Quinta-feira, 21 Dezembro, 2017

MORITZ VON OSWALD / ORDO SAKHNA Moritz Von Oswald & Ordo Sakhna CD / 2×10″

€ 16,50 € 10,95 (-34%) CD Honest Jon’s

€ 18,95 2×10″ Honest Jon’s

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HJRCD076-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD076-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD076-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD076-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD076-5.mp3]

EM BREVE / SOON

Documento do talvez improvável encontro entre Moritz Von Oswald e o colectivo Ordo Sakhna, do Quirguizistão, resultando numa manobra de extrema elegância que sobrepõe a tradição musical desse país centro-asiático com a pulsação electrónica criada por Von Oswald. A própria repetição de padrões presente em muita música tradicional encontra paralelo nos movimentos circulares do techno mais profundo, ainda que este álbum pouco se aproxime de techno. “Draught” e a respectiva versão dub são claramente os momentos Basic Channel – o kick arredondado para dentro, em shuffle, já pressupõe uma outra música tradicional: dub techno de Berlim; e “Facets”, ao longo dos seus 15 minutos, é talvez o exemplo mais próximo da submersão aguerrida em dub, sem batida, que ouvimos em certos discos da Chain Reaction. Precioso.

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Segunda-feira, 23 Maio, 2016

JUAN ATKINS / MORITZ VON OSWALD present BORDERLAND Transport CD / 2LP

€ 12,50 CD Tresor

€ 21,50 2LP Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR285-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR285-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR285-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR285-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR285-5.mp3]

Estes dois! Falámos de “Riod” há umas semanas, o single de apresentação para este álbum que, uma vez mais, abre espaços muito vastos a partir de um padrão techno. Sem reler textos anteriores é bem possível que voltemos a afirmar coisas que já antes escrevemos sobre o par. No entanto, o alcance de “Transport” consegue superar a mera junção do som de Detroit com o som de Berlim associado aos dois produtores. Em certas faixas parece existir uma sobreposição exacta, como se as imagens das duas cidades dançassem uma por cima da outra até à perfeita sincronia de uma só metrópole ainda mais gigantesca. Talvez Moritz Von Oswald contenha alguma exuberância sónica que conhecemos de trabalhos de Juan Atkins a solo, embora em “Merkur” se sinta a sincopação electro de Model 500 bem claramente. Quase tudo o resto flutua numa área inicialmente distante de nós, onde queremos chegar, onde, aliás, chegamos com a imersão adequada neste álbum.

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Quinta-feira, 14 Abril, 2016

JUAN ATKINS / MORITZ VON OSWALD present BORDERLAND Riod 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR284-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR284-2.mp3]

Enquanto se aguarda pelo álbum “Transport” (mais para Maio), “Riod” traz de volta Borderland, dois mega históricos da cena techno. Forjaram juntos a aliança Berlin- Detroit ainda nos 80s e a editora Tresor continua a honrar o nobre pacto nascido na pista do clube com o mesmo nome. “Riod” oferece a viagem épica que já não dispensamos, uma monumental viagem de automóvel por auto-estradas onde se imagina o futuro. Em igual medida espacial e dub (embora facilmente se possa dizer que são uma e a mesma coisa), “Riod” fica mais instrospectivo na versão do lado B, mesnos solto, as claps mais engolidas, tudo ligeiramente mais drogado e no meio de fumo (vocês sabem) e, no entanto, com um impulso poderoso para o movimento e não para a prostração. Fechar os olhos ajuda sempre, não há margem para tropeçar.

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Quinta-feira, 30 Julho, 2015

MORITZ VON OSWALD TRIO Sounding Lines CD / 2LP

€ 13,95 CD Honest Jon’s

€ 19,50 2LP Honest Jon’s

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HJRCD72-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD72-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD72-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD72-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD72-5.mp3]

Que cena: Moritz Von Oswald + Tony Allen + Max Loderbauer e ainda Ricardo Villalobos na mistura de som. Não encontramos nada que falhe, aqui, e é óptimo sentir a pulsação dub que já conhecemos de Rhythm & Sound a ser complementada pelas quebras rítmicas da bateria de Tony Allen. Naturalmente, e só por isso, este álbum soa distinto dos anteriores deste trio. O jazz astral paira por aqui (“Spectre”, por exemplo, passeia pelo Espaço) mas a abertura de ângulo alcança outras paragens, também. Quase tudo se mexe em “Sounding Lines”, todos os micro-sons têm input no groove, todas as pausas servem para acertar o nosso ritmo, são uma espécie de auxiliar de descompressão para respirarmos convenientemente a atmosfera desta música. O álbum não é extrovertido no sentido exuberante, mas os músicos estão tão seguros do que acontece que podemos deixar-nos embalar sem receio do desconhecido. Boas mãos, todas estas.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland III / III 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262C-3.mp3]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland II / III 12″

€ 8,95 12″ Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262B-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262B-2]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Quinta-feira, 11 Julho, 2013

JUAN ATKINS & MORITZ VON OSWALD Borderland CD

€ 15,50 € 12,50 CD Tresor

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TRESOR262-5.mp3]

Moritz e Juan Atkins retomam uma colaboração antiga, quando através da Tresor as cidades de Berlim e Detroit se uniram e respeitaram, ajudando a forjar um novo sentido de comunidade global de música de dança pós-Cortina de Ferro. 3MB, em 92/93, já era activamente a dupla ex-Palais Schaumburg Moritz Von Oswald e Thomas Fehlmann a colaborar com Juan Atkins ou Eddie Fowlkes, à vez, e este “Borderland” parece simbolizar um retorno conceptual e ideológico a essa zona de fronteira onde coisas novas se tornavam possíveis. Para a perfeição da ideia, tinha de acontecer na Tresor. Agora o que ouvimos: Espaço típico da vaga de Detroit da qual Atkins fez parte ainda nos 80s, música de auto-estrada, dub herdado da Basic Channel de Moritz e Mark Ernestus nos 90s (que por sua vez o apanharam de mestres jamaicanos). Não se trata tanto de música para dançar mas para acompanhar movimento, para sugeri-lo, é um acontecimento subtil, justo na incorporação das duas cabeças, maduro na pouca urgência em ter impacto imediato. Comunhão de valores, fusão de ideias e algum do techno menos desgastante que vamos ouvir este ano. manual de sobrevivência.

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Sexta-feira, 29 Junho, 2012

MORITZ VON OSWALD TRIO Fetch CD / 2LP

€ 16,50 € 12,50 CD Honest Jon’s  ENCOMENDAR

€ 17,50 € 15,95 2LP Honest Jon’s  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HJRCD67-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD67-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD67-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD67-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD67-5.mp3]

Deu muito gozo conhecer “Vertical Ascent”, em 2009, mas a verdadeira importância deste trio sente-se através do tempo, através do peso crescente que a sua música vai impregnando na História. E sente-se pela sucessão de concertos e álbums que vão fazendo, obrigando-nos a estar sempre atentos aos mais ínfimos pormenores. Talvez por isso, quando se ouve este “Fetch” a novidade parece estar ausente. Puro erro. O som do trio de Moritz Von Oswald está, em 2012, mais universal e exposto que nunca, relevando-nos uma das mais deslumbrantes máquinas de som da actualidade – o sound system é uma designação que interessará aos três músicos, certamente. “Jam” com os seus quase 20 minutos, percorre templates viciantes de dub berlinense, ecos de “Bitches Brew” e uma pitada do humanismo sonoro de Jon Hassell. “Dark” é, tal como o nome indica, um passeio em câmara lenta por áreas mais escuras, sem nunca deixar de se sentir o batimento cardíaco infectado com dub essencial. “Club” coloca-se no epicentro do mapa de Moritz Von Oswald, com doze minutos de intenso foco no essencial que o techno deu ao alemão. “Yangissa” é África, com catorze minutos de quarto-mundismo perfeito, com a polirritmia necessária para nos deixar em transe profundo. Querem um senão? Cada tema devia durar uma hora, no mínimo. Querem uma opinião? “Fetch” é um fabuloso e imprescindível álbum. Já esperávamos algo assim, mas não estávamos à espera de nos deixar colados ao repeat.

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Sexta-feira, 8 Abril, 2011

MORITZ VON OSWALD TRIO
Horizontal Structures CD / 2LP

€ 16,50 € 12,50 CD Honest Jon’s

€ 16,50 € 15,50 2LP Honest Jon’s

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HJRCD54-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD54-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD54-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRCD54-4.mp3]

Depois de um patamar muito elevado em que “Vertical Ascent” nos deixou, seria legítimo pensar que um título coimo “Horizontal Structures” tornaria as coisas mais planas, mas, honestamente, não é isso que achamos. Em primeiro lugar, nas quatro improvisações que compõem o álbum, ouve-se qualquer coisa bem mais próxima do génio de Vladislav Delay por volta do ano 2000. Particularmente em “Structure 1″ regressamos, de alguma forma, ao rico universo dub de Delay em álbuns como “Multila” (Chain Reaction). Como dissemos várias vezes sobre o seu som, trata-se de um universo inteiro pronto a habitar, feito de detalhes ínfimos e elaborados. Delay é o percussionista no trio de Moritz Von Oswald, e aqui ele marca o passo de uma máquina independente de si: Von Oswald e Max Loderbauer constroem o groove e as atmosferas, Delay planta as bandeiras para reconhecermos certos locais e, a seu modo, adensa também as atmosferas. “Structure 3″ recorda a improvisação electrónica ao vivo do grande Victor Sol em vários discos na editora Fax. O álbum, como um todo, é um soberbo testemunho não só da intuição dos três músicos que improvisam em conjunto mas também da continuada importância e consequência da electrónica encarada como suporte livre para a criação de música. Soberbo e sem falhas.

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Quarta-feira, 22 Dezembro, 2010

MORITZ VON OSWALD TRIO Live In New York 2LP

€ 27,50 € 23,50 2LP Honest Jon’s

[audio:http://www.flur.pt/mp3/HJRLP53-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRLP53-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRLP53-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRLP53-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/HJRLP53-5.mp3]

A transposição do que ouvimos em “Vertical Ascent” para um cenário ao vivo parece natural, já que o próprio álbum não soava programado como se espera de um álbum de, enfim, techno (para usar um termo aproximado). Aliás, pudemos comprovar isso em pessoa aquando da visita do Moritz Von Oswald Trio a Lisboa (Teatro Maria Matos, Novembro de 2009). A gravação captada para “Live In New York” acrescenta experiência não-corpórea a quem ouve, possibilitando total concentração na extraordinária ambiência gerada pelas quatro faixas longas, uma por cada lado de vinil. Carl Craig é convidado (sintetizador modular) e François Kevorkian tratou da mistura ao vivo e efeitos adicionais, para além de ter dirigido a gravação. Isto, mais o input dos três músicos originais (Moritz Von Oswald, Vladislav Delay e Max Loderbauer), concentra muita ciência sónica, mas um aspecto fulcral a ter em conta é o som ambiente da própria sala, com o público a manifestar-se audivelmente em passagens especialmente entusiasmantes. Duplo LP em capa gatefold dura, um daqueles enquadramentos que fazem o vinil valer ainda mais a pena.

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Quinta-feira, 2 Julho, 2009

MORITZ VON OSWALD TRIO Vertical Ascent CD / 2LP

€ 16,50 € 12,50 CD Honest Jon’s

€ 16,50 € 15,50 2LP Honest Jon’s

Eis um álbum que nos prepara para o esmagamento e que, mesmo carregando toda a antecipação, consegue ultrapassar as expectativas. E essas são tremendas, por culpa de Moritz von Oswald: figura paterna de grande parte das grandes revoluções da electrónica e do techno alemão, co-responsável pela brilhante invenção Rhythm & Sound, pela casa-mãe Basic Channel e por todas as suas ramificações, por levar o dub e o reggae para dentro de Berlim e, finalmente, por ter desenvolvido aptidão e gosto fora do comum para recuperar em estúdio as preciosidades Wackie’s e, fundamentalmente, os tesouros da Honest Jon’s. Depois, há ainda Vladislav Delay, assumindo o posto com o qual inicou a sua carreira na música: a bateria. Quem nunca o viu tocar bateria, dentro do cenário electrónico, pura e simplesmente não sabe o que perde. Finalmente, há Max Loderbauer, dos Sun Electric e NSI. Juntos, formam um esquadrão especial de propulsão electrónica (parte techno, parte ambiental, parte dub) que só tem um sentido e uma missão: o Cosmos. Quatro longas missões interplanetárias, com a riqueza e as cores de uma galáxia inteira. Soberbo.

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Sexta-feira, 23 Janeiro, 2009

RAVEL / MUSSORGSKY Recomposed by Carl Craig & Moritz Von Oswald New Mixes by Ricardo Villalobos & Carl Craig 12″

recomposed-mixes

€ 8,50 12″ Deutsche Grammophon

São dois épicos imaginados por dois mestres do género, sem margem para dúvidas. A partir de composições originais de Ravel (incluindo o célebre “Bolero”) e Mussorgsky, a Deutsche Grammophon entregou as masters a Carl Craig e Moritz Von Oswald (Basic Channel) para o terceiro volume da série “Recomposed”, que resultou num duplo álbum. Este maxi contém remisturas feitas a partir desse álbum. Carl Craig e Villalobos são conhecidos por necessitarem de espaço e tempo para desenvolver as suas ideias, é uma história antiga. Craig, aqui, faz progredir a faixa como nos tempos de “Landcruising”, introduzindo elementos dramáticos (o piano, por exemplo) para marcar os vários degraus da música. Villalobos preenche o espaço com a habitual colocação microscópica de ritmos que funcionam sempre como segunda camada, sob a superfície, onde se pode argumentar que a principal acção acontece. Elementos do original são introduzidos progressivamente, aqui aproximando-se um pouco do que nos lembramos de “Fizheuer Zieheuer” no equilíbrio entre a orquestra e o ritmo, embora nesse disco a orquestra tivesse um protagonismo que não tem em “Recomposed”. Um passo adiante das experiências de Jeff Mills com a Orquestra Filarmónica de Montpellier na fusão entre classicismo e techno (Craig, Mills, e Villalobos são já todos eles clássicos techno). Parece pomposo porque o é, de facto. Experimentem ouvir alto e sem interrupções.

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