uma quantidade de talento, para inspirar pessoas a explorarem isso e, melhor, a perderem a timidez de não existir um lugar para si. Isto a propósito de Sallim, um nome que não estava presente no boom da Cafetra, mas que nos últimos tempos se tem feito ouvir. Depois de edições em CD-R, “Antes Que Se Vá Embora” e “Sallim” (ambos também disponíveis), apresenta agora o seu primeiro álbum dito a sério. Gravado e misturado por Leonardo Bindilatti, que faz parte do gangue (e já havia feito o mesmo com “Alfarroba” das Pega Monstro), “Isula” é um disco que não só vem preencher um vazio que existe no mercado editorial português, mas que é um fresco no modo de apresentar canções, lá está, cantadas em português. A escrita de Sallim é límpida e clara, a sua voz é calma e às vezes é qualquer coisa de anjo. Guitarra e voz essencialmente, é escusado dizer que há lugares comuns com outros singers-songwriters da actualidade e não só, mas tal como grande parte dos lançamentos da Cafetra – só para não se arriscar a dizer todos – é algo indiferente a essa ideia de influência. É conteúdo próprio, sem uma natural preocupação de se parecer qualquer coisa e, sim, soar a essa coisa estranha de se ter pouco mais de vinte anos e falar sobre os seus problemas. De forma presente, vivida, imaginada – quando Sallim entra num mundo de fantasia é maravilhoso e a sua escrita é um roteiro perfeito para esses lugares -, sem os lugares comuns do romantismo importado. E essa coisa das canções reflectirem experiências que estão desassociadas de referências é algo que também expõe o seu talento, a sua diferença – e indiferença – em relação ao resto. Faz uma coisa só sua. E faz muito bem. E é um disco lindíssimo, do início ao fim, nas suas onze canções, que ficam logo no ouvido – não é exagero – à primeira audição. Não se pode passar ao lado de uma voz assim, de uma atitude tão inocente e transparente. E, claro, de um álbum que a qualquer momento coloca o ouvinte noutro lado, num lado bonito, do qual não se quer voltar.

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Quinta-feira, 3 Março, 2016

ANDRÉ GONÇALVES Currents & Riptides CD

€ 9,95 CD Shhpuma

De acordo com os registos, “Currents & Riptides” é o primeiro álbum em nome próprio de André Gonçalves em 10 anos. É, portanto, um acontecimento que se deve saudar, mas também é uma meia-verdade. Este álbum, agora editado na Shhpuma, oculta o seu verdadeiro regresso a solo que aconteceu no ano passado, não em disco mas numa aplicação exclusiva para os formatos móveis da Apple – procurem-na na AppStore. É dentro de um iPhone ou iPad ou iPod que podemos ouvir “Música Eterna”, uma maratona quase-infinita de blocos sonoros que se vão encaixando numa partitura-puzzle que nos deixa em estado de contemplação permanente. Embora “Currents & Riptides” procure outras composições, André Gonçalves continua aqui a propor soluções ambientais para os seus sintetizadores modulares, como se tivessem uma vida orgânica, autosustentável, dentro deles, como se aquelas máquinas tivessem pequenos corações que nunca param de bater, criando música com as suas arritmias. Há algo de profundamente poético em ouvirmos todas estas partículas electrónicas – muitas delas erráticas e acidentais – a arrumarem-se numa maravilhosa grelha sonora, que tanto parece inderrubável como algo incrivelmente frágil, lembrando certas reverberações de Nobuzaku Takemura ou Markus Popp. A diferença – e talvez por isso sintamos este tremendo conforto que nos custa largar – é percepcionarmos ali o nosso mundo, real e palpável, no meio destas correntes que nos arrastam para zonas sem pé. Por isso, só um conselho: deixem-se ir.

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Segunda-feira, 27 Julho, 2015

BIOSPHERE Microgravity (Expanded) 3LP

€ 42,50 3LP (2015 reissue) Biophon

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“You know the moon, you know the stars…” é a já clássica abertura com essas palavras e entoação que ficam na cabeça. Em 1991, lá bem em cima no mapa da Noruega, Geir Jenssen (que já era conhecido pelos Bel Canto) mandava um manifesto inclusivo de praticamente todos os aspectos da cultura rave. Ambientalismo, blip, new beat, house, dub techno, breakbeat. A reedição expandida de 2015 inclui um álbum extra de material da época, acrescentando mais profundidade a este vislumbre pelo túnel do tempo. “Microgravity” é um dos momentos seguros desses anos em que o termo Ambient ganhava nova conotação fora do eixo de Brian Eno. “Baby Satellite” é não só Warp como tem mecânica similar a Delkom (um dos projectos ex-DAF) mas Biosphere soa suficientemente distante de cenas concretas e não apenas pela distância geográfica. “Microgravity” não tem o que se pode identificar como clara marca de autor – o seu valor está na justa medida com que captura os sons correctos na altura correcta e, com isso em mente, partimos para uma experiência bastante gráfica de como a procura no / por Espaço se processava. O álbum permanece sugestivo de um salto para cima, mais do que uma mera banda sonora para clubes ou “salas de descanso”. Mesmo “Ectozone”, extra nesta reedição, talvez a faixa mais directa para pista de dança, sugere momentos fora do globo terrestre. Uma boa narrativa não perde gás com os anos.

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Sexta-feira, 1 Maio, 2015

JLIN Dark Energy CD

€ 15,50 € 12,50 CD Planet Mu

€ 19,50 2LP Planet Mu

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Um álbum que transporta a estética footwork para outras paragens. Ambientes não menos paranóicos mas há quase como que uma paragem para pensar e deixar um certo espaço para que a acção se desenrole à vontade. “Erotic Heat” é um híbrido mais que interessante, admitindo na sua construção elementos de dubstep e uma voz cortada que, até certo ponto, dá para imaginar como melódica numa faixa de Augustus Pablo. “Black Diamonds”, a seguir, reforça o peso, e estes beats assumem uma postura que, fosse outra a estética, chamaríamos de “industrial”. Tratando-se de footwork, somos sempre expostos a muita pressão rítmica. Jlin parece, no entanto, retirar-se da rua para operar mais acima. Não que isso seja uma manobra de superior ou inferior qualidade, é simplesmente um ponto de vista que soa mais distanciado da comoção ao nível do passeio. “Dark Energy”, como um todo, parece mais inclinado a desenhar uma ideia grandiosa de como o futuro pode ser perigoso. É o que o som transmite. Nada pacífico.

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Terça-feira, 7 Abril, 2015

MARTOC Music For Alien Ears LP

€ 22,95 LP EM

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EM1224LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1224LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1224LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1224LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EM1224LP-5.mp3]

Imediatamente na memória a robo-pop de Felix Kubin mas, enfim, há que não perder de vista todo o vasto campo de influência que ele recebeu, mais de trás. Martoc editou alguns singles entre 1978 e 1980 e, quando se pensa em obscuridade total, há que notar que John Lydon (P.I.L.) escolheu “B.E.M.s (Bug Eyed Monsters)” como Disco do Ano em 1978. Encontramos paralelos com algumas produções lunáticas de Morgan Fisher (Mott The Hoople) como Hybrid Kids, ou Tim Blake (Gong, Hawkwind), ou Residents, e há, também, a questão de época a considerar: isto acontecia em pleno período fértil pós-punk talvez perfeitamente representado por The Normal. Esta retrospectiva inclui 4 faixas gravadas já neste século, seguindo com total propriedade a via original, mas ficaremos sempre grudados em mantras sintéticos mais antigos como “Helen Is A Hologram”. Imagens realmente nítidas de céus em exploração, carapaças metálicas, marchas robóticas, ataques, defesas, ameaças, descoberta permanente de novas coisas, novos passos. “Sex Kills” diz “don’t pick up a stranger or sleep with your neighbour – just stay with your partner and you’ll be a survivor” e então o futuro apocalíptico vem bater à porta abruptamente, já na década de 80.

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