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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Magik Markers</title>
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		<title>Drag City em vinil e em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 12:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Callahan]]></category>
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		<description><![CDATA[Nunca foi uma editora como qualquer outra, porque foi  pensada e acarinhada por uma família incrível de músicos e activistas, mas  desde há poucos anos que se tornou uma das grandes referências  indie.
Duvidam? É lá que temos a discografia de Silver Jews e Bill Callahan e Will Oldham, meu Deus. Quase que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;"><span><span><span><em><span style="font-size: small;">Nunca foi uma editora como qualquer outra, porque foi  pensada e acarinhada por uma família incrível de músicos e activistas, mas  desde há poucos anos que se tornou uma das grandes referências  indie.<br />
Duvidam? É lá que temos a discografia de Silver Jews e Bill Callahan e Will Oldham, meu Deus. Quase que bastaria isso para acharmos que a Drag City  é o Olimpo. Mas há ainda Joanna Newsom, Espers, Magik Markers, Jim O&#8217;Rourke, Neil Hamburger, etc, etc&#8230; Ou seja, uma dieta com base nesta editora daria  para sobrevivermos sem mais discos. Para amantes dos grandes formatos, eis  uma lista de alguns discos essenciais de músicos essenciais.</span></em></span></span></span></span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.musikzimmer.ch/pics/covers/albums/2558.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://www.geocities.jp/ahodoms1985/eureka.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://www.asahi-net.or.jp/~dg2t-kbys/cd/cd13/jo02.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://3.bp.blogspot.com/_Me248TBBWqc/SdnpCCjPqXI/AAAAAAAAASE/YRvfZH8-spY/s320/marker.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/07/LP-cover.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p><strong>Jim O&#8217;Rourke &#8220;Bad Timing&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong>John Fahey é pai espiritual do primeiro álbum de Jim O&#8217;Rourke para a Drag City. Quatro longas explorações para guitarra acústica e convidados. Quatro temas de redenção que terminam com momento épico.</p>
<p><strong>Jim O&#8217;Rourke &#8220;Eureka&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
Homem das mil facetas, Jim O&#8217;Rourke abre uma nova etapa na sua carreira quando em 1999 começa a gravar canções. Por lá entram Ivor Cutler (&#8221;Women Of The World&#8221;), Burt Bacharach (&#8221;Something Big&#8221;) mas também um lote de excelentes canções erigidas por um naipe de músicos de peso como Tim Barnes, Jeb Bishop, Edith Frost, Darin Gray, Fred Lonberg-Holm, Rob Mazurek, Rian Murphy, Ken Vandermark, entre outros. Um clássico moderno.</p>
<p><strong>Jim O&#8217;Rourke<strong> &#8220;</strong></strong><strong>Insignificance</strong><strong>&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
A capa indicia a sequela. Este é o segundo capítulo da série de canções, a prova de fogo que é superada com distinção apenas dois anos depois de &#8220;Eureka&#8221;.</p>
<p><strong>Magik Markers<strong> &#8220;Balf Quarry</strong></strong><strong>&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
“Balf Quarry” é o segundo disco de estúdio dos Magik Markers e só não é o melhor álbum rock deste ano porque não queremos repetir o que dissemos sobre &#8220;Boss&#8221; (o disco anterior). Indo por outro caminho, sem repetir fórmulas, os Magik Markers dão a volta  ao seu universo e destilam imaginação por canções que tanto lembram os Sonic  Youth de “Sister” como os trabalhos de Raymond Scott para crianças. Nunca se  sabe o que esperar na canção seguinte, ora negro ora radiante como um estrondoso  raio de luz: os Markers chegaram à maturidade e este é mais um capítulo na sua  iconização futura.</p>
<p><strong>Sir Richard Bishop<strong> &#8220;The Freak Of Araby</strong></strong><strong>&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
Bishop é um dos mais virtuosos guitarristas da actualidade, sem  deixar que a palavra virtuoso lhe tome conta da cabeça e dos sentidos. No seu  trabalho em estúdio é frequente não se saber bem o que se pode esperar, porque  há ali um saber e um devir enciclopédico  na  cabeça de Bishop que torna difícil adivinhar uma orientação para o rumo que dá à  sua carreira. “The Freak Of  Araby” está mais em contacto com o deserto, com o calor. Tem mais espaço do que  alguns dos seus discos anteriores (”Fingering The Devil” ou “Polytheistic  Fragments”), algo que a inclusão de uma banda de quatro elementos ajuda a  explicar. É, por isso, algo mais tangível e acessível.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.lib.washington.edu/media/pitchfork/images/ys.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://www.normanrecords.com/images/covers/109346.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://www.ops.dti.ne.jp/~bastoro/kounyuuki/0112_UP/SILVER_JEWS-BRIGHT_FLIGHT.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://images.amazon.com/images/P/B0000019PM.01._AA162_SCLZZZZZZZ_.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://a1.phobos.apple.com/r10/Music/y2005/m07/d28/h12/mzi.fjpiwzrz.170x170-75.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p><strong>Joanna Newsom<strong> &#8220;Ys&#8221; </strong></strong><strong>2LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">18,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">16,50 eur</span></strong><br />
Depois de &#8220;The Milk-Eyed Mender&#8221;, a ambição tomou conta da jovem cantora harpista e &#8220;Ys&#8221; é a materialização quase impossível dessa saudável angústia &#8211; divide o seu coração com Bill &#8216;Smog&#8217; Callahan, arranjou ajuda técnica de Steve Albini e Jim O&#8217;Rourke, e convidou para os arranjos orquestrais essa eminência parda do expressionismo orquestral que é Van Dyke Parks. Impressionante, logo aqui. O resultado fica a algumas milhas de &#8220;Milk-Eyed&#8221; com a composição meticulosa de 5 contos neo-tradicionais, repletos de ficção jogral e pinturas a óleo em que imaginamos Joanna Newsom como a fada narradora destas histórias.</p>
<p><strong>Sic Alps &#8220;A Long Way Around To A Shortcut&#8221; 2LP (Drag City) Pop/Rock, <strong><span style="text-decoration: line-through;">18,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">16,50 eur</span></strong></strong><br />
&#8220;A Long Way Around To A Shortcut&#8221; reúne temas editados em vinil, 12&#8243; e 7&#8243;, cassete e em compilações por este duo  californiano que é uma das melhores coisas que aconteceu ao rock no último par  de anos. Aqui pode encontrar-se &#8220;Description Of The Harbor&#8221;, mini-álbum menos  ruidoso e mais blues do que &#8220;Pleasures And Treasures&#8221;. Ao todo, 26  temas em menos de uma hora, que dão um banho de bola a quase tudo do género que anda a ser editado. Não é  exagero.</p>
<p><strong>Silver Jews<strong> &#8220;Bright Flight</strong></strong><strong>&#8221; LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
&#8220;Bright Flight&#8221; é a primeira colheita de canções de Berman dos anos 2000. E tem alto índice de canções orelhudas. Começamos a trautear em uníssono com os primeiros acordes de &#8220;Slow Education&#8221; e num ápice chegarmos a &#8220;Tennessee&#8221;. Nas nossas cabeças montamos o palco e o concerto perfeito dos Silver Jews, aquele que nunca chegámos a ver. Aí, &#8220;Bright Flight&#8221; é tocado quase na integra.</p>
<p><strong>Smog<strong> &#8220;Julius Caesar&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Lo-fi, sombrio, honesto. Assim é &#8220;Julius Caesar&#8221;, álbum de pouca indumentária mas um dos que mergulha mais fundo nos pensamentos escuros de Bill Callahan. &#8220;Your Wedding&#8221; é a canção que todos se recordam deste álbum. Uma obra-prima. A canção e o álbum.</span></span></p>
<p><strong> Smog<strong> &#8220;Wild Love&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
E ao quarto álbum, Callahan dá um passo de gigante. Canções de primeira água que encontram o seu ponto de equilíbrio entre dois extremos do espectro musical: num extremo o lado despojado e cru dos anteriores discos, no outro uma dimensão quase sinfónica. Rian Murphy produz, Jim O&#8217;Rourke toca violoncelo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_RRkMkQ9TyuM/RnZ57JFcBsI/AAAAAAAAAPM/r-WAvcF-y_E/s400/SmogDoctor(1996).jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://www.jackpotrecords.com/img/products/smogredapplefalls0.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://i43.tower.com/images/mm106658499/knock-smog-cd-cover-art.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_qJH1jq6hlX0/SMRPmERjzCI/AAAAAAAAA0E/gR_BbGaXzAA/s400/smog+-+dongs.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_RRkMkQ9TyuM/RnVp2pFcBoI/AAAAAAAAAOs/sXyrorgIYLA/s400/SmogAccumulation(2002).jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p><strong>Smog<strong> &#8220;The Doctor Came At Dawn&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">1996, os anos passam mas a temática continua quase a mesma: amor e decepção. &#8220;The Doctor Came At Dawn&#8221; é uma espécie de poema exaustivo (uma receita médica de forma poética?), pormenorizado, em volta do estado apaixonado. Do início ao fim. E depois.</span></span><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span><br />
Smog<strong> &#8220;Red Apple Falls&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #000000;">Com um maior número de arranjos do que o habitual, em &#8220;Red Apple Falls&#8221;, Bill Callahan entra definitivamente num campeonato diferente da canção norte-americana. Composições expansivas e um trabalho lírico cada vez mais apurado.</span><strong></strong></p>
<p><strong>Smog<strong> &#8220;Knock Knock&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #000000;">Depois da transformação em &#8220;Red Apple Falls&#8221;, em &#8220;Knock  Knock&#8221; as ideias amadurecem e ganham força. Bill Callahan dá alguma folga à sua  prisão emocional e a abordagem também se torna mais adulta. Um dos mais belos  álbuns de Smog e provavelmente o mais belo álbum de sempre com uma capa  horrível. Aceitam-se outras propostas. Este é o disco de &#8220;Cold Blooded Old Times&#8221;.</span></p>
<p><strong>Smog<strong> &#8220;Dongs Of Sevotion&#8221;2</strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">18,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">16,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #000000;">Callahan nunca escondeu o seu humor. O título de &#8220;Dongs Of  Sevotion&#8221; prova novamente isso (e títulos como &#8220;Dress Sexy At My Funeral&#8221;) mas é  um álbum corajoso, mais despido que os anteriores mas arrojado em termos  composicionais. John McEntire (bateria) colabora em quase todo o disco.</span></p>
<p><strong></strong><strong>Smog<strong> &#8220;Accumulation: None&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong>Lados B são normalmente associados ao joio, àqueles temas que não tinham encanto suficiente para entrar no álbum e que ficam guardados à espera do verso do single. Pelos dedos de uma mão lembramo-nos da excepção à regra, feita por bandas que no universo do rock indie foram grandes pelos álbuns mas também pelos singles feitos de pérolas por descobrir. Começamos com o polegar e os Smog surgem quando puxamos do indicador. Esta é a oportunidade de ter o melhor desse lote, espalhado por várias editoras e há muito fora de circulação. E esta oportunidade transforma-se num álbum novo impressionante.</p>
<p><img src="http://www.songlyricscollection.com/lyrics/s/smog/a-river-ain-t-too-much-to-love/a-river-ain-t-too-much-to-love.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://images.jambase.com/merch/Whaleheart.jpg" alt="" width="100" height="100" /> <img class="alignnone" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/04/bill-callahan-sometimes-i-wish.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p><strong>Smog <strong> &#8220;A River Ain&#8217;t Too Much To Love&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong><span style="color: #000000;">Dez discos para trás, Bill Callahan enterra aqui, em 2005, o seu nome de combate de mais de dez anos. E é aqui que se abre o seu som e se intensificam os arranjos, prevendo o salto luminoso que daria com &#8220;Woke On A Whaleheart&#8221;. Há quem diga que foi Joanna Newsom que mostrou o caminho, mas isso é achar que um homem como Callahan precisaria de ter uma grande mulher ao lado para ser um grande músico. Para a história, fica um álbum repleto de clássicos, com um travo pop que iria tomar conta do seu futuro.</span><strong></strong></p>
<p><strong>Bill Callahan <strong>&#8220;Woke On A Whaleheart&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur<br />
</span></strong>&#8220;Woke On A Whaleheart» é uma obra &#8220;cheia&#8221; no universo praticamente seco de  Callahan. Não sendo exemplo único, distingue-se da restante discografia por aqui  coexistirem elementos, ambiências, que atribuem às canções um carácter festivo,  intensamente pastoral. Como se fizessem parte, por momentos, de um qualquer  filme dos Coen e o enquadramento fosse irrepreensível. &#8220;The Wheel&#8221; é o quadro  perfeito para exemplo desta descrição, juntando elementos da reconhecível  melancolia de Callahan a um barn-rock contido &#8211; pouco ébrio &#8211; e com um ligeiro  toque de humor que distingue esta canção de qualquer outra que tenha feito até  então. <strong></strong></p>
<p><strong></strong><strong>Bill Callahan <strong>&#8220;Sometimes I Wish We Were An Eagle&#8221; </strong></strong><strong>LP (Drag City) Pop/Rock, <span style="text-decoration: line-through;">13,95 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12,50 eur</span></strong><br />
Smog e Bill Callahan são uma e a mesma coisa: coube ao tempo desvendá-lo. Em  poucas linhas, como se quer, poderíamos tentar descrever Smog como o patinho  feio, feito de plástico made in china, cheio de arestas e sem cumprir as normas  comunitárias, que esboçou canções de primeira água como se fosse a coisa mais  fácil de sempre. O pato deixou cair a penugem por alturas de “Supper” e de “A  River Ain’t Too Much To Love” e deu origem ao cisne Callahan, com o qual  obviamente partilha o mesmo código genético mas que nos deixa na dúvida se não  será outro, que cresceu, tornou-se maduro e procurou a sofisticação e que por  vezes faz pontaria e acerta na perfeição: ok, pode parecer exagero, mas como  classificar então “Jim Caine” (tema de abertura deste disco) e, logo a seguir,  “Eid Ma Clack Shaw”, onde curiosamente Callahan afirma ter sonhado a canção  perfeita? Perfeitas ou não, as canções voltam a ser sobre pessoas, relações,  amor (o universal), religião, fé e natureza. Temáticas comuns a Nick Cave,  Leonard Cohen e outros tantos mas que ganham identidade, vida e  tridimensionalidade na voz de Callahan e na dimensão orquestral do disco, toque  de veludo que a maior parte das vezes prima pela subtileza e por dar a cada tema  a respiração necessária. Contas feitas, passaram vinte anos e treze discos desde  que Bill Callahan iniciou a sua jornada pela música deixando para trás uma  promissora carreira como jardineiro. Todos nós, conscientes ou não, teríamos  ficado irremediavelmente mais pobres se assim não fosse. “Sometimes I Wish We  Were An Eagle” é, para já, o grande disco de canções de 2009. Não acreditam?</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1836px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">&#8220;Woke On A Whaleheart» é uma obra &#8220;cheia&#8221; no universo  praticamente seco de Callahan. Não sendo exemplo único, distingue-se da restante  discografia por aqui coexistirem elementos, ambiências, que atribuem às canções  um carácter festivo, intensamente pastoral. Como se fizessem parte, por  momentos, de um qualquer filme dos Coen e o enquadramento fosse irrepreensível.  &#8220;The Wheel&#8221; é o quadro perfeito para exemplo desta descrição, juntanto elementos  da reconhecível melancolia de Callahan a um barn-rock contido &#8211; pouco ébrio &#8211; e  com um ligeiro toque de humor que distingue esta canção de qualquer outra que  tenha feito até então. </span></div>
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		<title>Magik Markers &#8220;Balf Quarry&#8221; em stock</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 13:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Drag City]]></category>
		<category><![CDATA[Magik Markers]]></category>

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		<description><![CDATA[
MAGIK MARKERS
Balf Quarry
CD/LP Drag City &#8211; 13.95 eur
Há dois anos atrás dissemos que &#8220;Boss&#8221; era o melhor álbum rock do ano. Não estávamos enganados e hoje ainda mantemos essa opinião. Existe &#8211; ainda &#8211; em &#8220;Boss&#8221; uma energia acumulada de anos de rebeldia, ansiosa para entrar em canções com princípio, meio e fim. Por outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3079" title="magik_markers_balf_quarry_200" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/05/magik_markers_balf_quarry_200.jpg" alt="magik_markers_balf_quarry_200" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>MAGIK MARKERS</strong><br />
Balf Quarry<br />
CD/LP Drag City &#8211; 13.95 eur</p>
<p>Há dois anos atrás dissemos que &#8220;Boss&#8221; era o melhor álbum rock do ano. Não estávamos enganados e hoje ainda mantemos essa opinião. Existe &#8211; ainda &#8211; em &#8220;Boss&#8221; uma energia acumulada de anos de rebeldia, ansiosa para entrar em canções com princípio, meio e fim. Por outras palavras, foi a catarse de anos e anos de uns Magik Markers envoltos em estruturas anti-canção e de uma postura em palco que lhes dava mitologia, enriquecia os corações daqueles que procuravam rebeldia, caos e alguma falta de sentido &#8211; depende do ponto de vista &#8211; em palco. Este último ponto ainda se mantém (mais contido, é verdade, mas ainda assim honesto, natural, forte, como pudemos constatar no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=L61h-XFSovo">Museu do Chiado</a> há um ano) e nos últimos tempos os Markers encontraram o ponto ideal entre o seu trabalho de estúdio e as actuações ao vivo. Talvez se deva à saída da baixista Leah Quimby &#8211; porque é directamente associada à consolidação do rumo da banda &#8211; ou apenas a chegada da maturidade. Seja como for, &#8220;Balf Quarry&#8221; é o segundo disco de estúdio &#8211; se não se contar com os lançamentos em nome próprio &#8211; de Elisa Ambrogio e Pete Nolan e só não é o melhor álbum rock deste ano porque não nos queremos repetir. Mas indo por outro caminho, sem repetir fórmulas, os Magik Markers dão a volta ao seu universo e destilam imaginação por canções que tanto lembram os Sonic Youth de &#8220;Sister&#8221; como os trabalhos de Raymond Scott para crianças. Nunca se sabe o que esperar na canção seguinte, ora negro ora radiante como um estrondoso raio de luz: os Markers chegaram à maturidade e este é mais um capítulo na sua iconização futura. Mas para quê esperar quando os temos aqui e agora? Oiçam <a href="http://www.flur.pt">aqui</a>.</p>
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