Quarta-feira, 23 Agosto, 2017

DEAN BLUNT As Long As Ropes Unravel Fake Rolex Will Travel 12″

€ 13,95 12″ white label

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WMA12-002-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WMA12-002-2.mp3]

Numa altura em que foi anunciado o regresso dos Hype Williams (confessamos que não estávamos à espera, mesmo vindo de quem só se pode esperar o imprevisível), Dean Blunt edita um dos 12” limitados que desaparecem num instante. “As Long As Ropes Unravel Fake Rolex Will Travel” é um clássico Dean Blunt da altura do auge dos Hype Williams e serve também para reintroduzir – a quem se esqueceu – esse universo a quem se perdeu num mundo sem os Hype Williams. Enigmático como sempre, mas universal como explora o universo dos beats e das possibilidades e impossibilidades que Blunt/Hype Williams tornaram reais ao longo dos seus anos no activo (será que alguma vez deixaram de estar?). Edição muito limitada e já esgotada na fonte. Já tínhamos saudades de ver isto a acontecer com Dean Blunt.

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Sábado, 19 Agosto, 2017

V/VM Brabant Shrobbeler MLP

€ 13,95 MLP (1-sided) Boomkat Editions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BK12X1205-1.mp3]


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Quarta-feira, 16 Agosto, 2017

DREW McDOWALL Unnatural Channel LP

€ 22,95 LP Dais

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DAIS100-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS100-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS100-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS100-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DAIS100-5.mp3]

Pesquisa séria no domínio do oculto, por parte de um músico com ligações também sérias, no passado, a Coil e Psychic TV, por exemplo. Solene e panorâmico, “Unnatural Channel” vive da trepidação que a melhor música industrial habitualmente provoca, e um grande elogio, aqui, é podermos dizer que o material neste álbum soa clássico. Isso é naturalmente infalível para quem se move nestas regiões, como ouvinte. A voz ameaçadora de Roxy Farman acrescenta poder a “This Is What It’s Like” e “Unshielded”, dominando a distorção, ainda que soe abafada por ela.


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Segunda-feira, 14 Agosto, 2017

MARTIN HANNETT Hommage To Delia Derbyshire CD

€ 11,95 CD Ozit Dandelion

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Martin Hannett ficou para sempre conotado com a produção de álbuns fundamentais de Joy Division, New Order e outras bandas na Factory de Manchester. Ainda Buzzcocks, Psychedelic Furs, U2, Magazine e um número elevado de outros nomes para serem mencionados aqui. Mas o eco metálico da sua produção mais carismética tinha de vir de alguma parte. Gravadas em 1982 sem intenção de edição, estas faixas demonstram uma afeição muito íntima de Hannett pela produção de Delia Derbyshire para a BBC Radiophonic Workshop. Várias sensibilidades na mesa, aqui, desde material mais obviamente de ficção científica até easy listening numa linha que algumas bandas como Stereolab adoptariam mais tarde. Outras experiências dissonantes, testes de terreno, de amplitude da paleta sonora, acordam-nos para as possibilidades sempre mágicas do som electrónico. Alguns momentos de melodia dissonante (existe?) recordam Residents e há, também uma espécie de espectro muito etéreo de pós-punk, tão distante que parece retirar-se de cena. Outros momentos reproduzem a era de fascínio pela nova síntese sonora, aqueles primeiros tempos de Moog e coisas de Walter / Wendy Carlos. Martin Hannett adiciona minutos à nobre tradição exótica britânica.

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Segunda-feira, 14 Agosto, 2017

CATERINA BARBIERI Patterns Of Consciousness 2LP

€ 45,50 2LP Important

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“Patterns Of Consciousness” parte de uma base académica, “minimalista nos arranjos, maximalista na presença”, para abrir em leque, em vez de se fechar num universo hermético elistista. Rítmico e matemático, o som evolui em secções que parecem elevar cada vez mais a nossa própria presença no espaço, descolando do chão a pouco e pouco. Circular, cristalino, é apenas na última faixa – “Gravity That Binds” – que este som parece menos móvel, mais rasteiro e terrestre. Panorâmica larga, reforçando o apelo desta espécie de viagem intergaláctica.

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Segunda-feira, 14 Agosto, 2017

SPACEMEN 3 For All The Fucked-Up Children Of This World We Give You Spacemen 3 CD

€ 12,50 CD Space Age Recordings

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Álbum que fica na cabeça pelo título – primeiro – e que depois entra facilmente após se redescobrir algumas das canções mais populares de Spacemen 3. Gravação de estúdio de 1984, editada mais de uma década depois, quando a banda já tinha terminado, “For all the Fucked-Up Children of This World, We Give You Spacemen 3” é um presente para os fãs da banda, uma forma de descobrir como clarividência – no esqueleto das canções – algumas das influências que dominaram a curta mas fabulosa carreira dos Spacemen 3. É também um disco que mostra como de raiz as suas canções sempre tiveram um carácter moldável, susceptível a diferentes interpretações – instrumentais e não só – pelos membros da banda: algo que continua a existir ainda hoje, tanto na cabeça de Jason Pierce como na de Pete Kember. Mais do que um início de “tudo”, este álbum oferece uma alternativa possível na vida de algumas canções dos Spacemen 3. E serve para perceber o quão valiosas eram na altura e como ainda o são agora. Poucas bandas encontraram a imortalidade – ou intemporalidade – desta forma.

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Segunda-feira, 14 Agosto, 2017

LNS & DJ SOTOFETT Jugando Con Fuego 12″

€ 9,50 12″ Wania / Sex Tags

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LNS já tinha aparecido com Sotofett mais cedo no ano, também na Wania, depois de “Heliacal Rising” na Freakout Cult em 2016. Ela aparece como baseada em Vancouver, o que acrescenta mais peso à cena de onde saem a 1080p e a Mood Hut, por exemplo. “Jugando Con Fuego” entra rapidamente em modo chilled, com harmonias e cores claras e bem definidas, piano e cordas misturadas com areia da praia. Uma Club Mix onde tudo corre em paralelo e, depois, alguns elementos separados nas outras versões, bem diferentes umas das outras. Reduzir isto a “ambient house” é preguiçoso, mas pode ajudar a situar o contexto numa pista de dança ao ar livre. Mão certa nos arranjos e na qualidade da mensagem pacificadora deste som. Transporta genes antigos, preservados numa atitude consistente de nostalgia progressista, se é que isto faz sentido para vocês.

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Segunda-feira, 14 Agosto, 2017

TORO Y MOI Boo Boo CD / LP / LP

€ 11,95 CD Carpark

€ 17,95 LP Carpark

€ 22,95 LP (blue vinyl) Carpark

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Quinto álbum para Chaz Bundick enquanto Toro Y Moi (que, entretanto, mudou o nome para Chaz Bear), que continua a impressionar enquanto artista que não gosta de estacionar em géneros ou acomodar-se ao sucesso dos álbuns anteriores. Claro que há algo de reconhecível em “Boo Boo”, mas longe estão os tempos da chillwave ou das incursões mais coladas à pista de dança, quando Chaz tentou concentrar-se mais nos beats e menos na pop. Em “Boo Boo” ouve-se um encosto à R&B actual e uma homenagem possível a Prince. Há uma delicadeza especial em todos os temas, na procura da forma mais brilhante para entregar as suas melodias e os seus arranjos – regra geral – cândidos. É um Toro Y Moi de baladas lentas e à procura de canto romântico que estava ausente há algum tempo. Simultaneamente, os seus arranjos estão maduros, inventivos e há um cuidado para não repetir o seu passado nem o presente. É o disco mais arrojado e terno de Toro Y Moi até à data.

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Sexta-feira, 11 Agosto, 2017

YELLO Claro Que Si – remaster series CD

€ 9,95 € 7,95 CD (2005 remaster) Vertigo / Universal

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Segundo álbum, ainda na Ralph Records, um prolongamento das ideias de “Solid Pleasure” com início bombástico (“Daily Disco”, magnífico). Boris Blank e Dieter Meier, ainda com Carlos Peron nas fitas magnéticas, exploravam mais território virgem a partir de uma base electrónica em direcção a paraísos exóticos. “She’s Got A Gun” é composto como se de um filme negro se tratasse, narrativa grave como o típico detective-narrador. Todo o álbum se aplica em vergar regras da pop, utilizando alguns fundamentos (ritmo, sobretudo) para introduzir ideias e soluções que aderem como se já fossem clássicas. “The Lorry” é um bom exemplo desse vaudeville pop; “Homer Hossa” cai em 2017 perfeitamente em sintonia com a música exótica que andamos a ouvir e a vender – óptima fantasia oriental que faz descolar do assento em trânsito para o outro lado do mundo. “Pinball Cha Cha” termina o álbum original e seguem-se 6 extras.


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Sexta-feira, 11 Agosto, 2017

YELLO Solid Pleasure – remaster series CD

€ 9,95 € 7,95 CD (2005 remaster) Vertigo / Universal

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Editado na Ralph Records dos Residents em 1980. Não é que Yello fossem a correspondência europeia dos Residents, mas a sua propensão dadaísta e iconoclasta com a música popular coloca-os na linha de mira, sem dúvida. “Solid Pleasure” é, ainda, musicalmente bastante indefinível. Sob a designação genérica “pop”, é um álbum que vai algumas décadas atrás buscar uma tradição artística bem viva na Suiça do início do século XX, operando nela mutações arriscadas, servindo-se da pop electrónica para entrar num plano comercial muito novo. Como se não bastasse esse choque de épocas, há um exotismo que travessa o disco com ritmos de outras latitudes obrigados a conviver com intenções artísticas se calhar mais ambiciosas. Inclui o clássico “Bostich”, o reggae-rock “Rock Stop”, um quase-Felix Kubin em “Coast To Polka” (vice-versa, como calcula quem conhece Kubin), uma suprema malha balárica em “Blue Green”, ambiente pesado, dub e nonsense. único.

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Quinta-feira, 10 Agosto, 2017

DJ SOTOFETT presents JESSE Twotinos 2LP

€ 16,95 2LP Keys Of Life

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Sotofett entra nas sessões, acrescentando percussão, vocoder e outros bits para fortificar a direcção cósmica do empreendimento. Jesse, da Finlândia, a circular há uma década com aquela interpretação sui generis de música de dança feita na Escandinávia. “Twotinos” mostra Jesse numa trip diferente, mais kraut e africana, na fronteira de um som de dança mas quase sempre em magnífico exercício de contenção. Muita história concentrada nestas sete faixas sóbrias às quais vamos regressar muitas vezes neste Verão e para além dele.

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Sexta-feira, 4 Agosto, 2017

VÍTOR RUA & THE METAPHYSICAL ANGELS Do Androids Dream Of Electric Guitars? 2CD

€ 15,50 2CD Clean Feed

Rua absolutamente virtuoso no seu instrumento de eleição: a guitarra. Puxando de novo para a frente a conexão com o universo de Philip K. Dick, Vítor Rua apresenta 11 faixas de livre uso da guitarra (ou guitarras), desde fraseados mais próximos do jazz a peças decididamente livres e desformatadas, desde electricidade em excesso a dedilhar acústico mais espaçado. “Subliminal Signs Of Humor” relembra um certo jeito que já associávamos aos Telectu (“Rosa Cruz”, talvez). No CD1, Rua toca todas as guitarras, no CD2 ouvimos as mesmas composições interpretadas por ele, sim, mas acompanhado por Hernâni Faustino (baixo), Luís San Payo (bateria), Manuel Guimarães (piano), Nuno Reis (trompete) e Paulo Galão (clarinetes), vincando bem a filiação numa escola aberta de jazz cuja tradução musical, aqui, pressupõe uma constante queda livre, isto é, surpresa e boa insegurança em relaçoa à intervenção de cada instrumento. Nunca sabemos realmente quando nem como entram e, do nosso ponto de vista de ouvintes, é uma proposta excitante abordar assim um disco. Nada é supérfluo, tudo navega confortavelmente no caos.

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Sábado, 15 Julho, 2017

AARON DILLOWAY The Gag File LP

€ 22,95 LP Dais

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Leyland Kirby criou a ideia de “haunted ballroom”, Aaron Dilloway destruiu o som dessas salas e os corredores adjacentes com o seu noise. Seja nos Wolf Eyes ou na sua carreira a solo, Dilloway está a anos de luz na definição e apuro da electrónica/noise das últimas duas décadas. Fala-se no “haunted ballroom” porque “The Gag File” são oito bombas nessa sala. Em câmara lenta. O efeito câmara lenta da sua música atribui essa característica fantasmagórica/assombrada neste seu novo álbum. E há também um jogo com a memória, os sons que Dilloway aqui explora são um apuro dos momentos mais viscerais dos Wolf Eyes. Mas em câmara lenta. E é preciso reforçar o câmara lenta porque este não é um disco noise convencional. Em muitos momentos transforma-se num disco de ambiente, os loops, o beat, e a câmara lenta – tinha de ser (porque os sons tornam-se muito visuais) – criam essa sensação. O visceral transforma-se em lúdico e em temas como “Inhuman Form Reflected” há uma narrativa que é contada através do som (e é inesperada, numa primeira audição parece um filme de terror). Por vezes o som mastiga-se, enrola-se no ouvido e torna-se num processo de nostalgia: como Leyland Kirby tão bem faz. E depois de mastigado, é digerido, processado por todas essas entranhas. É uma bomba como há muito tempo não ouvíamos. Um digno sucessor do magnífico “Modern Jester”.

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Sexta-feira, 14 Julho, 2017

PORTER RICKS Anguilla Electrica CD / 2LP

€ 12,50 CD Tresor

€ 20,95 2LP Tresor

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20 anos após o período dourado na Chain Reaction e Mille Plateaux. Mas não fica justo despromover “Anguilla Electrica” por ser actual. Na verdade, o álbum não só avança em relação aos clássicos como se destaca da produção corrente de techno. Mantendo um certo motivo aquático em dub, como “Biokinetics” em 1997, Porter Ricks colocam mais peso no ambiente que costumava ser um tanto etéreo. Soa mais mecânico, também, um decisivo destacamento da armada dub techno, usualmente com dificuldade em distinguir-se de nome para nome. Andy Mellwig e Thomas Koner parecem ter esperado para reunir os elementos sónicos certos para um regresso em álbum, com algo forte para dizer, algo que ninguém está a comunicar da mesma maneira, neste momento. Óptimo.


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Sexta-feira, 14 Julho, 2017

THE DURUTTI COLUMN Domo Arigato (Deluxe) 3CD+DVD / 2LP+7″

€ 17,50 3CD + DVD (2017 reissue) Factory Benelux

€ 23,95 2LP + 7″ (2017 reissue) Factory Benelux

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FBN52CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN52CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN52CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN52CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FBN52CD-5.mp3]

Nos últimos anos a Factory Benelux tem reeditado a discografia de Durutti Column com um cuidado impressionante. Agora é a vez de “Domo Arigato”, concerto gravado em Tokyo em Abril de 1985. Esta caixa inclui a edição original da gravação, uma versão remasterizada e um outro concerto – até agora inédito – em Tokyo de Abril de 1984 e um DVD com a gravação do concerto de 1985 que anteriormente tinha sido editada em laser disc (a versão em LP só contém o concerto e um 7”, “Dedications For Japan”). Vini Reilly, Bruce Mitchell, John Metcalfe e Tim Kellet em palco para interpretar material da discografia de Durutti Column (na altura “Without Mercy” estava bem presente). Para quem não conhece, o registo de “Domo Arigato” é muito frágil e uma espécie de longa canção de embalar. A interpretação dos temas é muito delicada e há uma vazio constante no fundo, um silêncio de palco que contribui para um ambiente fantástico nas canções. É um concerto muito bem gravado e bem misturado, com interpretações magníficas de muitos temas (a abrir, “Sketch For Summer”, deixa-nos logo rendidos). E vem numa edição cuidada e muito especial, como tem sido hábito da Factory Benelux, com preço irresistível.

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Quinta-feira, 1 Junho, 2017

KARA-LIS COVERDALE Grafts LP

€ 16,95 LP (1-sided) Boomkat Editions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204 -1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/BK12X1204-3.mp3]

Kara-Lis Coverdale, a par de Kaitlyn Aurelia Smith, são dois dos nomes mais relevantes a surgirem na electrónica nos últimos cinco anos. São ambas mulheres e o que as torna parte deste grupo exclusivo é a sensibilidade com que abordam um passado analógico da música electrónica (mais ligado às décadas de 1970 e inícios de 1980) em que o minimalismo também era feito pela descoberta e pela experimentação. Agora, décadas depois, elas redescobrem e exploram com essa descoberta. “Grafts”, uma peça de 22 minutos, é uma viagem pelo minimalismo modal, uma peça refinada em que Kara-Lis faz os seus instrumentos soarem a folk, os expande como se fossem vozes, enquanto cria espaços periféricos para onde o ouvinte se pode mover. É luz em HD.

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