Quarta-feira, 14 Setembro, 2016

JONI MITCHELL The Hissing Of Summer Lawns CD

€ 7,50 CD Elektra

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Editado em 1975 e com recepção pouco favorável, foi um álbum que cimentou Joni Mitchell como alvo de forma comparável a Bob Dylan quando electrificou a sua música (Mitchell colocou-se a jeito com o álbum anterior “Court And Spark”). O padrão singer-songwriter mais rígido e tão caro à crítica mais conservadora desvanece-se a cada canção que passa em “The Hissing Of Summer Lawns”. Experiências com o formato de canção, com harmonias, recordam por vezes Steely Dan ou Todd Rundgren, e nada disso significa abdicar da melodia, como foi acusada na época. O foco confessional foi também alterado para um formato de narração e não de confissão na primeira pessoa (alegadamente o álbum não contém uma única vez o sujeito “I” como centro da acção narrativa). “The Jungle Line”, a segunda canção no álbum, excede-se na desconstrução do formato, e aqui sim, a noção tradicional de melodia pode ser colocada em causa. No entanto, como não apreciar o modo como Mitchell compõe por cima de uma trilha directamente retirada de um álbum de percussões do Burundi (que mais tarde re-emergem como clássico afro-cósmico como Burundi Black)? Prince citou “The Hissing Of Summer Lawns” diversas vezes e Joni Mitchell revelou que é verdade que ele lhe escrevia cartas de fã apaixonado. Um álbum que redefine, ainda, a ideia linear que se tende a formar sobre soft rock como estéril. Novo standard após “Blue” (1971), muito superior a qualquer média que se imagine na escrita de canções.

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Terça-feira, 13 Setembro, 2016

V/A Surinam Funk Force CD / 2LP

€ 13,50 CD Rush Hour

€ 18,50 2LP Rush Hour

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Surpresas e mais surpresas. Depois do álbum de Sumy, há alguns meses, eis uma visão mais abrangente do que acontecia na música para dançar produzida no Surinam. Se alguns exemplos soam decididamente próximos do formato norte-americano que regulou a indústria, ainda que doces e irresistíveis, é nas malhas mais afastadas que se encontra uma dimensão verdadeiramente exploratória: “Wakka Mang” (Explosion), “Kaseko Attack” (Ronald Snijders), “Jhoom Le” (Cyntia). No entanto, tudo o resto espalha uma inevitável cor tropical sobre o que se julga já conhecer. Golpe de génio de Sound Track Orchestra & Silvy em “Tirsa Song”, um número boogie absolutamente inspirado. Esta música exerce um poder muito desejado, representado tanto pela propulsão rítmica como pela intenção de Vida que procura passar para nós.

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CD:
01. Steve Watson – Born To Boogie
02. Jam Band 80 – Jammin’
03. Sonny Khoeblal – Craziest
04. Errol De La Fuente – Happiness
05. Sumy – The Funky “G” (Only Comes At Night)
06. Explosion – Wakka Mang
07. Eddie Tailor – Love Dance
08. Ronald Snijders – Kaseko Attack
09. Astaria – Jamasa Roro
10. Sound Track Orchestra and Silvy – Tirsa Song
11. Cyntia – Jhoom Le
12. Langa Langa – Freedom Is The Thing

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Segunda-feira, 12 Setembro, 2016

STEVE REICH Drumming 2CD

€ 12,95 2CD Deutsche Grammophon

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+ Six Pianos
+ Music For Mallet Instruments, Voices And Organ

“Drumming” (1971) é uma obra-prima do minimalismo e resulta do fascínio de Reich por grupos de percussões após uma visita ao Gana. Tambores, marimbas (um som muito reconhecível de várias peças minimalistas) e outros instrumentos de percussão entrecruzam-se em 4 partes que capturam a atenção do ouvinte através da repetição, um certo embalo que é colocado em causa a cada novo acrescento, ao longo dessas 4 partes. A técnica de ‘phasing’ entre sons (dois sons começam paralelos para lentamente se desalinharem ligeiramente no tempo) acrescenta uma dinâmica poderosa, uma sensação maior de espaço à nossa volta. “Six Pianos” (1974) adopta princípios similares e induz inevitável movimento na mente de quem escuta, uma permanente paisagem em mutação, um estado de espírito positivo e pró-activo. Fora de considerações psicológicas, o som marcha em frente, desalinhado mas certo e constante, quase prenunciando alguns clássicos de techno que conhecemos quase duas décadas à frente; “Music For Mallet Instruments, Voices And Organ”, também de 1974 (peça editada no lado B de “Six Pianos”, na época) traz imediatamente à superfície, a nós, contemporâneos, a transformação do rock que os Tortoise empreenderam a meio da década de 90 (de novo, 20 anos depois), incorporando os ritmos cristalinos do minimalismo de Reich de forma bastante evidente. Trabalho melódico extrovertido, um pouco até reminiscente de “Tubular Bells” de Mike Oldfield (editado um ano antes), lança um feitiço de Sol resplandecente. Para ouvir sempre.

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Segunda-feira, 12 Setembro, 2016

ANGEL OLSEN My Woman CD

€ 15,95 CD JagJaguwar

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“Sister” aparece na segunda metade do álbum – e é uma espécie de single na altura do lançamento deste “My Woman” – e nos seus oito minutos fica a impressão de que há algo ainda mais fenomenal a acontecer neste disco do que inicialmente parece. Há um controlo de tempo e emoções impressionantes nos primeiros minutos de “Sister” e depois Angel Olsen deixa tudo nos últimos dois versos, repetindo-os, e encaminhando a canção para algo próximo dos Fleetwood Mac em “Sara”. Deixa claro que não é Stevie Nicks. É Angel Olsen. Mais depurada do que no anterior “Burn Your Fire For No Witness” e com uma perfeita consciência disso. E isso permite-a explorar livremente as suas canções, sem se prender a algo parecido com uma fórmula: é por isso que há canções tão distintas, como “Intern”, “Shut Up And Kiss Me” ou “Heart Shaped Face”. Aliás, um dos momentos mais interessantes do álbum é a forma como “Heart Shaped Face” corta um bocado com o ritmo da primeira metade e prepara o ouvinte para “Sister”. “Sister” não é a melhor canção, mas é aquela em que tudo fica claro, em que há a certeza de que Angel Olsen não deu um passo maior do que a perna ao querer depurar o seu som. A sua voz é cristalina, a escrita é perfeita na forma como é indirecta (e, sim, aqui é genial a forma como faz igual aos Fleetwood Mac na fase Buckingham/Nicks). Para os convertidos, “My Woman” é um grande momento. Para os que ainda não estavam, façam o favor de aceitarem toda a graciosidade e grandiosidade de Angel Olsen.

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Segunda-feira, 12 Setembro, 2016

ZARATE_FIX / DJ SOTOFETT Sands Of Time / Coiled Acid Mix 10″

€ 9,95 10″ Wania / Sex Tags

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Zarate mantém a Thug, uma editora aparentemente sem programa, com um catálogo diverso que inclui, para além de Sotofett, Nick Simoncino, Ben Cenac, DJ Slugo e Trash Company, por exemplo. Este aparte na Wania estende um ritmo lento, pesado (notem os acrescentos graves na percussão) para servir uma voz feminina ondulante, reminiscente, em abstracto, do Médio Oriente, mantendo todo o ênfase num torpor quente que deverá instalar um sentimento especial na pista de dança. No lado B, DJ Sotofett oferece movimento ultra-lento, longe do cenário que acabámos de tentar descrever. “Coiled (Acid Mix)” é mecânico, distorcido, industrial, uma subversão do dubstep no seu próprio território e uma actualização muito revista do pulsar sintético da EBM. Muito forte, talvez a mais estranha manifestação do génio particular de Sotofett que ouvimos até hoje.

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Quinta-feira, 25 Agosto, 2016

WOLFGANG VOIGT Ruckverzauberung 9: Musik Fur Kulturinstitutionen CD

€ 15,95 CD Profan

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PROFANCD14-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PROFANCD14-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PROFANCD14-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PROFANCD14-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PROFANCD14-5.mp3]

Subintitulado “Musik Für Kulturinstitutionen”, este álbum parece não esconder a ironia de apresentar música que pode funcionar como protótipo de encomenda para instituições culturais. Na verdade, Wolfgang Voigt gravou esta música para acompanhar uma exposição na Haus Der Kulturen em Berlim (ver capa), pegando no eterno ambiente de Gas e, para o efeito, elaborando um ritmo através da sequência de tons orquestrais que ancoram o disco a uma plataforma austera e solene. O ribombar pomposo dos graves na primeira parte garante o avanço lento da música que, de outra forma, parece até escapar mais veloz para a frente. Tudo muito grandioso e imperial, em linha com o título da exposição: “Doofe Musik, Lieder zum Träumen, Betäuben Und Vergessen” indica uma suspensão e alheamento, a promoção do esquecimento e de uma sensação etérea de não-presença.(

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Quinta-feira, 16 Junho, 2016

V/A Space Echo: The Mystery Behind The Cosmic Sound Of Cabo Verde Finally Revealed 2LP

€ 26,50 2LP Analog Africa

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A história contada parece fantástica demais e, hoje em dia, desconfiamos sempre quando um disco traz uma história assim. No entanto, há pelo menos a verdade comum de que um navio encalhou na Boavista, Cabo Verde, em 1968 (ver http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article35177). A história no link anterior não é inteiramente coincidente com a contada pela editora e reproduzida neste artigo do Guardian (https://www.theguardian.com/music/2016/may/24/space-echo-mystery-behind-cosmic-sound-cabo-verde). O que certamente aconteceu foi uma aceleração de um processo inevitável na actualização de sons locais, como aconteceu notoriamente em outros países africanos como a Nigéria ou o Gana. No caso de “Space Echo”, o que se nota não é tanto uma assimilação de sons e estilos ocidentalizados mas sobretudo uma revisão (em alguns casos radical) de estruturas e formas muito tradicionais de Cabo Verde, como o funaná. A música sim, é fantástica, como acontece frequentemente quando se dá o encontro improvável de sons que não nasceram juntos. Claramente africana, a música em “Space Echo” tem acrescentada uma narrativa artificial criada pelos instrumentos electrónicos, e é neste híbrido que se abrem vistas para mundos que não existiam antes. Lindo. E o que aproxima também este disco de nós é a presença de Celeste / Mariposa na elaboração da compilação

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A1. António Sanches – Pinta Manta 04:32
A2. Dionisio Maio – Dia Ja Manche 04:36
A3. Jose? Casimiro – Morti Sta Bidja?cu 05:22
A4. Bana – Pontin & Pontin 04:15

B1. Fany Havest – That Day 05:01
B2. Pedrinho – Odio Sem Valor 06:04
B3. Quirino Do Canto – Mino Di Mama 05:53
B4. Tchiss Lopes – Mundo D’Margura 03:04

C1. João Cirilo – Po D’Terra 05:37
C2. Abel Lima – Corre Riba, Corre Baxo 03:08
C3. Os Apolos – Ilyne 03:50
C4. Americo Brito – Sintado Na Pracinha 02:52

D1. Elisio Vieira – Capchona 03:15
D2. Antonio Dos Santos – Djal Bai Si Camin 07:20
D3. Abel Lima – Stebo Cu Anabela 04:31

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Quarta-feira, 20 Abril, 2016

V/A Every Song Has Its End: Sonic Dispatches From Traditional Mali CD + DVD / 2LP + DVD

€ 17,95 CD + DVD Glitterbeat

€ 27,50 2LP + DVD (+ mp3) Glitterbeat

[audio:http://www.flur.pt/mp3/GBLP029-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBLP029-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBLP029-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBLP029-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/GBLP029-5.mp3]

O Mali, ali entre o Saara e o que se chama África Ocidental, é um dos grandes territórios africanos. A sua música é tão diversa como a expansão e as diferentes correntes que sopram a Norte e a Sul, mas o que ouvimos nesta recolha é sempre, no mínimo, intenso, seja quando a voz conduz imperiosamente os instrumentos ou quando o ritmo faz a sua magia irresistível e dominadora. Das guitarras e lamentos mais comuns no norte de África aos tambores da selva densa, tudo é comovente e a nós, seres que habitam mais ao norte e além das águas, isto bate de uma forma que talvez não seja a mais certa, mas na verdade quando bate não importa se é a mais certa. Para os realmente curiosos vamos deixar que o DVD incluso explique a história e as vidas que nós nunca conseguiremos explicar.

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A1. Group Ekanzam – “Le Souvenir” (3:59)
A2. Group Tagout – “Taganraratt” (5:26)
A3. kimsy Bocoum, Afel Bocoum, Hama Sankare – “Nianju Warde (Walk In A Way That Shows We Are Important)” (4:52)
B1. Super Onze – “Houmesiisa (The Gold Chain)” (8:58)
B2. Boukader Coulibaly – “Taka Kadi (That Adventure’s Song)” (6:52)
B3. Bina Koumare & Madou Diabate – “N’Djaba (The Person I Love)” (3:52)
C1. Mianka Cultural Troupe – “Apolo (Do Not Give Your Daughter To A Coward)” (6:36)
C2. Kassoun Bagayoko – “Kabako (Incredible)” (6:42)
C3. Sidiki Coulibaly – “Donzo Dasa (Praise For The Hunter)” (5:05)
D1. Inna Baba Coulibaly – “Sidi Modibo (Hommage To The Marabout – Saint Sidi Modibo)” (5:06)
D2. Cultural Troupe From Nioguebougoula – “Sigui Le (It’s The Wild Buffalo)” (7:02)
D3. Ibrahim Traore – “Woyika (The Sorrow)” (2:10)

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Quinta-feira, 8 Outubro, 2015

JOEL GRAHAM Geomancy / Night 12″

€ 11,50 12″ Music From Memory

[audio:http://www.flur.pt/mp3/MFM006-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/MFM006-2.mp3]

De onde chegam estas coisas? Neste caso, de cassete. Music From Memory opera bem fundo para revelar ao mundo actual estas duas faixas gravadas em 1982 por um músico californiano. “Geomancy” consegue mesmo reflectir a beleza pontilhada da simbologia usada na Geomancia, movendo-se pausadamente pelo espaço com centro numa caixa de ritmos simples e muito drama colocado por cima sob a forma de ondas carismáticas de sintetizador. Eleva. “Night” vai à cena líquida muito identificável com a música espacial dos 70s, mas a mesma simplicidade do ritmo assegura uma viagem tranquila através da auto-estrada que imaginarmos no momento. Faixa longa que transporta todos os bons genes da música comprida que, de facto, ganha em ter esses minutos todos. Quanto mais tempo passa mais evolui e sempre na direcção de que gostamos. Agora, existe uma certa confusão em relação às rotações de ambas as faixas. O nosso player vai dar-vos o lado A a 33rpm e o lado B a 45rpm, mas podem seguir os links que deixamos para ouvir A a 45rpm e B a 33rpm. Apesar de soar mais natural tocar ambos os lados a 45rpm, podem ser experimentados a 33rpm e oferecer outro tipo de sensações sólidas. Talvez o disco mais perfeito que ouvimos até hoje na combinação de velocidades diferentes.

Geomancy 45rpm
https://www.youtube.com/watch?v=rDJgdt4wNNc

Night 33rpm
https://www.youtube.com/watch?v=wlOX3JyAcl8

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