Quinta-feira, 28 Abril, 2016

KAITLYN AURELIA SMITH Ears CD

€ 15,95 CD Western Vinyl

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No seu álbum anterior, “Euclid”, Kaitlyn Aurelia Smith desenhou um dos mais perfeitos exemplos de electrónica da actualidade. Falamos muitas vezes de electrónica que não é do presente, mas que soa a presente e, noutras, de electrónica feita actualmente que vai buscar a elementos do passado e aproveita ondas de recuperação para parecer moderna, ou actual num certo contexto. Não há mal nisso, boa música é sempre bem-vinda, mas com o conhecimento da norte-americana ficámos agradavelmente surpreendidos. Porque há qualquer coisa de novo aqui, há uma procura por novos sons, cruzamento de linguagens e algo que nos remete para uma ideia de futuro, agora. Tipo ficção científica. Por vezes lembra Holly Herndon, pela forma como usa a voz, mas na música de Aurelia Smith há um carácter mais global, um som que rompe tradições e que não se encaixa necessariamente na música electrónica ou na música ambiente. É uma viagem, uma viagem a sítios familiares e, simultaneamente, um som que quebra barreiras e que nos deixa agradavelmente surpreendidos com o presente: há um sentimento de descoberta em “EARS” que é avassalador. Entrem na viagem.

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Quinta-feira, 28 Abril, 2016

ARTHUR RUSSELL The World Of Arthur Russell 3LP

€ 25,50 3LP Soul Jazz

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O mundo depois de “The World Of Arthur Russell” não foi o mesmo. A sua edição em 2004 foi importante para desbravar o mundo do compositor e, para muitos, conhecê-lo em muito das suas vertentes. E foi editado numa altura em que, provavelmente, a sua popularidade estava num bom ponto, mas ainda longe de sabermos a quantidade de edições e reedições que viriam a seguir. Lembrámo-nos de ir buscar esta compilação pois é um daqueles casos em que convém não ficar esquecida, numa nova época de redescoberta de Arthur Russell, quando muitos dos álbuns estão a sair em vinil e material nunca antes editado continua a ser descoberto pelo público. A compilação da Soul Jazz tem temas dos Dinosaur L, dos Loose Joints (clássicos como “Go Bang” ou “Is It All Over My Face”) ou alguns dos temas favoritos – de todos – de Russell a solo, como “A Little Lost” ou “Keeping Up”. É como que um best-of e, também, uma excelente porta de entrada para os vários tentáculos de Russell.

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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

ANTWOOD Virtuous.scr CD / 2LP

€ 12,50 CD Planet mu

€ 19,50 2LP Planet mu

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No mundo louco da Planet Mu já ouvimos de tudo, em matéria de música electrónica. Antwood (Tristan Douglas) inspira-se na impossibilidade cognitiva que é a internet como um todo e grava um álbum de música semi-bass, em que os beats são tão esparsos que é quase um álbum cósmico, ponto final. Umas sugestões de footwork, muito à distãncia, não chegam para colocar lá “Virtuous.scr”, mais próximo de coisas exóticas que já ouvimos de Fatima Al Qadiri, por exemplo. Anda meio à deriva na Matriz, influenciado pelas voltas e costumes de algo sintético e distante que todos os dias nos ultrapassa. “Prototype HA” é quase mega rave, enquanto “Realization”, de seguida, mete paz na grelha, muito IDM / Al Qadiri (de novo). Estranho e entusiasmante, sem classe. Vocês percebem.

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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

ANTÓNIO ADOLFO Feito Em Casa LP

€ 33,95 LP (2013 reissue) Polysom

OUVIR / LISTEN:
Todo o álbum / Whole Album

Um grande caldeirão de influências e todas elas com sentido no Brasil. “Feito Em Casa” foi editado originalmente em 1977, é muito pouco sambado, saiu pela sua própria editora Artezanal e, na verdade, parece sintetizar tudo aquilo que era a música brasileira da altura, tanto no lado doméstico como internacional (e António Adolfo gravou com Dionne Warwick e Stevie Wonder, por exemplo). Álbum quase todo instrumental que toca em jazz, easy-listening, naquela coisa tão fácil de chamar “baleárico” hoje em dia, música de elevador, harmonias inquestionavelmente brasileiras, tudo auxiliado por um grupo de músicos grande demais para nomear aqui. Chegamos a “Variações”, que abre o lado B, e temos logo um clássico de library com synth a roubar protagonismo ao piano e ao que vier. A seguir, “Aonde você vai com tanta pressa?” é uma frase na canção “Aonde Você Vai?” e diz-nos precisamente o que precisamos de ouvir. Prossigam e “As Luzes Estão Brilhando”. No fim, tudo tão bonito em “Virry” que quase nos molhamos.

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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

LEON VYNEHALL Rojus (Designed To Dance) CD / 2LP

€ 12,50 CD Running Back

€ 19,95 2LP Running Back

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Não é muito possível fixar o som house de forma muito permanente. Há épocas (por vezes apenas anos ou somente meses) em que um determinado produtor, editora ou cena parece representar o que é – digamos – o standard mais consensual. Leon Vynehall esteve muito próximo com “Music For The Uninvited” e agora, com “Rojus”, consegue o supremo compromisso entre o que é suposto soar acessível a ouvidos habituados, no geral, a música de dança, e com garra suficiente para não desapontar quem se inclina para zonas menos generalistas. No final de contas, mais um título revelador que inclui a frase “Designed To Dance”. Não existe muito por onde errar. O bounce está lá, aquela mestria retro apenas suficiente para soar 100% contemporâneo, um brilho garage do fim do século passado, harmonias que não terminam nunca, braços cansados de não conseguirem baixar. É um disco para dançar, não há tentativa de realizar um disco que revele facetas “sensíveis” onde muitos produtores de dança se espalham. Vynehall mantém a direcção, que é para a frente (sempre), olhando apenas o necessário para trás para ir buscar sons bonitos aqui e ali.

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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

EDUARDO DE LA CALLE Analog Grooves (Collected) CD

€ 12,50 CD Mental Groove

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Já é um produto dos 00s mas parece veterano. Neste álbum juntam-se uma série de números da série “Analog Grooves”, desde 2011, sempre na Mental Groove. “E*E (Deva remake)” quase juraríamos ser “E2-E4″ reimaginado de forma como não tínhamos ainda ouvido. A colecção é variada, carregando no dub tanto quanto em frases jazzísticas ou partidas cósmicas. Algum ácido, também, uma faixa chamada “Blade Runner”, na qual obviamente se tenta perceber a ligação ao filme (ou ao livro). Belo álbum para cabeças techno lobotomizadas para permitir interferências de outros quadrantes. A conversa de ficção científica / fantasia é exactamente o que o álbum pede. Pouco de humano puro, por aqui, mas nada que seja ameaçador ao ponto da alienação e da marcha das máquinas. O encerramento com “Mental Jazz” lembra Atom Heart / Lisa Carbon. São fases, hoje foi isso que nos ocorreu. Talvez para reflectir na ilha deserta aue aparece na capa.

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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

FUMIYA TANAKA You Find The Key CD / 3LP

€ 12,50 CD Perlon

€ 26,50 3LP Perlon

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Álbum seco de techno moderno estilo Perlon, e nem seria preciso prosseguir para quem tem seguido a editora. Mais próximo das produções de Ricardo Villalobos, nem lhe chamamos já “minimalismo” mas há um elemento constante de percussão que carrega quase todo o trabalho, nas suas minúcias sempre cambiantes. Algumas vozes surgem e desaparecem (alguns pedaços em português, até), quase independentemente do correr da música. Fumiya Tanaka tem aprimorado o seu saber techno desde o meio dos 90s, a década sagrada para tantos de nós que incorporaram esta música no seu ADN. “You Find The Key” é, obviamente, um título-desafio que funciona para todo o álbum: nada sem nós, nada sem a nossa interpretação, nada sem o nosso mundo próprio que dá sentido à música que se escuta. Pouco exuberante mas, no volume certo, preparem-se para serem encostados á parede.

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Sexta-feira, 22 Abril, 2016

ORIOR Strange Beauty 2LP

€ 21,50 2LP Demdike Stare

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“Strange Beauty” é um disco totalmente descoberto pelos Demdike Stare. Gravado entre finais de 1970 e inícios de 1980, o duo descobriu o disco recentemente, depois de terem ouvido rumores que existia e que havia material de Orior por editar. O que agora sai é material inédito, em linha com o som que se produzia na altura e um excelente conjunto de temas de dark ambient que anunciavam muito do que se seguiria na década de 1980: nada a ver com “Dark Ambient”, mas “Larbico” em vários momentos lembra o início de “Last Night I Dreamt That Somebody Love Me” dos Smiths. “Earth Rhythm” faz-nos pensar em Craig Leon – e, honestamente, é o som mais parecido com Craig Leon que alguma vez ouvimos – e há um conjunto de momentos em “Strange Beauty” que oferecem algumas das melhores texturas e atmosferas que ouvimos nos últimos tempos. É bizarro que isto nunca tenha sido editado e que estivesse a apodrecer num sótão em Inglaterra. Dá que pensar. Mas agora está aqui para consumo geral e para descobrir. É um disco maravilhoso e a sua edição vai além da descoberta ou de uma reedição para chegar a mais mãos. É serviço público.

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Quarta-feira, 20 Abril, 2016

GAVIN RUSSOM Psychic Decolonization 12″

€ 9,50 12″ Lux Rec

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Exagero de techno esta semana, poderão dizer vocês. Mas como não? Discos que não nos transformam em máquinas mas aproximam o corpo de um êxtase muito fora do normal, quando se dança numa pista. É sabido que Gavin Russom não é apenas conhecido por tocar nos LCD Soundsystem, ele já estava ligado a circuitos (nós vimos isso quando a Filho Único o trouxe ao Museu do Chiado) e fabricava os seus próprios instrumentos electrónicos. Sempre com um aspecto psych muito reforçado, neste disco não se pode dizer que ele é um produto de Nova Iorque e sim de uma autovia de circulação incessante (apesar do ruído de superfície que acalma as coisas em boa parte de “Let The Bones Speak”). É techno. BOM. Sempre igual. Sempre diferente. Não vamos convencer ninguém que não esteja já convencido, mas ainda assim…

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Sexta-feira, 15 Abril, 2016

LIGHTSTORM Creation LP

€ 16,50 LP Drag City / Yoga Records

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É com certeza um lugar-comum depararmos com equipas marido-mulher, companheiro-companheira em viagens íntimas de freak out geralmente cósmico / interior, desde folk a paisagens ambientais ou, até, neste caso, algo mais próximo de psych-astral. Johnima e Kalassu Wintergate confessam a influência do seu falecido guru Sathya Sai Baba e as letras exprimem união com o Cosmos com todas as pausas para respiração como, por vezes, em regime pop/rock muito pouco usual neste universo de música. A Yoga Records dos Woo, em parceria com a Drag City, continua a assegurar que a luz no mundo não se apaga. As gravações podem ser do período 1973-1980, mas é agora que as escutamos.

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Sexta-feira, 25 Abril, 2008

LOOSERS Love Has Come Around LP

€ 14,95 € 6,95 LP (one-sided, LTD 180 copies) Troglosound

[audio:http://www.flur.pt/mp3/015615-1.mp3]

Para certas cabeças, apenas, mas a sintonia nos limites do rock e do jazz suscita sempre algum carinho por estas bandas. De novo um contraponto: quem assistiu ao frustrante concerto dos Liars no Santiago Alquimista, há uns meses, talvez tenha guardado com mais nitidez o groove Loosers de 20 minutos na primeira parte. No mesmo espírito, as três faixas que ocupam apenas um lado no LP «Love Has Come Around» são puro groove, com algumas regras mais próximas do rock (um pouco de Velvet Underground nunca prejudicou ninguém) e uma sensibilidade natural para criar música a que já não se tem vergonha de chamar “bonita”. Nenhuma das faixas se vende por pouco, nada disso, pode ver-se nelas uma segurança na experiência universal do rock, não tão junto aos limites, antes calmamente a surfar a onda primordial que a todos nos liga à terra e ao mesmo tempo nos transporta para sabe-se lá onde. Bonito!

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Quarta-feira, 25 Abril, 2007

LOOSERS Logic On Its Head 10″

€ 12,95 € 5,95 10″ (LTD 340 copies) Not Not Fun / Woodsist

OUVIR / LISTEN:
Logic On Its Head, Daeh Sti No Cigol

Com um mínimo de receptividade e o gosto por acompanhar o percurso de uma banda em disco e ao vivo, aprende-se com os Loosers a ser curioso, tanto como eles próprios são em relação à música que fazem. «Logic On Its Head» são dois lados de improvisação posteriormente editada para resultar em duas faixas. A gravação data de 2005, uma altura em que Loosers já seguiam seguros e certos por um caminho… desconhecido. Precisamente por isso, a abordagem a cada novo disco seu é sempre entusiasmante. Para além da sensação ‘ritual’ que a música pode provocar, dependendo da predisposição e formatação de quem escuta, «Logic On Its Head» embala o ouvido numa teia de percussão que progressivamente se desfaz para revelar um groove que afinal parecia já lá estar desde o início. A marcação do baixo toma conta, as vozes entram e saem mas sempre de uma sala lá ao fundo, não chegam perto do ouvido e não são vocalizações com letras que se possam seguir, apesar de a banda ter admitido, na época em que gravaram esta sessão, “Pode não parecer, mas principalmente agora temos tido uma preocupação especial em escrever “canções”. (Bodyspace, Setembro de 2005). Não como normalmente se conhecem, mas são as canções que se fazem na nossa cabeça que acabam por prevalecer quando fechamos os olhos para dormir. Sintam a liberdade.

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