Terça-feira, 7 Agosto, 2018

MARK FELL Intra LP

€ 17,50 LP Boomkat Editions

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Em “Intra” Mark Fell concentrou-se no ritmo, trabalhando com o Grupo de Percussão num sistema de seis instrumentos (“Sixxen metallophone”) desenvolvido por Xenakis em 1976. Dividido em oito partes, “Intra” explora microtons, a forma como se dispersam pelo espaço e os ritmos que daí se criam. Uma ideia que por vezes vai contra – em termos puramente sonoros – com a estética de Mark Fell e que também se desencontra com a forma como outros artistas contemporâneos têm explorado a conjugação de ritmos na electrónica (desde o footwork, passando por Beatrice Dillon, até Jamal Moss), que procuram o preenchimento, aqui Mark Fell encontra o vazio. O resultado é um exercício mais de energia – como ela circula – e som – como ele se propaga – do que um conceito. É um álbum fora do baralho de Mark Fell, mas “Intra” está em linha com todas as suas maravilhosas obsessões.

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Quarta-feira, 8 Fevereiro, 2017

YOU SPEAK WHAT I FEEL My Good Friends Tell Me That 12″

€ 11,95 12″ (1-sided) Boomkat Editions

[audio:http://www.flur.pt/mp3/BK12X1203-1.mp3]

Não se trata bem de um reencontro, antes de uma recuperação. Terre Thaemlitz (Sprinkles) e Mat Steel + Mark Fell (juntos são SND) gravaram para a influente Mille Plateaux na segunda metade dos anos 90, cada um, à sua maneira, subvertendo noções de ritmo, tempo e espaço na música electrónica. “My Good Friends Tell Me That”, gravado em 2002, resulta da convergência de interesses de Thaemlitz, por um lado, e SND, por outro, na pureza do som house. Este é um pedaço cristalino, limpo, de house com os elementos mínimos a fazer brilhar o todo. Não se pode, no entanto, falar de house minimal, precisamente o que estava a acontecer nesses anos e que reduzia o bounce próprio do género a uma linha horizontal pouco entusiasmante. O som, aqui, é bem mais terrestre e reduzido (no sentido de procura de ingenuidade e não de sofisticação minimalista), reflectindo não apenas a comunhão entre os produtores envolvidos mas, mais a fundo, a comunhão que a cena house, numa primeira instância, veio possibilitar entre quem dançava.

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Quinta-feira, 19 Fevereiro, 2015

MARK FELL & SANDRO MUSSIDA Object Relations #1 7″

€ 9,95 7″ Object Relations

[audio:http://www.flur.pt/mp3/REL001-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/REL001-2.mp3]

Mark Fell manipula a sample de Linn Drum que parece o átomo original da música neste single. Sandro Mussida acrescenta violoncelo, com um ataque incisivo às cordas. No lado A, o beat acelera até soar a speed metal muito abafado, sem o brilho agressivo de uma banda a tocar mas com toda a artificialidade bem viva do som digital bem tratado. Na segunda faixa, ambos os sons parecem acompanhar-se mutuamente, o ritmo do violoncelo correspondendo, grosso modo, aos beats que rolam (é o termo, como se manipulássemos o jog no rato de um computador), ou então são estes a tentar equiparar-se ao ritmo humano das mãos que tocam o instrumento de cordas. Muito estranho. Neurótico. Mark Fell!

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Quarta-feira, 20 Novembro, 2013

MARK FELL & JONATHAN HOWSE Scale Structure Synthesis LP

€ 18,50 LP Alku

Limited edition blue vinyl LP + 3 quality print inserts in clear polyvinyl chloride sleeve. The inserts contain graphics, an essay by Dr. Howse and a conversation between Mark Fell and British researcher Peter Worth.


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Sábado, 27 Julho, 2013

MARK FELL & SASU RIPATTI Sensate Focus 1.6 12″

€ 12,50 12″ Sensate Focus

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FOCUS1666666-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FOCUS1666666-2.mp3]

Mark Fell + Vladislav Delay !


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Sábado, 20 Abril, 2013

SENSATE FOCUS 2 12″

€ 12,50 12″ Sensate Focus


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Sexta-feira, 23 Novembro, 2012

SENSATE FOCUS Sensate Focus 2.5 12″

€ 14,50 € 12,50 12″ Sensate Focus  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FOCUS25-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FOCUS25-2.mp3]

Mark Fell elimina a passagem do tempo neste maxi de Sensate Focus, ao trazer para cá Winston Hazel, nada menos do que um dos elementos de Forgemasters (eles editaram o disco que inaugurou a editora Warp em 1989). Manobra de respeito ou simples manifestação do facto de Fell ser de Sheffield e sentir toda a afinidade com a cena local que definiu parte do som rave inglês, a verdade é que este Sensate Focus indica alguma História para quem a desconhece. Muito do património Bass existente hoje decorre da utilização do som jamaicano que Hazel, Robert Gordon e outros incorporavam nos seus beats sintéticos, e o que Mark Fell faz, nesta série, é pegar nessa base e esticar as suas premissas com as medidas vanguardistas que ele próprio usou nos SND lá atrás em 1999. Síntese de muita coisa importante em duas faixas que não traduzem de modo algum para quem ouve o peso da História. O groove corre elegante com graves sempre determinantes e palmas carismáticas mas tudo se aguenta junto através da construção minuciosa de pequenos detalhes absolutamente clássicos (nenhum som aqui é novo) que nos embalam numa trip rave e uk garage completamente almofadada pela magnífica suavidade do som.

 

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Sexta-feira, 28 Setembro, 2012

SENSATE FOCUS
Sensate Focus 3.3 12″

€ 9,50 12″ Sensate Focus  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FOCUS333-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FOCUS333-2.mp3]


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Sexta-feira, 7 Setembro, 2012

MARK FELL
Sentielle Objectif Actualité CD / 2LP

€ 16,50 € 12,95 CD Editions Mego

€ 21,50 € 17,95 2LP Editions Mego

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EMEGO143-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO143-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO143-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO143-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO143-5.mp3]

O mistério durou pouco tempo: a Sensate Focus editava maxis sem autor conhecido e a editora parecia estar pouco interessada em revelar o seu nome. Pura distracção, pois os primeiros segundos do primeiro maxi – “FOCUS 5″ – indicavam imediatamente que Mark Fell era o homem por detrás do título. Depois desse, mais dois maxis – “FOCUS 10″ e “FOCUS 3.33333333333″ – e eis um trio de edições soberbas que ajudaram a animar os meses quentes de 2012. E tanto o anonimato era irrelevante que “Sentinelle Objectif Actualité” propõe expor mais Sensate Focus ao público com o nome de Mark Fell bem visível – em vinil a estratégia ainda pega, no mercado dos discos compactos as leis regem-se diferentemente. E o que é então mais este álbum de Mark Fell? Nada mais, nada menos, que sete remixes dos temas que foram editados em maxi; ou seja, techno clínico, exacto, matemático, mas que ganha calor, vida e melodia em formato play contínuo. Na Sensate Focus a direcção das operações era contagiante, aqui o cérebro distrai-se nos desvios. Mas ambas as hipóteses são viciantes e este som – de tão puro que é, é apenas seu – é das coisas que mais nos obrigam ao repeat por estes dias. Mais um disco fantástico que explora a mestria das ramificações sonoras de Mark Fell – com a vantagem suprema de ser fruído por toda a família.

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Sexta-feira, 7 Setembro, 2012

DJ SPRINKLES & MARK FELL
Complete Spiral 12″

€ 12,95 12″ Comatonse  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/C021-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/C021-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/C021-3.mp3]

Assim duas grandes notícias de repente: primeiro, o surgimento da japonesa Comatonse nos nossos escaparates (finalmente!); segundo, mais importante que isso, o regresso de Terre Thaemlitz. Num espaço de dias regressou ao activo com dois maxis fabulosos na Comatonse. A primeira parte de “Soulnessless” (vamos receber mais cópias para a semana, bem como a segunda parte), um projecto maior do qual falaremos na próxima semana, e este “Complete Spiral” enquanto DJ Sprinkles com a colaboração de Mark Fell. Passemos ao lado dos dois temas que ocupam o lado A, duas mixes para “Say It Slowly”, porque o verdadeiro ouro está no tema-título, “Complete Spiral”, uma faixa deep house com quase treze minutos, misturando linguagens funk, soul, jazz e, claro, house, a dominar todas as linhas que Thaemlitz e Fell constróem juntos. Tudo encaixa no sítio, há subtis variações no momento certo para os treze minutos não cansarem e o todo se tornar um bolo com tudo e mais alguma coisa que somos capazes de comer sozinhos. Próximo da perfeição.

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Sexta-feira, 29 Junho, 2012

SENSATE FOCUS 5 12″

€ 14,50 € 12,50 12″ Sensate Focus  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/FOCUS5-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/FOCUS5-2.mp3]

Mantém-se a sensação, mais ou menos patrocinada pela Mego, de que é Mark Fell quem se esconde como Sensate Focus. Na verdade ouvimos sons que já vêm de SND (Mark Fell com Mat Steel) há mais de uma década. É lindo perceber agora melhor a ligação entre a gaguez característica da cena ultra-depurada de SND e as quebras típicas do UK garage. São dois lados de música rítmica que terão dificuldade em dançar, mas também não está do lado radical do espectro como os últimos discos a solo de Mark Fell, verdadeiros manifestos surreais de música de dança em que já não é preciso dançar com o corpo. Mas Sensate Focus, até pelo nome, é um assunto do corpo, embora, muito apropriadamente, se concentre em outras zonas que não as habituais zonas erógenas a cuja estimulação toda a gente, em princípio, reage.

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Quinta-feira, 26 Maio, 2011

MARK FELL Manitutshu 2LP

€ 21,50 € 17,95 2LP Editions Mego

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EMEGO116-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO116-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO116-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO116-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO116-5.mp3]

Existe claramente, na exuberância e alegria rítmica que ouvimos em “Manitutshu”, uma porta de acesso à livre interpretação da música de dança, uma possibilidade de abandono definitivo (mas temporário também é bom) da maquinação 4/4 que dita o ritmo do universo. E não é o drum & bass que dá acesso à luz, nem as múltiplas variações da cultura breakbeat. É na genuína e, repito, alegre negação da linearidade que assenta alguma da mais excitante música electrónica. Quando a tentativa de criar emoção é também abandonada em favor da assimetria sónica sem que se possa falar em agressão. “Manitutshu”, como os dois álbuns que Mark Fell editou em 2010 (“Multistability” e “UL8″), captura e isola em laboratório uma espécie de irregularidade difícil de explicar. A emoção parte da nossa própria capacidade de abstracção, da vontade natural em sair de zona segura. O eterno jogo de computador que algumas pessoas fazem na cabeça quando ouvem este tipo de som tem a sua razão de ser – a dinâmica da música assemelha-se muito ao que associamos a “jogadas”, são sons que parecem concretizar acções (acertar num adversário, chocar, cair, acelerar, rebolar, apanhar objectos, destruir obstáculos, etc.). Com o grau certo de receptividade podemos adaptar a lenda Innu sobre a criatura maligna que habita o monte Manitutshu no Labrador, Canadá, autora de coisas terríveis que servem para perpetuar a sensação de ameaça sobre os locais. “Manitutshu”, o disco, tem um monte de detritos na capa e serve igualmente para perpetuar a sensação de ameaça que paira sobre a música linear, sobretudo sobre o conforto das expectativas cumpridas. Música como a que se ouve neste álbum coloca em causa muitos valores, essa é a ameaça. Uma vez ultrapassada – ou, idealmente, utilizada em nosso proveito -, revela um universo fascinante que facilita em nós uma espécie de omnisciência: todos os sons estão no mesmo plano de importãncia. A sério.

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Quarta-feira, 5 Janeiro, 2011

MARK FELL Multistability CD

mark fell

€ 17,50 € 13,95 CD Raster-Noton  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/R-N125-1.mp3.http://www.flur.pt/mp3/R-N125-2.mp3.http://www.flur.pt/mp3/R-N125-3.mp3.http://www.flur.pt/mp3/R-N125-4.mp3.http://www.flur.pt/mp3/R-N125-5.mp3]

Mark Fell é um dos nomes de 2010 na electrónica. “Multistability” saíu umas semanas antes de “UL8“, um dos nossos favoritos de 2010, e embora não atinja semelhante patamar de insanidade e gloriosa abstracção, a sua direcção é igualmente incerta – no site do músico há um comentário de alguém que, ao ouvir este álbum com auscultadores enquanto caminhava pela rua, teve dificuldade em seguir em linha recta. Feito de choques e ritmos desencontrados, “Multistability” é mais um disco conceptual de Mark Fell que transmite uma energia invulgar para algo que obedece a uma ideia unificadora. A disposição dos sons parece um permanente erro a fazer lembrar a música que se virou para dentro das máquinas no período áureo (o inicial) da exploração sonora com laptop. Quase como citação, “Multistability 7B” evoca os SND de 1999. Esta música torna difícil a antecipação de um passo seguinte. Não sendo ruído, o seu grau aleatório é de tal forma grande que, para gostar realmente, há primeiro que gostar realmente de som electrónico. A seguir, ter tempo para disfrutar de uma experiência alienígena e sair dela a pensar que a maior parte da electrónica dita experimental que se escuta hoje em dia não passa de New Age com boost tecnológico para parecer mais século XXI.

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Quarta-feira, 22 Dezembro, 2010

MARK FELL UL8 CD

mark fell

€ 17,50 € 13,95 CD Raster-Noton  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/EMEGO111-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO111-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO111-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO111-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/EMEGO111-5.mp3]

Mark Fell e Mat Steel operaram uma revolução silenciosa na forma de perceber a música electrónica. No final da década de 90, com o nome snd, estavam a fazer música de clube como se estivesse a ser escutada na sala ao lado da pista de dança, com a porta fechada. Eles criavam os resíduos do que seria essa experiência, música reduzida a pulsações repetitivas, por vezes abafadas, sonicamente arrojada e conceptualmente importante num tempo em que a música electrónica foi pensada e repensada incontáveis vezes. Aqui a solo, Mark Fell produz um outro tipo de conceito, um disco fetichista em torno da sua ligação afectiva às colunas Celestion Ditton UL8 em que o seu irmão ouvia Supertramp e 10cc nos anos 70. Foi nelas que sentiu pela primeira vez som sintético em alto volume e foram essas colunas que usou, no início, com Mat Steel para os primeiros 12″ de snd.
“UL8″, o disco, foi inspirado pelas colunas e gravado com o seu som de retorno como monição. A música cria combinações mais ou menos abstractas do par de instrumentos electrónicos que encantou Mark Fell desde muito novo: sintetizador e caixa-de-ritmos. O resultado, longe de investir na nostalgia de certos sons de época, dispara literalmente sem direcção numa dinâmica musculada que junta ideias de drum & bass e techno numa mesma pista, em forma concentrada e hiper-acelerada, com pouco recurso a graves e, ainda assim, produzindo groove. Esta trituração pode produzir um efeito na mente semelhante à interferência electrónica nos radares, confundindo padrões reconhecíveis, induzindo em erro e, no fim, criando algo de novo. Bom.

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