Segunda-feira, 6 Junho, 2016

CRAIG LEON Bach To Moog: A Realization For Electronics & Orchestra CD

€ 8,50 CD Sony Classical

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De Craig Leon já se falou aqui, por mais do que uma vez, a propósito do magnífico “Nommos”. Volta-se a ele por causa de um disco editado no ano passado que finalmente conseguimos arranjar a preço simpático. “Bach To Moog: A Realization For Electronics & Orchestra” atira-nos imediatamente para o maravilhoso “Switched On Bach” de Wendy Carlos, pela sonoridade e pelo óbvio: a matéria-prima volta a ser Bach. O propósito deste disco foi a celebração dos 50 anos da criação do Moog (e, simultaneamente, marcar os dez anos da morte de Robert Moog, que faleceu em 2005). O disco contudo é a várias mãos, Leon é o responsável pelos arranjos electrónicos e conta com a ajuda da violinista Jennifer Pike e a Sinfonietta Cracovia. O que se ouve em “Back To Moog” é uma reprodução quase pop de peças clássicas de Bach, por diversas vezes há uma confluência perfeita entre os sons electrónicos e a estrutura clássica que abstrai completamente da ideia de moog. O resultado é magistral e é uma paragem obrigatória para quem se deliciou com “Nommos”.


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Segunda-feira, 6 Junho, 2016

DONALD BYRD Places And Spaces CD

€ 8,50 CD Blue Note (Rare Groove Series)

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“Places And Spaces” é o penúltimo disco de Donald Byrd na Blue Note. Editado em 1975 logo após os também maravilhosos “Street Lady” (1973) e “Stepping Into Tomorrow” (1974), é um álbum justificado pela sua época, em que muitos músicos de jazz tentaram incursões pelo soul, funk e uma certa ideia de proto-disco ou até disco se se quiser assimilar a ideia como um tudo. Desde os instantes iniciais de “Change (Makes You Want To Hustle)” que se cria logo um vício por este Byrd. Há uma magnitude funk que é imediatamente transmitida, arranjos orquestrais perfeitos e uma dinâmica que transmite a idealização cinematográfica de alguns discos funk de blaxploitation do mesmo período. Se “Places And Spaces” fosse vendido como uma banda-sonora era fácil de ficar convencido. De que outra forma justificar o baixo contagiante de “(Fallin’ Like) Dominoes” e uma letra que parece atingir algo: vem à memória “The Boss” de James Brown para “Black Caesar”. E enquanto é funk/soul é também bastante eléctrico e com uma frequência badass incrível: e há quem perceba isso, “You And The Music” entrou na banda-sonora de “Grand Theft Auto V”. A única justificação para promovermos “Places And Spaces” agora é por estarmos absolutamente viciados nele. Oiçam, provoca esse efeito nas pessoas. Pérola.


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Sábado, 4 Junho, 2016

BOCHE Stencil LP

€ 16,50 LP Wasser Bassin

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Boche. Claro. Composições gravadas entre 1985 e 1991 por Hans Ludwig Jacoby com caixa de ritmos, rádio de onda curta e efeitos sacados num Roland Space Echo. Recursos parcos para chegar a um som espartano, dentro da vasta paleta de sons industriais que esses tempos ofereciam. As faixas mais rítmicas em “Stencil” mandam um groove robótico bem frio, magnético e perto do transe, fosse a duração mais longa. As interferências e vozes sem corpo provenientes da rádio introduzem um elemento extra de Guerra Fria, salas com luzes sempre a quebrar. São marchas lentas numa direcção nihilista, evocações de controle da mente, conspirações de poder e combate subterrâneo. Talvez pareça estranho dizê-lo, mas é um disco bonito, pausado, não é agressivo, a sua vantagem está na tensão controlada. Bom.

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Quinta-feira, 2 Junho, 2016

LA MONT ZENO THEATER Black Fairy CD / LP

€ 12,50 CD Athens Of The North

€ 23,50 LP Athens Of The North

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“Black Fairy” é um misto de álbum de música e peça de teatro, na prática foi mesmo um musical estreado em Chicago em 1974. A história é de esclarecimento e motivação, dirigida sobretudo a crianças negras criadas em ambiente de pobreza. Dar poder à sua imaginação, sim, mas também às suas aspirações, de uma forma que, hoje, poderá soar exagerada ou demasiado parcial ou, até, miserabilista (a Fada Negra não tem poderes porque… é negra). Johnny, o rapaz com quem a fada dialoga na introdução, diz-lhe cruamente que “as fadas brancas têm magia, é por isso que os brancos têm tudo.” É dessa frustração que parte a viagem de entendimento e aquisição de poder pela fada, transportada pelo pássaro negro. Vamos escutando o texto, dito nos interlúdios, cantado nas faixas acompanhadas com música, e tudo ganha a expressão final através dessa mesma música, criada a partir de uma rica tradição de jazz espiritual, gospel e soul.

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Quinta-feira, 2 Junho, 2016

RASPUTIN’S STASH Hidden Stash CD / LP

€ 12,50 CD Athens Of The North

€ 23,95 LP Athens Of The North

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A editora Athens Of The North avança cada vez mais segura na sua cruzada de reedições e, neste caso, descobertas. O acesso a masters encontradas num armazém em Chicago resulta em “Hidden Stash”, álbum de material nunca editado pela banda que, antes da metade dos anos 70, já tinha editado os seus dois únicos álbuns. Alguma da música em “Hidden Stash” soa mais tardia, mais próxima do som boogie que fez a transição para a década seguinte (“Get Down”, por exemplo). “Dance With Me” é puro funk, linha James Brown e Sly Stone. O álbum revela uma banda que parece ter ficado prematuramente pelo caminho, ainda com potencial bem claro. Em 2015 tivemos uma amostra com a reedição de “Attitude, Belief & Determination (Martin L. Dumas, Jr., um dos elementos da banda). “Hidden Stash” não vai apanhar ninguém fora do funk, mas quem tem o funk vai dormir melhor após o contacto com a música em “Hidden Stash”.

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Quarta-feira, 1 Junho, 2016

JESSY LANZA Oh No CD / LP

€ 15,50 € 12,50 CD Hyperdub

€ 17,50 € 15,50 LP Hyperdub

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Há um território pop muito difícil de definir. Tornou-se talvez mais óbvio com a explosão criativa do início do século, quando produtores como Pharrell Williams e Timbaland reescreveram algumas regras e o mainstream passou a ser também experimental. Sendo assim, Jessy Lanza já não cai como uma bomba, isto é, nestes anos habituámo-nos a não ver grande fronteira a separar o visível do subterrâneo, e é assim que editoras com um programa militante como a Hyperdub conseguem, sem problema algum de credibilidade, albergar no seu catálogo uma proposta tão descaradamente pop como “Oh No”. O tom elevado na voz de Jessy Lanza remete imediatamente para um cenário de luz bem fluor, superfícies brilhantes, videos típicos de desfile de corpos, roupas e automóveis de luxo, mas há sempre elementos na música que puxam numa outra direcção, quase para longe dos desejos da maioria mas – e é aqui que reside o segredo na produção – tornando desejável o que antes era indesejável (arestas mais aguçadas, na música). “Oh No”, o segundo álbum de Jessy, ultrapassa sem problemas a fasquia do “difícil segundo álbum” com mais um punhado de canções memoráveis, bem retro mas bem de agora, onde em princípio nos encontramos todos.

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Segunda-feira, 23 Maio, 2016

THE LINES Hull Down CD / LP

€ 12,50 CD Acute Records

€ 17,95 LP Acute Records

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Mesmo ali no início dos 80s, Rico Conning fazia parte dos Lines. Ele ficou conhecido não só como músico mas como engenheiro de som, com um curriculum impressionante: Laibach, Depeche Mode, Coil, Sting, Erasure, Les Negresses Vertes, e um gigante etc. “Hull Down” mostra-nos material gravado pouco antes de se separarem (o último álbum que editaram foi “Ultramarine” em 1983) e, de novo, que surpresa navegar em águas que parecem 1000x familiares. The Lines usam linha ácida em “Nicky Boy’s Groove”, por exemplo, o que os coloca imediatamente numa outra zona do grande inominável pós-punk. A caixa-de-ritmos é recorrente, não há muito synth pop, algumas guitarras são próprias daqueles anos, há vocoder, só que quando tudo se une nas canções em “Hull Down” temos perante nós uma banda que, sem problemas, podemos qualificar, à luz da época, como original. Muitas experiências, aqui, nunca, também, um enorme desvio da pop, um toque de música de dança (se acharem que “20 Jazz Funk Greats” de Throbbing Gristle serve como exemplo). Muito recomendado!

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Terça-feira, 3 Maio, 2016

INGRAM MARSHALL Fog Tropes // Gradual Requiem LP

€ 17,50 LP Arc Light Editions

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Viagem até 1984, ano em que este álbum saiu originalmente (pela New Albion). Pegando no título “Gradual Requiem”, podemos presumir uma longa, gradual despedida desta música, que dura décadas, sem nunca se concretizar. Nunca está exactamente encerrado, este capítulo, a partir do momento em que a música se mantém importante. Bem cedo na década de 70, Marshall estudou, absorveu e retransmitiu ao seu modo a tradição musical indonésia (Java e Bali, sobretudo), que veio a integrar de forma cada vez mais decidida nas suas composições, até então essencialmente electrónicas. O resultado é eclético, como se pode escutar neste álbum que tem tanto de minimalismo como de música contemporânea mais clássica. A inspiração nebulosa em buzinas de nevoeiro em “Fog Tropes” instala um clima austero mas simultaneamente pacífico, enquanto as cinco partes de “Gradual Requiem” desfiam um grande todo em que se misturam mandolim, voz, sintetizador, flauta e piano. Não chega a ser música para meditação, propriamente dita, existe demasiada dinâmica, muitas curvas, arranques e pausas, camadas que substituem outras. Na parte 4 sobressai o efeito fantasmagórico que se calhar imaginamos logo pelo título. Exploração sem limites muito definidos, contida apenas pelo poder de evocação da mente do ouvinte.

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Quinta-feira, 25 Fevereiro, 2016

MASAHIKO SATO Belladonna LP

€ 17,50 LP Finders Keepers

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“Belladonna Of Sadness” é um filme de culto de anime de meados da década de 1970, numa altura em que a animação, de um modo geral, desafiava algumas convenções do género e introduzia temas mais adultos. E uma coisa que é evidente neste período, através de álbuns que temos vindo a descobrir na última década, é que a quebra de convenções passava por todos os detalhes, incluindo a música. O que é espantoso neste “Belladonna” de Masahiko Sato é os cantos inesperados a que cada tema nos leva. Não se trata de quebrar convenções, mas de jogar com o inesperado, oferecer uma espécie de género diferente em cada canto, como algo que pudesse servir o propósito do filme ao invés de obedecer a uma regra homogénea de banda-sonora. Por isso neste “Belladonna” ouve-se jazz, psicadelismo, folk, canções pop com um travo de trabalho orquestral típico de filmes. É um mundo mágico, um que nos faz exasperar por uma década em que, realmente, existia uma liberdade natural e não um sentimento forçado para estar desligado das regras. E essa liberdade sente-se neste “Belladonna”, bem como a criatividade que inspira a exploração de lugares mágicos. E este é um álbum cheio deles.

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Terça-feira, 23 Fevereiro, 2016

GOLDEN TEACHER First Three EPs CD / LP

€ 16,95 CD Golden Teacher

€ 23,50 LP (+CD) Golden Teacher

Só mesmo para relembrar o óbvio: aqui está uma banda que parece agregar quase toda a música rítmica de que gostamos, como uma aparição de corpo sólido que não vem apenas assombrar mas até empurrar e tombar para cima de nós. São os três primeiros EPs reunidos, porque entretanto descatalogados, e que fizeram crescer a reputação de Golden Teacher, especialmente quando disparados nos incendiários concertos ao vivo. “Like A Hawk” mantém-se emblemático do espírito negro da banda, desviado para um lado místico onde a catarse pode produzir-se naturalmente. Há momentos em que SPK e Liaisons Dangereuses aparecem do éter, mas é no todo que Golden Teacher mostram a poderosa unidade que são. Obrigatório outra vez. E o LP traz junto o CD

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Sexta-feira, 30 Março, 2012

ROBERT TURMAN Flux CD / 2LP

€ 12,95 € 9,95 CD Spectrum Spools

€ 27,50 € 21,50 2LP Spectrum Spools

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Disco que foi sempre mais uma espécie de mito do que propriamente algo que muita gente conhecesse, “Flux” foi editado apenas em cassete em 1981 e é uma obra muito distante do restante trabalho de Robert Turman, quer a solo, quer nos múltiplos projectos que desenvolveu ao longo da sua carreira. Ou seja, esta reedição da Spectrum Spools é uma oportunidade para ouvir o álbum com melhor som do que foi inicialmente editado, uma remasterização perto da perfeição que permite usufruir de todos os tempos e ecos que “Flux” proporciona. Aqui, Turman dedicou-se a uma mistura de minimalismo com uma vertente de new age, usando piano (mais presente), kalimba, uma drum machine e manipulação de fita (regra geral em loop). As peças são contemplativas, há uma brandura na composição de Turman que coloca o som a levitar, num registo acima do ambient e um pouco abaixo da composição conteporânea. É uma das grandes reedições deste ano e algo que nos apanhou completamente desprevenidos porque, honestamente, não conhecíamos de todo esta faceta de Robert Turman :)

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Sexta-feira, 7 Janeiro, 2011

MARCUS SCHMICKLER Palace Of Marvels [Queered Pitch] CD / 2LP

€ 16,50 € 12,95 CD Editions Mego

€ 17,95 € 14,95 2LP Editions Mego

Há um pedaço de História neste disco que interessa seguir: o ‘Tom Shepard’, descoberto por Roger Shepard, um reconhecido cientista ligado às teorias cognitivas, cria uma ilusão auditiva que nos faz crer que um determinado tom pareça alterar o seu pitch, sem que isso verdadeiramente aconteça. Com algumas aplicações na música, Schmickler debruça-se com empenho na exploração desse fenómeno, construindo pequenos apontamentos interligados que nos desafiam e confundem constantemente. Musicalmente, ouvimos um Schmickler puro, um cientista do computador e um aplicado aluno das complexas interligações entre som e a sua esfera brutal de influências – sensoriais e sociais, por exemplo. É também um disco Mego puro, com uma determinação cega por nos dar alguns dos mais belos exemplares de computer music. Não é um disco para todos, mas quem aguentar a viagem de “Palace Of Marvels” saberá que há experiências que nenhuma arte proporciona para além da música.

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