Sexta-feira, 16 Junho, 2017

RUSCIGAN Viaggio Nel Domani LP

€ 22,50 € 12,50 LP (2015 reissue) Dagored

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RED302-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RED302-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RED302-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RED302-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RED302-5.mp3]

Gravado no estúdio de Piero Umiliani em 1972, e com colaboração deste último, “Viaggio Nel Domani” relembra, DE NOVO, a profusão de música inspiradora produzida em Itália nessa década. Guido Baggiani (Ruscigan) estudou com Stockhausen e alguma da loucura do mestre passa para as faixas curtas neste álbum desafiante, sem eira nem beira, qye tenta imaginar o amanhã com um olho curioso bem aberto. O título pode remeter para experiências análogas com futurismo, mas a paleta de sons é tão vasta que encontramos sempre, nestes compositores, muito que podemos apelidar de Único. Bom preço, de 2015 para cá.

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Quinta-feira, 1 Junho, 2017

DEDEKIND CUT American Zen 2LP

€ 23,95 2LP Hospital Productions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HOS485-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS485-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS485-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS485-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HOS485-5.mp3]

Editado no ano passado em cassete, “American Zen” é agora disponibilizado em vinil. Dedekind Cut faz parte de uma nova geração que está a encontrar novos caminhos na electrónica e na música ambiente. Poderia estar ao lado de vários nomes presentes na compilação “Mono No Aware” da PAN. Yves Tumor é um que vem logo à memória, não só por já ter colaborado com Dedekind Cut (na mixtape “Trump$America”), também porque os dois trabalham os limites da electrónica pastoral. Em “American Zen” a música respira-se, não se ouve. As harmonias, ondas sonoras, entram nos ouvidos como um som de fundo que esteve lá sempre. À falta de melhor descrição, é uma perfeição como música de fundo, embora isso lhe sirva menos como um elogio e soe mais a um ponto negativo. Mas é um elogio, há um novo som de mar aqui, de vento, de televisão ligada, de pista de dança quando se está desligado da realidade em volta. É uma mistura disso, raramente acontece simultaneamente – e ainda bem – e é anestesiante quando se percebe como os temas de “American Zen” se perpetuam para lá dos ouvidos. É um futuro bonito este que está a aparecer na música ambiente.

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Quinta-feira, 1 Junho, 2017

KARA-LIS COVERDALE Grafts LP

€ 16,95 LP (1-sided) Boomkat Editions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204 -1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204-3.mp3]

Kara-Lis Coverdale, a par de Kaitlyn Aurelia Smith, são dois dos nomes mais relevantes a surgirem na electrónica nos últimos cinco anos. São ambas mulheres e o que as torna parte deste grupo exclusivo é a sensibilidade com que abordam um passado analógico da música electrónica (mais ligado às décadas de 1970 e inícios de 1980) em que o minimalismo também era feito pela descoberta e pela experimentação. Agora, décadas depois, elas redescobrem e exploram com essa descoberta. “Grafts”, uma peça de 22 minutos, é uma viagem pelo minimalismo modal, uma peça refinada em que Kara-Lis faz os seus instrumentos soarem a folk, os expande como se fossem vozes, enquanto cria espaços periféricos para onde o ouvinte se pode mover. É luz em HD.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

FIRMA DO TXIGA Firma Do Txiga 3×7″

€ 16,50 3×7″ Príncipe

Uma das firmas que conhecemos com maior longevidade, gravando com total autonomia estética e compondo, assim, um património conjunto invejável na qualidade e variedade. Como deveria ser, são três discos entregues, cada um, a K30, DJ Ninoo e Puto Anderson. O convite à proximidade está no nome da firma e na arte da capa, logo. Lá dentro ouvimos uma derivação vanguardista, quase laboratorial, de afro house (K30), extraordinário apuro na melodia e composição (Ninoo) e o esqueleto rude da batida (Puto Anderson), três ofertas muito diferentes para deixar o queixo cair à vontade perante este património que anda a correr à nossa beira. Capas individualmente pintadas à mão.


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A1. K30 – Era Uma Ve(z)
A2. K30 – Hora da Casa
B1. K30 – Sistema
B2. K30 – Melodias do K30
C1. DJ NinOo – Ambientes Leves
D1. DJ NinOo – Saudades do Russel
E1. Puto Anderson – Éh Brincadeira
F1. Puto Anderson – Gritos do Infinito

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

STASERA Jubilation / Birds Of Happiness 12″

€ 9,50 12″ Interzona 13

[audio:http://www.flur.pt/mp3/INZA1306-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/INZA1306-2.mp3]

Depois de Nelson Gomes se ter estreado na editora irmã da Interzona13, Outerzona13, como Black, agora é a vez de outro Gala Drop, Afonso Simões, gravar para a editora de Tiago Miranda e revelar-se como produtor de house/disco com dois temas fortes. “Jubilation”, com a colaboração de Boavida, é house com os condimentos necessários de uma boa carta de apresentação. Começa discreto, aos poucos melodias começam a entrar e a desenvolver-se para um óptimo tema de entrada de pista. O lado B é bem mais forte e punchy. Entra forte na deep house e é um piscar de olho valente a alguns sons de Detroit.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

RAGNAR GRIPPE Sand LP

ESGOTADO / SOLD OUT LP (2017 reissue) Dais

OUVIR / LISTEN

Ouvir discos como “Sand” é uma espécie de lição de que escavar vale a pena. Ragnar Grippe e “Sand” e, já agora, esta reedição da norte-americana DAIS não são obra do acaso. A história repete-se: “Sand”, editado em 1977, é um álbum elogiado por muitos músicos da electrónica experimental/minimalista. Estudou também em sítios marcantes, como no Groupe de Recherches Musicales (GRM), onde se tornou amigo próximo de Luc Ferrari. “Sand” nasce da convivência de Ragnar Grippe com uma série de artistas em Paris, concretamente com Viswanadhan Velu e a ideia de criar música para uma exposição sua intitulada “Sand”. Esta reedição, a primeira em vinil desde a edição original, chega num momento em que a música ambiental e minimalista passa por um período de (boa) reinvenção e enquadra-se bem com o excelente leque de edições actuais (pensamos em Caretaker ou em Dedekind Cut). Ouvimo-lo, descobrimo-lo, em bom momento. Os dois lados de “Sand” são muito elegantes-ritualistas, uma paisagem rústica que vai sendo construída com tempo para respirar. Há uma discrição suprema de como as imagens vão surgindo, uma calma e um relaxamento na apresentação dos sons que tornam “Sand” num apogeu momentâneo da música concreta/ambiental/minimalista.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

SADE Nothing Can Come Between Us / Make Some Room 7″

€ 4,00 7″ Epic (EPC 652921 7)

Exemplares originais da prensagem holandesa de 1988 / Original 1988 Dutch pressing. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Nothing Can Come Between Us
Make Some Room

“It’s about faith / It’s about trust”, a duas vozes, antecipa mais uma secção instrumental perfeita no domínio pop / soul dos 80s. Tal como “Paradise”, a canção “Nothing Can Come Between Us” é retirada do álbum “Stronger Than Paradise”, que completa uma trilogia soberba com “Diamond Life” (1984) e “Promise” (1985). Depois virem para “Make Some Room”, no lado B, e apanhem o ar no rosto enquanto a batida seca, lenta, simula, com algum ácido bem oculto, um tema de house nas rotações erradas. Óptima faixa instrumental.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

SADE Paradise + instrumental 7″

€ 4,50 7″ Epic (EPC 651617 7)

Exemplares originais da prensagem holandesa de 1988 / Original 1988 Dutch pressing. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Paradise
Paradise (instrumental)

O modo como a linha de baixo sustenta TODA a canção faz com que o groove se instale automaticamente em nós. Só para não irmos mais além, Sade cumpriu de forma perfeita a década de 80, e é algo que não se pode dizer em relação a muitos seus contemporâneos. A simples perfeição desta canção, o romance implícito, brisa, Sol, água, e a guitarra que substitui a voz na versão instrumental, tudo sobe e parece nunca descer. Se ligarem a pormenores desses, reparem como a pancada de tarola, na bateria, consegue ser própria da década mas sem o tradicional som épico de “sala grande”, tornando-a assim mais próxima de nós. Maravilhoso para pessoas e DJs.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

ANNIE ANXIETY Soul Possession LP

€ 20,50 LP (2017 reissue) DAIS

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DAIS093LP-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS093LP-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS093LP-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS093LP-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS093LP-5.mp3]

É bem possível que nós e muitos outros já tenhamos escrito algo semelhante em relação a outros discos, mas este é um álbum que parece representar uma época e uma maneira de fazer as coisas. Gente incrível a trabalhar aqui: Family Fodder, African Headcharge, Crass, para além da supervisão de Adrian Sherwood neste primeiro álbum de Annie Anxiety, cruzada com os Crass na sua Nova Iorque Natal e rapidamente integrada no enorme caldeirão pós-punk que fervilhava ainda em Inglaterra. A sua voz é muito reconhecível, desafia pelo tom, pelos textos e pelo modo como é tratada no contexto da música. “Soul Possession” pode ser encarado como dub industrial mas parece-nos, agora que escrevemos isso, redutor e desactualizado, de alguma forma. É um álbum de canções desajustadas, mesmo na época, muita experimentação a desafiar a noção de pop (e é, no fundo, do que se trata aqui – são canções), ângulos muito aguçados, cantos muito sujos. Difícil encarar de ânimo leve e termina com “Waiting For The Fun”, como se reconhecesse que a diversão é fugidia, volátil. Pesado, complicado e maravilhoso. Dose!

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

JLIN Black Origami CD / 2LP

€ 12,50 CD Planet Mu

€ 21,50 2LP Planet Mu

[audio:http://www.flur.pt/mp3/ZIQ376-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ376-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ376-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ376-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/ZIQ376-5.mp3]

Tal como em muitos outros discos, título e capa parecem conter toda ou quase toda a interpretação da música. “Black Origami”, e o facto de ser um elefante, remete para África, e é com esse legado que Jlin trabalha, num disco que, de acordo com a própria editora, assenta fortemente em percussão. Noutras latitudes, Jlin retira inspiração do Extremo Oriente (Japão e Índia). Na verdade, a percussão tem mais espaço e quase se basta a si mesma, extraindo progressivamente a música de um universo bass e footwork mais reconhecível. “Nyakinyua Rise” quase poderia ser uma gravação de Mustapha Tettey Addy ou outro mestre percussionista africano, desviado para Oriente. “Holy Child” tem William Basinski (que lhe enviou um loop de vozes femininas do Báltico); “1%” tem Holly Herndon. No todo, o álbum regula-se perfeitamente sem necessidade de exuberância, mantendo sim um tom austero, que o primeiro álbum já tinha, mas, enquanto esse era nitidamente apocalíptico, “Black Origami” soa mais concentrado numa busca de identidade. Não é um processo feliz, mas é claramente afirmativo.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

COLIN NEWMAN It Seems LP

€ 10,00 LP Restless / Crammed (72260-1)

Exemplares originais da prensagem norte-americana de 1988 / Original 1988 US pressing. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN:
Quite Unrehearsed
The Rite Of Life
It Seems
Not Being In Warsaw
Round & Round

O último álbum de Colin Newman na década de 80 ainda consegue diversificar a sua abordagem pop. “It Seems” é o primeiro disco onde ele explora a produção digital de música e isso é totalmente notória na natureza dos sons que compõem as canções. Uma espécie de tom minimalista, meio tempo entre vibrafone e teclas; algumas cordas falsas; sons claros que identificamos com outro universo musical (new age / library dos 80s e 90s). As melhores canções no álbum – e são várias – são aquelas que transmitem uma sensação de espaço e brisa a circular por entre os sons assumidos como artificiais (ouçam-se, por exemplo, “The Rite Of Life” ou “It Seems”), por vezes com certa aspiração a serem “clássicos”. Grande álbum improvável que vibra, hoje em dia, de uma forma talvez inacessível para ouvintes da época. Têm de ouvir isto. Exemplares selados, com corte promocional na parte inferior da capa.

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Quinta-feira, 25 Maio, 2017

BURIAL Subtemple / Beachfires 10″

€ 9,50 10″ Hyperdub

Burial sem batida, duas faixas longas que retiram o ritmo da equação e criam imagens quase prontas a visualizar. Ambiente natural / música concreta (as pancadas e sons mecânicos que se ouvem), um bom desvio da norma sem comprometer a personalidade. Burial em modo profundamente alienante mas também devocional, seguramente o disco em que mais exige que nos desloquemos ao seu encontro. Talvez “genial” seja um exagero, em 2017, mas o apuro estético é inegável e, no devido contexto dizemos, sem reservas: obrigatório.


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Terça-feira, 23 Maio, 2017

SWANS The Great Annihilator + Drainland 2CD / 2LP

€ 16,50 2CD Mute Records / Young God

€ 27,95 2LP (+ poster) Mute Records / Young God

[audio:http://www.flur.pt/mp3/STUMM402-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM402-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM402-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM402-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/STUMM402-5.mp3]

Prossegue a operação aparentemente completista de reedições do catálogo dos Swans. Se “I Am The Sun”, neste álbum de 1994, apresenta traços de um passado mais industrial, essa não é a regra no restante do disco. É, aliás, um álbum que reúne diversas sensibilidades que fomos conhecendo na música da banda. O som épico da bateria é, no entanto, uma constante. A catarse ritualista é forte, a música nunca menos de intensa. Há uma ideia de poder absoluto no som dos Swans e é difícil ficar-lhe indiferente. A reedição em CD é acrescentada de “Drainland” (no vinil aparece como bónus em forma de download), álbum a solo de Michael Gira (1995). Quase em oposição às camadas compactas de som em “The Great Annihilator”, “Drainland” tem tudo bem mais definido, separado, identificado. A voz grave bem mais presente e, logo, mais comunicativa. A dor é, assim, mais directa, mas isso também é válido na apreciação mais panorâmica de uma canção incrível como “Blind”. É quase sempre uma Via sacra, com Swans e Michael Gira, e, se não nos conduz á luz, conduz pelo menos à libertação e fornece uma carga energética pronta a ser usada em nosso benefício pessoal.

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Sábado, 12 Novembro, 2016

LOLINA Live In Paris CD / LP

€ 12,50 CD Ed. Autor

€ 16,95 LP Ed. Autor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/LOL002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LOL002-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LOL002-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LOL002-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/LOL002-5.mp3]

Não se consegue uma descrição muito certa, mas quem conhece discos anteriores de Inga Copeland imagina facilmente o cenário sónico. Uma abordagem bastante crua à electrónica em palco, imagina-se um meio caminho entre performance avant-garde clássica (se tal termo se aplica à vanguarda artística), que os próprios Hype Williams praticaram, e um disco conceptual, encerrado num mundo próprio. Mas a verdade é que tudo o que possamos dizer soa vago. A voz de Inga vai recordando que ela está lá, na orquestração de batidas e ambientes sem direcção aparente mas quase sempre com bastante drama, tensão, ideias ao lado, um cruzamento de sonho entre ética e artes pós-punk e uma colagem de nuances extraídas do dubstep. É o melhor que conseguimos. O álbum merece bem mais.

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Quarta-feira, 4 Dezembro, 2013

V/A Wania Presenterer Dritdypt Vol. 1 12″

€ 9,50 12″ (2017 repress) Wania / Sex Tags

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WANIA9109-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WANIA9109-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WANIA9109-3.mp3]

Um dos discos mais drogados da família Sex Tags, privilegiando jams longas (excepto a “Eastern Lecture” de Adam Just, na abertura) de quase-house. Soa a uma espécie de convocação espírita de material orgânico de Victor Sol na era Fax (1990s) canalizado através de uma passagem temporal genuína à qual só alguns conseguem ter acesso. Lupo publicou umas experiências em 2002, mas aqui está em pleno modo espacial “hauntológico” durante os 10 minutos que o vinil oferece do seu lado. 15 é o tempo, no verso, para a Mellow Mix do já raro MANIA16 de XI, aqui retrabalhado para conforto de bolha futurista onde filmes são projectados directamente na nossa cabeça. Mágico, se vocês tiverem a Magia.

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