Quinta-feira, 14 Março, 2019

MASAKI BATOH Nowhere LP

€ 19,95 LP (white vinyl) Drag City

Batoh é versátil na nuvem psicadélica que alimenta desde a década de 80 com os Ghost. A carreira longa deste colectivo parece ter ficado suspensa antes desta década se iniciar, mas Masaki Batoh tem, lentamente, construído autonomamente o seu percurso. 7 anos após “Brain Pulse Music”, também na Drag City, ouvimos “Nowhere” com uma bagagem estética transportada desde os 60s, passa por primitivos americanos e até Current 93 ou Legendary Pink Dots. Canções de raiz folk, mantras de guitarra, prantos vocais, quase sempre numa zona muito recatada do rock, ganhando corpo e nervo quando a harmónica surge no conjunto – “Devil Got Me” e “Sundown”, canções entre blues e Far West com inclinação respeitosa perante o legado norte-americano. Vinil branco em belíssima capa transparente.


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Sexta-feira, 4 Maio, 2012

MASAKI BATOH Brain Pulse Music CD / LP

€ 15,50 € 12,95 CD Drag City  ENCOMENDAR

€ 17,95 € 14,50 LP Drag City  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/DC471-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC471-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC471-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC471-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/DC471-5.mp3]

Além de líder dos Ghost e de ter uma carreira musical muito activa, Masaki Batoh pratica também acupuntura há diversos anos. Há algum tempo que vive fascinado com a BPM Machine, uma máquina que consiste num aparelho que se coloca na cabeça e numa motherboard que consegue ler as ondas emitidas pelo cérebro. Batoh, que tem sido um dos principais investidores no desenvolvimento dessa máquina, tem aprendido nos últimos tempos a trabalhar com ela com o propósito de a tornar num instrumento musical. A situação ganhou novos contornos depois do terramoto no Japão no ano passado, Batoh apercebeu-se que alguns dos seus pacientes, depois do evento, estavam mais ansiosos. E resolveu usar a máquina para começar a transformar em música a interpretação sonora das ondas captadas. O resultado não passa por esse trabalho, mas “Brain Pulse Music” é fruto do uso que Batoh tem vindo a aprender e a apreender da máquina. O resultado é heterogéneo e passa por períodos com frequências relativamente normais, para outros em que o uso dessas frequências conquista o espaço do drone e regista sons realmente especiais. Mas o melhor deste exercício de Batoh acontece quando mistura elementos clássicos da música tradicional japonesa e os opera juntamente com a máquina. É território absolutamente killer que torna este “Brain Pulse Music” num dos discos mais interessantes de Masaki Batoh (e de tudo em que ele se envolve) dos últimos anos.


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