Segunda-feira, 4 Fevereiro, 2019

MARK LECKEY Fiorucci Made Me Hardcore LP

€ 20,95 LP (2019 repress) The Death Of Rave

Primeira edição de uma editora financiada pela Boomkat, The Death Of Rave, a tornar físico aquilo que tão bem fazem no seu site: elevar o disco físico a um objecto de arte. E para começar, nada melhor do que este “Fiorucci Made Me Hardcore”, o som da instalação vídeo homónima de Mark Leckey (vencedor do prémio Turner em 2008), de 1999, um exercício de colagem de sons (e de imagens) que discorriam décadas de cultura de dança britânica. Quinze minutos imperiais e absolutamente imprescindíveis que hoje, face a alguns cenários musicais que se vivem, continua a fazer total sentido. Do outro lado, uma versão editada de outro trabalho de Leckey (“GreenScreenRefrigeratorAction”). Cópias limitadas e muito contadas – é uma edição única.


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Sexta-feira, 7 Outubro, 2016

ALEK REIN Mirror Lane LP

€ 14,95 LP Galeria Zé Dos Bois

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Quarta-feira, 28 Setembro, 2016

MASTER C & J The Legendary Master C & J Featuring Liz Torres 2LP

€ 16,50 2LP (2016 reissue) Trax

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Esta compilação chegou tardiamente, na Trax, apenas em 2002, mas, enquanto álbum, é sem dúvida um dos testemunhos mais importantes dos primeiros anos da editora. Tudo imprescindível, aqui, a começar pela produção deep jack (faz sentido?) de Carl Bias, Edward Crosby e Jessie Jones, os três elementos associados ao nome Master C & J, tudo completo com a voz e entrega de Liz Torres, ainda que muitas das faixas soem como dubs, com a voz mais espalhada. Mas Liz Torres poderia até nem aparecer mais do que em “Don’t Let Love Pass You By” e “We Were Meant To Be” e a sua missão estaria completa. A carga de sentimento que coloca na música diferenciam-na de incontáveis outras divas house que tendem a puxar demasiado pela voz. Isso justifica o facto de uma versão actualizada de “Can’t Get Enough” (ano 2000, quando o original é de 87) soar incrível. O essencial pode encontrar-se no álbum com o mesmo título, de 1988 (no qual, curiosamente, a ordem é inversa: Liz Torres Featuring Master C & J), mas esta compilação é de facto uma manobra de charme para reforçar o nome Master C & J enquanto produtores. Para sempre. Não temos mais palavras

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Quarta-feira, 28 Setembro, 2016

RATTLE Rattle CD / LP

€ 11,95 CD I Own You / Upset The Rhythm

€ 15,95 LP I Own You / Upset The Rhythm

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Na memória, capítulo Duo Voz / Bateria, estão bem arrumados Wildbirds & Peacedrums. Rattle adicionam nervo e minimalismo a este formato ancestral (tambor e voz), desviando do jazz para uma convivência com o rock, embora continue a ser desconcertante falar de rock quando não se ouvem guitarras. “Thunder”, por exemplo, soa como lamento pós-punk mas outros momentos do álbum trazem imagens de Björk acompanhada ao tambor. Mas esta experiência all-girl (Katharine Eira Brown e Theresa Wrigley) entusiasma não pelas referências que possam manifestar-se enquanto o disco rola e sim pela marcação segura do som, a batida que ataca o espaço de forma absolutamente convincente sem precisar de pirotecnia ou velocidade para justificar a presença incontornável da bateria. Disco perfeito para sentir o coração tribal que algum do melhor rock sempre teve.

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Quarta-feira, 28 Setembro, 2016

FLUXION Vibrant Forms II 2CD

€ 14,50 2CD Subwax Bcn

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A travessia do milénio foi particularmente generosa na oferta de música electrónica ligada aos tempos, enquanto processo constante de revolução sónica. Não estando no extremo ideológico e na linha da frente do activismo, o percurso já aqui bastas vezes referido da editora Chain Reaction (pós-Basic Channel) teve suficiente consistência para ficar nos livros como agitação estética na música de dança. Monolake, Vainqueur, Substance, Vladislav Delay e, claro, Fluxion, criaram um universo dub cujos códigos perduram. “Vibrant Forms II”, do ano 2000, estende perante nós um vasto horizonte de melancolia techno, auto-suficiente na sua narrativa ora decididamente industrial / maquinal ora vaporosa e subtil, quase etérea. Os títulos são quase todos de uma palavra só, meras pistas para melhor captarmos as diferentes ambiências.

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Quarta-feira, 28 Setembro, 2016

ZOMBY Ultra CD / 2LP

€ 14,95 CD Hyperdub

€ 24,95 2LP Hyperdub

Grime? Pós-grime? Logo na abertura há sons de armas a serem preparadas para disparar, há disparos e toda a carga de peso associada a desconforto social num futuro em que tudo correu mal para a espécie. A música progride com lentidão, trabalho muito cristalino de synths a assegurar que tudo soa mesmo bastante artificial e preocupante (“Ultra”). As memórias rave parecem muito distantes, talvez uma ideia só realmente comunicada em “Glass” e, um pouco (os breaks não enganam), na faixa partilhada com Rezzett (“S.D.Y.F.”). Tudo pacífico no degelo literalmente intitulado “Thaw”, última faixa na qual se sentem apenas os resíduos da experiência que acabámos de ter ao escutar todo o álbum. Como se aí a impressão física do abanão que sofremos se desvanecesse lentamente do corpo. A propósito, marcas vincadas na capa brilhante do CD e do LP, com toda a informação gravada em baixo-relevo.

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Terça-feira, 27 Setembro, 2016

JULES VERNE / JONNY TRUNK 20,000 Leagues Under The Sea LIVRO + LP

€ 23,95 LIVRO + LP (+ mp3) Four Corners Books

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Aparentemente, Jonny Trunk nem sequer hesitou quando lhe foi perguntado que livro escolheria para musicar, quando foi abordado pela Four Corner Books. O argumento apresentado por Jonny tem a ver com a possibilidade de compôr “música subaquática”, uma ideia antiga que aqui encontra uma expressão correcta e sedutora. A clássica história de aventuras novecentista, uma das incontornáveis de Júlio Verne, ganha assim uma banda sonora para além dos filmes que já foram realizados, aqui ligada directamente ao livro, bebendo da fonte, por assim dizer. A apresentação gráfica luxuosa é então acompanhada por música certamente inspirada por vários heróis obscuros de Jonny Trunk, um rico universo de Library Music aqui aplicado com claro propósito ilustrativo para as várias cenas da história. Orgão, ambiência profunda, orgão, exotica de baile de salão, Martin Denny de submarino, tensão orquestral de cordas sob a ameaça do Kraken (não distante da banda sonora de Scott Walker que comentámos na semana passada), BBC Radiophonic Workshop em manifestação etérea. Momentos especiais em vinil azul.

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Sábado, 24 Setembro, 2016

KAITLYN AURELIA SMITH & SUZANNE CIANI Sunergy CD / LP

€ 15,50 CD RVNG Intl

€ 25,95 LP (+ mp3) RVNG Intl

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Quinta-feira, 22 Setembro, 2016

AROY DEE Kiss / The Planets 12″

€ 8,95 12″ (2016 repress) New World Aquarium

[audio:http://www.flur.pt/mp3/NWAQ03-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/NWAQ03-2.mp3]

Dois temas superiores, duas faces diferentes de um conceito espacial ancorado numa ideia de década de 80 ainda futurista. “Kiss” é puro Disco holandês, chamando toda a cultura de convivência com a Rams Horn (a editora) e incontáveis produções Italo na década. Hipnótico, pulsante, linha de baixo bem clássica, dominador de ambiente numa pista de dança com ar suficiente para deixar instalar este groove; “The Planets”, também forte na linha de baixo, sobrepõe o que se pode identificar mais como UK house ao Espaço imenso que associamos ao techno de Detroit. A intervenção meio ácida que entra e sai de campo leva esta música, ainda, para o trance. Tudo ligado, compacto, e o que ouvimos é simplesmente soberbo. Um dos primeiros discos na editora de Newworldaquarium, lá atrás em 2003.

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Quinta-feira, 22 Setembro, 2016

THREE OF YOU / MM Drum Electronic Sound 12″

€ 9,50 12″ Bio Rhythm

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RHYTHMZDEL-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHYTHMZDEL-2.mp3]

Massimiliano Mangoni grava como Three Of You na segunda metade dos 80s. Um par de maxis e, já neste século, um EP com material de arquivo (os singles “Grace” e “New Life”) e alguns inéditos. É daí que Paul Du Lac retira “Drum Electronic Sound” para um edit que segura em 2016 o electro laboratorial de Dopplereffekt, a partilhar espaço com um som industrial bem robótico. No lado B, Mick Wills (conhecêmo-lo de algumas produções para a International Deejay Gigolo) trabalha sobre um original de Minimal Man e estende uma drum tool poderosa, tensa, auto-propulsionada, repetitiva, sem vestígio de melodia. Ouro.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Marcos Valle CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic<

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA090-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA090-5.mp3]

A Light In The Attic nunca nos desilude. Agora que pensamos nisso, o nome da editora transmite uma certa infabilidade, como se aquela luz fosse um permanente raio de iluminação para objectos que estamos constantemente a (re)descobrir e a encaixar na nossa vida. Há muito que queríamos os discos de Marcos Valle nas nossas mãos, alguns estavam indisponíveis, outros simplesmente a um preço proibitivo para podermos partilhar convosco. De uma vez só a editora coloca cá fora quatro discos chave do músico brasileiro, popularizado pelo sucesso que escreveu com o seu irmão Paulo Sérgio, “Samba De Verão”, mas com uma carreira riquíssima que vale a pena descobrir. E a promoção que fazemos aos discos não é mero fogo promocional, mas uma oportunidade que proporcionamos para terem nas mãos quatro maravilhas que foram a melhor notícia que recebemos no final do ano passado: quando soubemos que os discos iriam ser reeditados. “Marcos Valle”, editado originalmente em 1970, tem como banda suporte os magníficos Som Imaginário, mas a sua presença não se faz sentir tanto pela sua ordem de rock psicadélico, e sim como proporcionam uma brisa contínua de boa disposição. Uma bossa nova pop, fresca, com travos do soul/funk norte-americano da altura, tão distraída, quanto irónica e, também, romântica. “Os Grilos” é um clássico instantâneo que nunca esgota. A edição em CD traz um tema raro, “Berenice”, uma prenda irrecusável e uma óptima descoberta do catálogo de Valle. A edição vem com um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle, acompanhada por palavras suas sobre cada canção.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Garra CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic

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Editado em 1971 “Garra” é um álbum bastante diferente do homónimo. Aqui Marcos Valle expande-se, o que era bom no álbum anterior torna-se melhor aqui e “Garra” é quase um treino de luxo para os formidáveis “Vento Sul” e “Previsão Do Tempo”. É um álbum que facilmente se divide em duas partes, os primeiros cinco temas são muito mais soul e começam a abrir alguns tópicos que invadem as canções de Valle e que depois explodem na segunda metade do disco. “Com Mais de 30″ e “Black Is Beautiful” são momentos maravilhosos, mas o ritmo muda completamente a partir de “Paz E Futebol” e explode completamente com “Que Bandeira” até ao final do disco. As orquestrações da primeira metade são algo tímidas, aperfeiçoando a tal escala de soul/funk norte-americano de então. Depois isso tudo começa a funcionar mais a favor do samba/bossa nova construindo aquele som que tornou Valle tão característico e contagiante. As letras carregadas de humor ficam rapidamente no ouvido e o que Valle canta ganha mais força e torna-se um elemento absolutamente nuclear (antes também o era, mas aqui ganha outro poder) na sua música. A edição vem com um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle, acompanhada por palavras suas sobre cada canção.

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Sexta-feira, 22 Fevereiro, 2013

MARCOS VALLE Vento Sul CD / LP

€ 13,95 € 9,95 CD Light In The Attic

€ 24,50 € 21,95 LP Light In The Attic

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LITA092-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LITA092-5.mp3]

Editado no ano seguinte, 1972, “Vento Sul” é a confirmação das previsões que “Garra” deixava. A música de Marcos Valle transcendeu-se e adoptou na totalidade os laivos de psicadelismo que apareciam nos discos anteriores. “Revolução Orgânica” lança imediatamente o mote desta nova direcção de Valle, que se deixa banhar pelas influências do rock que ouvia e resolve experimentar essa costela nas suas canções, mantendo as ricas orquestrações dos seus temas e a habitual preocupação exímia na produção. “Vento Sul” é aquela porta de entrada perfeita para o universo de Valle, porque é o disco de risco que bate completamente certo e junta de um modo muito sistemático – que não influencia a sensação de liberdade que a sua música tem – as possibilidades que ele imaginava para a sua música. As letras começam a ser também mais ousadas, não em termos de conteúdo, mas no modo funcional como adapta a métrica do seu irmão Paulo Sérgio ao ritmo frenético que impõe:”Pista O2″ é um óptimo exemplo. Mesmo nos temas mais calmos essas regras mantêm-se, tornando “Vento Sul” num álbum absolutamente marcante para a música brasileira da década de 1970. Se não conhecem, esta é A Oportunidade. A edição faz-se acompanhar por um texto de Allen Thayer (Wax Poetics) e uma entrevista a Marcos Valle bem como uma explicação sua para cada um dos temas.

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